Agosto 14, 2026

4 Visões

Agosto 14, 2026

4 Visões

400 reais a sessão

0
(0)

Hugo tinha trinta e um anos e achava que conhecia cada centímetro do corpo de Marina. Ela tinha vinte e três, seios grandes e firmes de silicone que ele adorava apertar, chupar e gozar em cima. O corpo dela era uma provocação constante: cintura fina, bunda redonda, coxas firmes e aquele jeito safado de se vestir que fazia qualquer homem virar o pescoço na rua.

Naquela noite eles tinham saído para um bar perto da praia. Marina usava um vestido laranja de crochê transparente, o tecido de rede deixando os seios de silicone quase à mostra, os mamilos duros roçando no fio. O decote profundo ia até quase o umbigo. Hugo mal conseguia tirar os olhos dela enquanto ela rebolava no banco do carro no caminho de volta.

Em casa, depois de duas doses de tequila, Marina foi ao banheiro e esqueceu o celular desbloqueado em cima da cama. Hugo, por impulso, olhou. Não era ciúme. Era curiosidade. Uma conversa antiga com uma amiga estava aberta. Ele leu só três mensagens e o mundo pareceu parar:

“Amiga, naquela época eu cobrava 400 o programa. Tinha cliente que pagava só pra gozar nos meus peitos. O silicone ainda tava novo, doía um pouco, mas o dinheiro era bom.”

Hugo sentiu o estômago revirar. Depois o sangue descer direto para o pau. A excitação veio tão forte que ele ficou tonto. Marina tinha feito programa. Tinha cobrado para ser comida. Tinha deixado homens desconhecidos gozarem nos seios que ele achava que eram só dele.

Quando ela saiu do banheiro, ainda com o vestido laranja colado no corpo suado, Hugo estava sentado na beira da cama, o celular na mão, o pau já marcado na calça.

— Eu li — disse ele, a voz rouca.

Marina parou. O rosto mudou. Medo, vergonha, depois uma sombra de desafio.

— Hugo…

— Você cobrava quatrocentos. Deixava eles gozarem nos seus peitos. Quantos foram?

Ela mordeu o lábio inferior. O vestido de rede subia um pouco quando ela respirava fundo.

— Uns… quinze. Vinte, no máximo. Foi só um ano. Eu precisava de dinheiro pro silicone e pro aluguel. Eu parei quando te conheci.

Hugo se levantou. Caminhou até ela. Segurou o queixo dela com uma mão e com a outra puxou o decote do vestido para o lado, deixando um seio de silicone saltar para fora. O mamilo estava duro. Ele apertou com força.

— E você nunca me contou.

— Eu tinha medo de você me achar puta.

— Eu acho — ele respondeu, a boca quase tocando a dela. — E isso me deixou com um tesão do caralho.

Marina arregalou os olhos. Depois um sorriso lento, sujo, nasceu nos lábios dela.

— Sério?

Hugo respondeu empurrando-a contra a parede. O vestido de crochê rasgou fácil quando ele puxou. O tecido laranja caiu aos pedaços. Marina ficou só de calcinha fio-dental preta. Os seios grandes, pesados, perfeitos demais para serem naturais, subiam e desciam com a respiração acelerada.

— Me conta — ordenou ele, chupando um mamilo com força. — Me conta como era.

Marina gemeu, as unhas cravando nos ombros dele.

— Eu recebia eles de vestido curto… igual esse. Sem calcinha. O cliente sentava no sofá e eu ajoelhava. Deixava ele apertar meus peitos o quanto quisesse. A maioria gozava neles. Alguns pagavam extra pra me foder sem camisinha.

Hugo desceu a calça, o pau saltando duro e grosso. Empurrou a calcinha de Marina para o lado e enfiou dois dedos nela. Estava encharcada.

— Você gozava com eles?

— Às vezes. Quando o pau era grosso. Ou quando me tratavam que nem puta.

Hugo tirou os dedos, lambeu e depois girou o corpo dela, empurrando-a de quatro na cama. O vestido rasgado ainda pendia de um ombro. Ele segurou os seios de silicone por baixo, apertando os implantes enquanto enfiava o pau de uma vez só.

Marina gritou. O som molhado de pele batendo em pele encheu o quarto. Hugo metia com força, as mãos amassando os peitos dela, os dedos cravados na carne macia do silicone.

— Fala mais — exigiu ele, ofegante. — Fala como eles te comiam.

— Um… um engenheiro… me fodia de quatro no sofá da sala dele… e gozava no meu rosto. Outro… me fazia chupar enquanto ele filmava. Eu cobrava cinquenta a mais por vídeo.

Hugo puxou o cabelo dela para trás, arqueando o corpo de Marina. O pau entrava até o fundo, as bolas batendo na buceta molhada dela.

— Você era puta de verdade.

— Eu era — ela gemeu, a voz quebrada de prazer. — E você tá me comendo igual eles comiam. Só que mais fundo.

Ele tirou o pau, virou Marina de costas e subiu no corpo dela. Enfiou de novo, agora de frente, e chupou os dois mamilos com voracidade. Os seios de silicone balançavam a cada estocada. Marina enrolou as pernas na cintura dele e rebolava para cima, pedindo mais.

— Goza nos meus peitos — ela pediu, os olhos brilhando. — Igual eles faziam. Quero sentir sua porra quente neles.

Hugo acelerou. O barulho era obsceno. Marina gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Ele não aguentou. Tirou o pau no último segundo, ajoelhou sobre o peito dela e gozou. Jatos grossos e quentes cobriram os seios de silicone, escorrendo entre o vale, pingando nos mamilos, molhando o pescoço dela.

Marina passou os dedos na porra e levou à boca, chupando devagar enquanto olhava nos olhos dele.

— Ainda me acha puta?

Hugo desceu o corpo, lambeu a própria porra de um seio e beijou a boca dela, dividindo o gosto.

— Mais do que nunca. E agora você vai me contar cada detalhe. Cada cliente. Cada posição. Cada vez que gozaram em você.

Marina sorriu, já puxando o pau dele de novo para baixo, encaixando na entrada ainda latejante.

— Então me fode de novo enquanto eu conto. E dessa vez goza dentro. Eu quero sentir você me enchendo igual nenhum cliente nunca fez.

Hugo enterrou o pau até o fundo outra vez. Marina começou a falar, a voz embargada de prazer, descrevendo os homens, os quartos de hotel, o cheiro de dinheiro e sexo. E Hugo metia mais forte a cada história, o tesão crescendo com cada confissão suja.

A namorada dele tinha sido puta. E isso, em vez de destruí-lo, tinha virado o combustível mais potente que ele já sentira.

Eles foderam até o sol nascer. Cada gozada vinha acompanhada de mais uma lembrança. Cada gemido dela era uma confirmação. Marina, de vinte e três anos, seios de silicone cobertos de porra, contando o passado enquanto o namorado de trinta e um a comia como se quisesse apagar e marcar ao mesmo tempo.

No fim, quando os dois estavam exaustos, Marina passou a mão no rosto suado dele e sussurrou:

— Se um dia você quiser… eu posso cobrar de novo. Só de você. Preço especial de namorada.

Hugo riu, baixo, já endurecendo pela quarta vez.

— Então abre as pernas. A primeira sessão começa agora.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Tracei a Amiga da Minha Irmã

anônimo

02/12/2024

Tracei a Amiga da Minha Irmã

Ladra safada foi pega e se fudeu

anônimo

10/08/2020

Ladra safada foi pega e se fudeu

O sêmen que lubrifica a cidade (parejita PAJERITA)

relatoseroticos.es

02/11/2015

O sêmen que lubrifica a cidade (parejita PAJERITA)
Scroll to Top