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Setembro 29, 2026

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Acordei gozando

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O ambiente estava escuro, porém dava para ver algumas pessoas sem uma origem aparente da luz.

Júlia estava sentada em uma poltrona confortável, completamente nua a não ser por um par de sapatos de salto alto. A sua postura ereta apesar de relaxada evidenciava os seus lindos peitos acima de uma cintura fina e a pele lisa da sua barriga. As pernas estavam semiabertas, em uma posição sensual, provocativa, sem ser obscena. Os antebraços estavam confortavelmente apoiados nas laterais da poltrona, as mãos relaxadas penduradas livremente.

Entre as suas coxas aparecia o tufo bem aparado dos pentelhos escuros e logo abaixo os lábios maiores entumecidos, levemente inchados, abrindo se para dar espaço aos lábios menores, escuros, brilhando com a sua lubrificação natural, levemente entreabertos mostrando a entrada cobiçada. Tinha um clima tenso de tesão no ar, Júlia estava visivelmente excitada e com uma certa curiosidade ansiosa do que estava por vir.

Aos poucos os homens se aproximavam, rodando ela, admirando a sua figura sensual e exibindo as sua ereções. Não eram pessoas, eram corpos nus como se não tivessem rostos. Ricardo estava assistindo de uma posição meio lateral, via Júlia levando a mão esquerda para a sua vulva, acariciando levemente os lábios, espalhando a umidade, melando o clitóris enquanto olhava para os diferentes paus aparecendo balançando a sua frente. Ninguém falava nada.

Em determinado momento ela esticou a mão esquerda para segurar um pau negro, puxando o para mais perto. Lentamente apalpou o falo ereto com sua mão, fazendo movimentos leves de vai e vem até puxar o prepúcio todo para trás, expondo a glande brilhante e escura. Colocou a mão direita no saco, inclinou-se um pouco para frente até chegar bem perto com o nariz e a boca, parecia estar inalando o cheiro por um breve momento antes de esticar a ponta da sua língua rosada para recolher uma gotinha de pré-gozo da ponta do pau. Esta visão provocou gemidos de tesão em alguns presentes. Com toda calma do mundo, segurando o pau e o saco nas duas mãos parecia estar analisando o gosto deste líquido, para logo em seguida, beijara a glande e abocanhá-la por completo. Agora foi a vez do negão de soltar um gemido de prazer.

Ricardo sabia que Júlia nunca tinha experimentado uma pessoa negra e imaginava que estivesse matando uma curiosidade. O pau era de tamanho e grossura levemente acima do normal mas nada que chamasse a atenção. ele era reto e levemente curvado para cima. Ricardo a observava chupando e masturbando este pau enquanto acariciava as bolas com velocidade cada vez mais rápida até de repente recuar com a cabeça, um pequena quantidade de esperma ficou visível em seu lábio inferior. Logo em seguida um jato grosso de esperma branco e espesso raspou a bochecha dela, atingindo seu ombro direito como destino final. Mais dois jatos um pouco menores atingiram o peito logo acima dos seios, começando a escorrer lentamente. Uma ultima gota se formou na ponta da pica, ameaçando a cair quando ela foi recolhida habilmente com a ponta da língua de Júlia, que logo em seguida se reclinou na poltrona esboçando um leve sorriso sapeca, lambendo os lábios. Ricardo se surpreendeu com a quantidade de esperma que agora estava espalhada no corpo da mulher dele.

O próximo alvo foi o pau relativamente pequeno de um homem muito branco e barrigudo. O pau duro apontava para frente e se destacava por sua glande roxa e brilhante. Júlia acolheu o saco na palma da sua mão esquerda, apoiando o corpo do pênis na parte interna do antebraço, empurrando o contra a barriga acima. Aparentemente não tinha movimento mas Ricardo imaginava que o dedo médio dela devia estar bem no períneo do homem. Fato é que depois de poucos segundos o homem gemeu baixinho e começou a ejacular no antebraço de Júlia. O esperma mais ralo logo escorreu do braço e caiu na coxa e no chão entra as pernas aberas.

Desta vez Júlia não se reclinou, levou a mão esquerda para se acariciar entre as pernas e esticou a mão direita para agarrar um pau grande e teso que apontava para cima, praticamente encostando no abdômen do seu dono, logo acima do umbigo. O dono era um rapaz magro e jovem com aparência de no máximo 20 anos. Júlia puxou este pau como uma alavanca, levando a da posição vertical para a horizontal só para soltá-lo logo em seguida. O pau chicoteou de volta batendo na barriga do rapaz com um barulho de tapa, a virilidade deste moleque realmente era espetacular. Usando o esperma que estava escorrendo do seu antebraço, Júlia lubrificou o pau e começou a massageá-lo energicamente, segurando a base formando um anel com o polegar e dedo indicador enquanto massageava o corpo debaixo até a glande com a outra mão lambuzada, ora esfregando a glande com a palma da mão, ora massageando a parte de baixo da glande com o polegar. Para a surpresa de Ricardo não teve jatos de porra, o esperma simplesmente brotou da uretra e descendo pelo mastro em riste, melecando ainda mais a mão de Júlia, tornando a punheta mais barulhenta. No fim Júlia deu um selinho na ponta do pau e o largou.

Pela primeira vez Júlia olhou nos olhos de Ricardo, um olhar carinhoso, animado e cheio de cumplicidade e afeto e um sorriso franco.

Apareceu um homem alto, atlético e peludo por volta dos seus 50 anos. O órgão dele era diferente dos demais, era fino na ponta , largo no meio e novamente se afinando em direção à base. O pau não era comprido mas no meio a mão de Júlia não fechava em torno dele. Júlia colocou as duas mão nas laterais da bunda do homem e começou a chupar puxando a bacia dele contra a sua cabeça. Este movimento mais enérgico do tronco dela fez o esperma espalhado escorrer com mais velocidade. Após alguns minutos ela parou, levantou e se virou de costas para o homem. Quando ela se abaixou para apoiar as mãos no encosto da poltrona o pinto do homem apontava diretamente para a bunda dela. Júlia virou a cabeça e olhou para Ricardo, provavelmente para se verificar que ele realmente estava de acordo com o que estava por vir. Ricardo sorriu afirmativamente para ela e observou uma gota de esperma pendurada no bico do seu peito. Enquanto isto o homem colocou uma camisinha no seu pau latejante. Ele se aproximou, deu umas pinceladas com a cabeça do pau de baixo para cima até encaixar a ponta na entrada da vagina molhada. Ele a penetrou com uma estocada lenta mas firme, desta vez arrancando um gemido de Júlia.

Conforme as estocada aumentavam de intensidade o corpo de Júlia foi se mexendo para frente e para trás. A gota de esperma se desprendeu do bico mas estava balançando por alguns segundo em um fio de esperma que ainda a prendia ao bico durinho e vermelho. Ricardo se aproximou com o pau apontando para frente. Quando Júlia levantou a cabeça, sua boca estava perfeitamente alinhado e a próxima estocada fez ela receber metade do pau na boca, abafando os seus gemidos baixinhos. Ficaram nesta posição por alguns minutos absorvidos nos seus prazeres. Ricardo se perguntou se Júlia conseguiria chegar ao orgasmo desta maneira, porém logo as estocadas ficaram mais rápidas e desesperadas até o homem tirar o pau de dentro de Júlia, arrancar a camisinha e encaixá-lo na fenda da bunda macia dela. Mais duas ou três estocadas liberaram um único jato de porra que cobriu a coluna cervical inteira atingindo até o cabelo.

Júlia continuou chupando o pau de Ricardo só mexendo a língua dentro da boca e por baixo da glande. Ricardo se afastou um pouco e pegou Júlia pelas duas mãos, deixando ela de pé. Deram dois passos para o lado para se livrar da poltrona entre eles. Júlia estava molhada e pingando. Lentamente Ricardo a puxou em direção da cama, deitou se de costas e puxou ela para cima de si. Júlia sentou no pau empinado de Ricardo com vontade, inclinou se para frente, encostando o corpo molhado na barriga e no peito do seu marido. Começaram a se beijar apaixonadamente enquanto transavam, com Júlia comandando os movimentos. Foram movimentos lentos e profundos que fizeram a cabeça do pau roça no colo do útero. Ricardo abraçou Júlia sem se importar com a porra nas costas dela, espalhando a pela bunda que ele segurava e apertava com vontade. Sentia a respiração dela ficando mais curta até soltar um gemido que na verdade era um grito, não tinha o porque se segurar ou abafar, simplesmente podia curtir o orgasmo sem qualquer limitação.

Ricardo sentiu o corpo de Júlia ficando mole em cima dele e a respiração dela voltando lentamente ao normal, ela parecia estar adormecida (ou será que tinha desmaiado?) Ele a rolou para o lado até ela ficar de costas para ele, se encostou por trás e a penetrou novamente com força e rapidamente explodiu num gozo avassalador.

Um grito de surpresa com as palavras: “Eita, tá tarado homem???” acordou Ricardo. Demorou um pouco para se orientar. Estava na cama em casa, enconchando Júlia como costumava fazer de manhã. Sentia Júlia dando uma reboladinha com a bunda e percebeu que estava penetrando ela e mais, tinha acabado de gozar de verdade.

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