Agosto 19, 2026

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O filho da amiga da minha mãe

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Vocês não têm noção do quão perigosa uma mulher se torna quando quer transar. Quer dizer, eu falo por mim mesma. Se eu fosse contar tudo o que eu já passei nos momentos que eu fiquei desesperada pra dar, muita gente ia ficar chocada. Esses dias eu estava conversando com uma amiga e ela disse a mesma coisa, que ficava louca quando estava com tesão. Então me lembrei de quando eu era novinha e já fazia certos tipos de loucuras.

Minha mãe tinha uma amiga muito próxima que morava bem longe e vez ou outra íamos passar um final de semana na casa dela. Eu era apaixonadinha pelo filho dessa mulher. O nome dele era Pedro e ele era um pretinho muito lindo. Daquele tipo magrinho com músculos aparentes e bem marrento. Eu era apaixonada naquele garoto.

Mas tinha duas coisas que eu sabia e que eu tinha certeza que não ia rolar nada.

1. Ele era lindo e tinha uma namorada também linda.

2. Eu era uma magrelinha que mal tinha peitos e novinha demais pra ele.

Aconteceu de minha mãe e eu viajarmos pra casa dessa amiga. Era quase um interior aquele lugar. Eu amei assim que cheguei e vi que era o oposto da cidade. A irmã de Pedro era uma fofa e nós éramos amigas. Assim que vi Pedro a paixonite reacendeu e não demorou pra eu ficar toda boba.

Aquele dia foi incrível, passeamos por aquela cidadezinha e conhecemos vários lugares. O melhor foi andar sempre do ladinho de Pedro. Queria muito voltar no tempo. Sério.

Pedro, a irmã dele e eu fomos tomar banho de rio e em meio às nossas brincadeiras, a única coisa que eu reparava era no volume do calção daquele garoto. Me subiu um fogo, uma coisa dentro de mim, sei lá. Como se fosse uma vontade desesperadora por sentar naquele garoto. Mas o lesado nem sequer reparava em mim.

Naquela noite pra completar a minha alegria, fomos dormir os três juntos no quarto de Pedro. O quarto dele era pequeno e a cama era de solteiro, Pedro cedeu sua cama pra mim e armou uma rede bem em cima, sua irmã ficou no colchonete aos pés da cama.

Já era tarde da noite e nós três não parávamos de conversar e rir. As luzes estavam todas apagadas. Pedro estava com a mão estendida pra fora da rede e eu acariciava seus dedos enquanto nós conversávamos. Eu queria congelar aquele momento pra sempre.

Sua mão estava tão próxima do meu corpo que de vez em quando esbarrava nos meus seios quando a rede balançava. E eu, que não era boba nem nada, fazia questão de que ele esbarrasse mesmo. Não demorou muito pra ele perceber quais as minhas intenções e tocar pra valer nos meus seios. Nessa hora eu suspirei alto e me derreti toda. Ele ficou alisando meus peitinhos por cima da roupa e eu já estava molhadinha.

Pedro levantou da rede e se deitou atrás de mim na cama. Sua irmã dormia sem se mexer a poucos metros da gente. A primeira coisa que senti foi seu pênis duro tocando minha bunda por cima da roupa. Eu empinei meu bumbum pra trás mostrando que queria mais. Eu mal podia acreditar no que estava acontecendo. Parecia mais um sonho. Um sonho erótico delicioso.

Fiquei toda arrepiada quando ele começou a beijar minha nuca, meu pescoço e colocou a mão dentro da minha blusa apalpando meus seios. A minha vontade era gemer alto ali, e só de não poder fazer isso, tudo ficou ainda melhor. O clima começou a pegar fogo entre nós dois e a coitada da irmã dele dormia como uma pedra.

Tomei um susto quando coloquei a mão pra trás e senti aquela coisa dura e quente. Pedro já tinha colocado o membro pra fora e eu nem percebi. E olha, o que dizem sobre negros é verdade. O tamanho era maior do que o que eu estava acostumada.

Apesar do tesão, eu estava um pouco nervosa. Nunca pensei que íamos chegar aos finalmentes. Achei que ficaríamos só nos amassos, mas Pedro estava com tanta vontade de fazer aquilo quanto eu. Ele foi tirando a parte de baixo do meu pijama. Nem precisou tirar tudo, só meu bumbum ficou exposto e seu pau já sabia qual caminho seguir.

Tenho que dizer que senti cada centímetro daquela pica entrar devagarzinho e eu adorei cada segundo. Precisei trincar os dentes para não gemer alto e acordar todo mundo. Era uma sensação de preenchimento tão gostoso na minha buceta que eu não queria saber mais de nada.

– É tão apertadinha!

Pedro falou no meu ouvido enquanto metia e eu simplesmente gozei naquele momento. Ele continuou metendo lento enquanto eu empurrava meu quadril mais pra trás e aquela pica entrou ainda mais. Gozei que meu corpo ficou fraco.

Não sei se o que me excitava mais era Pedro metendo devagarzinho ou sua respiração ficando mais forte a cada segundo. Eu tentava rebolar, mas ele me segurava firme e não me deixava. Ele era forte e mais alto enquanto eu era uma magrelinha fraca.

Pedro me virou e eu fiquei de bruços na cama, ele veio pra cima de mim sem tirar sua pica de dentro e começou a meter forte. Naquele momento eu me senti uma mulher fodida de verdade. Senti sua pica toda dentro de mim e sabia que minha buceta estava bem arrombada àquela altura.

As estocadas dele eram tão fortes que a cama começou a ranger. Meu medo era que sua irmã acordasse e nos flagrasse naquele ato. Agarrei firme o lençol e o mordi com força pra não gemer. Apesar de Pedro meter forte, estava bem gostoso e eu me sentia como uma puta naquela posição.

Ele tirou a pica na hora que gozou e só senti o esperma quente nas minhas costas.

Assim que acabou, Pedro me deu um beijo e voltou para a rede. Eu fiquei toda melada com porra nas minhas costas e me sentindo uma puta usada. Aquilo me deu um baita tesão e um gostinho de quero mais. Fui dormir daquele jeito mesmo, com a buceta latejando de tanto ser socada.

Infelizmente no outro dia fomos embora e Pedro e eu nunca mais tivemos outra chance. Eu juro que fiquei assada por quase uma semana depois daquele dia. Hoje ele é casado e sinceramente, não sinto mais vontade de dar pra ele. Mas se eu pudesse voltar no passado teria pulado dentro daquela rede e dado a noite toda pra aquele garoto.

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