Maio 19, 2026

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O Judeu Ortodoxo Que Me Fodeu

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Este é um relato baseado em fatos reais. Nomes foram alterados para preservar a privacidade das pessoas envolvidas. O contexto, os detalhes do encontro, as sensações e os sentimentos são verdadeiros.

NomeMeu nome é Gabi. Sou pequena, branquinha, 1,55m, corpo delicado, peitos médios mas bem empinados, bunda redonda e uma bucetinha apertada que molha fácil. Encontrei Yitzhak num grupo de política no WhatsApp depois da pandemia. Ele era judeu ortodoxo, 1,65m, magrinho, pele morena clara, olhos verdes penetrantes, cabelo castanho, barba grisalha bem feita. Homem lindo. Começamos a conversar, ele me indagava bastante. Marcamos de nos conhecer em São Paulo. Eu estava correndo, tinha que ir pra Bras comprar coisas, então falei: “Vem tomar um café da manhã rapidinho no Airbnb”.

Cheguei no apê minúsculo: uma cama grande quase encostada na cozinha americana, banheiro pequeno e uma sacadinha. Eu estava terminando de me arrumar, vestidinho leve florido, sem sutiã, pernas lisinhas à mostra. Ele me mandou mensagem dizendo que estava inseguro sozinho lá embaixo. Falei pra subir.

Quando ele entrou, o ar mudou. Cheiro forte de homem limpo, barba bem cuidada, kipá preta, camisa branca impecável por cima de uma camiseta de baixo e aquela faixa com nós (tzitzit) aparecendo. Quebrei o gelo, sentei na ponta da cama. Ele ficou sem graça e disse baixinho:

— Por favor, Gabi… senta na cadeira.

Eu não entendi, mas fui. Começamos a falar de política, de criar site, Instagram, jornalismo… Até que, no meio da conversa, o joelho dele encostou na minha perna sem querer. Eu passei a mão devagar na coxa dele. Ele segurou minha mão, entrelaçou os dedos e passou o polegar bem devagar no meio da minha palma. Aquilo foi como um choque. Meu corpo inteiro arrepiou. Eu entendi na hora: ele queria me foder.

Fiquei louca de tesão. Levantei junto com ele, passei a mão nas costas dele. Yitzhak virou de frente. Eu dei um beijo nele. Ele não negou. Ao contrário, gemeu baixo no meu ouvido:

— Você tem um feromônio muito forte… eu não estou aguentando mais.

Peguei a mão dele e coloquei direto por baixo do vestido, dentro da calcinha. Os dedos dele sentiram minha bucetinha lisinha, toda encharcada, quente, latejando de desejo por ele.

— Caralho, Gabi… você tá pingando pra mim — sussurrou, voz rouca.

Ele tirou a kipá devagar, depois a camisa branca, a camiseta de baixo e aquela faixa religiosa. Ficou só de calça, torso magro mas definido, pele quente. Me deitou na cama com cuidado. Passou as mãos pelo meu corpo todo, tremendo um pouco. Beijou meu pescoço, chupou devagar, desceu pros meus seios, lambeu os mamilos até ficarem duros e doloridos de tesão. Quando chegou na buceta, eu já estava tremendo.

Yitzhak abriu minhas pernas pequenas e branquinhas, cheirou fundo, depois enfiou a língua. Depois veio o dedo: primeiro um, devagar, depois dois, dedilhando meu ponto G com precisão, curvando, girando, enquanto a boca chupava meu clitóris inchado. Eu gemia alto, rebolando na cara dele, mão na barba dele:

— Ai, Yitzhak… assim… não para… tô gozando…

Gozei pela primeira vez tremendo inteira, buceta apertando os dedos dele, mel escorrendo na mão dele.

Ele não esperou. Tirou a calça, o pau dele era grosso, circuncidado, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Subiu por cima de mim, abriu minhas pernas e enfiou tudo de uma vez. Senti ele abrindo minha bucetinha apertada, fundo, bem fundo. Começou a meter forte, ritmado, gemendo em hebraico misturado com português safado:

— Que buceta gostosa… tão apertada… você é minha goysa agora… toma essa rola…

Eu tremia embaixo dele, unhas cravadas nas costas dele, pernas pequenas enroladas na cintura dele. Ele metia fundo, batendo a pélvis no meu clitóris, suado, barba roçando meu pescoço. Pegou meus dois punhos, prendeu acima da minha cabeça e socou mais forte, olhando nos meus olhos:

— Goza de novo pra mim, Gabi… quero sentir você apertando meu pau.

Eu gozei pela segunda vez, gritando, corpo convulsionando, buceta pulsando forte em volta dele. Ele não aguentou. Tirou o pau, subiu rápido e gozou nos meus peitos e na minha barriga, jatos grossos, quentes, muito porra, gemendo alto meu nome.

Ficamos ali, ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no quarto pequeno. Ele passou a mão na minha buceta ainda latejando e sussurrou:

— Eu quebrei todas as regras por você hoje…

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