Maio 12, 2026

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O homem que produzia leite demais

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Era uma noite agradável e eu esperava meu noivo na recepção do nosso hotel favorito, um lugar para quem esperava a hora reservada no restaurante… Meu noivo era bem atrapalhado e eu já estava receosa dele se atrasar.

Minhas expectativas para aquela noite estavam altas. Minha buceta estava tão faminta quanto meu estômago, era como se tivesse vida própria esperando todos os jatos de leite que iria levar.

Enquanto ele não chegava eu fiz um pedido de cozumel, minha bebida favorita, que foi prontamente atendido pelo garçom simpático do hotel.

Enquanto eu bebia, comecei a reparar nas pessoas que estavam por ali. Não eram muitas, era um dia comum da semana, alguns casais em umas mesas distantes e algumas pessoas sentadas no bar do hotel.

Nesse momento me chamou a atenção um homem que ria junto com o barman de alguma piada, eu imagino. Era um homem que apesar de não ser tão bonito, parecia muito simpático, usava óculos de grau que davam o ar de intelectual e dono de uma risada contagiante.

Eu não entendia o que ele falava para o barman, pois estava muito longe, mas não conseguia deixar de olhar para ele… até que ele percebeu. Tentei fingir que não o estava encarando, mas era tarde demais.

O homem pediu mais uma dose de bebida, whisky eu acho, e começou a caminhar na minha direção. Eu senti borboletas no estômago. Ele era bem mais velho que eu, estava bem-vestido e exalava confiança.

— É impressão minha ou a senhorita não consegue parar de me olhar? – Disse o homem assim que se aproximou da minha mesa. Eu tentara disfarçar, mas era tarde demais.

— Des… Desculpa… é que o senhor parece muito com o meu noivo e… -Comecei a me explicar desajeitadamente. Senti o calor subindo no meu rosto.

— Chega de desculpas…são desnecessárias…, mas caso seja do seu interesse eu quero que saiba, o que a senhorita quer está bem duro. – Disse ele de forma direta e ao mesmo tempo descontraída e jogando seu olhar para suas partes íntimas.

Meu olhar instintivamente seguiu o dele e percebi o volume nas suas calças. Ele com uma mão passou por cima do pau, marcando-o na calça, tinha um pau suculento e de respeito bem ali na minha frente.

— O que? Meu Deus… isso é jeito de falar com uma moça? Quem você… – Eu me sentia totalmente desarmada.

— Qual a necessidade de enrolar? Esse noivo que você diz ter… – Ele fez o sinal de aspas com a mão enquanto dizia a palavra “noivo” – Tenho certeza de que ele merece uma boa vingança por te deixar esperando aqui, sozinha, numa noite tão linda…

— Eu não quero saber de você, nem desse pau duro que o senhor tem aí. Eu tenho cara de quem trai por acaso? – Falei tentando recobrar a minha dignidade.

— Cara de quem traí? Não sei…, mas vejo um rostinho muito meigo de quem sabe se acabar de verdade numa rola grossa e pulsante. – Ele ainda falava sem medo de consequências.

— Eu… eu não sei o que falar… o senhor está sendo muito desagradável. Quando meu noivo chegar ele vai… – Eu tentei argumentar, mas infelizmente eu já tinha mordido a isca dele, agora não parava de pensar nessa “rola grossa e pulsante” que ele se gabava.

— Não me chame de senhor… a esse ponto já temos intimidade o suficiente. Pode me chamar de Thiago – Ele falou enquanto se sentava no pequeno sofá que estava na minha frente – Primeiro, minhas desculpas se eu a ofendi, mas gostaria da sua compreensão… Eu sofro de uma condição chamada de hyperspermia e caso não saiba o que é eu vou te explicar. Meu corpo produz uma quantidade absurda de porra que caso não seja retirado com certa frequência, acaba me causando muita dor… e infelizmente a forma como a senhorita me olhava acabou causando uma aceleração na minha produção diária de leite e eu gostaria de saber como irá se responsabilizar por isso… – Terminou dizendo com a cara mais séria do mundo… uma cara de pau sem igual.

— Eu… eu estou ciente dessa condição… meu noivo também passa por isso…, mas não sei como poderia me responsabilizar… por que o senhor… digo, por que você não tenta tirar esse leite todo sozinho? – Falei já mais calma. Infelizmente por conta da condição do meu noivo eu acabei desenvolvendo um fetiche muito grande em beber todo esse leite que os homens produzem e essa conversa descarada de Thiago acabou me deixando muito mais excitada do que eu estava antes.

— Já que esse é o jeito… pelo menos fique de olho e me diga se alguém estiver se aproximando – Disse Thiago enquanto abria a sua braguilha e tirava seu pau pesado para fora… – Olha como ele está duro e babado… culpa sua – Ele disse enquanto batia o pau contra a palma da mão.

— Bom… se a culpa é minha… eu peço desculpas…, mas por favor, termine logo antes que meu noivo chegue… não quero confusão. – Falei ansiosa. A situação era muito provocante e a esse ponto não era só a minha boca que salivava, mas não queria dar o braço a torcer – E não faça bagunça por favor… pode derramar o seu leite aqui… – Eu disse enquanto empurrava na direção dele a minha taça de cozumel que eu estava a beber.

Ele apenas sorriu… acomodou-se melhor no assento e começou a se tocar. Seu pau já úmido de tesão fazia barulho à medida que ele se tocava e meu coração batia aceleradamente enquanto olhava hipnotizada.

Existia o medo real de alguém aparecer e nos pegar naquela situação, mas agora eu precisava ver o leite que aquele homem produzia, não consegui disfarçar por um momento e acabei lambendo os lábios, ele percebeu e riu de forma safada.

— Imagina tudo que esse pau pode fazer por você… como ele pode te arregaçar se você permitir… eu sei que você quer… vamos para meu quarto… -Ele custava falar de tanto tesão que sentia – Por favor – ele disse por fim.

Minha calcinha estava molhada, meus seios doíam de tesão. Enquanto ele falava tudo que eu conseguia imaginar era aquele pau me abrindo toda, me dividindo no meio e em todo o leite que ele carregava. Eu precisava gozar também.

— Não sei do que o senhor está falando – Eu menti – Meu noivo… eu sou fiel e temos uma reserva aqui para o restaurante…

— Seu noivo pelo menos te satisfaz? – Ele perguntou despretensiosamente sem parar de se tocar.

— Sim.. Claro… Hoje mesmo ele cumpriu seu papel de homem pela manhã… ele me comeu tanto que minha buceta dói até agora. – Falei envergonhada.

— Ah, é? E seu cuzinho ele come também? – Ele perguntou parecendo curioso. Agora ele tocava mais lentamente, tentando controlar para não gozar, encarei isso como um desafio.

— Não… ainda não… não que seja do seu interesse, mas hoje a noite vou deixar ele comer meu cuzinho já que minha buceta está tão dolorida. Vou deixá-lo me usar como ele bem entende. Se tem um homem que merece meu cuzinho, é ele. – Falei bem provocativa.

— Eu… eu vou gozar… – Ele disse me interrompendo e pegou a taça meio cheia e colocou na frente da cabeça do seu pau… minha respiração parou enquanto observava os jatos de leite que saiam e se misturavam na bebida – uau… estou tonto – ele disse enquanto apertava o pau para derramar a última gota no copo.

Eu havia contado sete jatos de leite bem fartos. Minha boca estava aberta sem perceber, quando ele terminou eu tomei consciência da minha situação e limpei o pouco de saliva que escorria da minha boca.

Assim que Thiago colocou a taça na mesa eu peguei e bebi tudo de uma vez… não sabia o que falar, era mais forte do que eu… Assim que terminei de beber eu passei o dedo pela lateral do copo de forma pegar todo o resto de leite que ali estava grudado e levei para boca.

— Uau… isso que é fome… sabia que não iria me decepcionar… -Ele disse impressionado.

— Eu… eu só queria beber meu cozumel… estava com sede – Falei com vergonha.

Ele começou a rir, estava feliz e então eu comecei a rir também. Logo percebi que um garçom do hotel se aproximava e avisei Thiago. Ele já cheio de uma vergonha que não aparentava antes guardou seu pau cansado e mole dentro da calça.

— Boa noite Sr. Thiago, Srta. Ana. Reserva para as 20:00 horas, correto? Sigam-me para o salão ao lado. – O garçom parecia confuso com a bagunça que Thiago estava, mas manteve a postura.

— Boa noite – respondeu Thiago – Bem na hora… estou morrendo de fome, preciso repor minhas energias para mais tarde – disse em seu tom habitual de descontração e piscando pra mim.

Tanto o garçom quanto eu ficamos sem graça com isso. Seguimos ele para o restaurante do hotel, dessa vez de mãos dadas… eu estava completamente feliz com a brincadeira realizada e sabia que tinha escolhido o homem certo para passar o resto da minha vida.

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