Gozando ao Soar da Campainha Publicado por anônimo em 23/04/2019 em Gay

"Aproveitei o domingo de manhã para tomar um pouco de sol, então saí para uma caminhada perto de casa. "

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Aqui perto há uma área junto ao rio, onde a brisa fresca vai deixará o passeio mais agradável. Geralmente a calçada está pouco movimentada, mas hoje estava praticamente deserta. A não ser por um sujeito andando um pouco a minha frente.

Ao aproximar-me um pouco pude reconhecê-lo e sem demora iniciei uma conversa. – Ahá! Resolveu deixar a esposa de lado e sair um pouco? Que bom! – Ele sorriu e respondeu: – Oi Nic… Pois é, mas o que eu queria agora era uma água geladinha! – Ao ouvir isto eu faço a ele um convite: – Então vamos até minha casa, que dou pra você!

Minha esposa está viajando, por isso teremos toda a privacidade para fazer o que estou querendo há muito tempo. Com a desculpa do tempo quente, convidei-o para ir até o quarto, onde tem ar condicionado. Em seguida, trago-lhe a água gelada, e digo: – Fique à vontade, Sandro. Vou tomar uma ducha rápida e já volto. – Ele responde: – Ok! Você se importa se eu tirar a camisa? – Claro que não, como eu já disse, você pode ficar à vontade! – Saindo do quarto eu o observo de fininho, por alguns segundos enquanto ele tira a camisa.

No chuveiro, fico pensando nele. É verdade que está um pouquinho acima do peso, mas sem dúvida é um homem atraente. Em uma rápida depilação com gilete, deixo meu bumbum bem lisinho, como “bundinha de menina”. Ao sair do banho, aplico um óleo perfumado em toda a região dos glúteos,: “Óleo de amêndoas com macadâmia, Paixão”,. Depois de vestir apenas uma camiseta (isso mesmo, não coloquei a sunga), eu volto para o quarto.

Ao chegar, eu o encontro deitado em minha cama, só de bermuda. Hum… que belo peito cabeludo, pensei. Dou a volta e deito-me de bruços ao seu lado. Quero que ele perceba sozinho que estou a fim dele. Então fingindo ajeitar-me na cama, dou um jeitinho para a camiseta subir um pouquinho, deixando a mostra uma pequena parte da bundinha. – Que cheiro bom é esse? – pergunta Sandro. – É algum sabonete, xampu ou desodorante? – e eu respondo: – Não! É um óleo que gosto de passar no bumbum após fazer depilação… – Ele me olha sem entender nada. Eu estendo a mão ainda perfumada em direção ao seu rosto e pergunto, você gosta? – Sim, muito! Mas...

Eu interrompo: – Tenho um frasco ainda fechado aqui na cabeceira da cama… vou te mostrar! – Novamente de modo ardiloso e sinuoso, rastejo empinando o traseiro. A camiseta sobe mais um pouco, deixando bem a mostra o meu bumbum. Sinto que ele está me comendo com os olhos. Apanho o frasco e mostro a ele, que não tira os olhos de minha bunda. – O que foi? – pergunto descaradamente. – Gostou da minha bunda? Pode tocar… está bem lisinha! – e brinco empinando um pouquinho pra ele.

Sem rodeios ele passa a mão em minha bunda e puxa minha camiseta pra cima, vira-se de lado e mete uma perna, entre minhas coxas, abrindo minhas pernas, aproxima-se do meu ouvido e fala baixinho: – Sua bunda está lambuzada desse óleo? – Eu apenas aceno com a cabeça para responder que sim. – Não tinha notado, mas você é uma delícia! Isso está me dando algumas ideias… – Entre risinhos e suspiros eu pergunto baixinho: – Que ideias?. Ele acrescenta: – Ideias de coisas safadas, pra fazer com você!

– Dizendo isso ele afasta-se um pouco e começa a baixar a bermuda. Enquanto isto, eu aproveito e acaricio os cabelos do seu peito. Quando ele tira tudo, deslizo a mão subindo em sua coxa cabeluda até chegar na virilha e pergunto: – Posso dar um beijinho?

Sem esperar uma resposta, vou descendo lambiscando e beijando o seu peito, barriga, ventre, até chegar aos seus testículos, cobertos de pentelhos ralos. Ele abre as pernas e segura minha cabeça com gentileza, fazendo movimentos para cima e para baixo com o quadril, esfregando-se em minha boca. EM seguida, faço volteios com a língua nos seus bagos e enfio na boca o seu pênis quase duro. Nessa hora o pênis ainda cabe todinho. 

Divirto-me fazendo um sobe e desce até que de tão endurecido já não cabe mais em minha boca. Então batendo uma punheta pra ele, chafurdo novamente pelo saco e falo balbuciando: – Quer me comer? – Ele responde: – Com certeza! Então deito-me novamente ao seu lado, e abrindo as pernas eu convido: – Então vem! Monta em cima de mim… quero sentir seu peso e esse pau gostoso deslizando em minha bunda!

Apressado, ele sobe em mim, como um jóquei sobre a montaria, e esfrega o pênis no valinho do meu rego. Ao perceber a dimensão e a dureza do pau dele, fiquei um pouco aflito. Mas não quero sair daqui pra pegar o gel. Notei então o frasco de óleo ainda sobre a cama. Oferecendo a ele eu peço: – Pega esse óleo e derrama um pouco em meu cuzinho… só assim pra esse pau enorme entrar! Ele pega o frasco de minha mão, abre e derrama o óleo deixando-me encharcado. – Ah! Que delícia sentir escorrendo… – ele puxa minha camisa para cima até tirar, deixando-me completamente nu, e dando pancadas com o pau duro em minha bunda, ele acrescenta: – Posso perceber, sua pele ficou toda arrepiada… mas agora vou te dar outra coisa! Empina a bunda... Empina pra mim!

Lá vem ele… penso eu. Entre suspiros e gemidos eu tento falar, mas apenas gaguejo palavras sem sentido. Sinto arder meu ânus, parece que está em brasa, quando a cabeça dilata minha carne, e aos poucos penetra no meu corpo, até entrar inteiro. 

Então, ele deita-se em cima de mim, e quando nossos corpos ficam completamente unidos, nos esfregamos muito. Ele se aperta contra mim, desliza o queixo em minha nuca e sussurra em meu ouvido pedindo um rebolado lento. Com prazer eu percebo seus pentelhos arranhando minha bunda enquanto esfrego-me em sua virilha. Ele desliza suas mãos pelo meu corpo, agarrando-me com força e puxando-me pelos quadris… somos um só. Não apenas por que ele está dentro de mim, mas também por nos movermos em perfeita sincronia, em um delicioso e lento vaivém.

Em poucos minutos ele acelera seus movimentos, e começa a se chocar com força e firmeza contra meu bumbum empinado. Seus movimentos aceleram ainda mais, e sinto sua respiração ficar mais ofegante. Porém ele para e rapidamente tira o pênis, falando baixinho: – Ah! Quase gozei… achei que não ia conseguir segurar… – Eu movimento a bunda de modo sinuoso e comento dengoso: – Ai… então porque parou? Pode gozar dentro de mim… – Ele me interrompe: – Mas não quero gozar ainda, acho que vou querer gozar na tua boca… você deixa? – Oh! Sim… deixo sim, quero muito encher a boca com esse creme de baunilha. 

Ao dizer isso damos algumas risadas, e ele novamente mete o pau em meu cuzinho, e volta a me comer, socando tudo com mais vontade ainda. De repente ele fica parado, com o pênis entalado dentro de mim. Eu faço um reboladinho suave e ele manda-me parar. – Para, para… senão eu gozo!

Dissimulado eu brinco com ele. – Mas eu estou paradinho… – e continuo mexendo meu bumbum. Ele morde minha orelha de leve e fala: – Sua puta… vagabunda! É melhor parar senão vai ver só! – Eu desafio: – Quero ver então… mostra pra mim…

Sem titubear ele desfere algumas estocadas com toda a força, fazendo-me gemer de prazer. Porém neste exato momento ouço tocar a campainha. Com o susto, ficamos ambos paralisados. Segue-se um momento de silêncio, apenas ouvimos os carros passando pela rua. Então voltamos a nossa maravilhosa foda. Até que novamente toca a campainha.

A cama fica perto da janela, então com um pouco de esforço mas sem tirar o pênis de dentro de mim (claro que isso também se deve ao fato de eu acompanhar seus movimentos), ele se aproxima da janela, e puxando discretamente a cortina ele dá uma espiada e fala: – Droga! É a Marisa… O que ela quer agora? 

Maliciosamente eu volto ao lento rebolado, e ele ao perceber, solta a cortina e volta a me comer, dizendo: – Deixa pra lá… ela que espere! A campainha toca novamente, e em seguida ela chama pelo seu nome. Eu digo então: – Acho melhor ver o que ela quer… – ele me interrompe – Não, uma hora ela desiste… agora eu quero comer essa bundinha gostosa! – Envaidecido eu dou uma risadinha e erguendo meus calcanhares, eu o prendo e aperto a bunda dele contra mim. 

Ao ouvir novamente a campainha e ela chamando, eu falo: – Lá fora Marisa está chamando, e aqui dentro você está quase gozando… – e dou outra risadinha. Ele põe a mão em minha boca e diz: – Fica quieto! – Eu aproveito pra lamber, beijar e chupar os seus dedos. Ele sussurra: – Safado! Tá querendo alguma coisa pra chupar? – eu balbucio: – Quero… bem que podia ter mais um macho aqui pra mim… metendo em minha boca! Eu faria assim… – e mostro como chuparia um pênis usando seus dedos.

A campainha soa novamente. – Ela não desiste! – Fala ele, e acrescenta: – Acho melhor a gente terminar logo! – Então vem… goza dentro de mim… enche meu cuzinho de porra! – Dizendo isso eu o agarro pelas coxas e o bumbum, puxando-o contra mim. Ressoa a campainha, a voz de sua esposa e também as pancadas estaladas da sua virilha contra as minhas nádegas. Toda essa pressão incendeia meu corpo, até que vem o meu orgasmo. – Ai… ai… ai! Que delícia… Oh! Estou gozando… vem, vem… – Digo eu gemendo, enquanto ele novamente cobre minha boca. 

Em poucos segundos é a vez dele gemer e suspirar, enquanto enfia o pênis inteiro no meu ânus, e fica parado, deixando-me sentir as contrações do seu pênis latejando enquanto lança as fortes golfadas de porra dentro de mim. Quase desfaleço. Quando ele termina de gozar, tira o pênis e balança respingando um pouco do seu esperma em minhas costas e na bunda. Sinto escorrer do meu cuzinho o esperma viscoso que deslizando atrás de meu escroto e desce pelo meu pênis, até se juntar ao meu próprio esperma nos lençóis.

Novamente a campainha, ele sai de cima de mim, dá um tapa em minha bunda, diz que tenho uma bunda gostosa, e recolhendo sua camisa, vestindo a sunga e a bermuda, ele afirma: – Isso não terminou aqui, certo? Vou querer comer você mais vezes… Mas na próxima, vou encher tua boca com creme de baunilha… – Eu apenas o observo, e sorrio sem dizer nada. Então, ao recolher seu tênis, ele se abaixa, beija minha orelha e diz: – Muito obrigado pela manhã divertida. – E ao dizer isso ele sai pelos fundos.

A campainha e sua esposa chamam outra vez. Resolvo atender. De pernas bambas, enrolo-me em uma toalha e abro parcialmente a porta. – Oi Marisa! Você está aí há muito tempo? Quer entrar pra conversar? Você espera aqui na sala, enquanto tomo uma ducha rápida… – Marisa explica o motivo da visita: – Não precisa, estou procurando o Sandro… tínhamos combinado de ir almoçar no shopping, e como não apareceu, pensei que você soubesse dele!

Nem consigo acreditar quando vejo o Sandro se aproximando, fiquei sem ação, congelado. Ele agarra a esposa, que se vira pra ele. Enquanto a beija na boca, o safado dá uma piscada pra mim. Ouço a conversa deles e o Sandro dá a seguinte explicação: – Saí para dar uma caminhada e acabei indo mais longe do que esperava… agora preciso de um banho… você pode ir na frente e eu encontro você lá. – Ela concorda e o Sandro agora fala comigo. – O que acha de almoçar com a gente Nic? Sua esposa foi viajar, não é? – A Marisa apenas me olha, acho que ela prefere ficar sozinha com ele.

– Deixa pra outro dia Sandro, já tenho planos pro almoço! – Digo eu. Então ele diz: – Tá ok! Mas que tal um sorvete depois? Eu pago, é claro. Você gosta de creme de Baunilha, certo? Eu apenas aceno com a cabeça, concordando, e ele finaliza: – Depois te mando uma mensagem.

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