Sauna das putas
O calor da sauna estava me deixando louco. Eu estava sentado no banco de madeira, toalha branca enrolada na cintura, o pau já meio duro só de olhar pra Taiane. Ela, aquela morena gostosa de 160cm, cabelos longos pretos molhados colados nos peitos, deixou a toalha cair no chão sem vergonha nenhuma.
— Porra, Douglas… tá olhando pra minha buceta assim desde a clínica, seu filho da puta — rosnou ela, abrindo as pernas e mostrando tudo pra mim. — Tá molhada pra caralho. Vem meter esses dedos logo.
Eu não pensei duas vezes. Puxei ela pro meu colo com força, sentindo aquela pele quente e suada.
— Sua vadia morena safada… eu curei essa perna e agora vou arrombar essa bucetinha que eu tanto desejei — respondi, enfiando dois dedos bem fundo nela de uma vez. Ela estava encharcada, quente pra porra. — Caralho, Taiane… você aperta meus dedos assim de propósito, né? Quer pau, sua puta?
Taiane rebolava desesperada no meu colo, gemendo alto enquanto eu dedava ela com força.
— Isso, enfia mais fundo, caralho! Deda essa buceta morena que você tanto babou! Me fode com esses dedos, seu careca gostoso do caralho!
Enquanto eu chupava os peitos dela e metia os dedos sem parar, senti um olhar queimando. Cecília, a lourinha de 23 anos, corpo magrinho e cabelos curtos úmidos, estava no canto se tocando, olhos vidrados na gente.
— Vocês dois são uns animais no cio… — murmurou ela, voz rouca de tesão.
Taiane virou o rosto suado e riu safada:
— Tá só olhando, sua putinha loura? Vem pra cá senão eu vou te buscar, porra!
Eu puxei Cecília pela nuca e enfiei minha língua na boca dela com tudo, beijando bruto, babando. Depois voltei pra Taiane e dei um beijo ainda mais violento, mordendo o lábio dela enquanto meus dedos continuavam dentro da buceta morena.
Taiane agarrou Cecília pelos cabelos curtos e enfiou a língua na boca da loura, beijando ela com fome:
— Beija direito, sua vadia! Quero sentir esse gosto de puta enquanto o Douglas me deda.
Eu tirei os dedos melados da Taiane e enfiei direto na boca de Cecília.
— Chupa o mel da sua amiga, sua cachorra. Prova como a morena fica encharcada pra mim.
Cecília chupou meus dedos gemendo como uma puta no cio. Taiane desceu e engoliu meu pau quase inteiro, mamando com força, babando tudo.
— Olha esse pauzão latejando… quero engolir até o talo, caralho! — gemeu ela entre uma chupada e outra.
Eu mandei Cecília sentar na minha cara.
— Senta aqui, loura safada. Quero comer essa bucetinha clara enquanto a morena mama meu pau.
Cecília obedeceu, sentando na minha boca e rebolando gostoso. Eu lambia tudo, chupava o clitóris dela como um louco.
— Isso, come minha buceta, seu filho da puta! Lambe tudo, vai! Enfia essa língua bem fundo! — gritava ela, apertando os peitos.
Taiane subiu, encaixou meu pau na buceta dela e começou a cavalgar com força, batendo a bunda suada nas minhas coxas.
— Ai, porra! Esse pau tá me rasgando inteira! Mete mais fundo, caralho! Me fode como uma puta barata, Douglas! Destrói minha buceta!
Eu metia de baixo com tudo, segurando a bunda dela enquanto lambia Cecília. Depois trocamos: coloquei Cecília de quatro no banco quente e meti nela bruto, batendo forte na bunda clara.
— Toma esse pau na buceta, sua loura vadia! Grita pra mim, porra! Mais apertada que a morena, hein?
— Me arromba, Douglas! Me fode mais forte que você fode ela! Eu sou sua putinha loura também! — berrou Cecília.
Taiane sentou na cara de Cecília, esfregando a buceta molhada na boca da loura:
— Chupa minha buceta, sua cachorra! Engole tudo enquanto ele te rasga!
O tesão estava no máximo. Eu metia sem parar, suado pra caralho.
— Eu vou gozar nessa buceta morena! — avisei.
— Goza dentro, caralho! Enche minha xota de porra, seu puto! — gritou Taiane.
— Quero leite na cara das duas, suas putas! — rosnei.
Gozei forte dentro de Taiane. Elas desceram juntas, se ajoelharam e lamberam meu pau melado, se beijando com porra na boca, línguas trocando esperma num beijo sujo e gostoso pra caralho.
Caímos os três abraçados no banco, respirando pesado, corpos suados colados.
— Vocês duas me transformaram num puto viciado — falei, apertando a bunda das duas.
Taiane mordeu meu peito e riu:
— E nós viramos suas duas putas particulares da sauna.
Cecília lambeu meu pescoço e completou:
— E eu quero repetir essa porra todo dia depois da clínica.
Eu sorri, exausto e feliz pra caralho. Aquela sauna agora era o nosso paraíso secreto.


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