Por

Outubro 26, 2026

16 Visões

Reportar este conto

Para denunciar esta história, você deve iniciar sessão. Por favor, conecte-se ou cadastre-se.

Outubro 26, 2026

16 Visões

Sem calcinha pro Leo

0
(0)

Um dos meus primeiros relacionamentos foi bem ruim. O cara me fazia questionar várias coisas, minha sanidade, meus gostos e até se eu era atraente o suficiente pra chamar atenção de alguém. A gente transava mais por pressão dele que por vontade. Ele me ameaçava dizendo que se não fizesse comigo ia procurar em outros lugares. Fiquei tão massacrada que cheguei a pensar que não gostava de sexo, que não fazia a mínima questão de transar… até conhecer meu marido, o Leo (H46). Estamos juntos a 10 anos e juro: se eu não pedir, ele não me dá descanso.

Um dia precisávamos sair pra resolver algumas coisas de casa. Cês sabem a ladainha: supermercado, ração pros bichos, banco, essas coisas. A cidade em que moramos é QUENTE, então preferi colocar um vestido soltinho, bem leve, já que se tratava de passar um bom tempo fora caminhando. Trancamos a casa e saímos.

Leo foi dirigindo e quando chegamos no primeiro lugar e eu fui descer (ele ficaria no carro me esperando) ele falou “Vou estacionar por aqui, mas ei… Tu tá usando calcinha?”

Essa podia muito bem ser descrita como a brincadeira que a gente mais gosta: a Marina tá usando calcinha hoje ou não? É algo que ele não consegue prever. Tem dias que simplesmente não quero usar calcinha. Me aperta, faz calor, a calcinha específica que eu queria usar tá suja, a roupa que eu resolvi usar marca, então ele nunca sabe e tenho minhas suspeitas de que ele se diverte muito tentando adivinhar. Também ama passar a mão na minha bucetinha enquanto dirige, disse pra mim uma vez que gosta de ficar com meu cheiro nos dedos pra ficar de lembrança durante o dia.

Olhei pra ele com a maior naturalidade, sem demonstrar nada “Quando eu sair, cê olha pra ver se consegue descobrir. Volto já.” E saí sorrindo contida, amando a sensação do pequeno mistério, sentindo as contrações deliciosas e um calor familiar dentro de mim. Entrei na loja, não tinha o que eu precisava, esperei mais uns minutinhos mesmo assim. Quando voltei pro carro, Leo já tava me devorando com os olhos.

Essa sensação. É isso. Minha buceta encharcou na mesma hora. Ele me olhava como se não importasse mais nada, a única coisa que interessa esse homem nesse momento é ter o pau dentro de mim onde quer que seja, desde que seja fundo. Toda vez que faço alguma coisinha safada ele me olha desse jeito.

“E aí?” ele perguntou.

“Não tinha o que eu precisava…”

“Que pena gatinha, mas nem era isso que eu queria saber.”

“É claro que eu tô sem calcinha, amor!” e abri um sorriso. Acho que tentei parecer inocente, mas não devo ter conseguido esconder a minha satisfação com a cara que ele fez quando disse isso. Parecia satisfeito com a minha resposta.

O lugar onde ele estava estacionado não era permitido ficar por muito tempo, então ele manobrou o carro sorrindo e saiu. Colocou a mão na minha perna assim que pôde e disse “Caralho gatinha, tu é macia demais!” e ficou passando a mão por ali, acariciando a parte interna da minha coxa dos joelhos até o meio, onde chegava a bainha do vestido. Cada vez que fazia o trajeto de volta do joelho pra coxa sua mão subia o vestido um pouco mais, até virar só um montinho de tecido que não fazia nenhum esforço pra cobrir minhas partes.

Enquanto me deliciava com as mãos dele em mim, continuava olhando pras lojas na avenida em que estávamos, quando eu apontei “Ei, para por aqui. Ali! Aquela loja.”

Distraído, ele respondeu “Eita! Tá, vou parar ali na frente, tu desce e eu dou a volta. Te pego na porta”

Desci rápido e entrei na loja. Já não estava mais concentrada em resolver os problemas de casa… minhas pernas deslizavam uma na outra e isso tirava minha atenção da atendente, mas achei o que precisava!

O resto das 2 horas que passamos fora de casa foi nesse joguinho: eu me exibia na frente dele sempre que descíamos do carro e quando voltávamos as mãos dele iam direto pras minhas pernas e ficavam me provocando. Nos tocamos o trajeto inteiro, eu passava as unhas no cabelo dele, na barba e nas costas, devolvendo o que ele me fazia, cafuné aqui, ali…

Quando chegamos em casa, saí do carro primeiro e entrei, indo direto pro quarto. Ele tirou as duas sacolas do banco de trás e quando entrou em casa, o ouvi colocar as coisas no balcão, eu já tinha arrancado o vestido e sutiã. Fui pra cama e fiquei de quatro, com os cotovelos apoiados na cama. A bunda bem empinada em direção a porta pra ser a primeira imagem que veria quando entrasse, e o chamei.

Quando ele passou pela porta e me viu, soltou um gemido contido e baixo. “Caralho gatinha! Isso tudo pra mim?” Pensei que não dava pra ficar mais molhada, mas perceptivelmente eu tava errada.

Nosso quarto tem um espelho grande na porta do guarda-roupas que deixei posicionado pra que eu o visse quando se aproximasse da minha bunda e um banquinho, que Leo puxou pra sentar e ficar de frente pro meu cu. Amo ver esse homem olhando pra mim como se fosse me devorar, me partir ao meio. Tenho certeza de que minha buceta tava brilhando, esperando ansiosamente a hora que ele colocaria a boca em mim e me daria uma surra de pau deliciosa e merecida.

“Só pra ti!” eu respondi balançando sutilmente a bunda e o observando pelo espelho.

Ele se levantou, tirou a camisa e calça, ficando de cueca, tudo isso sem tirar os olhos da minha bunda, e sentou de novo com a boca levemente entreaberta. “Posso passar a língua no teu cuzinho, gatinha?”

Gemi de antecipação pensando na língua dele e mim. “Por favor! Me chupa inteira amor, por favor…” implorei enquanto ele chegava mais perto e colocava a mão na minha bunda, abrindo espaço pra ver melhor. Parecia assistir um espetáculo. Passou alguns segundos só olhando e apertando minha bunda, passou a mão livre no volume notável entre suas pernas e então ele começou.

Leo me devorava como um homem faminto e insaciável e eu gemia e soltava exclamações incoerentes, o incentivando e pedindo mais. Ele passava a língua molhada e quente no meu cu, causando a mais deliciosa sensação, deixando minha buceta ensopada e escorrendo pelas pernas. Eu via pelo espelho que ele realmente estava satisfeito com o que tinha nas mãos, me comia como se fosse a refeição mais gostosa, um prato especial só dele. Posicionou a outra mão na outra nádega e assim me abriu mais um pouco, quando o fez, balancei a bunda na cara dele, como uma cachorra que abana o rabo pro dono quando está feliz. Ouvi mais do que vi o sorriso dele quando fiz isso.

“Esse cuzinho suculento… apontado pra mim…” disse ele quando se afastou um pouco de mim. Eu conseguia ver minha excitação na barba dele. “Tu sabe que eu fico doido, né?” Enquanto falava, não desviava os olhos do objetivo dele, e começou a passar os dedos de leve na minha buceta. Brincando comigo, quase enfiando os dedos, acariciando de leve o caminho do cu até o clítores. Esse tipo de toque leve me possui e me deixa quase entrando num transe. Abaixei a cabeça, fechei os olhos e me senti ser preenchida quando ele voltou a lamber meu cu e enfiar dois dedos na minha buceta, tão devagar… Sem me dar tudo que eu precisava ainda.

Ele gosta de me deixar meio selvagem, de me ver pedir pelo pau dele algumas vezes antes de me dar exatamente o que eu quero. Amo quando ele responde que dá tudo o que a vadiazinha dele pede…

Me comeu assim por um tempo e arrancava sons de mim que ficavam mais incoerentes a medida que sentia minha buceta inchar e se contrair em volta dos dedos dele. Abri os olhos e virei pro espelho, Leo parecia não querer parar. Estava de olhos fechados, com o rosto enterrado entre as nádegas, com um braço apoiado na minha bunda e a outra mão ocupada dentro de mim. Eu conseguia ver o movimento lento que seu braço fazia entrando e saindo de mim, a visão passava o sentimento de fartura…

“Eu preciso do teu pau dentro de mim” pedi ainda olhando pra ele me devorando, um pouco mais ávido agora. Eu não devia ser a única perdendo o controle ali.

Ele se demorou um pouco, gemendo, tirou os dedos de dentro de mim e levantou a cabeça, finalmente olhando diretamente nos meus olhos “O quê?”. A boca brilhava e ele parecia genuinamente distraído.

“Teu pau, gatinho… Eu preciso do teu pau.” respondi. “Bem duro, latejando… me dá?”

Ele sorriu e levantou do banquinho, tirou a cueca e o pau dele saltou pra fora. “Exatamente como tu gosta, né, safada?” e sem me dar tempo pra responder, segurou o pau e começou a passar a cabeça no meu cu. A sensação da pele macia da cabeça do pau dele escorregando por mim assim, brincando com aquela promessa, deixava minhas pernas fracas.

“Qualquer dia desses tu vai deixar eu comer esse cuzinho, não vai, gatinha? Tão apertadinho…”

“Vou amor, mas teu pau é grande…”

“A gente vai com calma, gatinha… Começo só com um dedo, com o pau todinho enfiado na tua buceta macia…” Leo dizia enquanto continuava a tortura deliciosa, passando a cabeça da rola latejante no meu cu e escorregando cada vez mais pra baixo, me ameaçando com aquilo que eu mais queria.

Foi quando ele soltou o pau, segurou firme meu quadril com uma das mãos e se abaixou por cima das minhas costas. Passou a outra mão suavemente pelo meu pescoço e me levantou, fazendo com que ficasse de joelhos, com as costas apoiadas no peito dele e cabeça descansando em seu ombro. Soltou meu quadril e encostou a boca no meu ouvido “mas por enquanto, eu vou fuder tua bucetinha toda e te fazer gozar no meu pau.” enquanto apertava um pouco mais a mão da minha garganta e com a outra se colocava no meio das minhas pernas.

O pau dele abrindo caminho dentro de mim, roçando em todas as partes certas, me preenchendo por inteira até não sobrar mais espaço pra pensar, Leo foi bem fundo. Senti a mão dele voltar pro meu quadril e me segurar firme “Isso. Me come toda amor…” era a única coisa que conseguia repetir. Empinava mais ainda a bunda pro pau dele entrar e sair com facilidade, fazendo uma pequena bagunça com o que escorria de mim.

Ele passava uma das mãos pelo meu corpo enquanto me segurava firme pelo pescoço com a outra, percorrendo minha cintura, se demorando nos meus seios, apertando meu quadril, escorregando a mão pela minha barriga até minha buceta, massageava a região sensível por ali e voltava tudo de novo. Tudo enquanto falava entre os dentes em como o pau dele deslizava fácil na minha buceta apertadinha, me chamando de gostosa e soltando xingamentos e gemidos. Me fudia com gosto, sem deixar espaço entre nós dois.

“Gosta de ser minha vadiazinha, né?”

Se no momento eu respondi, não sei, mas dentro da minha cabeça tudo o que eu conseguia fazer era gritar: SIM! EU AMO SER TUA VAGABUNDA! Entre gemidos de concordância descontrolados que eu soltava, a mão dele se apertou um pouco mais na minha garganta e com isso o senti latejar, as estocadas ficando mais fortes, o pau dele me atravessando. Começando a me dar a surra que pedi silenciosamente.

“Isso, gatinho! Isso!” consegui incentivar enquanto massageava meu próprio ponto de combustão. “Não para, por favor… não para, desse jeito…” Eu não ia conseguir segurar por muito tempo. A sensação de estar preenchida até o talo por esse homem, de ser devorada completamente como a refeição mais nutritiva que ele já consumiu, é enebriante.

Ele soltou meu pescoço e me envolveu o quadril com as duas mãos, me fudia em ritmo constante, segurando com força. Provavelmente deixaria marcas na pele… me dando exatamente como o que tinha pedido, me fazendo gozar loucamente. Enquanto eu gozava, ele soltava grunhidos cada vez mais curtos, diminuindo o ritmo até gozar também e continuar me comendo até esgotar tanto a mim, quanto a si mesmo.

Quando começamos a namorar, eu perguntava se essa fase dele querer me comer o tempo todo ia passar, já que minha experiência anterior tinha me dito que seria assim, mas ao longo desses anos esse tipo de cena que eu descrevi se tornou o nosso normal. Temos altos e baixos, épocas em que a gente se devora com os olhos e outras que ficamos mais “calmos”, mas nunca teve um dia em que meu marido não tenha tentado me comer e eu nunca mais questionei minha sexualidade. No final das contas, não era de sexo que eu não gostava…

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Uma tarde inesquecível com Ta

anônimo

17/10/2019

Uma tarde inesquecível com Ta

Dando o Cuzinho na Viatura

anônimo

23/01/2018

Dando o Cuzinho na Viatura

Arregacei o cuzinho da namorada

anônimo

12/07/2018

Arregacei o cuzinho da namorada
Scroll to Top