Uma foda suja na oficina Publicado por anônimo em 19/07/2019 em Hétero: geral

"Era uma sexta feira e eu estava voltando da faculdade umas 23: 00 quando meu carro simplesmente morreu, apagou do nada. "

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Girei a chave mais uma vez e ele ligou, porém ascendeu uma luz amarela no painel e ele ficou bem fraquinho. Dirigi com ele assim mesmo para casa, deixei ele na garagem e subi para meu apartamento sabendo que no dia seguinte teria de levá-lo para arrumar.

No dia seguinte acordei tarde, afinal era sábado e sou filha de deus. Lá para o meio dia quando animei sair da cama, fui me arrumar para ir para oficina. Coloquei um shortinho Jeans curtinho, uma camiseta preta sem sutiã (quase não uso sutiã a não ser no trabalho), amarrei o cabelo num rabo de cavalo, calcei um chinelinho e fui em direção a garagem pegar o carro e levar na oficina.

Chegando lá estacionei o caro em frente e entrei para falar com o mecânico. Quando entrei no lugar todos me olharam como se eu fosse uma alienígena. Haviam cinco homens no local e todos me olharam de cima a baixo dando uma conferida melhor na altura dos meus seios que marcavam levemente por debaixo da camiseta. Um dos homens, o que estava de macacão e mais sujo de graxa veio ao meu encontro perguntando se eu precisava de algo. Expliquei o que havia ocorrido com o carro e ele educadamente, mas sem tirar os olhos do meu corpo pegou a chave e foi fazer os testes de costume.

Enquanto ele testava o meu carro os demais homens da oficina me olhavam sem parar. Nem se quer se davam o trabalho de disfarçar. Um deles inclusive por diversas vezes apertou o pau por cima da calça enquanto me observava.

Depois dos devidos testes o mecânico que se chamava Antônio retornou dizendo que o carro teria de ficar para olhar e que provavelmente o defeito havia sido causado por combustível adulterado. Ele me garantiu que no dia seguinte poderia ir até lá ao meio dia que ele estaria pronto. Achei estranho ele me prometer entregar o caro no domingo, mas ele disse que para uma princesa como eu ele trabalhava até no dia de folga. Agradeci a gentileza e ele anotou o meu telefone para me avisar qualquer imprevisto.

Chamei um Uber e fui para casa. Quando era de noite recebi uma mensagem do tal mecânico no WhatsApp me dizendo que o carro já estava quase pronto. Agradeci e ele começou a fazer elogios sobre a minha foto de perfil. Agradeci mais uma vez e ele continuou a me elogiar. Continuamos a conversar durante a noite e o assunto passou a não mais ter foco no carro e sim em outras coisas. Depois de umas duas horas de conversa ele começou a fazer perguntas mais íntimas, e eu fui dando corda para ver até onde ele ia. Depois de umas três horas de conversa já estávamos falando abertamente sobre sexo e ele sempre dizendo que tinha ficado de pau duro só de conversar comigo. Naquele dia, o máximo que aconteceu foi ele me mandar uma foto da pica dele que diga-se de passagem parecia uma delícia.

No dia seguinte, a umas 10 da manhã ele me enviou mensagem informando que o carro havia ficado pronto. Fui de Uber até a oficina para buscar. Chegando lá só estava ele finalizando alguma coisa em outro carro. Ele me cumprimentou e já deu aquela conferida no meu corpo. Eu naquele dia usava um vestidinho coladinho e curto.

Ele me informou o preço do serviço e eu disse que iria pagar com cartão. Antônio me levou até uma salinha nos fundos da oficina pois, segundo ele, a máquina de cartão estava carregando lá dentro. Ao chegar na sala, enquanto eu digitava a senha do cartão ele me olhava de cima a abaixo me comendo com os olhos sem nenhum pudor.

- Você é a cliente mais gostosa que eu já tive aqui. - ele disse na lata.

Eu apenas sorri e agradeci o “elogio”.

- A nossa conversa de ontem me deixou doido sabia?

- Mesmo?

- Tive que bater uma para conseguir dormir.

- E foi bom? – provoquei.

- Melhor só se fosse de verdade. – ele disse já me pegando pela cintura e trazendo para perto do corpo dele.

Quando me encostou nele pude sentir seu pau duro na minha coxa. Ele cheirou meu pescoço e me beijou pouco abaixo da orelha.

- O senhor está muito safado.

- Você que me deixou assim.

Ele me mordeu na nuca enquanto sua mão esquerda subiu pelas minhas coxas terminando apertando a minha bunda. Suspirei no seu ouvido e ele com a mão direita abaixou a alça do meu vestido deixando um dos meus seios à mostra.

O mecânico se afastou e olhou diretamente para os meus seios. Abaixou a outra alça revelando os dois. Lambeu os lábios e sorriu.

- Que peitos deliciosos você tem moça.

- Gostou? – Perguntei com um sorriso.

Ele não respondeu apenas caiu de boca neles me levando até a mesa desarrumada do escritório. Me pegou no colo e me colocou sentada nela. Passou a sugar meus seios um de cada vez enquanto sua mão adentrava entre minhas pernas puxando minha calcinha de lado e massageando meu grelinho.

Eu o segurava pelos cabelos enquanto gemia baixinho. Antônio passou a me penetrar com 2 dedos e fazia movimentos de vai e vem enquanto com o polegar continuava a massagear o meu clitóris.

Ele passou a beijar minha barriga e ia descendo à medida que deitava na mesa. Tirou o resto do meu vestido o jogado em cima da cadeira. Puxou em seguida a minha calcinha e a colocou do meu lado. Estava ali completamente nua na mesa do escritório da oficina. Pela janela eu conseguia ver todo movimento da rua do outro lado da porta que permanecia escancarada indicando que a oficina estava aberta.

O mecânico passou a me chupar. Ele enfiava toda a língua dentro de mim e se deliciava com meu melsinho. Suas mãos percorriam pelos meus seios à medida que ele ia me chupando. Eu gemia baixinho ao passo que ia tomando linguadas na buceta e ele não parava de chupar.

Eu já estava toda molhadinha quando ele ficou de pé e começou a abrir o botão da calça. Abriu o zíper e abaixou a cueca. Pude ver aquele pau duro cabeçudo e cheio de pelos, pronto para me comer. Ele deu umas duas punhetadas e ia se preparando para me foder.

- Sem camisinha não – disse fechando as pernas e me sentando na mesa.

- Eu tiro para gozar moça.

- Sem camisinha sem chance. – Disse outra vez pegando minha calcinha e me preparando para voltar a me vestir.

Ele colocou no rosto a expressão de pura frustração e me deu até dó. Mas não ia arriscar de jeito nenhum.

- Me espera dois minutos. – Disse o homem enquanto abotoava a calça de volta e catava moedas que estavam espalhadas na gaveta. 

Saiu correndo para fora da oficina e eu recoloquei minha calcinha. Peguei meu vestido na cadeira e me vesti novamente. Pensei em ir embora, mas estava doida para terminar aquela foda então dei o benefício de esperar por 5 minutos contados no relógio.

Os cinco minutos se passaram e ele ainda não tinha voltado. Peguei a chave do meu carro que estava pendurada na parede junto as outras e decidir ir embora. Quando estava na metade da oficina e perto do meu carro ele voltou. Estava coberto de suor e ofegante, mas com um pacotinho de camisinha nas mãos.

- Eu disse para esperar.

- Achei que não ia mais voltar

Ele não me respondeu, apenas me pegou pelo braço e me levou de volta para a salinha. Chegando lá já foi abaixando a calça e colocando a camisinha no pau que ainda estava duro. Tirei minha calcinha e subi meu vestido. Me apoiei na mesa e ele veio por traz.

Encaixou e começou a meter sem dó. Sentia o cheiro de suor vindo daquele homem à medida que ele socava ne mim. Sua pica não era grande, mas era grossa e gostosa. Sentia ela entrando e saindo enquanto ele ia socando.

Antônio abaixou meu vestido deixando meus seios à mostra novamente e se segurou neles enquanto socava. Ele espremia meus mamilos com as pontas dos dedos enquanto metia. Roçava seu bigode na minha orelha enquanto a chupava. O cheiro de suor sexo tomava conta da pequena salinha.

O mecânico me virou de frente para ele e mais uma vez chupou a minha buceta. Ele a sugava e metia a linga sem dó dentro de mim. Deu uma rápida, mas bela, chupada e em seguida voltou a meter. Posicionou as minhas pernas bem abertas com meus pés apoiados nos seus ombros. Me segurou pela cintura e metia com toda força. Eu sentia seu pau entrar fundo e meu melsinho escorria da minha bucetinha pingando sobre a mesa. Antônio olhava fixamente para os meus seios que balançavam com o impacto. Ele aumentava o ritmo e do seu rosto escorria suor. Ele não parava, metia e metia, e eu me contorcia de prazer. Aquela foda bruta e suja estava me matando de tanto tesão.

- Caralho eu vou gozar. – ele anunciou.

Comecei a massagear meu grelinho enquanto ele socava. Ele metia agora com toda força sem parar. Na rua pessoas passavam e poderiam nos ver a qualquer momento desde que entrassem na oficina. Toda aquela situação me deixava mais doida de tesão

O corpo de Antônio começou a tremer e ele socou com tudo e gritou quando o primeiro jato de gozo foi liberado. Deu mais quatro bombadas forte que acompanhavam seus jatos de porra inundando a camisinha.

- Não para, continua que estou quase.... Lá. – Implorei.

Ele continuou a meter sem parar. Eu gemia e masturbava loucamente até sentir o gozo vindo e tomando conta de todo o meu corpo. Minha bucetinha pulsava enquanto liberava meu gozo naquele pau peludo e sujo.

Antônio caiu exausto na cadeira. A camisinha lotada de porra, permanecia pendurada no seu pau que começava a amolecer. Me levantei ajustando o vestido. Meu corpo estava todo marcado de graxa advinda das mãos do mecânico que tinha acabado de me comer com vontade. Joguei a calcinha toda melada para ele e disse:

- Pode guardar de lembrança.

Ele ainda ofegante sorriu e eu fui embora com meu carro funcionando e minha buceta satisfeita.

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