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Minha noite com o novinho
Estava analisando as possibilidades da agenda para o dia quando, por acaso, cheguei a esse clube cruising de que já tinha me esquecido e que ficava bem perto do hotel onde eu estava hospedado.
O valor era bastante acessível, desde que eu entrasse na primeira hora. Então, decidi que essa seria a minha programação para a noite.
Quando cheguei ao clube, o atendente estava fazendo o cadastro de L e explicando as regras do estabelecimento. Parei para apreciá-lo. Que novinho lindo! Alto, magro, cabelos curtos, de um tom loiro queimado. Ele ostentava um bigode que ficava muito bem nele e talvez servisse para tentar dar um ar um pouco mais maduro. Mas não adiantava muito, afinal, L tinha um rosto de menino, quase angelical.
Antes de prosseguir com essa história, cabe ressaltar que apenas maiores de idade podem entrar no clube. Eu ainda não sabia a idade de L, mas tinha certeza de que ele era maior de idade. Poderia ter completado 18 anos naquele mesmo dia, mas era maior de idade.
L logo pegou a chave do seu armário, e foi minha vez de falar com o atendente. Resolvida a minha parte, quando cheguei ao armário, já me deparei com L pelado. Naquele clube, o dress code era ficar de sunga ou pelado. A maior parte preferia ficar de sunga, mas não era o caso de L.
Não pude deixar de reparar na bela bunda de L. A bunda de um rapaz jovem, magro, esbelto, com a pele branca, quase sem pelos, firme, sem exageros. Uma bunda linda, que ele curvava na minha direção enquanto ainda estava se despindo.
A área dos armários não era um local adequado para investidas, mas não resisti. Já disse de antemão que ele tinha uma bunda deliciosa.
L se virou para mim, olhou-me, deu um sorriso tímido e agradeceu. Foi nessa hora que olhei para o pau dele. Ainda mole, era grosso, bem grosso. E escuro. Um contraste com o tom bem claro da pele dele.
L me disse que era a primeira vez dele no clube. Pedi que esperasse enquanto eu tirava minha roupa, para subirmos juntos, e ele concordou. Não que eu fosse experiente em clubes, mas uma coisa que tinha aprendido era que, se você não toma a iniciativa quando quer alguém, outros podem fazê-lo e, de repente, você perde sua chance.
Voltando a L, como um menino que aguarda instruções, ele ficou ao meu lado enquanto eu tirava minhas roupas. Percebi os olhos dele percorrendo meu corpo. Um rosto angelical. E eu me perguntava o que ele queria ou de que gostava. Saberíamos em breve.
Subimos a escada. L olhava para o chão, quieto, e entendi que realmente era novo naquele ambiente e estava passando por aquela vergonha inicial. Fomos para uma sala onde alguns homens já estavam se pegando. Reparei no olhar de L, curioso, querendo absorver tudo.
De repente, percebi que, do outro lado da sala, uma cacura se levantou e, encarando L, começou a vir em nossa direção. Não perdi tempo. Fiquei na frente de L, comecei a passar a mão pela cintura dele e a beijar seu pescoço.
Eu não beijo na boca de imediato. Normalmente, prefiro sentir se meu parceiro também quer. L queria. Ele me abraçou com aquelas mãos macias e me beijou. Eu o abracei bem firme e senti o pau dele, quente, encostado na minha barriga.
L, de repente, interrompeu o beijo e olhou para o lado. A cacura estava ao nosso lado, passando a mão pela cintura dele e tentando chegar ao pau. Senti que L estava com certa repulsa e logo perguntei se queria aquela aproximação. L disse que não.
Dispensei a cacura imediatamente e falei para L que ele sempre deveria sinalizar quando não quisesse alguma coisa. Não precisava ser verbal. Apenas retirar a mão do outro já seria um sinal.
L sorriu, meio tímido, e voltou a me beijar. Meu Deus, eu estava ficando maluco com ele! Parecia um novinho tão inexperiente, mas me beijava com gosto.
Peguei na mão dele e fomos procurar algum quarto. Já no quarto, perguntei o que ele queria, e ele respondeu:
— Quero gozar logo e ir embora, antes que fique sem metrô.
Acho que nunca adivinharia essa resposta! E então resolvi agir. Sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a chupar L. O pau dele, bem grosso, logo endureceu na minha boca. Enquanto o engolia, só vi L fechar os olhos e suspirar fundo.
Comecei chupando devagar, mas logo fui aumentando a intensidade. L fazia movimentos de vai e vem com a cintura, enquanto suas mãos seguravam meu rosto.
Eu não queria ficar só naquilo com ele, então parei de chupar e fiz L se sentar na cama. Abri as pernas dele e me ajoelhei no chão, entre elas. Para surpresa dele, comecei a tirar seu tênis.
Cheirei seu pé, ainda com a meia. Depois, tirei a meia e comecei a beijar e chupar seu pé. Vi que ele achou estranho, mas não pediu para eu parar.
O pé dele era igualmente bonito, como ele. Devia calçar 42 ou 43. Um pé grande, magro, com dedos retos e unhas bem cortadas. Poderia chupá-lo por horas, mas senti que ele começava a ficar impaciente.
Então levantei as pernas dele, deixei seus pés apoiados na beirada da cama e o puxei pela cintura. Que visão deliciosa! Ele estava com as pernas abertas e o pau bem empinado.
Comecei a massagear suas panturrilhas e coxas. Depois, deslizei minha língua pela virilha dele, beijei e engoli suas bolas. L deu um suspiro alto.
Lambi o pau de L bem devagar, de baixo para cima, das bolas até a cabeça. Enquanto esfregava a língua, ouvi sua respiração ficar ofegante.
Lambi a cabeça do pau dele e senti o gostinho daquele pau delicioso. Esperei que L olhasse para mim. Então, dei um sorrisinho safado e rocei levemente meus dentes na cabeça do pau dele, fazendo-o gemer alto.
E então engoli todo o pau dele. Desci a cabeça até encostar minha boca nas bolas. L deu um gemido alto, fez carinho nos meus cabelos e pediu para eu chupar e não parar.
Mas, em vez de continuar chupando o pau dele, tirei-o da minha boca e voltei a lamber, dessa vez de cima para baixo, chegando novamente às bolas.
Puxei L pela cintura, trazendo-o mais para a beirada da cama. Levantei suas pernas e as segurei para que ele não as abaixasse. Beijei suas bolas, esfreguei minha língua nelas e então desci até seu cuzinho, passando a língua pela região.
L não esperava por aquilo, mas não pediu para eu parar. Então, aproximei meu rosto e comecei a beijar, linguar e chupar seu cuzinho, enquanto ainda segurava suas pernas para o alto.
Com a língua, explorava seu cuzinho, e ele gemia muito. L pediu que eu voltasse a chupar seu pau. Vi que ele já estava melado. Com certeza, tinha sentido tesão ao ter o cuzinho chupado.
Então pedi que mantivesse as pernas para o alto. Voltei a lamber seu pau até engoli-lo e começar a chupá-lo. Tentei observar a expressão de L porque, naquele mesmo momento, comecei a introduzir um dedo em seu cuzinho enquanto o chupava.
Senti meu dedo forçando a entrada naquele cuzinho apertado. L se retraiu um pouco, mas consegui introduzir todo o dedo. Depois, comecei a movimentá-lo lá dentro. O pau de L estava muito duro na minha boca, pulsando.
Comecei a foder o cuzinho de L com meu dedo enquanto o chupava. Logo tentei introduzir dois dedos, mas seu cuzinho estava muito resistente. Pedi que relaxasse, voltei a chupar seu cuzinho e disse que queria colocar dois dedos daquela vez.
L me falou que queria gozar. Parecia um menino implorando.
Tentei introduzir os dois dedos e comecei a movimentá-los dentro do cuzinho dele. L gemia alto, respirava fundo e pedia para eu voltar a chupar seu pau. Eu o provoquei e disse que ainda não, senão ele iria gozar.
Fiquei ali, explorando seu cuzinho com meus dedos e apreciando a visão daquele novinho lindo, se contorcendo e gemendo de tesão.
Perguntei então se poderia colocar mais um dedo. L abriu os olhos e me disse que não, que não iria aguentar. Falou que seu cuzinho já estava ardendo só com dois dedos.
Tentei insistir um pouco, mas ele me disse que não aguentaria e, quase implorando, pediu que o fizesse gozar.
Então beijei um pouco mais seus pés. Sentia que nossa noite logo iria terminar, e falei para ele que iria fazê-lo gozar.
Levantei novamente as pernas dele, cuspi no seu cuzinho e voltei a chupá-lo por mais um pouco. Com a mão esquerda, mantive uma das pernas de L no alto. Pedi que ele mantivesse a outra também e falei para me segurar pela nuca e foder minha boca com seu pau.
Ele obedeceu rapidamente. Assim que colocou o pau na minha boca, voltei a introduzir os dois dedos em seu cuzinho. Ele gemeu alto enquanto eu movimentava meus dedos lá dentro e tentava alargar sua entrada.
L já estava soltando gemidos altos. Eu movimentava meus dedos com força e profundidade, enquanto o pau dele pulsava. Sentia a cabeça roçando na minha língua e avançando até minha garganta.
Da mesma forma que eu estava movimentando os dedos com força, ele começou a socar o pau na minha boca.
E então senti um jato na minha garganta. E mais outro. E mais outro.
L estava se contorcendo, gemendo e gozando na minha garganta. Eu continuava com os dedos dentro dele, movimentando-os, enquanto ele gozava, perdia as forças e metia cada vez mais devagar na minha boca.
Como último ato, levei meus dedos até o fundo e os mantive ali, enquanto continuava a estimulá-lo. Engoli todo o pau dele, ainda sugando e sentindo o restante da porra, até que ele estremeceu e seu pau começou a amolecer na minha boca.
L começou a abaixar as pernas e pediu que eu tirasse os dedos de seu cu. Assim que os retirei, ele me olhou e falou que seu cuzinho estava ardendo e que era virgem.
Seu olhar era tímido, quase melancólico. Fiquei preocupado e perguntei se estava tudo bem. Ele me deu um sorriso leve e falou que eu tinha feito o dia dele.
Mas disse que precisava ir embora.
Eu não queria. Queria curtir a noite e a madrugada com L. Ofereci-me para pagar um Uber para ele ficar mais tempo, mas ele me disse que precisava voltar logo porque não tinha avisado à mãe que iria demorar.
Coisas da idade.
Lamentei e, pela última vez, contemplei aquele rapaz lindo, deitado na cama, com uma perna dobrada e a outra esticada, o pau já mole e um dos braços dobrado atrás da cabeça.
Ele me deu um sorriso leve e disse que precisava ir embora, mas que tinha adorado tudo.
Quando eu ia me levantar do chão, ele foi mais rápido. Inclinou-se até mim e me deu um selinho.
Olhou nos meus olhos. Seu olhar era tímido, mas ele sorria. Disse que queria me beijar uma última vez, mas não sabia se iria gostar do gosto da porra dele.
Eu gostei, mas disse que ele provavelmente não iria gostar.
Então ele me beijou no pescoço, demoradamente. Depois, subiu até minha bochecha e sussurrou um obrigado no meu ouvido.
Logo colocou as meias e o tênis de volta, ficou de pé e me ajudou a levantar. Abraçou-me uma última vez e disse que estava indo embora. Acompanhei-o até a saída do quarto e o vi descer as escadas, olhando para o chão. Era o mesmo olhar tímido de antes, mas agora acompanhado de um leve sorriso de satisfação.
E assim terminou minha noite com L.
Minha noite com L tinha terminado, mas não quis ir embora do clube. Ainda estava muito cedo, e eu queria explorar um pouco mais.
O que fui descobrir depois, ao ir embora, foi que L havia pedido um papel ao recepcionista, escrito seu primeiro nome e telefone e tentado colocá-lo no meu armário. Como não conseguiu, deixou o bilhete com o recepcionista e pediu que ele me entregasse.
O recepcionista disse que quase jogou o papel fora, mas resolveu guardá-lo e deixar que eu decidisse o que fazer.
Eu disse que queria recebê-lo.
Ao ler o nome dele, me dei conta de que nem sequer tinha perguntado como ele se chamava. Só naquele momento estava finalmente descobrindo. E foi assim que soube que meu novinho se chama L.


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