Junho 10, 2026

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Professora rebolando no meu carro

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Reunião de pais, quarta-feira, final da tarde, cheguei atrasado mas lá estava eu….minha ex-mulher pediu para que eu fosse….meio que a contragosto, mas fui, afinal, não deixava de ser uma obrigação de pai…. entrei na sala do Jardim 1, meio sem graça, os outros pais e mães estavam sentados e ouviam atentamente a fala da coordenadora pedagógica, ninguém deu muita atenção para a minha presença….apenas a bela mulher ao lado da coordenadora, que me presenteou com um sorriso acolhedor….de cara ela me chamou a atenção, tinha uns trinta e poucos anos, loira, de cabelos cacheados até o ombro, apesar dos óculos dava pra notar belos olhos verdes, e apesar da roupa comportada, coberta por um jaleco branco, dava pra notar que tinha um corpo curvilíneo, mais tarde, descobri que ela era a professora do meu filho e seu nome era Laura…

No atendimento individual, ela me encantou ainda mais, sempre sorrindo, foi só elogios ao meu filho, conversamos por quase meia hora. Eu, com com minha cara de negão cafajeste como dizia minha ex, por algum motivo, senti que também tinha chamado a atenção dela, mas, fiquei na minha….

Chega o final de semana, sábado à noite, fui convidado para o aniversário de um amigo, em um pagode perto de casa, estava lotado e bem animado….ficamos bem ao lado da banda, o som grave do surdo vibrava. Eu tava junto dos meus amigos, só analisando o ambiente e a mulherada com a cerveja na mão quando o meu olhar cruzou com o dela, Prof. Laura…. estava com uma amiga…usava um jeans justo que marcava suas curvas e uma blusa decotada o suficiente para mostrar o vale entre os seios…..ela abriu um sorriso quando me viu e deu um tchauzinho com a mão…. Cochichou algo para a amiga, que me olhou curiosa. Não pensei duas vezes, caminhei até ela, beijinho no rosto dela e da amiga, não falei muito e já chamei pra dançar….

— Você aqui… — murmurei no ouvido dela, colando meu peito no dela.

— Que surpresa né… — respondeu, sorrindo.

Nossos corpos se encaixaram perfeitamente, colados, no ritmo do samba, Meu pau já estava meia-bomba, pressionando contra contra o corpo dela. Eu descia o nariz pelo seu cangote, sentindo o cheiro doce da sua pele misturado com perfume. Senti o arrepio percorrendo seu corpo, mãos entrelaçadas e a outra, na cintura, pouco acima daquela bela bunda, marcando território…

Foi rápido, ela virou o rosto em direção ao meu e nos beijamos, um selinho que foi esquentando e virou um beijo quente e molhado, uma língua, quente, macia e ansiosa se entrelaçava na minha, dava pra sentir o tesão dela naquele beijo….e eu, já tava de pau duro….saímos da pista de dança e fomos para um canto….prensando seu corpo contra a parede.

— Professorinha… você tá me matando — descendo a boca para o pescoço dela.

— Isso é loucura… eu não deveria tá fazendo isso, você é pai do meu aluno — sussurrou ela, ofegante, mas suas unhas cravavam nas minhas costas por cima da camisa.

— Esquece isso, ninguém vai saber…

Meti a mão por dentro da blusa dela, sentindo a pele macia da barriga até alcançar o sutiã. Os seios eram cheios, pesados. Apertei um deles por cima do tecido, sentindo o bico duro contra minha palma. Laura soltou um gemido abafado e mordeu meu lábio inferior…

— Para doido — pediu sorrindo, aqui não, tem gente olhando…

— Vamos pra um lugar mais quieto

Ela hesitou por um segundo, mas o desejo venceu. Saímos do pagode em direção ao estacionamento….Entramos no meu carro. Mal fechei a porta e ela já estava em cima de mim, beijando com fome. Puxei o banco para trás e inclinei….Laura montou no meu colo. O jeans dela roçava direto no meu pau duro. Eu abri o botão da calça dela e desci o zíper, enfiando a mão por dentro da calcinha. Ela estava encharcada.

— Que delícia sua bucetinha molhada… — passando dois dedos entre os lábios inchados da boceta dela.

Laura gemeu alto, rebolando contra minha mão. Tirei os óculos dela com cuidado e joguei no banco de trás. Os cachos loiros caíam no rosto enquanto ela se esfregava em mim. Baixei a calça e a cueca o suficiente para libertar meu pau grosso e escuro, latejando. Ela olhou para baixo e mordeu o lábio.

— É grande… — sussurrou, quase com reverência.

Ela saiu do meu colo e tirou a calça e a calcinha, enquanto eu também ficava nu da cintura pra baixo…ela voltou a vir por cima….segurei a base do meu pau e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada dela. Laura desceu devagar, sentando até o talo. O calor apertado da boceta dela me envolveu por completo. Ficamos os dois imóveis por um segundo, curtindo a sensação. Depois ela começou a cavalgar.

As mãos dela apoiadas no meu peito, os seios balançando dentro da blusa, os gemidos cada vez mais altos enquanto eu socava para cima, metendo fundo. O carro balançava no ritmo. Eu segurava aquela bunda macia, abrindo as bandas enquanto metia com força.

— Que delícia… — ela gemia, completamente entregue.

O som molhado da boceta dela ecoava. Laura gozou primeiro, tremendo inteira, apertando meu pau com espasmos. Eu não aguentei muito mais. Segurei os cachos dela e gozei forte, enchendo aquela boceta quente com porra grossa.

Ficamos ofegantes, suados, colados. Ela me olhou com aqueles olhos verdes, ainda vidrados de prazer.

— Isso não pode se repetir… — disse, sem nenhuma convicção, ainda com meu pau dentro da buceta dela…

— Pode sim, professora. E vai se repetir. Muitas vezes.

Essa foi a primeira, de muitas fodas com a professora do meu filho…

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