Abril 26, 2026

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A primeira vez

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Bom, vamos ver o que sai para um primeiro relato. Espero que fiquem com um pouquinho do tesão que eu fiquei.

Para contar a história do dia em que ele me comeu pela primeira vez, preciso fazer uma pequena contextualização.

A gente se conheceu cerca de um ano antes e foi aquele tipo de conexão que não pede licença, simplesmente acontece. Eu estava sozinha naquela noite, ele também… mas existiam limites. Eu era casada, ele comprometido. Ainda assim, bastaram dois encontros rápidos para ele deixar uma marca difícil de ignorar: divertido, intenso, absurdamente bonito… o tipo de homem que muda o ambiente quando entra.

Um ano depois, como se fosse coisa de destino mal resolvido, ele voltou. E me encontrou de novo sozinha. Só que, dessa vez, as coisas estavam diferentes. Ele livre. Eu… quase.

Nos encontramos em uma festa e na forma como nos abraçamos percebi que aquilo não acabava ali. Naquela noite alguma coisa acendeu em mim, mas era uma festa cheia de amigos e me comportei.

Viajei para trabalhar no interior do estado e passamos a trocar mensagens com papinhos que rapidamente evoluíram para sexting. Eu sempre fui bem safadinha e amo me exibir, então trocamos fotos, vídeos, e aquilo estava uma delícia.

Em uma das mensagens, ele me pediu que, quando eu voltasse para a cidade e o visse, eu desse um jeito de tirar a minha calcinha para entregar para ele. Guardem isso, é importante.

Nosso tesão era tanto que eu estava com medo de encontrá-lo, pois provavelmente eu estaria acompanhada.

Não deu outra: fomos a um show de pré-carnaval e eu estava mesmo acompanhada. Na hora de irmos embora, dei um jeito de ir sozinha no carro dele. Quer dizer, sozinha não, com uma amiga, que ia no banco da frente.

Essa amiga pediu que ele parasse o carro em uma conveniência para ela poder ir ao banheiro. Quando ela desceu e já não podia nos ver, ele virou para o banco de trás, onde eu estava, e, sem dizermos nada, demos um beijo rápido, quente, urgente… daquele tipo que já diz tudo. Eu me afastei só o suficiente pra provocar. Levantei a saia e, olhando nos olhos dele, deixei que ele sentisse exatamente o efeito que causava em mim.. Eu então saí depressa do carro, deixando-o atônito e com o dedo molhado.

Dois dias depois, eu já sabia exatamente o que ia fazer. Mesma energia. Outro pré-carnaval. Dessa vez, sem distrações.

No meio da noite, entre uma cerveja e outra, fui ao banheiro… e cumpri a promessa. Guardei comigo por alguns minutos, sentindo o peso daquilo. Depois, esperei o momento certo. Deixei minhas amigas irem na frente. Caminhei mais devagar. Quando ninguém estava olhando… coloquei na mão dele.

O jeito que ele me olhou naquele instante valeu a noite inteira.

Aproveitamos o resto da noite com esse segredinho. Nós dois sabíamos que eu estava de sainha e sem nada por baixo. O resto foi só expectativa. Um segredo compartilhado em meio à multidão. Um jogo silencioso que só nós dois entendíamos.

Quando deixamos uma amiga em sua casa, saímos com o carro e não conseguimos ir muito longe (ele deve ter andado uns 100 metros no máximo), parando o carro um pouco à frente da guarita do prédio. Como a rua era suficientemente deserta, começamos a nos beijar.

No momento em que me beijou, esse homem colocou a mão na minha boceta, que, como sempre com ele, estava absurdamente molhada. O jeito que ele me tocava… como se já me conhecesse há muito tempo. Como se tivesse esperado exatamente por aquele momento. E talvez tivesse mesmo.

Ele então abriu o shorts que usava e me colocou para chupar. O pau dele era lindo, grosso e cheio de veias, uma delícia. E eu, que amo chupar pau, me abaixei e fiz o melhor que podia, deixando-o com muito tesão.

Pedi que ele me comesse, porque estava alucinada para sentir aquele pau me abrindo. Ele tirou minha blusa, me deixando só de sainha, afastou o banco do passageiro, pegou uma camisinha e me colocou de quatro, metendo bem fundo em mim.

A cada investida, minha boceta abria mais e eu gemia alto, sentindo um tesão absurdo, tão absurdo que gozei no pau dele.

Ele então voltou para o seu banco e tirou a camisinha. Ficamos conversando e percebi que ele ainda estava bem duro. Eu já não estava respondendo por mim e, sem cerimônia, sentei no colo dele e coloquei o pau dentro de mim, no pelo.

Comecei a sentar bem confortável, porque, modéstia à parte, eu sento bem gostosinho. E, caralho, fazia muitos dias que eu queria sentir o pau dele em mim daquele jeito.

Sabendo que ele tinha ficado com uma conhecida no dia anterior (sim, um puto gostoso), e como nós dois sabíamos que contar histórias nos dava tesão, comecei a perguntar como ele tinha comido ela. Eu sentava nele e ele me contava que tinha colocado ela para chupar o pau ali naquele mesmo carro e que tinha fodido ela até ela gozar. Maluca de tanto prazer com aquelas histórias, gozei de novo, agora no pau dele, sem camisinha.

Por volta das 04h, ele me levou para casa. Nos despedimos no carro e, quando entrei, meu marido me esperava na sacada. Nem preciso dizer que foi assim que meu casamento acabou e eu fiquei viciada no pau de outro homem.

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