Maio 6, 2026

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As gêmeas silicone

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Eu me lembro como se fosse ontem. Diana e eu tínhamos sido colegas de faculdade, daqueles contatos que misturam aulas de literatura, cafés roubados entre uma prova e outra e olhares que duravam um segundo a mais do que o necessário. Depois da formatura, a vida nos separou — eu mergulhei no mercado de trabalho, ela seguiu seu caminho. Até que, anos depois, um evento de networking nos colocou frente a frente novamente.

Ela estava ainda mais deslumbrante. O cabelo castanho caía em ondas suaves sobre os ombros, e o vestido preto justo realçava cada curva que o tempo havia aprimorado. Conversamos por horas. O papo fluía fácil, carregado de nostalgia e algo mais denso, elétrico. Seus olhos castanhos encontravam os meus com uma intensidade que fazia o ar ao nosso redor parecer mais quente. Quando ela sugeriu continuarmos a conversa em um lugar mais tranquilo, não hesitei.

Chegamos ao apartamento dela, um espaço elegante e minimalista no bairro nobre da cidade. Mal fechei a porta e Diana se virou para mim, os lábios entreabertos num convite silencioso. Nos beijamos com fome acumulada. Minhas mãos desceram por sua cintura, sentindo o tecido fino do vestido. Ela gemeu baixinho contra minha boca quando apertei sua bunda firme, puxando-a contra mim.

— Douglas… — sussurrou ela, afastando-se apenas o suficiente para me olhar nos olhos. — Antes de continuarmos, quero te apresentar alguém.
Franzi a testa, confuso, mas ela sorriu com malícia e me guiou pela sala. No sofá branco, estava uma mulher idêntica a ela. Débora. A gêmea. O mesmo cabelo, os mesmos traços delicados, o mesmo corpo escultural. Usava um robe de seda curto que mal cobria as coxas torneadas. Quando se levantou para me cumprimentar, o robe se abriu ligeiramente, revelando o vale profundo entre os seios fartos e empinados — claramente resultado de implantes de silicone, perfeitos, redondos, com um brilho suave sob a luz baixa da sala.

— Prazer, Douglas — disse Débora com a voz rouca, idêntica à da irmã. Seus olhos percorreram meu corpo sem disfarce.

Diana se posicionou atrás de mim, colando o corpo no meu enquanto suas mãos deslizavam por meu peito.

— Nós sempre compartilhamos tudo — murmurou ela no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. — E hoje… queremos compartilhar você.

O clima ficou insuportavelmente quente. Sentei no sofá entre as duas, sentindo o perfume idêntico delas me envolvendo. Diana foi a primeira a tirar o vestido, revelando um conjunto de lingerie preta que mal continha seus seios siliconados. Eram magníficos: cheios, firmes, com mamilos rosados já endurecidos. Passei as mãos por eles, apertando devagar, sentindo a textura lisa e perfeita da prótese sob a pele macia. Ela arqueou as costas, gemendo enquanto eu os massageava.

Débora se ajoelhou à minha frente, abrindo o zíper da minha calça com dedos ágeis. Quando meu pau saltou livre, já duro, ela lambeu os lábios.
— Que delícia… — sussurrou antes de tomá-lo na boca quente e molhada. Chupava com vontade, enquanto Diana beijava meu pescoço e guiava minha mão para seus seios. Eu os apertava com mais força, sentindo-os saltarem entre meus dedos, os mamilos roçando contra minhas palmas.

Troquei de posição. Deitei Diana no sofá e abri suas pernas. Sua boceta estava encharcada, brilhando. Entrei nela devagar, sentindo cada centímetro quente me engolir. Enquanto a fodia com estocadas firmes, Débora se sentou sobre o rosto da irmã, esfregando a própria boceta nos lábios de Diana. As duas gemiam em uníssono, um som que me deixava louco. Eu me inclinava para frente e chupava os seios de Débora — tão firmes quanto os da irmã, tão perfeitos. Mordiscava os mamilos enquanto apertava a carne siliconada, sentindo-os balançarem pesadamente a cada movimento.

Elas me viraram de costas para o sofá. Diana montou em mim, cavalgando meu pau com movimentos circulares lentos e profundos, os seios subindo e descendo hipnoticamente. Débora se ajoelhou ao lado, beijando a irmã e depois se inclinando para lamber meu pau enquanto ele entrava e saía da boceta molhada de Diana. As línguas delas se encontravam na minha carne, lambendo, chupando, me levando ao limite.

— Quero os dois ao mesmo tempo — pedi, a voz rouca.

Elas sorriram, cúmplices. Deitaram lado a lado no tapete macio, bundas empinadas, seios siliconados pressionados contra o chão. Entrei primeiro em Diana, depois em Débora, alternando entre as gêmeas idênticas. Cada estocada era recebida com gemidos sincronizados. Eu apertava aqueles seios perfeitos por trás, puxando-as contra mim, sentindo a firmeza artificial que tornava cada toque ainda mais excitante.

O clímax veio intenso. Gozei primeiro dentro de Diana, profundo, enquanto ela tremia num orgasmo forte. Débora se virou rapidamente e tomou o resto na boca, engolindo com prazer enquanto a irmã a beijava, compartilhando meu gosto.

Caímos os três no sofá, suados, entrelaçados. Diana e Débora, com os seios fartos subindo e descendo contra meu peito, trocaram um olhar satisfeito.
— Reencontros são sempre melhores do que eu imaginava — murmurei, beijando cada uma delas.

E, pela forma como sorriram, soube que aquela noite estava apenas começando.

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