Por
Reportar este conto
A gordinha do caixa
Me chamo Juliano e há alguns anos eu dei uma chance pra uma feia. É engraçado pensar nisso porque acho que todo homem já passou por algo parecido. Tipo, ou você tá bêbado ou tá com tesão. No meu caso foi a segunda opção.
O nome dela era Érika e o pai dela era dono de uma mercearia onde ela sempre ficava no caixa. Não é que a Érika era feia, era mais porque ela era gorda. Pra ser bem sincero, as pessoas do bairro que eram bem maldosas com a coitada, eu até que achava ela bonita de rosto. Ela só era acima do peso.
Pra quem tá se perguntando, eu também não sou bonito, mas era cada menina gata que eu ficava que a minha auto estima era lá em cima. Infelizmente, nessa época eu fiquei numa seca desgraçada e eu não pegava nem gripe.
Eu costumava ir muito na mercearia e quase sempre era a Érika que me atendia. Ela era uma amor de pessoa, educada, me atendia sempre sorrindo e eu retribuía com educação. Nesse dia eu fui com dois amigos meus, e ao chegar lá, eu não entendia o porquê deles ficarem direto com risadinha e me cutucando. Ao sair da mercearia eles falaram:
– Olha aí, o Juliano não despensa nada mesmo não, viu?
– Como assim? – Eu perguntei confuso.
– A rolha de poço, mano. Tá comendo ela, né? A cara dela ali não nega.
– Sai fora. Eu e a Érika? Meu pau nem alcança.
Eles começaram a rir, mas foi a partir dali que comecei a considerar o que eles falaram.
Naquela semana eu pensei tanto na possibilidade de ficar com a Érika que passei na mercearia e resolvi testar uma coisa.
Decidi ser mais simpático que antes e não só por educação. Puxei assunto com ela e vi que ela realmente estava interessada em mim. Daí pra frente foi tudo culpa do tesão. Comecei a reparar bem e vi que Érika tinha uma bunda bem grande e gostosa. Como que eu não reparei naquilo antes? E aquele decote com os peitões quase saindo da blusa? Deviam ser uma delícia de chupar os dois.
Incrível como a cabeça de um homem muda quando está com tesão. Eu só pensava em como devia ser gostoso comer aquela gordinha.
Passei mais algumas vezes na mercearia aquela semana e já tinha descolado até um beijo dela. Foi rápido e apressado porque estávamos dentro da mercearia, mas deu pra dar uns amassos naquela bunda grande. Descobri o quanto Érika era uma safada quando ela pegou de mão cheia no meu pau. Se eu já estava com tesão, depois daquilo eu estava prestes a explodir. E o melhor de tudo era que a Érika também.
Era quase meio dia, hora do almoço. Fui na mercearia com o pretexto de comprar uma Coca, mas eu queria mesmo era dar um amassos na Érika. Eu gostava de ir aquele horário pois não tinha ninguém na rua pra me flagrar.
Meus olhos brilharam quando eu vi a Érika usando um vestido longo. Eu pensei logo: “é hoje que eu meto pelo menos o dedo”. A gente começou a se beijar atrás do caixa e em pouco tempo o clima já estava quente. Ela segurou meu pau duro por cima da roupa e eu levantei seu vestido procurando sua calcinha.
Alisei por cima da calcinha sentindo aquela buceta rechonchuda sob a palma da minha mão. Ela estava bem molhada já e quentinha também. Foi uma delicia sentir aquele calorzinho dali debaixo.
– Queria tanto te comer agora. – Falei entredentes.
– Me come, vai. – Érika disse com uma voz aveludada de tesão. – Vamos lá pra dentro.
Eu parei, olhando pra ela achando que era algum tipo de brincadeira.
– Meu pai não tá. Vai voltar já já, mas dá tempo.
Ouvir aquilo foi uma das melhores coisas que eu escutei na vida. Ajudei ela a fechar a mercearia e no caminho peguei um pacote de preservativo. Ela deu um sorriso malicioso quando me viu pegar.
Top 1 coisas embaraçosas sem sentido pra mim: andar de pau duro pela casa atrás da garota que eu quero comer.
Era a primeira vez que eu entrava na casa dela e eu nem reparei em nada, só naquele bundão rebolando na minha frente enquanto me levava até seu quarto.
Tirei logo seu vestido deixando-a só de sutiã e calcinha. Érika era uma delícia. Uma gordelícia. Seios fartos, tinha uma barriguinha saliente, mas eu particularmente achei perfeita. Ela era bem branquinha e ali na minha frente as bochechas estavam rosinhas.
Chupei um peito de cada vez, sempre massageando o biquinho do outro. Os biquinhos estavam durinhos e eram bem rosados. Ela era bem sensível ali, seus gemidos eram baixinhos. Dava tesão só de ouvir.
– Tira minha calcinha e me come. – Érika pediu em meio aos gemidos.
Ouvir isso de uma mulher deixa qualquer homem maluco. Eu estava tão duro que parecia que meu calção ia rasgar.
– Fica de quatro pra mim, vai. – Falei tirando minha roupa.
Érika virou de costas e empinou bem o rabão. Ela começou a rebolar enquanto eu tirava sua calcinha. Sua buceta chegava a brilhar de tão molhadinha. Estava bem depilada, como se ela soubesse que iria dar pra mim naquele dia.
Eu abri aquele bundão e passei a língua naqueles lábios macios. Sentir aquele gostinho me encheu mais ainda de tesão. Érika empinou um pouco mais e consegui chupar seu clitóris. Ela tremeu levemente quando fiz aquilo. Deixei tudo mais molhado do que antes.
– Gostosa demais! – Falei me afastando.
O pré gozo literalmente escorria do meu pau quando eu pincelei na buceta dela. Tive que me controlar pra não meter de uma vez. Pele com pele sempre foi meu fraco. Coloquei o preservativo com facilidade porque meu pau estava muito duro. Finalmente meti aos poucos. Eu nunca imaginei que a buceta dela era tão apertada. Meu pau nem era tão grosso assim, mas a buceta dela estava apertando demais. Eu meti tudo e deixei lá dentro. Fiquei apreciando aquela gostosa de quatro pra mim com o rabão empinado. O cuzinho tão fechadinho que não passava nem meu mindinho.
Érika começou a rebolar devagarinho e gemer baixinho com a cabeça apoiada no travesseiro. Eu comecei a meter no mesmo ritmo que ela rebolava. A gordura da bunda mexia como uma gelatina quando eu socava mais forte.
Comecei a meter mais rápido e me segurei pra não gozar rápido demais. Érika gemeu mais alto. Ela segurava a colcha da cama com força. Eu segurei seu peito e comecei a massagear os biquinhos duros. Érika se contorceu toda e eu senti sua buceta pressionar meu pau como se tivesse dando espasmos. Sentir aquela gostosa gozar no meu pau foi demais pra mim. Gozei na mesma hora, junto com ela. Enterrei tudo e deixei lá dentro sentindo sua buceta apertadinha pulsar.
Estávamos os dois suados e exaustos depois daquela transa deliciosa. Eu queria ficar mais ali só pra me recuperar e comer ela de novo, mas eu sabia que tínhamos que ser rápidos por causa do seu pai. Eu saí pelas portas dos fundos mais leve do que quando entrei.
Érika e eu não chegamos a ser exatamente um casal, mas foi por minha causa mesmo. Tive medo do que os outros iam pensar por namorar a menina “feia” do bairro. A gente só transava mesmo e dava uns amassos escondidos. Ela não parecia se importar muito com isso e nem me pressionou pra namora-la.
Perdi a conta de quantas vezes comi aquela gordinha da buceta apertada e quantas vezes chupei naqueles peitões. Só sei que aproveitei muito. E parecia que cada vez mais Érika ficava mais safada. Muitas vezes ela me chupava atrás do balcão do caixa e numa dessas vezes quase fomos pegos.


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.