Maio 4, 2026

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A espera que valeram a pena

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Nunca escrevi um conto aqui, apesar de já ter postado em outros sites… talvez aqui o público e as trocas sejam mais interessantes. Veremos.

A história que vou contar hoje é real e aconteceu ontem à noite. Meu nome é Maju, tenho 25 anos e sou uma mulher negra e alta. Não tenho parâmetros para me descrever, mas acabo chamando um pouco de atenção em qualquer lugar que passo. Não sei se pela altura de 1,80m, pela cor da pele, pelo corpo desenhado e equilibrado (manequim 38/40), pelo cabelo grande ou um pouco de cada. Enfim.

Sempre tive uma libido muito alta e sempre gostei muito de sexo. Muito mesmo. Quando estou no período fértil, o meu tesão escala 1000x e fica um pouco impossível não cometer algumas loucuras. Apesar de gostar muito, sempre fui muito reservada. Todos os meus amigos me tratam como irmã mais nova e ninguém sequer mexe comigo. Nunca tentaram nada, sequer uma piadinha, flerte ou olhares. Brinco que ninguém faz a menor ideia de como realmente sou.

Tenho um grupo de amigos de longa data e há cerca de um ano, entrou um cara novo nesse meu círculo de amigos. Vou chamar ele de PH. No dia que o conheci, ele já chamou a minha atenção. Confesso que não pela aparência… ele é um cara branco, alto, cabelo baixinho e com uns fios grisalhos querendo aparecer, pela casa dos quarenta e poucos, barba bem feita, normal, mas me chamou a atenção mesmo por ter aquela cara de que sabia como agradar uma mulher na cama. Como eu falei, sou muito reservada. E o medo de me aproximar e ele acabar explanando algo para o resto do pessoal fez com que eu me contivesse. Assim, nos falávamos pelo grupo do Whatsapp, de vez em nunca no privado e seguimos como amigos. Há uns dois meses, o PH terminou o namoro. Tentei me aproximar, sem sucesso, e simplesmente aceitei que ele não me queria dessa forma e tá tudo bem. Não foi nada muito escancarado ou óbvio, mas como ele nunca retribuiu ou tentou avançar um pouco mais, deduzi que ele não queria mesmo e escolhi priorizar a amizade e a convivência.

Ontem isso mudou. Como falei… período fértil e tal. Rs o pessoal do grupo marcou de ir para um barzinho e fomos todos nos encontrar lá. Já saí de casa com uma lingerie combinando e determinada a fazer algo acontecer, mesmo sem nenhum indício de que ele sequer me queria. Eu queria ele e, na minha mente, era isso que importava. A noite foi como qualquer outra, nos falávamos através da mesa do bar, mas sem troca de olhares, nada. No final do rolê, já estava me perguntando como faria para ter uma aproximação e fui salva por um amigo. Ele sempre me dava carona, mas ontem iria para o outro lado da cidade e perguntou se o PH poderia me levar, pois eu morava ali perto.

Quando entrei no carro do PH, o cheiro do perfume dele inundou o carro todo e foi a deixa para que eu respirasse fundo e dissesse: “Como você disse que iria me levar em casa, confesso que imaginei que nós iríamos para qualquer outro lugar, menos pra *minha* casa”. Ele deu risada, me olhou incrédulo e perguntou se eu queria ir pra casa dele. O alívio tomou conta de mim e disse que sim. Fomos o caminho todo rindo e conversando sobre como ele nunca havia percebido interesse da minha parte e que, no grupo dos amigos, já tinham perguntado se ninguém nunca havia ficado comigo mesmo e que eu era uma incógnita para todos eles. No meio disso tudo, com a mão dele já entre as minhas pernas enquanto ele dirigia, fui ficando cada vez mais molhada ao perceber que já haviam conversado sobre mim e que, de certa forma, ele me desejava, mas o respeito o fez se manter inerte.

Chegamos no apartamento dele e não havia espaço para mais nada. Foi trancar a porta e começamos a nos beijar na sala, tirando os sapatos e os casacos sem descolar nossas bocas um segundo. E nossa, que beijo gostoso. Nossas línguas realmente queriam se devorar. Eu não sabia se entrava no mesmo ritmo, se chupava a língua dele, se observava o fio de saliva que nos separava quando nos olhávamos… sabe aquele beijo que a gente quer mais e mais, que a vontade ao invés de passar só aumenta e vai molhando tudo lá embaixo?

Fomos para o quarto, ainda vestidos, e continuamos no mesmo ritmo. Eu o apertava pelas costas para sentir o pau dele mais forte contra a minha buceta, que já implorava por qualquer tipo de estímulo, e ele forçava o pau ainda mais contra mim. O pau dele, mesmo por baixo da calça jeans, já estava duraço e o meio receio era gozar antes de tirar a roupa. Entre suspiros, confessei: “você não sabe há quanto tempo eu estou com vontade de você”. “Ah, é? Quanto tempo?” – ele perguntou, parando de me beijar, segurando na ponta do meu queixo e olhando nos meus olhos. E se existe o “olhar de felina”, era o meu naquele momento. O tanto que eu queria ele não estava escrito. Era uma vontade que parecia que ia me atravessar. Do beijo, do toque, do peso do corpo dele sobre o meu, da minha buceta sendo preenchida, do meu clitóris sendo chupado, do meu mamilo sendo mordido… eu queria tudo isso e de uma vez. Eu queria ele. “Eu tô com vontade de você desde o dia em que eu te conheci” – respondi. Foi o suficiente para ele me jogar na cama e, como se tivesse lido os meus pensamentos, tirou a minha blusa e abriu o zíper da minha calça, que logo estava no chão.

O PH deitou por cima de mim e foi descendo da minha boca para os meus seios. Quando chegou no sutiã, começou a mamar exatamente do jeito que eu gosto. Conforme ele ia aumentando a força de como sugava e mordiscava o meu mamilo, mais a minha buceta se contraía e mais molhada eu ficava. Cravei uma mão na cabeça dele, guiando enquanto ele chupava, e a outra nas costas. Já não aguentava mais. Eu só pensava em sentir o pau dele, que já estava igual a uma pedra, dentro de mim. Os meus sentidos já estavam completamente enebriados e parecíamos dois animais numa cama. Eu já estava ofegante e o tesão me dominava completamente, mas eu precisava retomar o controle, retribuir de alguma forma e chupar ele também seria igualmente satisfatório.

Quando ele tirou a cueca, que ainda não havia tirado, me deparei com um pau de uns 14cm, grosso, duro igual a concreto, com as veias aparentes e pedindo para ser engolido. Fiquei ali por uns três segundos só olhando aquele pau e pensando “caralho, eu ganhei na megasena hoje” antes de cair de boca. Tomei um gole de água gelada, deixei a boca que já estava seca bem molhada, cuspi na minha mão e comecei a punhetar ele. Enquanto batia uma punheta, ia babando bem a cabeça e deixando escorrer pelo pau dele. Em poucos instantes, já tinha virado uma meleira de saliva e o pau dele ora estava sendo punhetado, quase ordenado, enquanto eu chupava a cabeça e massageava com a língua e com o polegar, ora escorregava todo para a minha garganta e eu respirava fundo na base, “fechando” a minha garganta para socar ainda mais lá dentro. Desci para as bolas e ele deixou escapar um gemido alto. O tesão já era tanto que eu continuava batendo uma e, olhando para ele, desci um pouco mais para observar a reação. Não sabia se ele aceitaria receber um beijo grego assim de cara, mas fui com cuidado e naquele momento, tudo o que eu queria era descer mais alguns centímetros. Quando pensei que a minha felicidade estava completa, ele me puxou devagar e disse que não aguentava mais e que queria gozar era na minha buceta. Disse que iria pegar a camisinha na minha bolsa, para não ter desculpas, e já voltei colocando a camisinha e sentando naquele pau.

Mesmo muito molhada, o pau dele entrou quase rasgando. Não que eu tenha sentido dor, mas senti o pau dele procurando e abrindo espaço na minha buceta para se encaixar, e não o contrário. Ele tinha o pau da grossura ideal para a minha buceta e quando eu sentei e relaxei no colo dele, comecei a rebolar devagar até que todo o líquido que já escorria pelas pernas enluvasse a camisinha, o que não demorou muito. Acho que nem um tubo de lubrificante inteiro teria o mesmo poder que a minha buceta teve naquele momento. Apoiei minhas mãos na cabeceira da cama e com o pau todo enterrado em mim, comecei fazendo alguns movimentos de trás pra frente. Direto no meu ponto g. Quando vi que iria gozar em menos de um minuto se continuasse assim, comecei a cavalgar e olhar aquele homem completamente maluco deitado na cama. Deitei por cima dele e comecei a gemer no ouvido dele, segurando o pescoço, mas a minha vontade era de gemer alto e acordar o prédio inteiro no meio da noite. Há muito tempo eu não tinha uma foda tão gostosa assim. Mesmo com o receio de ser o primeiro contato sexual, principalmente por até então sermos só amigos, aos poucos os nossos corpos foram se conhecendo e se reconhecendo naquela cama. Quando dei por mim, estava cavalgando naquele pau delicioso enquanto chupava dois dedos da mão dele e ele me enforcava com a outra mão. Não aguentava mais e disse que precisava gozar. O PH segurou meu quadril, forçou a pelve contra a minha buceta e começou a bombar. Ainda por cima, inclinei o tronco um pouco pra trás e, sentindo aquele pau no fundo da minha buceta, gozamos juntos logo depois. Pedi alguns segundos para conseguir “soltar” ele, porque eu não conseguia parar de gozar e a minha buceta simplesmente não parava de piscar. De tão fundo que ele estava, segurei a camisinha para não ficar dentro de mim e saí de cima dele, caindo na cama ao seu lado.

E ficamos ali deitados, dando risada e comentando como 1. eu nunca fui tão direta quanto achei que estava sendo e 2. ele nunca nem cogitou a ideia de que eu queria dar pra ele. Transamos mais duas vezes nessa mesma noite. Fui embora da casa dele, assim como estou até agora, com a buceta doendo da nossa foda – mas muito molhada por relembrar e que facilmente eu passaria a noite com ele de novo hoje. Quem sabe? Espero que seja o início e o fortalecimento de uma amizade cada dia mais gostosa.

P.S: sei que o conto ficou muito grande, mas escrevo os meus contos não só para serem lidos por outras pessoas, como também para guardar lembranças e boas recordações das transas mais gostosas que já tive. Se alguém leu até aqui, espero que tenha gostado.

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