Agosto 10, 2026

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Lotado no metrô

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Me chamo Vitor. Tenho 30 anos, altura média e sou relativamente forte, faço musculação há alguns anos. Sou uma pessoa bem tímida e não sou de fazer muitas amizades no trabalho. Normalmente ando até a estação de metrô sozinho no caminho para casa. Porém, nesse dia, caminhando até a estação, ao olhar para o lado avistei Isa. É uma garota mais nova, 20 anos, bem baixinha, magrinha, peitos médios, e uma bunda que não parece dela. Já me peguei olhando para aquela bunda gigante naquela cintura fina andando pelos corredores. Ela sempre é muito simpática comigo, e dessa vez não foi diferente. Me olhou olhou e deu um sorriso:

– Oi, Vi! Tá indo pra estação?

Confesso que fiquei decepcionado com a pergunta. Queria ler meu livro no caminho pra casa, mas fui sincero:

– Oi, Isa! Tudo bem? Tô sim, e você?

– Ah, que bom! Odeio andar por aqui sozinha.

Fomos conversando até chegar na estação, e ao chegar na plataforma torci para ela ir para o sentido contrário:

– Bom, daqui eu vou para Santana, e você?

– Eu também! – Droga!, pensei.

Ficamos aguardando o trem chegar. A plataforma enchia cada vez mais, e nada. Quando finalmente chegou, era impossível embarcar. Aguardamos um, dois, três trens, e nada. Enquanto isso nossa conversa foi fluindo e deixei de me incomodar, ela era uma garota muito legal. Ela pediu meu WhatsApp e eu cheguei a pensar “Será que ela está flertando comigo ou só é legal assim mesmo?”.

Quando finalmente conseguimos embarcar, mal tínhamos espaço para colocar os pés no chão. Mesmo assim continuamos conversando, dessa vez com nossos rostos quase colados. Isso, junto ao balanço do trem, que fazia com que os peitos dela ficassem pressionados contra meu corpo, foi inevitavelmente fazendo com que eu tivesse uma ereção. Tentei controlar, mas foi impossível. Fiz um jogo de cintura para manter meu quadril longe dela, com medo dela perceber, e tive sucesso por bastante tempo. Até que as portas do trem abriram, mais pessoas entraram e nossos corpos colaram ainda mais. Nesse movimento, ela ficou de costas para mim e meu pau, já pulsando de tão duro, encaixou perfeitamente no meio da bunda dela. Senti uma mistura de medo e tesão. Será que ela estava percebendo? A cada balanço que o trem dava, ela mexia mais o quadril e eu ia tentando me afastar, mas era impossível.

Uma mulher atrás de nós pediu licença para chegar mais perto da porta. Isa, para dar espaço para a mulher, ficou na ponta dos pés e se inclinou para trás. Ao colocar os pés de volta no chão, sua bunda deslizou pelo meu pau, que nesse ponto ja estava querendo pular para fora da cueca. Foi quando ela virou de frente para mim e ficou olhando nos meus olhos. Eu, ainda tentando entender se ela estava fazendo isso conscientemente, fiquei em silêncio apenas a encarando, quando ela voltou a falar de assuntos aleatórios, como se nada tivesse acontecido. Respondi e agi naturalidade, enquanto meu pau duro estava pressionado contra ela.

Ao descermos na estação, ela foi para um lado e eu para o outro. Minha vontade era apenas chegar em casa e bater uma punheta pensando na Isa. Enquanto estou andando, recebo uma notificação no celular. Era Isa.

– Oi Vi, salva meu número. Queria te agradecer por vir comigo.

– Oi Isa. Imagina, adorei conversar com você. Vamos combinar de voltar juntos mais vezes.

– Amanhã?

– Claro.

– Espero que o trem esteja lotado de novo.

Dei um sorriso ao ler essa mensagem, e resolvi avançar. Olhei em volta, não tinha ninguém. Apertei meu pau sobre a calça e tirei uma foto. Mandei para ela em visualização única:

– Também espero.

Ela demorou uns dois minutos para responder.

– Nossa… Isso tudo é pra mim? Estava em dúvidas se você estava mesmo curtindo.

– Dúvidas? Você quase me matou de tesão.

Mais alguns minutos depois, ela me manda uma foto também de visualização única. Era ela mordendo os lábios, sentada no ônibus, puxando o decote para o lado e mostrando um pouco dos peitinhos dela.

Aquilo me enlouqueceu. Quando cheguei em casa, tinha mais uma foto dela. Dessa vez não era de visualização única. Ela estava de costas para o espelho, com uma calcinha fio dental socada na bunda, empinando e com um dedinho na boca.

– Essa é pra você guardar quando for pensar em mim mais tarde.

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