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Outubro 19, 2026

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Banheiro do churrasco

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Estávamos no churrasco da família da minha mulher. Casa da mãe, quintal cheio de gente, música, criança correndo, tio bêbado falando merda. Eu, a minha mulher, e a Amanda, a irmã dela. Amanda é loira, bem loira, cabelo longo e ondulado, baixinha pra caralho (deve ter 1,55), corpo compacto e bunduda pra porra. Aquela bunda redonda e firme que parece que vai estourar o short. Peito médio, cintura estreita, e as pernas curtas e grossinhas. E os pés… pequenos, dedos bem feitos, sempre bem cuidados. Eu sempre olhei demais pra ela.
O churrasco estava no auge. Todo mundo no quintal. Eu fui no banheiro de dentro da casa e ela apareceu no corredor, de short jeans curtíssimo e uma blusinha branca que marcava o peito. Olhou pra trás, viu que ninguém vinha, e me puxou pelo braço pro banheiro do fundo, o que quase ninguém usava.
Trancou a porta.
— Rápido — ela sussurrou, já ajoelhando.
Não teve conversa. Ela abriu meu short, puxou a cueca e o pau já estava duro pra caralho só de olhar pra ela. Segurou com as duas mãos (as mãozinhas dela eram pequenas) e começou a chupar. Boca quente, molhada, apertada. Ela não fez firula: engoliu o máximo que deu de primeira, a cabeça quase sumindo na garganta, e ficou ali, engasgando de leve, saliva escorrendo pelos cantos da boca. O barulho era só de sucção molhada e o gemido abafado dela.

Eu segurei o cabelo loiro dela e comecei a meter na boca, devagar no começo, depois mais fundo. Ela olhava pra cima, olhos meio marejados, e deixava. Toda vez que eu enfiava até o fundo ela fazia um barulhinho de engasgo e apertava a base do pau com a mão pra eu não ir além. A bunda dela estava pra cima, o short subindo e mostrando a metade da calcinha branca. Eu não aguentei: tirei o short e a calcinha dela de uma vez só. A bunda redonda e branquinha ficou na minha cara.
Continuei metendo na boca dela enquanto apertava aquela bunda com as duas mãos. Ela chupava com mais vontade agora, mais sujo, a saliva escorrendo pelo queixo e caindo no chão. De vez em quando ela parava, passava a língua em volta da cabeça bem devagar, chupava só a pontinha com força e depois engolia de novo até o fundo. Eu quase gozei só com aquilo.
Ela tirou o pau da boca, virou de costas, se apoiou na pia e abriu as pernas. Eu enfiei de uma vez. Estava encharcada. Comecei a meter rápido e fundo, tentando não fazer barulho. A bunda dela batia na minha virilha com um barulhinho abafado. Eu cobria a boca dela com a mão pra ela não gemer alto. Ela mordia meus dedos e rebolava pra trás, pedindo mais.
Eu olhei pra baixo e vi os pezinhos dela no chão, sem sapato, dedos apertando o piso a cada estocada. Não aguentei. Parei, saí de dentro, me ajoelhei atrás dela e chupei os pés enquanto metia dois dedos na buceta. Lambei a sola inteira, chupei os dedos um por um, enfiei o dedão na boca. Ela estava tremendo, a buceta escorrendo na minha mão.

Voltei a meter nela. Rápido, fundo, silencioso. Quando senti que ia gozar, tirei o pau, virei ela de frente e enfiei de novo na boca. Ela engoliu tudo, chupando forte enquanto eu gozava direto na garganta. Engoliu quase tudo. Um pouco escorreu pelo canto da boca e ela limpou com o dedo e chupou.
A gente se arrumou em menos de um minuto. Ela limpou a boca, ajeitou o short, me deu um beijo rápido e saiu primeiro. Eu esperei uns trinta segundos e voltei pro quintal como se nada tivesse acontecido.
Minha mulher estava conversando com a mãe dela. Amanda estava do outro lado, pegando uma cerveja, como se tivesse só ido no banheiro. Olhou pra mim por um segundo e sorriu de canto.
Eu fiquei o resto do churrasco duro de novo só de lembrar do jeito que ela engasgava com o pau e daquela bunda batendo na minha virilha enquanto eu chupava os pés dela escondido.

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