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Outubro 7, 2026

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Minha namorada fez de mim um prostituto.

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Depois de um longo casamento, comecei meses atrás um namoro com uma garota de 21 anos que tem o diabo no corpo. Sou um homem de 41 anos, já vivi muita coisa no sexo, mas o casamento esfriara um pouco minha busca por fantasias. Quando a relação com minha ex-esposa terminou, emendei um relacionamento com Samara, uma mulher com corpo mais cheinho e delicioso. As semanas iniciais foram de sexo mais de uma vez por dia e eu ficava cada vez mais louco por ela, chegava todo dia em casa sedento para chupar sua buceta e seu cuzinho. Para mim, era impossível um casal ter vida sexual melhor.

Para minha surpresa, depois de mais uma transa de tirar minha energia vital e com a cabeça deitada em meu peito, ela começava a alisar meu pau para tentar acordá-lo quando disse:

– Gostoso desse jeito, você podia ganhar dinheiro como acompanhante.

Eu quase gargalhei: “você está louca? Um velho como eu?”. Mas ela começou a descer a cabeça pelo meu tronco, sua língua deslizava pelo meu peito e umbigo até abocanhar minha rola. O sexo oral dela é o melhor que já recebi, eu me entreguei e já estava esquecendo a sandice que ela tinha acabado de falar. Eu empurrava meu pau bem no fundo da sua garganta, como nós dois amamos fazer, quando ela subitamente interrompeu o boquete, olhou pra mim com aqueles olhos de putinha pidona e seguiu:

– É sério. Eu queria que você fosse prostituto por pelo menos um dia, saber que você deu prazer pra outra mulher. E depois me levar pra jantar num restaurante caro com o dinheiro. Me contar tudo que fez com ela.

Eu fui muito rápido de achar graça para sentir tesão na idéia. Coloquei sua boca no meu pau e perguntei: “é assim que você quer que eu faça com a minha cliente?”. Ela assentiu com a cabeça e seguiu me chupando sem as mãos, apenas enterrando meu pau na sua garganta enquanto a língua deslizava no meu pau. Eu tava quase gozando quando ela tirou, segurou bem forte na base do meu pau para impedir o gozo e disse com a voz sôfrega:

– Eu quero que você faça tudo com ela. Preencher a xaninha dela com esse pauzão gostoso.

Eu já implorava pra ela sentar no meu pau, mas ela só esfregava na portinha.

– Tem que foder ela do jeito que me fode.

Ela finalmente deslizou meu pau para dentro da sua bucetinha enquanto repetia:

– Vai comer ela assim, enterrar esse pauzão na sua cliente.

Ela gozou muito rápido, gozou como eu nunca havia visto. Seu corpo tremia como se estivesse possuída até ela desabar sobre mim. Mas eu não havia gozado. Tirei seu corpo de cima de mim com força, a coloquei de bruço e passei a comer violentamente sua bucetinha, estocadas até o útero enquanto eu dizia: “Sua vagabunda, além de gozar você quer ganhar dinheiro com meu pau também?”. Já tremendo, antecipando mais um gozo, ela concordou:

– Eu quero, eu quero, eu quero.

Quando ela finalmente começou a gozar, eu me permiti vir junto e despejei minha porra toda naquela bucetinha. Ainda fiquei um minuto me mexendo dentro dela, eu nunca tinha estado tão conectado a uma mulher.

Quando nos deitamos lado a lado, eu ri: “sua doida, olha as coisas que você inventa pra me deixar tarado”.

Ela levantou bruscamente:

– Mas eu quero mesmo que você faça aquilo tudo.

Eu fiquei confuso, pois achei que aquilo tudo era um teatro pra me encher de tesão (e funcionou!). Já tínhamos conversado sobre em algum momento fazermos menage com outro homem ou mulher, mas como estávamos cheios de tesão um pelo outro naquele início de namoro, sempre achamos que não era ainda a hora. Seria ela cuckqueen? Muitas coisas passavam na minha cabeça. Ela seguiu:

– Olha pra você, um gostoso e trepa bem. Eu tenho um tesão de imaginar você comendo outra mulher, mas só comer uma mulher qualquer não tem graça… eu queria saber que ela pagou por isso.

Meu pau começou a ficar duro de novo, mas eu precisava entender de onde vinha aquilo. Ela revelou que já tinha pensado em tirar fotos para um anúncio, havia pesquisado sites para anunciar. Ela realmente queria levar aquilo adiante. Eu estava hesitante, é claro: tinha receio de colocar fotos na internet, ser reconhecido por alguém. Imagina um homem na minha idade, com uma boa carreira, sendo pego numa situação dela. Mas minha namorada é uma safada e insistiu:

– A gente faz um filtro, eu vejo quem entrar em contato e escolho a melhorzinha. Você faz o que quiser com ela e depois me conta tudo. Eu vou morrer de tesão.

Eu também estava com tesão, é verdade, e eu com tesão fico burro e inconsequente: aceitei que ela tirasse fotos minhas no fim de tarde, pois a luz seria melhor. E lá foi minha cafetina escolher roupas e cuecas, uma roupa de cama bonita. Eu estava um pouco ansioso, mas Samara é a mulher mais doce do mundo e me conduziu muito bem pelas fotos. Fiquei emocionado quando vi o resultado: embora eu me considere um homem bonito e atlético, nunca tinha saído tão bem como naquelas fotos. Impressionante como o amor é a melhor lente! Olhei para aquela mulher maravilhosa e me senti mais apaixonado do que nunca. Já cheio de tesão novamente, sugeri que incluíssemos uma foto em que eu estivesse chupando sua buceta e dela chupando meu pau. Óbvio que fomos pra mais uma trepada e nos acabamos de tanto foder.

No dia seguinte, uma segunda-feira, ela acordou animada e editou as fotos, tirando rosto e tatuagens. Enquanto ela criava o anúncio, comecei a ficar ansioso como um adolescente: eu, que já havia transado com centenas de mulheres, certamente bambearia quando fosse encontrar minha cliente. Mas tudo bem, faz pare do show que minha safada montou para mim. Escolhemos o preço: R$ 600,00 por duas horas. Não queria ficar rico fazendo programa, e o valor baixo poderia aumentar a procura. Eu fiz uma piada: estávamos tendo tanto trabalho pra quê? Qual seria a chance de mulheres pagarem por um acompanhante? Samara insistiu que eu tivesse calma, pois em breve as mensagens chegariam. Ela cuidaria do whastapp, se passando por mim, e me mostraria a escolhida.

Segui minha vida nos próximos dias, evitando perguntar para ela se alguém entrara em contato: eu não queria parecer um franguinho ansioso e inseguro. Mas sim, eu estava me sentindo um pouco inseguro e patético naquela posição. No terceiro dia, enquanto jantávamos, Samara me mostrou o whastapp da conta que criara só para isso: sete mulheres haviam mandado mensagem querendo marcar um programa. Ela não mostrou todas as mensagens, indo direto àquela que ela já havia escolhido: uma mulher chamada Marcele, com quem eu me encontraria em um motel no sábado. Se ao chegar no local ela não gostasse de mim, o combinado era que ela poderia desistir. Mas Samara não deixaria isso acontecer: ela explicou como me vestiria, que perfume eu usaria, o tanto de barba que eu deveria deixar. Ela estava se saindo uma cafetina e tanto. Tive um momento de responsabilidade e questionei: ela não teria ciúme? O que eu poderia fazer com Marcele?

– Faça tudo que ela quiser. Você só tem duas obrigações: fazer ela gozar muito e me contar tudo em detalhes depois.

Nem preciso dizer que fiquei com o pau duraço e fodemos ali mesmo.

No sábado Samara confirmou com Marcele: o encontro seria em um motel luxuoso de São Paulo, escolhido por ela. Minha namorada cafetina ainda gracejou:

– Ela tem dinheiro, você podia ter cobrado mais.

Mas não estávamos nessa pelo dinheiro, tanto que levei um ótimo vinho tinto. Fui com meu carro até o motel, onde esperei por alguns minutos minha cliente. Quando ela chegou, fiquei aliviado: a foto do whatsapp permitia ver que era uma mulher bem cuidada, mas podia ser uma foto antiga. Não era: Marcele era uma mulher mais velha, provavelmente com cerca de 55 anos, mas estava uma gata. Cabelos negros e lisos na altura do ombro, olhos de mulher com ascendência árabe e uma elegância que só vem com a idade. O corpo cheinho, mas um pouco menos cheio do que minha deliciosa Samara, recheava um vestido preto que mostrava o decote e ia até o meio das coxas. Eu podia imaginar que havia uma bela bunda ali embaixo. Ela estava tímida e senti até um leve tremor quando beijou meu rosto. Para quebrar o gelo e para que ela se sentisse meu corpo e cheiro, eu a abracei com alguma força e pressionei seu corpo contra o meu por alguns segundos. Notei que o tremor deu lugar a um suspiro. Meu pau já estava duro e fiz questão de que ela sentisse. Me afastei, servi uma taça de vinho e apontei: “me surpreende uma mulher tão bonita como você me procurar”. Eu sabia que precisava elogiar, fazia parte do negócio como acompanhante, mas ela de fato me deu muito tesão. Busquei nos seus olhos alguma resposta, mas ela os desviou e falou baixo:

– Eu acabo de me separar… pra mim é muito difícil conhecer pessoas.

Percebi que ela precisava de carinho. Peguei sua mão e a conduzi até um banco colocado aos pés da imensa cama. Mantive certa distância para que ela ficasse à vontade e perguntei quando tinha acontecido a separação e se tinha filhos. Ela se abriu, foi aos poucos se soltando. Fiz pequenas piadas para que ela risse, funcionou. Enfim cheguei mais perto dela, buscando em seus olhos a aprovação para meu avanço. Ela estava receosa, mas assentiu e eu cheirei por alguns segundos seu pescoço. Ela era doce e eu estava curioso para saber se a sua bucetinha seria doce também. Toquei levemente sua coxa, apenas as unhas e depois minha mão toda. Leve, leve. Com ela precisaria ser assim. Ameacei colocar a mão entre suas pernas, mas fiz diferente: peguei a mão dela e coloquei sobre meu pau:

– Você está vendo como você me deixa?

Segurei a mão dela ali, mordi o lóbulo de seu ouvido e perguntei: “Existe alguma coisa que você não quer eu faça?”. Já soltando um breve gemido, ela sussurrou que não. Aquela mulher estava prestes a pegar fogo.

Ainda não era hora de beijá-la. Deixei-a sentada e me levantei na sua frente. Olhando nos seus olhos, desabotoei minha camisa e coloquei sua mão em minha barriga. Desabotoei minha calça. Ela suspirou novamente quando viu meu pau duríssimo sobre a cueca. Eu ameacei tirá-la e ela começou a descer com a mão para buscar meu pau, mas eu a impedi. Dei um passo para trás e tirei minha cueca. Ela olhou para meu corpo todo nu, ali na sua frente, e falou baixinho:

– Você é MUITO gostoso.

Eu percebi que ela precisava ser conduzida. Talvez gostasse de receber ordens. Em breve eu saberia, mas para isso precisaria ser ousado: Fui até ela e, ainda em pé em frente a ela, envolvi seu pescoço com minha mão. Forte, mas tentando entender seu limite. Falei, firme:

– Agora EU vou tirar sua roupa.

Ainda segurando seu pescoço, fiz com que ela levantasse. Ela tinha um pouco de medo, mas sem dúvida estava com tesão. Eu a virei de costas para mim e fui abrindo o ziper. Lentamente. Quando o vestido já estava frouxo, toquei suas costas. Leve. Cheirei novamente seu pescoço. Doce. E então soltei seu vestido. Ela vestia uma lingerie lilás de renda moldando um corpo muito bonito. Como eu havia previsto, a bunda era muito gostosa. Quadril largo, como eu aprecio. E considerando a idade, bastante firme. Eu mal conseguia me conter: se estivesse com minha Samara, já estaria dentro dela fodendo como um animal — do jeito que ela gosta. Mas ali eu era um prestador de serviços. Calma. Me afastei para observá-la. Ela ficou um pouco tímida, quase se cobrindo com as mãos. Avisei:

– É bom você me dizer o que você não gosta, porque eu tô com muito tesão e quero fazer de tudo com você.

Me aproximei bruscamente e a agarrei com força pela cintura. Já não conseguia controlar meu tesão. Dei um beijo que ela retribuiu imediatamente, Ela agarrou minha bunda com força. Tirei seu sutiã, eram peitinhos pequenos e delicados. Não resisti e os chupei. Ela já gemia muito alto. Nesse ponto estávamos enlouquecidos, ela agarrou meu pau com força e eu ordenei que tivesse calma. CALMA. Me afastei, admirando seu corpo que ainda estava com a calcinha, e ordenei:

– Agora tira tudo.

Ela hesitou, e eu reforcei:

– Tira sua calcinha AGORA.

Ela tirou e revelou uma bucetinha deliciosa, só com uma faixa de pelos sobre ela. Delicada. Eu já arfava de tesão. Me aproximei, cheirei todo seu corpo enquanto impedia que ela me tocasse. Mas ela não parada de procurar meu pau. Eu queria muito enterrar minha cara na sua buceta, mas me lembrei: sou um prostituto e ela quer me chupar. Segurei meu pau e ordenei que ela se ajoelhasse.

Estou acostumado com Samara, que é uma devoradora de pica. Marcele era delicada: começou lambendo a ponta do meu pau. Era lento para mim, mas era bom. Deixei que ela seguisse seu ritmo, só levando uma de suas mãos àquela área entre o cu e as bolas. E então ela se permitiu abocanhar um pouco. Ela tinha a famosa boquinha de veludo: sem movimentos ousados de língua, mas envolve de forma gostosa o pau. Eu já gemia de tesão, ela sabia de uma coisa ou outra: enquanto abocanhava meu pau até a metade, seu dedo começava a acariciar meu cu. Deixei. Tentei empurrar um pouco sua cabeça para engolir mais meu pau, mas percebi que aquele era seu limite.

Ela era delicada, mas eu sentia que ela queria ser tratada como uma putinha. Puxei seu cabelo, tirando lentamente meu pau e esfregando-o em seu rosto lentamente. Ela tentava lambê-lo, mas eu não deixava e fiz com a cabeça que não. Agarrei novamente seu pescoço, enforcando com delicadeza, a levei até a cama e fiz com que ela deitasse de barriga para cima. Me coloquei diante dela, parado sobre meus joelhos e admirando seu corpo. Ela ainda resistia:

– Eu tenho vergonha…

Estabeleci que daquele ponto em diante ela não poderia mais dizer isso, pois ela era uma delícia. Baixei minha cabeça e passei a investigar sua coxa. Algumas lambidas aqui, uma mordidinha ali. Fui me aproximando de sua bucetinha e agarrei aquela bunda farta: eu estava pronto para chupá-la. Primeiro o nariz, depois a ponta da língua e logo eu estava com a cara enterrada nela. Era doce como a fruta mais gostosa da estação. Delicada. Os lábios pequeninhos. Costumo ser elogiada pelo meu sexo oral mesmo quando não estou sendo remunerado por isso; naquele dia eu me esforcei ainda mais e logo senti as coxas dela pressionando meu rosto. Coloquei o dedo em sua bucetinha enquanto lambia delicadamente o clitoris e ela começou a se contorcer, quase a ponto de me machucar. Impressionante como as mais delicadas sempre têm gozos explosivos. Ela me afastou e cobriu seu rosto: estava envergonhada. Eu lembrei de minha ordem: que ela não sentisse vergonha de forma alguma.

Nesse momento eu estava com a pica explodindo, eu só queria enterrar nela imediatamente. Mas ela estava curtindo o gozo ainda. Dei espaço a ela e fui buscar vinho para nós. Ao me aproximar, fiz questão de colocar meu pau rígido próximo ao seu rosto. Ela tomou um longo gole de vinho e observei o tesão ressurgindo naquela safada, que já se aproximou para me chupar. Mas eu não deixei. Tirei a taça de sua mão e ordenei que ela se deitasse de bruços.

Peguei o gel e comecei uma massagem alternando força e delicadeza. Leves lambidas por todo seu corpo. Ela era uma mulher gostosa e merecia ser bem tratada. Sentia seu cheiro de forma calma, delicada. Desci até sua bunda, a parte de seu corpo que me deixava louco. Nesse tempo todo meu pau estava deslizando sobre sua pele. Eu não conseguiria esperar muito, mas antes precisava tentar o que sempre me deixa louco. Abri suas nádegas delicadamente e passei a chupar seu cuzinho. Ela se assustou, eu perguntei: “posso continuar? sua bunda é uma delícia”. Ela hesitou, mas disse que eu poderia. E eu aproveitei. Foi um dos melhores cuzinhos que já provei, um cu delicado e pouco explorado. Ela logo passou a gemer e se retorcer. Com um dedo passei a estimular sua bucetinha. Em menos de um minuto, Marcele já tinha ido à loucura. Como meu pau estava latejando de tanta vontade de meter, peguei uma camisinha em tempo recorde e penetrei sua bucetinhade bruço mesmo. Com meu braço envolvendo seu pescoço, eu dizia: “você vai gozar no meu pau, sua putinha? Vozê quer que eu goze nessa sua bucetinha??”

– Mete, mete, mete mais forte.

Eu havia liberado algo naquela mulher. A delicadeza tinha deixado o ambiente e ela passou a empurrar violentamente a buceta contra meu corpo. Eu estava sendo comido, finalmente cumprindo meu papel de prostituto. E eu estava com um tesão do caralho. O sexo estava selvagem, ela se jogando contra mim e eu enterrando meu pau bem fundo nela. Até que ela virou o rosto para trás e disse:

– Eu vou por cima.

Me joguei de lado, eu já estava suado, e ela, com a energia de uma menina, montou em mim. Ela estava suada e corada, o tesão já tinha tomado conta dela. Ela me arranhava, se mexia violentamente no meu pau e enfim segurou meu queixo e disse, o rosto transfigurado de tesão:

– Quem é meu vagabundo? Quem vai me fazer gozar??

Eu fiquei louco, pedi que ela me desse um tapa na cara e ela deu. Um tapa forte. Eu agarrei suas ancas com força, trazendo seu corpo contra o meu e enterrando tudo. Meu sonho naquele momento era tirar a camisinha e gozar dentro, tamanho tesão que eu estava sentido. Ela começou a se contorcer, as mãos apoiads sobre as próprias coxas e usando meu pau como um consolo. Eu adorava estar naquele papel. Finalmente ela gozou aos berros, os cabelos esvoaçantes. as pernas tremendo. Foi um longo gozo, e quando ela parou eu vi que chorava. Mas imediatamente virou um sorriso radiante seguida da exclamação:

– Nossa!

Mas eu ainda não havia gozado. Eu a joguei na cama de frango assado e meti como eu tenho certeza de que ninguém jamais havia metido naquela bucetinha, enquanto massageava seu clitóris. Aproximei meu rosto do dela e pedi que me desse um tapa, ela respondeu me dando pelo menos cinco. Safada: a delicadeza tinha ido embora mesmo. Eu achei que gozaria antes, mas ela gozou novamente, quase sufocando meu pau — e então eu finalmente gozei como um louco, urrando enquanto enterrava meu pau naquela safada. Ficamos ainda um minuto grudados, só saindo quando meu pau começava a soltar a camisinha.

Voltamos a tomar vinho e fui sincero com ela: Marcele era uma mulher maravilhosa. Merecia tudo de melhor. Disse a ela que ela deveria se entregar novamente aos prazeres, pois era uma mulher gostosa, cheirosa, espetacular. Ela ficou emocionada e por alguns instantes eu esqueci que fazia papel de acompanhante; na verdade, ela figuraria tranquilamente entre algumas das minhas melhores transas.

Meio sem jeito, ela pegou o celular, disse que as duas horas tinham acabado e pediu meus dados de pix. Deixei a vergonha de lado, recebi a transferência e disse que a deixaria para tomar seu banho. Nos despedimos com um abraço gostoso, e nesse momento eu quase cedi ao desejo de fodê-la de novo. Era minha vontade, mas não era o combinado com Samara.

Saindo do motel, vi meu celular: minha namorada pedia que eu não tomasse banho antes de voltar. Safada. Por sorte, eu não havia tomado mesmo. No carro, eu sentia o cheiro de sexo e começava a sentir saudade de Marcele. Era um sentimento curioso, que eu curti durante quase uma hora até chegar em casa.

Ao entrar no apartamento, Samara me olhava de um jeito que eu desconhecia. Pensei se ela estava brava, com tesão ou os dois. Sem falar nada, ela abriu o celular e me mostrou uma mensagem de Marcele recebida poucos minutos antes:

– Percebi que você gostou da minha bunda. Na próxima vez eu posso deixar você comer.

Samara não falou uma palavra sequer e tirou minha roupa toda, procurando o cheiro de Marcele. Me lambeu, me mordeu, uma animal. Em menos de um minuto estávamos pelados e urrando de tesão, ela me jogou deitado no sofá e sentou aquele cu delicioso em meu rosto. Era o que eu mais queria. O cu de Marcele era delicioso, mas o de Samara era o cu da minha vida. Ela se contorcia com minhas linguadas, sentando com força na minha cara.

Louco de tesão, eu me levantei, a coloquei de bruço no chão sobre o tapete e penetrei aquele cu de uma vez, aquele cuzinho sabia receber minha rola. Naquele dia os vizinhos devem ter se assustado, porque nós urramos em múltiplos gozos. Quando terminamos, eu puxei seu cabelo e disse a única coisa possível naquele momento:

– Eu te amo, caralho!

No dia seguinte, conforme prometido, fomos jantar em um bom restaurante japonês. Contei detalhe por detalhe do que havia acontecido com Marcele. Em algum momento, ela colocou a mão em meu nariz: ela acabara de enfiar a mão na bucetinha e estava totalmente molhada. Fiquei louco, mais louco ainda quando ela disse:

– Eu já tinha me apaixonado pelo cheiro dessa Marcele em você e agora estou com mais tesão ainda. Eu quero trepar com ela e com você.

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