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Mamada no hotel
Uma vez por ano, a empresa onde eu trabalhava reunia os funcionários de diferentes unidades para um evento de confraternização em um hotel.
Entre eles estava Fernanda, minha colega de outra unidade.
35 anos, magra, branca, cabelos pretos e lisos.
Estilo patricinha, e com um rosto muito bonito. Era casada com um diretor de outra empresa.
Nós trabalhávamos na mesma função, e por isso nos tornamos colegas bem próximos.
Na última noite de evento aconteceu a festa de confraternização.
Já para o final da noite, poucas pessoas sobrando, Fernanda vêm conversar comigo. Linda, maquiada, usando um vestido leve. Ela já estava muito solta pela bebida, pegando na minha mão, nos meus braços, falando próximo ao meu rosto.
Aquilo já me deixando muito excitado.
Em certo momento Fernanda para na minha frente, me encarando nos olhos, como se esperando que eu a beijasse.
Prevendo acontencer o pior na frente de todos, a amiga que estava dividindo o quarto com ela, a puxa pela mão levando ela embora.
Apesar de aliviado de não ter feito uma besteira na frente de todos, meu tesão estava enorme com os flertes da Fernanda.
Louco de tesão, assim que cheguei no meu quarto mandei uma mensagem para ela:
– Sua amiga atrapalhou nossa conversa.
– Foi até melhor, senão a gente ia fazer besteira…
– Na frente de todo mundo é foda. Você poderia vir pro meu quarto…
Ela recusou, pois a amiga a veria saindo do quarto.
Mesmo assim, nessa noite, a conversa evoluiu para putaria por mensagem. Eu gozando, e enviando foto do pau. Ela dizendo que estava louca pra me chupar..
Mandei uma mensagem na manhã seguinte chamando ela novamente para o meu quarto.
Ela demorou para responder, mas aceitou.
Deitamos na cama assim que ela chegou, e começamos a nos beijar intensamente.
Quando fui tirar a sua roupa, ela me impede:
– Infelizmente não temos tempo. Você esperou o evento acabar pra tomar atitude… Daqui a pouco o ônibus vai sair…
– Podemos fazer outras coisas.. respondi abrindo o ziper da calça, saltando o meu pau pra fora.
Ela sequer pegou meu pau na mão. Abaixou e começou a me chupar lentamente.
Subindo, descendo, e sorrindo as breves vezes em que tirava o pau da boca.
Eu estava fora de mim assistindo ela me mamando com cara de safada. Pouco se importando com o marido esperando em casa, muito menos o fato de sermos colegas de trabalho.
Inspirado pela situação, e nossa putaria virtual da noite anterior, conduzi cada movimento dela para fazer por merecer a safadeza.
Puxei a cabeça do meu pau toda pra fora, e mandei ela mamar só a cabeça.
Ela obedecia.
– Suga forte.
A bochecha dela retraía sugando a cabeça do meu pau.
Ela mamava gemendo, fazendo barulhos no boquete, do jeito que eu gosto.
Fiz um rabo de cavalo com o seu cabelo, segurei a cabeça dela, e comecei a meter na sua boca, empurrando a cabeça dela pra cima, e pra baixo.
Metia até onde ela aguentava e soltava. A essa altura meu pau estava completamente babado e ela sem fôlego.
Puxei ela pelo rabo de cavalo pra ela respirar, então me pediu:
– Levanta, é melhor.
Fiquei de pé ao lado da cama enquanto ela deitou de bruços.
Aguarrei a cabeça dela e comecei a meter sem dó.
Ela aguentava sem refugar.
Eu segurava a sua nuca com uma mão, e a testa com a outra, enquanto assistia meu pau entrar e sair da sua boca.
A sacada estava aberta. Qualquer um que saísse na janela do quarto poderia nos ver, eu metendo na boca da Fernanda. Ela parecia não se importar que vissem a colega casada mamando, e isso me deu ainda mais tesão.
Quando avisei que ia gozar, ela rapidamente se ajoelha no chão agarrando meu pau com as duas mãos, batendo uma pra mim, e a língua pra fora esperando a porra sair..
O primeiro jato voou direto na sua bochecha.
Antes do segundo jato ela já tinha colocado meu pau de novo na boca.
Ela esperou até a última gota cair pra depois engolir tudo, limpando a cabeça do meu pau.
20 minutos depois estavamos todos no ônibus da empresa de volta pra casa.


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