Abril 23, 2026

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Aprendi a fazer ela gozar

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Recentemente, na faculdade, eu arrumei uma namorada e com ela perdi minha virgindade. Não sabia muitas coisas sobre sexo, então fui aprender com ela. Achava que sexo era só meter, mas acabei descobrindo o quanto minha namorada estava insatisfeita com isso.

Ela falava que eu não tocava nela, não fazia oral, e isso me deixou mal, tá ligado? Eu queria que ela ficasse tão feliz quanto eu no sexo.

Então decidi pesquisar como fazer uma mulher ter orgasmo ou até o esguicho (são coisas diferentes). O que eu descobri é que a maioria das mulheres não goza apenas com penetração e que são necessárias outras coisas para elas ficarem satisfeitas, diferente de nós homens.

Então decidi estudar sobre como fazer uma boa estimulação com os dedos e um bom oral.

Descobri algumas coisas:

Estimular o clitóris, que é o principal receptor de prazer da mulher.

Aí que entram o oral e a estimulação com os dedos, porque com eles você consegue estimular melhor, de forma direta, contínua e controlada.

Estímulo contínuo: fique um bom tempo estimulando e não fique mudando toda hora, isso acaba atrapalhando.

Comunicação: não tenha vergonha e pergunte a ela as preferências e como ela está se sentindo, se é para ir mais forte, mais devagar, etc.

Com isso em mente, eu chamei a dona para um jantar aqui em casa. Preparei um strogonoff de frango com um vinho massa que eu tinha guardado.

Depois de comer, fomos ao quarto assistir Netflix, e daí eu mandei o papo para ela:

“Amor, hoje eu quero tentar algo diferente, pensando naquilo que você me disse.”

A gente começou a se beijar, e outro detalhe que conta muito são as preliminares. Não precisa se apressar nelas, as mulheres também gostam disso.

Enquanto beijava, aproveitei e já fui descendo minha mão até a parte de baixo dela, só tocando devagarinho e deslizando. Eu nunca tinha tocado com a mão assim nela, era bem quente e, com o tempo, senti ficar um pouco úmido.

Depois de um tempo, fui abaixando minha boca dos peitos até a barriga e até a buceta dela.

Outro ponto importante também é não ter nojinho. Seja homem e faça como se fosse o melhor sorvete da sua vida.

Pessoalmente, eu não gostei tanto de fazer oral, mas ao olhar para ela vi que estava tremendo um pouco e a respiração estava mais acelerada, e isso foi o suficiente para me deixar mais feliz.

Enquanto isso, aproveitei e coloquei dois dedos devagar, em um formato de “vem cá”, sabe?

Perguntei também se daquele jeito estava bom. Ela literalmente mandou eu calar a boca e continuar, e eu, de bom grado, obedeci. Decidi aumentar a velocidade, o que já estava rendendo até uns gemidos, algo que ela não fazia nas outras vezes que a gente transou.

Podia sentir meus dedos todos molhados, e a respiração dela me deixava louco. Os gemidos eram como canções para os meus ouvidos. Quando me dei conta, a cama estava toda molhada embaixo dela.

Indo para a parte da penetração, percebi que estava deslizando bem mais, o que deixou tudo mais gostoso.

Quando eu gozava, eu voltava a estimulá-la com os dedos até recuperar minhas forças lá embaixo. Quando recuperava, a gente voltava para a ação. Ficamos assim por umas duas horas no quarto.

Mas infelizmente o ser humano não é de ferro. A gente acabou cansando e fomos dormir. Ela disse que tinha ficado muito feliz por eu ter feito aquilo.

É isso, família. Espero que tenham gostado.

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