Julho 22, 2026

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Sauna das putas

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O calor da sauna estava me deixando louco. Eu estava sentado no banco de madeira, toalha branca enrolada na cintura, o pau já meio duro só de olhar pra Taiane. Ela, aquela morena gostosa de 160cm, cabelos longos pretos molhados colados nos peitos, deixou a toalha cair no chão sem vergonha nenhuma.

— Porra, Douglas… tá olhando pra minha buceta assim desde a clínica, seu filho da puta — rosnou ela, abrindo as pernas e mostrando tudo pra mim. — Tá molhada pra caralho. Vem meter esses dedos logo.

Eu não pensei duas vezes. Puxei ela pro meu colo com força, sentindo aquela pele quente e suada.

— Sua vadia morena safada… eu curei essa perna e agora vou arrombar essa bucetinha que eu tanto desejei — respondi, enfiando dois dedos bem fundo nela de uma vez. Ela estava encharcada, quente pra porra. — Caralho, Taiane… você aperta meus dedos assim de propósito, né? Quer pau, sua puta?

Taiane rebolava desesperada no meu colo, gemendo alto enquanto eu dedava ela com força.

— Isso, enfia mais fundo, caralho! Deda essa buceta morena que você tanto babou! Me fode com esses dedos, seu careca gostoso do caralho!
Enquanto eu chupava os peitos dela e metia os dedos sem parar, senti um olhar queimando. Cecília, a lourinha de 23 anos, corpo magrinho e cabelos curtos úmidos, estava no canto se tocando, olhos vidrados na gente.

— Vocês dois são uns animais no cio… — murmurou ela, voz rouca de tesão.

Taiane virou o rosto suado e riu safada:

— Tá só olhando, sua putinha loura? Vem pra cá senão eu vou te buscar, porra!

Eu puxei Cecília pela nuca e enfiei minha língua na boca dela com tudo, beijando bruto, babando. Depois voltei pra Taiane e dei um beijo ainda mais violento, mordendo o lábio dela enquanto meus dedos continuavam dentro da buceta morena.

Taiane agarrou Cecília pelos cabelos curtos e enfiou a língua na boca da loura, beijando ela com fome:

— Beija direito, sua vadia! Quero sentir esse gosto de puta enquanto o Douglas me deda.

Eu tirei os dedos melados da Taiane e enfiei direto na boca de Cecília.

— Chupa o mel da sua amiga, sua cachorra. Prova como a morena fica encharcada pra mim.

Cecília chupou meus dedos gemendo como uma puta no cio. Taiane desceu e engoliu meu pau quase inteiro, mamando com força, babando tudo.
— Olha esse pauzão latejando… quero engolir até o talo, caralho! — gemeu ela entre uma chupada e outra.

Eu mandei Cecília sentar na minha cara.

— Senta aqui, loura safada. Quero comer essa bucetinha clara enquanto a morena mama meu pau.

Cecília obedeceu, sentando na minha boca e rebolando gostoso. Eu lambia tudo, chupava o clitóris dela como um louco.

— Isso, come minha buceta, seu filho da puta! Lambe tudo, vai! Enfia essa língua bem fundo! — gritava ela, apertando os peitos.

Taiane subiu, encaixou meu pau na buceta dela e começou a cavalgar com força, batendo a bunda suada nas minhas coxas.

— Ai, porra! Esse pau tá me rasgando inteira! Mete mais fundo, caralho! Me fode como uma puta barata, Douglas! Destrói minha buceta!

Eu metia de baixo com tudo, segurando a bunda dela enquanto lambia Cecília. Depois trocamos: coloquei Cecília de quatro no banco quente e meti nela bruto, batendo forte na bunda clara.

— Toma esse pau na buceta, sua loura vadia! Grita pra mim, porra! Mais apertada que a morena, hein?

— Me arromba, Douglas! Me fode mais forte que você fode ela! Eu sou sua putinha loura também! — berrou Cecília.

Taiane sentou na cara de Cecília, esfregando a buceta molhada na boca da loura:

— Chupa minha buceta, sua cachorra! Engole tudo enquanto ele te rasga!

O tesão estava no máximo. Eu metia sem parar, suado pra caralho.

— Eu vou gozar nessa buceta morena! — avisei.

— Goza dentro, caralho! Enche minha xota de porra, seu puto! — gritou Taiane.

— Quero leite na cara das duas, suas putas! — rosnei.

Gozei forte dentro de Taiane. Elas desceram juntas, se ajoelharam e lamberam meu pau melado, se beijando com porra na boca, línguas trocando esperma num beijo sujo e gostoso pra caralho.

Caímos os três abraçados no banco, respirando pesado, corpos suados colados.

— Vocês duas me transformaram num puto viciado — falei, apertando a bunda das duas.

Taiane mordeu meu peito e riu:

— E nós viramos suas duas putas particulares da sauna.

Cecília lambeu meu pescoço e completou:

— E eu quero repetir essa porra todo dia depois da clínica.

Eu sorri, exausto e feliz pra caralho. Aquela sauna agora era o nosso paraíso secreto.

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