a vida como ela é , corno chorão Publicado por jose em 30/10/2021 em Fetiche

"um conto sobre a realidade do dia a dia da vida cotidiana"

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Sentado no fundo do balcão, Almir a preço de custo, tomava sua terceira cerveja, mas já degustara umas cinco cachaças, sentindo  um prazer mórbido, em  ver sua esposa, a bela Marli toda sorridente, circulando entre as mesas daquela espelunca, pois a necessidade levara ela a aceitar o convite de uma amiga ,e já a uma semana. ela era a atração principal do boteco do Juca se prostituindo por míseros trinta reais por cada programa, nos quartinhos no fundo da pocilga . ficando com vinte pagando pedágio de dez reais para o Juca.


O boteco de quinta categoria, na periferia da cidade estava agitado pois tinha carne nova no pedaço ,e Marli era algo fora da curva naquele recinto morena de cabelos pretos olhos verdes seios grandes e um bundão enorme, e a partir das dez da noite faziam fila pra trepar com ela, operários de fabricas, serviçais braçais,  toda estirpe de pessoas das adjacências.


Eram todos unanimes em ressaltar, o quanto aquela morena era apertada, e o show de buceta que ela dava nos mixes deixando muitos daqueles pervertidos usufruírem do seu corpo, extasiados, com sua performance , pois aquela puta nascera para meter era  a opinião unanime , de todos que tinham compartilhado seu corpo.

 Almir muitas vezes tinha recaídas, e não se conformava, com aquela situação , mas pelas circunstancias da vida, era obrigado a aceitar, e permitir que sua esposa vendesse o corpo, para poderem sobreviver, desempregado a três anos fora a única  solução encontrada de imediato por eles, e muitas vezes lagrimas rolavam dos seus olhos, vendo ela caminhar abraçada por algum boçal daqueles cretinos,  indo pelo corredor para os  quartinhos nos fundos onde ela se deitava  para ser usada , por desconhecidos que pagavam para poderem usufruir de sua esposa.


Sentiu uma ponta de ciúmes, e uma dor no peito quando numa noite de sábado, foi leiloada a virgindade anal de sua esposa, que seria arrombada aos olhos de todos em cima de uma pequena  fedica e suja mesa de bilhar colocada estrategicamente no centro daquela pocilga.

 Quem ganhou o leilão foi um negro conhecido por João da doze, um gigante com mais de dois metros de altura, e um avantajado cacete com quase vinte centímetros, que deu o maior lance, parcos duzentos reais , este fora o preço das pregas virgens da esposa do Almir, que de quatro em cima daquela suja mesa gemeu e chorou de dor e prazer ao ser arrombada na presença de todos os frequentadores do bar do Juca.
Que por serem blindados por tal exibição atiravam sobre a mesa notas de dois cinco e  algumas de dez reais agradecidos pelo show, Almir suspirou fundo quando João da doze, despejou quase um litro de porra no rabo da sua esposa , pois a cada estocada que ele dera Almir soluçava derramando lagrimas , vendo o estrago no cu da sua amada, ainda tendo o rosto molhado pelas lagrimas ele ajudava Marli recolher as notas esparramadas, soluçando ele se sentia o mais vil de todos os homens, enquanto Marli     compadecida beijou seu rosto molhado e agradecida, sussurrou, apaixonada pelo corno.
----- NÃO FICA ASSIM MEU AMOR SEMANA QUE VEM VOU FAZER MINHA PRIMEIRA SURUBA.  ......................................................................

 

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Autor jose
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