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Jogo de prenda na piscina
Meu marido e eu alugamos um Airbnb no litoral para passar as férias de verão. Era uma casa pequena, geminada, com dois quartos e uma piscina, bem em frente à praia, num lugar mais familiar. Na véspera da viagem, um imprevisto na empresa o obrigou a adiar a ida. Ele insistiu que eu fosse na frente. Assim que resolvesse o problema, se juntaria a mim.
Na manhã em que cheguei, vesti o biquíni e desci para a praia. Não estava cheia. Algumas famílias, um ou outro casal. Tentei montar o guarda-sol sozinha, mas não estava conseguindo. Dois rapazes que estavam por perto se prontificaram a me ajudar. Eram simpáticos. Ficamos conversando depois que montaram o guarda-sol. Tinham uns 18 anos, estavam passando uns dias com a família. Meu biquíni não era chamativo, mas percebi os olhares sobre meu corpo, especialmente nos meus seios. Não me importei, na verdade até gostei da atenção deles. Depois eu fiquei na praia por mais algum tempo e eles foram fazer outra coisa.
Quando recolhi minhas coisas para voltar, eles me ajudaram a carregar tudo. O resto do dia acabou sendo um pouco entediante, por eu estar sozinha, e acabei dormindo cedo. No outro dia, quando desci, os dois já estavam aproveitando a praia. Assim que me viram, vieram me ajudar de novo. Estava usando um biquíni mais ousado. A parte de cima era tão pequeno que mal cobria os mamilos. Os olhares deles não eram nada discretos, mas eu fingi que não tinha percebido. Na hora de ir embora, mais uma vez eles me acompanharam.
Ofereci um lanche e ficamos conversando na beira da piscina. Daniel era magro, um pouco mais baixo que eu. Jean era mais alto e forte. Os dois eram animados, divertidos, faziam piadas, e eu ria como uma boba. Eles pediram para entrar na piscina, e eu não vi problema. Eles brincavam de se empurrar e insistiram para eu me juntar a eles. Eu estava contagiada com a descontração deles, e acho que isso os deixou à vontade pra me incluir na brincadeira. Daniel era mais malicioso, instigando e provocando. Já Jean era mais quieto, mas sempre acompanhando Daniel.
Logo senti um contato mais próximo, eles começaram a roçar o corpo no meu e, debaixo da água, suas mãos tocaram a minha bunda por diversas vezes. Toda aquela brincadeira e o calor físico começaram a me deixar excitada. Acho que Daniel percebeu que eu estava gostando desse contato e propôs um jogo mais ousado. Na parte mais rasa da piscina, ele espalhou cinco tampinhas, e cada um deles teria que tentar pegá-las, enquanto eu teria que impedir segurando firme por trás. E tinha uma prenda, se eles conseguissem ganhariam um beijo meu. Pensei um pouco na proposta.
– Já que vocês estão são atrevidos, minha prenda vai ser no mesmo nível: Quem não conseguir, vai ter que pegar no pinto do outro.
Eles congelaram por um instante, sem esperar que eu fosse tão longe. Houve uma breve hesitação enquanto confabulavam baixinho. Jean ficou pensativo avaliando o castigo.
– Está bem – Daniel tomou a decisão – mas se você perder o beijo vai ser na boca.
Fiquei olhando para eles por alguns segundos, fingido hesitar pra me fazer de difícil. Finalmente concordei com o beijo.
Jean foi o primeiro. Fiquei logo atrás dele na parte rasa, colando meu peito em suas costas e abraçando seu corpo. A sensação da pele quente contra a minha me acendeu ainda mais. Daniel jogou as cinco tampinhas na água e deu o sinal. Ele começou a se mover, e eu fiz força para segurá-lo, sentindo nossos corpos se roçarem inteiros a cada movimento dele para escapar. O biquíni escorregou e eu senti o toque do meu mamilo direto na pele dele. Nesse momento minha intimidade ficou bem úmida, e eu vacilei. Ele se aproveitou do meu vacilo e rapidamente recolheu as tampinhas. Fingi não notar que estava descoberta e os dois ficaram surpresos fixados no meu peito exposto.
– Vou ter que pagar a prenda – falei “lamentando”.
Puxei o Jean que estava meio paralisado e lhe dei um beijo de língua. Depois fingi espanto pelo meu peito e ajeitei o biquíni. Ficamos parados por um segundo. Jean estava vermelho. Então foi a vez de Daniel. Envolvi ele por trás, sentindo o corpo dele mais agressivo nas investidas. Tentou escapar do meu aperto, mas dessa vez eu me certifiquei de prendê-lo bem, usando minhas pernas e braços para travar seus movimentos na água rasa. Por ser menor que eu, foi mais fácil imobilizá-lo. O tempo acabou e ele só conseguiu pegar três tampinhas.
— Perdeu — anunciei, com um sorriso — Hora de pagar a prenda.
Daniel, querendo se livrar rápido do castigo, esticou a mão e deu um toque rápido, no pinto de Jean.
— Ah, não! Assim não vale — protestei, cruzando os braços. — Tem que segurar direito e com vontade, senão a brincadeira acaba.
Jean estava parado meio sem graça. Era possível notar o volume que se formou no seu calção depois do beijo. Daniel riu sem graça, olhando para o amigo. Viu que eu não ia aliviar. Ele xingou baixinho, mudou a postura e fechou os dedos por cima do calção de Jean, segurando-o com firmeza. Ele soltou o calção de Jean e me encarou. Estava mordido com a humilhação, mas o clima da piscina já tinha quebrado qualquer vergonha entre nós.
— Ah, é? Então agora mudou o jogo — ele falou — Agora você vai ter que pegar as tampinhas. A gente tem que te segurar.
— E qual vai ser o castigo? — Eu perguntei
O jeito irreverente dele tinha voltado.
— Se você perder, vai ter que chupar o pau de quem te segurou.
A imagem da na minha boca no pau deles fez meu corpo tremer. Eu estava gostando e queria que a brincadeira fosse mais longe, mas não podia entregar tão fácil. Sustentei o olhar, fingindo ponderar o risco.
— Está bem — respondi — Mas se vocês perderem, o castigo vai ser o mesmo: quem perder vai ter que chupar o pau do outro.
Entrei na piscina e Jean veio primeiro. Ele colou o corpo em mim por trás, me abraçando firme e prendendo meus braços. Sua respiração no meu pescoço e seu pau duro roçando na minha bunda me atiçavam. O tempo acabou e eu quase não consegui me mexer.
– Vai ter que chupar o pau do Jean – Daniel falou
Me ajoelhei em sua frente, abaixei o calção até os joelhos. O membro era grosso, e estava bem duro, apontado pra cima. Envolvi a cabeça com os lábios e chupei devagar. Depois desci, sentindo a grossura na língua. Jean estava com uma cara de bobo como se nunca tivesse tido uma experiência como aquela, e Daniel com os olhos arregalados, parecendo não acreditar no que estava acontecendo.
– Pronto! – Apontei para o Daniel – Sua vez!
Daniel veio pra cima de mim e me abraçou por trás, só que não prendeu meus braços. O safado veio com as mãos diretas segurando meus seios. Eu sentia o pau dele cutucando minha bunda. Daniel era mais leve que Jean, e com minhas mãos livres, não foi difícil recolher as cinco tampinhas, mesmo com ele me apertando.
Daniel resmungou, sabendo que tinha perdido por causa da própria safadeza. Ele olhou para o calção de Jean, que ainda estava arriado na altura dos joelhos, e depois para mim, percebendo que eu não aceitaria menos que o combinado. Sem saída, se abaixou, abriu a boca e engoliu o pau de Jean de uma vez só. Deu duas chupadas rápidas e se afastou limpando a boca com o dorso da mão. Ficou em pé com os braços cruzados, a cara emburrada. Achei graça da marra dele. Me aproximei, fazendo ele olhar para mim.
— Se eu fizer em você, você se anima? — perguntei
O mau humor de Daniel sumiu num piscar de olhos. Um sorriso malicioso se abriu no rosto dele enquanto ele abaixava o calção até o joelho e exibia seu pau duro. Me abaixei. Peguei o pau dele com a mão e levei a boca. Ele fechou os olhos e segurou a minha cabeça, dando pequenos gemidos. Jean assistia a tudo de perto, com a mão no próprio pau, completamente hipnotizado pela cena.
Aquela brincadeira estava indo longe, e me dei conta que qualquer vizinho poderia se aparecer e nos ver ali. O coração disparou, misturando o medo do flagra com o tesão. Me afastei do Daniel, que soltou um resmungo de protesto.
— Calma — falei, olhando para os dois. — Aqui fora é perigoso, alguém pode ver. Não querem continuar essa brincadeira lá dentro?
Os dois se entreolharam, com os olhos brilhando. Daniel nem pensou duas vezes. Falei pra tomarmos banho primeiro. Puxei os dois pelas mãos e os guiei para dentro da casa, direto para o banheiro. Abri o chuveiro no quente, o vapor começou a embaçar o box e eu empurrei os dois para debaixo da água, entrando logo em seguida.
– A prenda de vocês agora é me ensaboar – Falei enquanto tirava o biquíni
Eles olhavam pro meu corpo admirados, como se estivessem sonhando. Daniel ficou por trás, ensaboou minhas costas, mas ficou bastante tempo passando na minha bunda, abriu as nádegas, e ficava acariciando meu botãozinho. Na frente, Jean passava a mão na minha barriga e dedilhava minha buceta, enquanto eu massageava seu pau e o beijava na boca.
Saímos do chuveiro, entreguei uma toalha para cada um e fomos direto para o quarto. Deitamos nus na cama de casal, olhei para os dois e perguntei:
— E agora, o que vocês querem fazer comigo?
Daniel, com jeito safado, pediu:
— Quero te ver de quatro.
Fiquei na posição que ele queria, empinando bem a bunda. Daniel se aproximou por trás e começou a brincar com as minhas nádegas, alternando beijos molhados e mordiscadas que me faziam arrepiar. Aproveitando a posição, puxei Jean pela cintura para ficar bem na minha frente. O pau dele estava latejando de duro. Segurei com firmeza e comecei a chupar com vontade. Enquanto eu me concentrava em Jean, senti as mãos de Daniel abrindo a minha bunda, e logo em seguida a língua quente dele começou a lamber e chupar o meu botãozinho. A boca do Daniel ali atrás estava me enlouquecendo. A cada lambida e os movimentos rápidos que ele fazia, meu corpo tremia. Continuei chupando o Jean com força, sentindo a pulsação na minha língua, o que me excitava ainda mais.
O prazer foi subindo numa onda incontrolável, minha buceta começou a piscar, totalmente encharcada, até que eu não aguentei. Soltei o pau de Jean e dei um gemido alto, cravando as unhas no lençol enquanto gozava. Respirei fundo, ainda trêmula pelo orgasmo, mas o tesão não tinha passado. Pelo contrário, eu queria mais. Olhei por cima do ombro para o Daniel, que me encarava com os olhos brilhando.
— Coloca o pau em mim… — pedi com a voz ofegante. — Me come de quatro.
Daniel subiu na cama com pressa. Segurou meu quadril com firmeza e, depois de errar o alvo na primeira tentativa, conseguiu alinhar o pau duro na minha entrada e empurrou de uma vez. Soltei um gemido quando ele me penetrou. Daniel começou a dar estocadas meio desajeitadas, mas com muita vontade, batendo o corpo dele contra o meu. Ele não tinha muita técnica, mas compensava com um entusiasmo que me deixava ainda mais louca.
Jean assistia a tudo do lado, com o pau na mão, respirando fundo e sem conseguir tirar os olhos de nós. Vendo o amigo perder o fôlego rápido, Jean não quis ficar para trás.
— Minha vez, deixa eu ir um pouco — Jean pediu, já se posicionando.
Daniel saiu arfante, e Jean, também meio afobado, tomou o lugar dele na hora. Ele me segurou pela cintura e meteu com força, encontrando o ritmo rapidinho enquanto Daniel, recuperando o ar, se ajoelhava na minha frente para eu poder continuar brincando com ele. Jean estava metendo com força. Dava para sentir o pau dele cada vez mais quente e latejante dentro de mim. De repente, ele travou o quadril, afundando o membro com tudo e soltando um gemido enquanto descarregava uma sequência de jatos quentes lá no fundo da minha buceta.
A sensação daquela pulsação forte e do sêmen me inundando foi o gatilho perfeito. Meu corpo se contraíu apertando o pau dele, eu fechei os olhos, gozando pela segunda vez naquela tarde, num orgasmo tão violento que minhas pernas fraquejaram e eu quase desabei no colchão. Jean amoleceu devagar e saiu de dentro de mim, deitando de lado na cama, completamente exausto e com um sorriso de orelha a orelha.
Mas a brincadeira ainda não tinha acabado. Daniel, que assistia a tudo de joelhos na minha frente com o pau na mão, estava no topo do tesão, prestes a explodir. Ele segurou o meu queixo.
— Abre a boca… abre…— ele pediu.
Eu me inclinei um pouco para a frente, abrindo a boca e colocando a língua pra fora. Daniel se tocou por uns instantes até gozar com vontade. Eu não queria engolir, mas uma parte do jato acertou minha garganta antes de eu fechar a boca, e eu engoli uma parte, enquanto ele caía ofegando ao lado do amigo. Ficamos deitados por um tempo, os três recuperando o fôlego. Falei que era hora deles irem. Eles se vestiram com uma cara boba de quem não acreditava na sorte que tinha dado.
Levei os dois até a porta da sala, apenas de toalha. Eu ainda sentia o leitinho do Daniel na minha língua e o do Jean escorrendo pela minha perna. Me despedi dando um beijo na boca de cada um: — Amanhã de manhã estou na praia… E acho que vou precisar de ajuda com o guarda-sol de novo.


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