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CONSOLANDO MEU INQUILINO ROLUDO
Era tudo que precisávamos, mais próximo da faculdade, havia mais opções de colégio para o nosso filho, além claro do fácil acesso para qualquer lugar, mesmo sendo um pouco menor que nossa casa anterior, tínhamos algumas vantagens. Porém depois de algum tempo morando no apartamento o pouco espaço começou a se tornar um problema, pois sempre gostei de trocar os móveis de lugar e substitui-los com frequência, e quando morávamos na casa fazia isso sem problemas, mas agora é impossível, além de outros incômodos relacionados ao espaço.
Há uns cinco meses atrás meu marido soube que os vizinhos do andar de cima haviam colocado o apartamento à venda. No prédio onde moramos há três plantas diferentes e a dos vizinhos de cima era maior que a nossa, o que de fato nos interessou e chegamos a conclusão que compraríamos o apartamento dos vizinhos e alugaríamos o nosso. Entre os tramites da compra e venda, a papelada, a saída dos vizinhos e a nossa mudança para o apartamento novo se passaram quase quatro meses, um tanto demorado e burocrático, e de quebra ainda teve uma pequena reforma.
Assim que desocupamos o apartamento antigo, pintamos e colocamos uma placa de “ALUGA” no portão do prédio, e no mesmo dia algumas pessoas ligaram interessadas, mas quase ninguém atendia às pequenas exigências. Um amigo do meu marido se interessou mas depois acabou desistindo.
Depois de quinze dias recebendo tantos telefonemas de pessoas interessadas, recebi um telefonema de um homem que atendia perfeitamente as condições impostas por mim e meu marido. Fiquei de ligar posteriormente com uma resposta depois que falasse com meu marido, que estava viajando à trabalho como sempre faz e voltaria para casa somente no final de semana. No dia seguinte liguei para o meu marido e expliquei tudo sobre o homem que estava interessado em alugar nosso apartamento mas não lembrava seu nome, assim como eu meu marido não viu problema em aceitar.
Então no mesmo dia liguei para o homem interessado que novamente teve que dizer seu nome, Leonardo. Confirmei que o apartamento seria dele e marcamos para assinar o contrato de locação no cartório dois dias depois. Até então ainda não tinha tido a oportunidade de conhecer o Leonardo pessoalmente, então como saberia quem era? Pensei primeiro em chegar ao cartório, e depois disso ligaria para ele para encontra-lo. Ao chegar no cartório procurei um lugar onde pudesse ver todos que chegavam, e me sentei num banco ao lado de um homem lindo e sério que usava um terno preto, escolhi o lugar certo para ficar esperando pois o perfume daquele homem me deixava com vontade de sentir mais de perto.
Após meia hora esperando ao lado daquele homem maravilhoso porém desconhecido, ele se levantou e segurando seu celular, e em menos de um minuto meu celular tocou, era o Leonardo dizendo que já me aguardava e eu respondi que também já estava a sua espera, e somente depois de trocarmos nossas descrições é que nos encontramos e vi então que o Leonardo era nada menos que aquele homem espetacular que ficara do meu lado no banco, o que claro fez com que ambos esboçássemos surpresa.
Mal podia acreditar que teria um homem daqueles como meu inquilino, e mal podia esperar para isso. Durante o tempo que ficamos juntos tratando do contrato de aluguel no cartório, conversamos sobre algumas coisas e aos poucos tentava descobrir a vida pessoal do Leonardo que é sozinho, trabalha em horário de revezamento e deixou claro que raramente o encontraríamos em casa.
Leonardo me pareceu uma pessoa retraída e respondia apenas o que lhe era perguntado tanto por mim quanto por quem redigia o contrato, mas geralmente as pessoas são assim mesmo, ninguém acaba de conhecer uma pessoa e já sai falando pelos cotovelos. Depois de assinar o contrato nos despedimos e ele decidiu que se mudaria em uma semana.
Estava ansiosa e confesso que com segundas intenções também, segundas intenções essas que nunca deixo de lado e que são causadas unicamente pelo tesão excessivo, ou seja, falta de um bom homem que me pegue de jeito com frequência, pois fico sozinha a semana toda e nem sempre meu marido vem para casa no final de semana, às vezes ele não está no Brasil. Mas sou assim e gosto de viver à minha maneira, sempre pensando em sexo, penso até que sou viciada em sexo, seja com homem ou mulher, adoro ficar me excitando enquanto crio minhas fantasias e putarias, e o pouco tempo que passei como Leonardo foi suficiente para que eu me acabasse em gozo várias vezes ao dia, não via a hora de ter aquele homem apetitoso por perto.
Sábado de manhã e finalmente, chegou o dia da mudança do inquilino, mas não sabia exatamente que horas ele chegaria, e prestativa como sou (mentira, sou antissocial e não gosto de fazer amizades rsrs), queria ajudar a carregar as coisas, e sozinha como sempre em casa, fiz questão de acordar cedo colocar uma legging preta bem enfiada na bunda mas sem a calcinha, a fim de salientar ainda mais a minha perereca, vesti uma blusinha de alça branca e sem soutien, fiz um coque meio solto no cabelo e coloquei meus óculos redondos de armação grande e dourada pois sem ele não vejo nada, além claro de dar um ar de “inteligente e safada”. Fiquei de olho pela janela da sala e assim que avistei o caminhão com a mudança desci para ajudar. Leonardo chegou em seguida em seu carro, desceu, e me cumprimentou:
-Bom dia Srª. Camila.
-Bom dia Leonardo, mas não precisa me chamar de senhora não viu rsrsrs
-Se assim você prefere.
-Claro, ambos somos novos e se bobear quase tenho idade para ser sua filha.
-Isso é verdade, meu filho já tem 17 anos
-Não tenho só isso mas… Sou nova ainda
Dei um sorriso para descontrair enquanto pegava uma caixa que os seus amigos já haviam descarregado, e ele apenas mexeu o canto da boca, sei lá… Acho que foi um sorriso. Aos poucos fomos subindo com suas coisas pelo elevador de carga e conforme encontrávamos alguns vizinhos pelos corredores eu o apresentava como novo morador, mas Leonardo é tímido faz o tipo fechado e misterioso, é sério e não conversa com ninguém nem faz questão de cultivar amizades, e quando alguém inicia uma conversa ele deixa claro que não está disposto e às vezes é um tanto ríspido no intuito de fugir o mais rápido possível.
Mesmo sendo uma pessoa introvertida, Leonardo esbanjava charme e é de uma beleza admirável, seus cabelos negros destacam ainda mais a sua pele branca, são volumosos e tão lisos que chegam a cair nos olhos e se colocam de pé revelando seu redemoinho no alto da cabeça, é alto em torno de 1, 85m, 43 anos, magro e sem muitos sinais de musculação, o que justifica sua pequena saliência na barriga.
Leonardo usava aliança mas o estranho era que nunca via sua noiva, namorada ou algo do tipo, nem mesmo o via com acompanhantes o que é completamente normal para um homem lindo com ele e que é solteiro.
Naquele vai e vem carregando coisas sempre tentava prolongar uma conversa com ele sobre qualquer assunto que fosse, trabalho, tempo, etc., mas não obtinha êxito, e mesmo depois de algum tempo ele não permitia brechas durante nossas curtas conversas que na maioria das vezes acontecia quando ele tinha algum problema no apartamento e nos ligava ou batia na porta. Às vezes era perceptível que Leonardo não gostava de falar de certos assuntos, como por exemplo, esposa ou família que o fazia mudar de assunto no ato, observei também que havia poucas coisas em sua mudança, tanto que rapidamente terminamos de levar tudo para o apartamento
-Se precisar de ajuda para desempacotar as coisas…
-Não precisa, obrigado.
-Tem certeza? Estou de bobeira em casa e sozinha, se quiser posso te ajudar
-Não precisa mesmo, amanhã e ao longo da semana eu faço isso, pode deixar.
-Ok. Se precisar de alguma coisa é só me ligar ou tocar a campainha.
-Certo. Obrigado.
Queria saber mais sobre ele, mas como? Seu charme e mistério me intrigavam, então comecei por onde todos começariam, que é nome e sobrenome nas redes sociais, mas sem sucesso. Busquei então de outras formas, descobri que através de um site descobri que já fora casado, e meu coração já se encheu de “ciúmes”? Ora, mal o conhecia e me sentia sua dona e o pensamento foi automático: “quem era a vagabunda que tinha a sorte de ser fodida por homem gostoso como aquele? “. Mas se ele era casado por que mentiu?
Mas depois de mais algumas horas de pesquisa e alguns telefonemas para amigos descobri que era divorciado. Bom, pelo menos seria uma coisa a menos para me preocupar, além de ser mais um motivo para alimentar meu desejo por aquele homem, desejo que me fazia revirar na cama durante a noite de tanto tesão, meus brinquedos que eu usava para me satisfazer nas noites de solidão e ânsia por uma trepada já não me satisfaziam mais, e me conhecendo bem, sabia que esse apetite que cultivava com meus pensamentos lascivos não cessaria enquanto Leonardo não me fodesse, enfiasse logo seu pau duro com vontade na minha boceta.
No dia seguinte enquanto fazia o almoço a campainha tocou e ao olhar pelo olho mágico vi que era o meu pretendente a boa foda. Imagine se não era favorável aquela situação em que eu o receberia na minha casa? Meu filho prefere ficar na casa dos avós, e o calor infernal me fazia ficar sem soutien o tempo todo com os peitos durinhos e empinados, apenas com um camisetão branco comprido da academia que cobria meu short curto a ponto de poder dizer que estava sem nada por baixo da camiseta, mas me ajeitei um pouco como pude rapidamente, pois não esperava vê-lo naquele momento, e abri a porta tentando ser o mais “dada” que conseguisse:
-Boa tarde Camila, tudo bem?
-Boa tarde. Tudo e você?
Nos cumprimentamos apertando as mãos e o convidei a entrar, mas ele não aceitou e foi breve:
-Desculpe incomodar mas precisava falar com seu marido, ele está?
-Não, ele viaja muito e acho que volta só no fim do mês.
-Poxa que pena, precisava saber se ele já fez manutenção no ventilador do teto do quarto.
-Agora você me pegou Leonardo rsrs
-Pois é, essa noite fez muito calor e o ventilador não funcionava, mesmo com a janela aberta mal consegui dormir.
Mais momento melhor que esse não poderia existir para mostrar minha pequena habilidade em concertar as coisas:
-Bom, se você quiser depois do almoço posso ver o que tem de errado.
-Mas você entende?
-Sim, faço Engenharia Mecânica, mas aprendi o básico de elétrica e é fuçando que aprendo rsrsrs
-Ah se você quiser olhar então…
-Claro, daqui a pouco eu desço lá.
-Tudo bem, obrigado.
-Imagine. Será um prazer
Um prazer enorme. Terminei o almoço as pressas, mas a ansiedade era tal que mal consegui comer. Lavei logo os pratos que usei o que deixou minha camisa branca respingada por água deixando-a transparente em algumas partes, e ao perceber isso jamais trocaria de roupa, apenas passei um óleo cheiroso nas pernas para realçar o bronzeado e os músculos que tanto cultivo na academia, ajeitei o cabelo, peguei a maleta de ferramentas do meu marido e desci. É claro que numa ocasião como aquela em que eu ficaria completamente à vontade e sozinha com ele tinha que ser o mais provocante possível.
Toquei a campainha e Leonardo mastigando abriu a porta, estava à vontade usando uma bermuda moletom cinza até o joelho e uma camiseta vermelha desbotada que virou uma regata após suas mangas serem cortadas, era a primeira de poucas vezes que o vira usando roupas de ficar em casa:
-Oi Leonardo. Estou atrapalhando?
-Não… Entra, fica à vontade. Precisa de algo?
Sabe aquela vontade instantânea de responder o que vem à cabeça na velocidade da luz? De falar que…”aiii preciso sentir sua rola dentro de mim delícia, vem me pega com força”… Mas a gente é obrigada a engolir, fingir ser decente pelo menos por enquanto e responder outra coisa:
-Preciso só de uma escada, e depois caso precise, que você desligue a energia.
-Tabom, vou pegar a escada mas é pequena, não sei se dá.
-Tem problema não, a gente dá um jeito.
Enquanto ele se ausentou para pegar a escada, fiquei olhando em volta e notei que mesmo depois de uma semana ele ainda não havia tirado nada das caixas, estranho mas talvez não tivesse tempo, e seria uma ótima chance de oferecer minha ajuda novamente, e logo meu pensamento foi interrompido por ele trazendo a escada:
-Aqui a escada, tem cinco degraus apenas e…
-É mais que o suficiente. Pode segurar para mim enquanto eu olho?
-Claro.
Atenção… Olha o perigo… Porque a provocação foi lançada, e eu como uma amante de mulheres sei mais ou menos o que pensaria um homem ao ver uma perna grossa e torneada com um shortinho quase invisível enfiado numa bunda dura empinada e sem calcinha, por saber isso é que subi no último degrau da escada, e sem demora vi que Leonardo tentava não olhar para cima, mas era inevitável e às vezes o pegava olhando mas rapidamente desviava o olhar.
O problema do ventilador era apenas lubrificação e poeira, pois ficou muito tempo parado, e como ele não entendia nada mesmo, fiz questão de ficar mais algum tempo em cima da escada com o rabo na cara dele, e insistindo na provocação para ver se ele me passava logo a pica. Mas depois avisei do que se tratava:
-Bom Leonardo, vou passar um pincel e um pouco de óleo de máquina.
-Descobriu o que é?
-Sim, é só o excesso de poeira que está impedindo que as pás girem, e a falta de lubrificação também.
-Menos mal. Mas vai demorar?
-Não é rápido, é só o tempo de tirar esses pelos aqui e colocar o óleo.
-É que eu vou trabalhar daqui a pouco e precisava tomar banho e…
-Pode ir. Eu termino enquanto isso, para não te atrasar.
-Certeza?
-Sim, pode ir e depois que você sair nós testamos, aí se não for isso, a gente liga na seguradora e chama um técnico para olhar.
-Ok. Então me dá licença.
-À vontade.
Fiquei ali em cima da escada enquanto o acompanhava com os olhos disfarçadamente. Leonardo foi até uma caixa e pegou o que parecia ser uma cueca, depois uma toalha e seguiu para o banheiro fechando a porta, coisa simples que fez minha mente começar a exagerar. Queria ser uma mosca naquele momento para entrar pela fechadura e poder admirar aquele homem pelado, pois é… Me lembrei que quando mudamos para aquele apartamento as pessoas que moravam antes de nós perderam a chave da porta do banheiro, e quando nos mudamos não fez diferença, e assim estava até então, sem a chave.
A minha curiosidade unida a safadeza tomavam conta de mim, e então ao ouvir o chuveiro ligar comecei a andar pelo apartamento com quem não queria nada, apenas olhar, e encontrei uma camiseta pendurada na cadeira na cozinha que ao cheirar fui transportada para a o lado daquele homem maravilhoso no dia do cartório. Que tesão da porra, aquela camisa cheirava a homem e eu sabia qual homem, queria poder sentir aquele cheiro mais vezes, queria aquela camisa para mim, e foi assim que tive a ideia de esconder a camiseta dentro da maleta de ferramentas que havia levado, no meio daquela bagunça toda de mudança duvido que ele daria falta de uma única camiseta.
Mas ainda me sentia convidada a espiar por aquela fechadura, não queria pois era arriscado e também porque sabia que à noite seria difícil dormir caso conseguisse ver o que queria ver, mas por isso mesmo é que resolvi arriscar. Em direção ao banheiro fui avançando aos poucos, e o chuveiro ainda estava ligado, o que mostrava que ele ainda estava no banho e diminuía as minhas chances de ser pega em flagrante. Parei em frente a porta e olhei de longe a fechadura e vi que passava luz por ela. Abaixei para sondar seu banho e senti o cheiro do sabonete que ele usava, e finalmente por entre o vapor da água quase fervendo que saia do chuveiro consegui contemplar aquele corpo maravilhoso, tinha muitos pelos espalhados por todo o corpo o que justificava os pelos que ele tinha no dorso das mãos. O pinto mostrava ter um bom tamanho mesmo estando mole entre sua cabeleira púbica que mostrava que o sexo para o Leonardo não era de fato muito habitual, porque ele não fazia o estilo relaxado, muito pelo contrário, era limpo, cheiroso e sempre bem arrumado com direito a terno e gravada todas as vezes que o via, o que de fato era estranho, por quê um policial usaria terno? Talvez para disfarçar a sua “profissão de risco”.
Passei mais alguns minutos ajoelhada de frente para porta, desfrutando da imagem daquele corpo molhado enquanto me excitava me imaginando junto dele no chuveiro chupando e ordenhando todo seu leite de pica. Esfregava minha boceta, pena que fui interrompida pelo final de seu banho, faltava pouco para gozar. Me levantei e voltei quase correndo para aguardá-lo no quarto onde não havia nem se quer uma cama, apenas seu colchão de pé na parede, o tempo entre a pausa do chuveiro e a sua aparição divina no quarto foi curto, e ele já estava vestido elegantemente com seu terno preto, camisa branca e gravata listrada em tons de azul, uma gota de água do seu cabelo liso e penteado para o lado como sempre. Escorria pela testa, coisas que só a pressa pode fazer, e seu perfume… Ahhh isso sim era maravilhoso, fresco e forte como eu gosto. Fiquei olhando enquanto ele entrou no quarto procurando as chaves do carro.
-E aí Camila? Deu certo?
-Deu sim, agora funciona normal.
-Que ótimo, você é boa mesmo hein.
-Pois é… Consigo me virar bem rsrs
-Bom, você me desculpe mas preciso ir agora, já estou atrasado.
-Oh tudo bem, claro. Me desculpe.
-Imagine. Ajudou muito.
Apanhei a maleta de ferramentas e saímos juntos mas, eu fui para casa, e ele para o trabalho.
Sempre fico sozinha em casa, pela manhã faço meu treino para manter as curvas em dia, pela tarde cuido da casa, e a noite vou para a faculdade, e retorno por volta das 00h30. Aos finais de semana estudos meus idiomas, alguns na escola e outros em casa, mas sempre sozinha, o que acaba me deixando um bom tempo para fazer tudo que tenho vontade, às vezes na sexta à noite chego da faculdade, ligo o notebook na tv da sala e passo o final de semana todo assistindo a muitos pornôs na internet, e quando chega na segunda-feira estou em farrapos de tanto que gozei na sexta, sábado e domingo. Quando tenho um estímulo físico é ainda mais gostoso, o que no caso aquele dia era a camisa do Leonardo, assim que entrei em casa tratei de tirar a roupa e pegar aquela camisa cheirosa que havia pego escondida, estava enlouquecida de tesão, passava aquela camisa pelo corpo como se ele vestisse, rolava por cima dela na cama e cheirava, me vestia com ela, esfregava na buceta e gozava nela seguidas vezes. Daí para o dia seguinte foram muitas siriricas dedicadas àquele tesão de homem, era um tesão sem fim.
Se existia uma tortura na minha vida, era essa, vontade do Leonardo, mas não era apenas vontade de dar uma bela de um trepada, era vontade dele por inteiro, lamber todo aquele corpo, mas infelizmente era raro as vezes que eu tinha a sorte de encontrar com ele pelo prédio, e quando o via ficava ainda mais consumida por aquela vontade, era um apetite voraz e poucas vezes me vi assim na vida, sua presença era suficiente para me provocar, não precisava nem falar comigo, e se caso o fizesse era motivo para me fazer queimar em gozo sozinha à noite toda.
Será que um dia conseguiria algo com ele? Tenho muitos defeitos mas também qualidades como todo mundo, e uma delas é a determinação, que se une a insistência e desejo, então é claro que conseguiria.
Como era difícil encontrar o Leonardo até mesmo em sua casa, pensei em mandar um mensagem e oferecer ajuda para arrumar sua mudança já que com mais de um mês após sua mudança ele ainda não arrumara, e se ele aceitasse…
Pela manhã enviei uma mensagem e fiquei aguardando a resposta o dia todo e nada dele responder, não queria ser inconveniente nem invasiva mas não me contive e liguei no final da tarde, e então Leonardo atendeu com uma voz abatida
-Oi Camila
-Oi Leonardo, tudo bem. Você viu minha mensagem?
– Sim vi. Me desculpa por não ter respondido antes mas é que tive um acidente no trabalho e tive que ser levado para o hospital.
-Mas o que aconteceu?
Meu coração veio parar na boca!
-Logo mais eu estarei em casa, só estou esperando a alta do médico
-Você precisa de alguém aí? Está sozinho?
-Não… Não foi nada sério, e logo estarei em casa.
-Tudo bem…é… Me avisa quando chegar.
-Ok. Assim que eu chegar passo na sua casa.
Fiquei meio angustiada e com certa preocupação pois não sabia ao certo o que havia acontecido, mas estava contente e satisfeita, e se eu não tivesse ligado não o veria. É óbvio que sabendo que ele passaria em minha casa eu faltei na faculdade, perderia isso só estivesse ficando louca, estava quase ficando mas ainda não era o caso. Por volta das 20h00 a campainha tocou, olhei e era meu homem, abri a porta depressa e vi pela primeira vez um sorriso encantador que me fez derreter deixando minha buceta exaltada… Ai pelo amor de Darwin, que homem é esse… Mas meu delírio foi interrompido ao ver seu braço engessado, nem pude dizer “Oi”.
-O que aconteceu?
-Ah eu estava chegando para trabalhar e um imbecil tentou levar o carro… Aí me atraquei com ele no meio da rua.
-Ele quebrou seu braço?
-Foi quando caiu por cima de mim no chão, meu braço ficou por baixo e deu no que deu.
-Poxa, você é maluco. Já pensou se ele tivesse atirado em você?
-Não… Eu atirei nele primeiro.
-Você o quê?
-Eu atirei nele, oras.
-Você têm uma arma?
-Olha, eu não gosto de ficar falando para todo mundo o que eu faço, até porque é perigoso
-Ahhhh tá… Já entendi
-rsrsrs… Já entendeu mesmo?
-Já, você é policial né rsrsrs
-É rsrs
Era o que estava faltando para completar a tortura e aumentar o meu interesse que nesta altura já não era pouco, e muitas coisas estranhas agora começaram a fazer sentido. Trocamos mais algumas poucas palavras e me ofereci para ajudar:
-Bom, eu mandei mensagem para te perguntar se você precisava de ajuda para arrumar suas coisas
-Olha, se fosse antes eu diria que não é necessário, mas agora com o braço desse jeito… Não me resta outra opção rs
-Ok. Me diz quando você vai estar em casa porque vai um dia inteiro para arrumar aquilo tudo rs
-Vou estar de folga depois de amanhã.
-Perfeito.
Combinamos de iniciar a arrumação depois do café. Me saí melhor do que imaginei, e estava satisfeita com o que havia conseguido: uma oportunidade única de demonstrar meu tesão acumulado ocasionado por falta de rola.
No dia anterior não consegui dormir, passei mal de tanta ansiedade, mas em compensação no dia seguinte levantei cedo, tomei meu café e depois um banho demorado me arrumei com uma roupa mais convidativa possível, e fui. Ao tocar a campainha do Leonardo atendeu prontamente, e enrolado num cobertor me mandou entrar.
-Então Leonardo, acho que você não vai poder fazer muita coisa né?
-É verdade, vou fazer o que puder, não tem muita coisa mas, vai gastar um bom tempo.
-Verdade. Mas tudo bem vamos começar. Você vai me falando onde você quer as coisas e eu arrumo.
E assim seguimos durante todo o dia, mas ele não falava quase nada, o que me deixava pensativa no motivo pelo qual ele era assim.
Ao final do dia por volta das 21h00 estava morta de cansaço, depois de arrastar e montar alguns móveis, organizar um guarda roupa inteiro, colocar os objetos de decoração, e isso inclui as persianas, mas em compensação agora sim parecia uma casa de verdade. Ao me sentar e olhar toda a casa para ver se realmente estava tudo no lugar, me espantei com um gentil convite do Leonardo ao se sentar no outro sofá:
-Toma um chá comigo?
-Oi???
-Você. Toma um chá comigo?
-Um chá?
-É que se eu tomar café agora depois me atrapalha dormir.
Achei no mínimo estranho, mas aceitei logo antes que mudasse de ideia
-Aceito sim
-onde você guardou mesmo? Na latinha?
-Sim, claro. Está na latinha.
-Sim, mas eu que vou fazer.
-kkkkkk ai Aaron, piadista você né
-Não é piada
-Mas…
-Fica aí… Já volto.
Fiquei ali esperando sentada no sofá somente com a luz da luminária acesa na mesinha ao lado, embora estivesse muito cansada não custava esperar, e por mais simples que fosse tomar um chá, pelo menos era uma chance de me aproximar dele, além disso, não demorou mais que dez minutos para ele aparecer na sala trazendo uma bandeja com um bule e xícaras lindas de porcelana, e confesso que depois de um dia inteiro de trabalho duro eu estava morta de fome. Leonardo mesmo com o braço quebrado se contorceu e em malabarismo colocou a bandeja sobre a mesa, me serviu o chá em silêncio mas resolvi tentar uma conversa.
-Então Leonardo, está gostando de morar aqui?
-Ah, não tive a chance de me perguntar isso ainda porque quase não fico em casa.
-Isso é verdade. Mas você vai gostar, tenho certeza.
-Só preciso me adaptar a o novo estilo de vida, ainda mais agora morando sozinho.
-Você morava com alguém antes?
-Sim… Já fui casado por 20 anos
-Poxa… Não deu certo?
Apenas pela cabeça baixa e o olhar distante percebi que ele estava triste, e respondeu à minha pergunta olhando para o chão.
-Ela não gostava do meu trabalho e minha rotina não ajudava muito.
-É complicado mesmo. Mas um homem tão lindo como você, depois disso não quis ficar com mais ninguém?
-Não…às vezes sinto falta de uma boa companhia pra tomar um vinho, assistir um filme mas, a gente supera.
-Vida a dois é complicado.
Quando olhei bem para o rosto dele um par de lágrimas escorreram em seu rosto e pingaram sobre seu braço cruzado enquanto ele tentava falar, mas um nó em garganta impediam de continuar seu desabafo. Respeitei seu silêncio mais uma vez como sempre fiz, sentei mais perto, levei a mão em seu rosto secando suas lágrimas e me inclinei para abraça-lo, queria sentir seu corpo e a intensidade de seu abraço, sentir o peso de seus braços sobre mim, mas ele não retribuiu como eu gostaria inicialmente, se mostrou apático deixando seus braços e mãos imóveis, mas para mim aquele abraço indiferente que somente eu o ofereci foi bom o suficiente para sentir não apenas o perfume de suas roupas, mas também o cheiro natural do seu corpo, uma situação que sem dúvidas era uma mistura de tristeza, carinho e tesão. Depois de permanecer abraçando-o por um tempo Leonardo resolveu retribuir o carinho me abraçando forte e demoradamente com o único braço que dispunha para isso, e logo percebi que não chorava mais.
Aos poucos nossos braços se afastaram, sentia sua barba que começava a crescer raspando em meu rosto e pescoço enquanto nossos rostos foram igualmente se separando, mas ainda ficamos tão próximos que podia sentir o cheiro do chá que ele havia tomado durante nossa conversa. Seus olhos castanhos agora eram cor de mel pela luz da luminária na mesa que os invadiam, o que o deixava ainda mais lindo e sedutor, fiquei tentada a beija-lo, estava alucinada para sentir aquela boca deliciosa e não desperdiçaria um momento íntimo e tão propicio como este, que tanto penei para conseguir.
Enquanto Leonardo continuava paralisado, aos poucos fui me aproximando, me aproximando… Me aproximando… Até que meus lábios tocaram os seus que estavam molhados e levemente salgado pelas lágrimas, mordisquei suavemente fazendo-o fechar os olhos ao passo que minha língua já se empenhava em encontrar a dele cruzando toda sua boca, mas parecia que eu beijava uma estátua e Leonardo correspondia pouco ao beijo que era de fato sem ânimo. Resolvi investir um pouco mais, e caso não obtivesse resposta eu desistiria, então me aproximei mais e iniciei um carinho em sua nuca afagando seus cabelos lisos e negros, mas mesmo assim ele não reagia. Me afastei com certo desânimo e decepção:
-Me desculpa Leonardo, eu não sei o que me deu.
-Não… Tudo bem, não tem que se desculpar, está tudo certo.
-Desculpa mesmo, não queria…
-Foi a situação que acabou colaborando
-Bom, agora eu vou embora e…
-Não precisa ir se não quiser
E enquanto ele falava me aproximei acariciando seu rosto, penteei seus cabelos com os dedos para o lado
-Você é um homem muito lindo, sabia?
-Obrigado. Mas…
-Um tanto rude é verdade mas, inteligente, e tem um corpo maravilhoso.
Leonardo ficou parado escutando o que eu falava, e foi aí que avancei de súbito, e enquanto continuava falando algumas coisas em seu ouvido cheirava seus cabelos:
-É cheiroso demais…
Aos poucos fui distribuindo alguns beijos e chupadas suaves em seu pescoço
-E muito gostoso também.
Opah! Parecia estar entrando no clima e se acomodava no sofá chegando mais perto.
-Ai Léo… Está me deixando arrepiada.
-Está me colocando numa situação difícil.
-Você me deixa com muito tesão sabia Leonardo?
-Acho melhor a gente parar com isso.
-Não… Não fala assim delícia que sou louca pra te provar
-A gente mal se conhece, e eu conheço seu marido.
-Para com esse papo Léo, sei que você deve estar cansado de punheta
-Você tem a boquinha bem suja né?
-Se quiser posso falar mais
-Mas não é certo… E…
– Vem delícia… Vem se aliviar comigo vem…
Toda essa resistência dele me provocava e eu ficava ainda mais excitada, e seguia o beijando a força, mas ele tentava se desviar, me empurrava com o corpo, então tomei uma atitude. Fui para cima dele e me encaixei em seu colo, já que ele não retribuía não tive escolha
-Ai amor… Deixa eu te fazer um carinho… Te fazer relaxar… Mamar na sua pica à noite toda te fazendo um boquete bem suculento.
Ele ainda resistia, fracamente mas resistia, e aos poucos notei que estava se entregando, mas tive a certeza quando coloquei a mão sobre sua calça e senti sua rola começando a endurecer revelando o que ele realmente queria
-Olha… Já está ficando durinho amor. Fala que você não quer… Fala que daí eu vou embora e não te incomodo mais.
-Não sei se devemos e…
-Então me deixa continuar… Por favor
-Aiii Camila…
Tentava passar a impressão de que não queria, quando na verdade soltava alguns suspiros e pequenos gemidos cheios de tesão
-Você gosta? Hein? Porque eu morro te tesão toda vez que te vejo.
-Ai meu Deus Camila…
-Você me tira o sono de tanta siririca que bato pensando em você
-Eu também, e fico de pau duro toda vez que penso em você usando essa calça legging
-Isso safado… Fala mais
Debrucei sobre ele e continuei a beijar seu pescoço, esfregando minha buceta pela calça e já não conseguia mais segurar o peso do meu corpo por cima do dele e me deitei sobre o seu, o que bastou para Leonardo começar a se revelar o verdadeiro homem devasso que eu queria ver
-Eu adoro ver sua bucetona volumosa e partida nessa calça.
-Estou louca pra dar ela pra você
-Ai que tesão de mulher
-Louca pra sentar o cu na sua vara
Leonardo lambeu minha boca e me beijou com seus lábios quentes e molhados apalpando minhas tetas com força. Mesmo com um dos braços impossibilitado ele ainda tinha mobilidade suficiente para fazer o que quisesse comigo, se levantou me empurrando e invertendo a posição dos nossos corpos. Desceu na altura do meu quadril e mordiscava minha perereca pela calça
-Quero foder essa bucetinha gostosa
Então nos empenhamos em nos livrar logo das roupas que tanto atrapalhavam e impediam de dar prazer um ao outro. Leonardo não conseguia tirar a camiseta devido a falta de mobilidade e ainda sentia um pouco de dor, não tirava os olhos dele enquanto tirava sua bermuda e vi que já estava sem a cueca por baixo, então ficou pelado apenas com a camiseta que seu pinto duro empurrava para frente, tinha uma pica grande e grossa, era cabeçuda e fazia minha boca salivar de vontade mamar, era impossível não olhar, estava hipnotizada e ele percebeu o quanto eu admirava aquela pica e segurou com uma mão envolvendo o saco me olhando com aquele olhos negros charmosos e cheios de pura perversão ao me oferecer
-Quer dar uma chupadinha?
-Quero muito.
Empurrei Leonardo no sofá onde ele ficou parcialmente sentado deixando sua rola esticada pronta para ser apreciada por mim, e com a sede que eu estava de experimentar aquela pica a abocanhei logo pela chapeleta larga e rosada. Leonardo respondeu com um gemido baixo e tímido
-Delícia de rola mais gostosa Léo
-Delícia é essa sua boquinha macia… Hummm… Chupa mais
Segurava minha cabeça forçando o pinto contra minha boca, era cabeçuda em tal grau que me faltava ar durante as suas investidas ao fundo da minha garganta, e com poucas mamadas seu pau já lambuzava meus lábios, aquela baba salgada, transparente e saborosa me faziam chupar com uma gulodice ainda maior. Continuei por um tempo servindo me daquela punheta que manava uma prévia de porra, e ao sentir meu grelo duro e melado unicamente pelo efeito das mamadas naquele mastro encorpado, desesperadamente montei sobre ele no sofá usando de seu próprio melado para preparar meu cuzinho apertado para receber então o belo mastro. Leonardo me olhava sem entender ou acreditar no que eu faria em seguida, e claro eu não disse nada, mas ele precisou perguntar
– Vai me dar o cuzinho, vai?
-Delirei de tesão por semanas querendo que você comesse meu cu.
-Você é safada do jeito que eu gosto
Jamais sairia daquele apartamento sem que o ele fodesse meu cu do jeito que eu estava precisando. Ajoelhada como estava apenas guiei a ponta da rola pelo anel do meu cuzinho apertado que ao depositar o peso do meu corpo foi tragando todo aquele falo enquanto meu grelo explodia enrijecido. Léo segurou em minha cintura e suspirou soltando um gemido longo e socando ainda mais profundo aquela rola molhada.
-Ai que delícia Camila… Humm… Como eu precisava disso
-Faz tempo que você não fode né meu amor.
-Faz… Humm…
-Então aproveita
-Nossa, mas é muito apertadinho.
-Faz tempo que eu não sinto um pau gostoso fodendo meu cuzinho.
Como sempre uma foda pelo cu me deixa praticamente em transe, aquele homem lindo me olhando cheio de desejo, aquela pica grossa me fodendo sem pausa somados a abstinência de rola me fizeram sentir uma vontade de gritar, e sim eu gemia alto e falava tudo que me vinha a cabeça descontroladamente. Que delícia de foda, meu cu espumava com as sentadas frenéticas, minha buceta salivava e escorria querendo rola também, mas a gozada já dava sinais
-Ai Léo quero gozar
-Então goza princesa, sente meu pau arrombando esse cuzinho apertado
-Ai como é bom… Ai não aguento… Ai vou gozar
-Isso… Hummm que safadinha, goza na minha pica
Gritei enquanto ouvia o Leonardo dizendo putarias que estimulavam minha gozada, sentia que meu cu empurrava e apertava com força o cacete duro, mal conseguia gemer, estava completamente entregue e desfalecida com aquela gozada maravilhosa.
-Que gozada hein???
-Ai Léo… Hum…
-Agora quero na boceta.
Sua camiseta encharcada de suor e grudada ao peitoral que mostrava os pelos lisos e negros, meus cabelos grudavam em minhas costas também suadas, e ainda sentia espasmos pelo orgasmo, mas Leonardo carecia de uma boceta. Tirei a rola do cu, alisei e esfreguei na perereca gozada e enfiei na boceta
-Ai que boceta quentinha
-Que rola grossa Léo
-Você gosta assim?
-Adoro
-Fala pra mim do que você gosta
-De um pau bem grosso
-Você é muito levada
-Você gosta de menina levada?
-Ah você não tem ideia
-Então mama os peitinhos da sua menina levada
Deitei sobre ele colocando minhas tetas em sua boca, à medida que eu sentava na pica do Leonardo seus gemidos abafados por meus seios ficavam mais desesperados, e uma rebolada bastou para ver a expressão de sofrimento em seu rosto que sinalizou a gozada
-Rebola minha linda que eu já vou gozar
-Isso safado, enche minha bocetinha com essa porra deliciosa
-Vou gozar.. Humm…
Sentei até o talo naquela vara, e rebolava sentindo a cabeça da rola no fundo enquanto Leonardo me preenchia com sua gala e apertava minha bunda empurrando contra sua pica. Seus gemidos eram de prazer e alívio sincronizados às pulsadas da sua rola que agora já não estava mais tão dura e grossa como eu gostaria, e aos poucos ele abria os olhos, seus gemidos foram sessando, sua respiração acalmando, e a minha boceta aos poucos começava a esvaziar todo o leite esporrado que escorria em sua virilha. Mas ainda faltava uma coisa: submeter aquela beldade a uma bela de uma mijada, e desta vez não avisei que o faria, apenas o fiz assim que terminei de expulsar toda a gala da boceta. Me acomodei mirando a boceta da direção de seu peito, e Leonardo não estava entendendo nada
-O que foi? Vai fazer o quê?
-Deixar minha marca em você.
-Marca? Mas que.. Afff o que você está fazendo?
E suas boca foram interrompidas quando soltei o primeiro jato em sua boca, e depois na camiseta que absorveu parte do xixi, e começou a escorrer pelo seu pescoço, barriga e seu pau mole, foi maravilhoso ver aquele rosto lindo ser banhado por mim.
-Meu gesso vai molhar rsrsrs
-Depois a gente seca rs
-Agora você vai ser minha menininha
-Jura meu lindo? Sua menininha safadinha
-Isso mesmo rs
A madrugada foi longa e muito proveitosa para nós, com direito a uma mamada no meu grelo e outra foda para fechar a noite, o que me deixou exausta no dia seguinte.
Após finalmente ter realizado meu desejo e ter aplacado a seca do Leonardo, como sempre fiquei querendo mais, porém com ele foi diferente, senti que estava excessivamente envolvida e não parava de pensar nele por nem um minuto, não iria suportar ser fodida por ele apenas aquela vez, e o fato de passarmos tanto tempo sozinhos cada um em sua casa fez com que uníssemos o útil ao agradável: viramos “amantes”, sem contar que em alguns dias Leonardo já estava apaixonado pela “menininha” e de certa forma estava fazendo bem para ele, pois agora era muito mais frequente encontrá-lo pelo prédio conversando com as pessoas, fazendo novas amizades e rindo, o que raramente se via. Para mim não poderia ter sido melhor. Agora Leonardo me traça pelo menos duas vezes por semana, me enche de presentes e sempre me leva para faculdade, mas tomamos os devidos cuidado para não levantar suspeitas, o que é bem fácil para mim uma vez que meu marido fica tanto tempo ausente que acabo me sentindo solteira, e mais ainda para ele que realmente é solteiro.
Uma resposta
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