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Me melaram de porra na festa.
Eu tenho um namorado de longa data chamado Eduardo. Ele é lindo, 1, 87 de altura, é 5 anos mais velho do que eu, moreno de olhos verdes, sarado de academia (foi na academia que eu o conheci), e faz muito sucesso com as mulheres. Namoro ele desde meus 15 anos e sou muito ciumenta. Já brigamos muito por causa de ciúme e traição por ambas ás partes. Já nos separamos e voltamos algumas vezes, mas somos dois safados e não vivemos separados rsrsrs.
Era uma sexta feira a tarde de muito calor. Eu estava me arrumando para ir a uma festa com meu namorado. Festinha padrão, universitária, com som, bebidas, bagunça, gente bonita, meninas safadas e meninos tarados rsrsrs, em fim. Tudo isso ia rolar em uma chácara enorme, em uma área rural de uma cidade próxima de onde eu moro.
Eu não iria conhecer muita gente no local, mas meu namorado sim. Era a galera da faculdade dele. E sempre que vou nesse tipo de festa com ele, sou muito desejada pelas pessoas. Todos os caras ficam me secando e, se eu der mole e sair de perto do Edu, viro uma presa pra vários lobos famintos.
Edu como sempre, me pediu pra ir com roupinhas bem curtinhas e provocante. Ele ama demais mostrar a ninfetinha deliciosa e “cavala” que ele tem como namorada. Sempre que saio com ele, me visto como uma perigueti. Se ele ama isso, eu amo mais ainda. Me excita ser desejada por olhos depravados.
Então, me vesti com um shortinho amarelo, super justo e apertado, de cintura baixa (um pouco mais de um palmo abaixo do umbigo). Ele obviamente era completamente curtinho e minha “raba” enorme e empinada, ficava assombrosamente magnífica vestida nele.
Também vesti um tomara que caia de cor branca todo justinho e curto. Ele terminava dois dedos a cima do meu umbigo (com piercing, tá?). Como meus seios são empinados e extremamente durinhos, não usei sutiã, fazendo com que meus seios ficassem bem a mostra na roupa.
Usei um leve salto, para andar toda empinada.
Antes de ir para festa, passamos na casa de minha amiga Julia, ela iria curtir a festa com a gente. Julia era uma de minhas melhoras amigas, estudávamos na mesma sala de aula e eu já até citei ela em outros contos aqui. Ela é uma lourinha linda e gostosa.
Ela também estava usando shortinho curto e decote, com as costas toda a mostra, parecia uma putinha de esquina. Aliás, assim como eu, Julia é uma garota depravada e adora chupar uma pica. Temos a mesma idade também.
Meu namorado Edu, sempre fica cobiçando minhas amigas, afinal, elas são todas lindas e safadinhas. Com a Julia não era diferente. Ele deu uma “secada” daquelas nela assim que a viu, caminhando até o carro.
Isso me deixa com ciúme sim, ainda mais por saber que minhas amigas acham meu namorado um tesão (e ele é muito mesmo). Mas, ao mesmo tempo que sinto ciúme, fico excitada quando me aproveito dele na frente delas, conhecendo que elas tem vontade de estar em meu lugar.
Então, no caminho até a festa, fiz questão de provocar meu namorado e também a Julia. Em quanto meu namorado dirigia e em meio a bebidas, som alto e risadas, eu comecei a mostrar os bicos dos meus seios pra ele, fazendo com que saíssem sobre o tomara que caia.
– Você já vai começar com safadeza senhorita Michele?! Seus seios estão aparecendo. Se comporte garota!
Dizia minha amiga em tom de brincadeira. Mesmo no banco de trás, Julia me viu por entre os bancos da frente com os biquinhos a mostra, já que eu estava quase virada para ela, sentada de lado, para que pudesse conversar e bagunçar mais a vontade.
Eu arrumava minha roupa, mas fingindo ser sem querer, deixava com que eles aparecessem novamente. Meu namorado, já com o pau duro, fazendo um belo volume na bermuda me disse:
– Gatinha, cuidado heim! Olha como seus seios ficam pulando pra fora desse decote. Não vai me deixar ficar aparecendo seus seios na festa viu? Fique atenta.
-Ela vai pagar peitinho o tempo todo Edu! Fique de olho nela!
Disse Julia tirando sarro do meu namorado.
Percebendo o volume de seu pau sob a bermuda, coloquei minhas mãos sobre os ombros dele, e aos poucos fui fazendo carinho em seu corpo, sempre abaixando minha mão. Até que minutos depois, eu já apertava sua pica e a esfregava com vontade sobre a roupa.
Julia via a cena com um sorriso tarado no rosto.
– Olha sua amiga Julia! Querendo pica antes mesmo da festa!
– É Edu! E eu não conheço a safada que isso é? Dá pra ela o que ela quer!
Após dizer isso, Julia deu risada.
Meu namorado me chamou para dizer algo em meu ouvido, e assim ele falou cochichando:
– Coloca minha pica pra fora vai!
– Não safado! Que isso?!
– Só um pouquinho, vai putinha? Coloca pra fora e bati um pouquinho só.
– Não Edu, a Julia vai ver seu pau, seu tarado!
– E daí?
Disse ele sorrindo faceiro e tarado.
– Você quer que ela veja seu pau né seu cafajeste?
E eu estava excitada e com meu grelinho durinho já, com vontade de punhetar ele na frente da minha amiga, pra deixá-la com água na boca e meladinha de vontade. Mas, naquele momento, o ciúme falou mais alto que o tesão, e não tive coragem.
Chegamos a festa por volta das 21 horas.
E por volta da meia noite, meu namorado já estava completamente bêbado.
Como disse a vocês, sempre que saía de perto dele, recebia muitas cantadas dos caras da festa.
Como eu também já estava um tanto quanto alta pela bebida, já estava sendo difícil segurar a vontade de dar uns pegas em algum cara diferente. Pois me aparecia cada rapaz tesudo dando mole. E um deles, chamou minha atenção além da conta. Seu nome era Matheus, aparentava ter seus 20 e poucos anos. Moreno de sol, alto e musculoso, ele era um tesão de homem.
Me abordou a primeira vez quando estava andando com a Julia, minha amiga Bia e sua irmã Ana Paula. Falei dessas duas no meu conto “Traí meu namorado chupando vários”.
Matheus me xavecou, tocou em meus braços e jogou todo seu charme e lábia em mim, me deixando com muita vontade de dar uns beijos nele.
Mas eu dava algumas voltinhas rápidas e já voltava junto do meu namorado, por ordem dele, pois devido ao meu histórico, ele não confiava em mim pra me deixar andando sozinha a vontade em uma festa como aquela.
Em mais uma saidinha minha com as meninas, Matheus veio até mim e chegou a dar bebida na minha boca. Disse minha idade a ele e tentando resistir a tentação, disse que eu tinha namorado e que o mesmo estava na festa. Ao contar quem era meu homem, Matheus revelou que o conhecia de vista e sabia quem ele era.
– Ele é um cara de muita sorte por namorar uma novinha deliciosa como você!
Aquilo me deixou sem jeito, pois eu sabia que não estava conseguindo esconder meu interesse.
Continuava curtindo a festa e sempre percebendo o quanto eu estava chamando atenção dos homens. Ao passar em lugares de pouco luz e apertado, com gente dançando, levei por algumas vezes umas passadas de mão na bunda. Adorava quando isso acontecia.
Certo momento eu dançava ao lado do Edu, e pude notar o Matheus me encarando com aquele olhar sedutor e sexy. Ele mexia demais com meu instinto de fêmea. Para provocá-lo, eu dancei esfregando meu bumbum no pau do Edu, que roçava gostoso em mim, enquanto eu colocava meu dedinho na boquinha, fazendo cara de menininha danada.
Até que chegou uma hora, em que eu estava conversando com a Bia e com a Julia, próximo ao banheiro de onde acabamos de sair para retocar nossa maquiagem.
Bia contou pra gente, que há minutos atrás, fez um boquete gostoso em um rapaz, escondida em um certo lugar da chácara. E que o cara gozou muito na boquinha dela.
– Não acredito Bia! Você engoliu?
Perguntou Julia.
– Tudinho. Estava quentinho!
Respondeu Bia com aquela cara de sem vergonha.
Julia também contou que estava dando uns amassos com um cara, que ele havia chupado seus seios e que ela bateu uma punheta pra ele. Mas, disse que quando ela foi mamar sua pica, pessoas começaram a passar perto de onde ela estava, e eles tiveram que parar. Ele a convidou para ir em seu carro para transar, mas estava sem camisinha, então Julia disse que não iria rolar nada.
Toda aquela safadeza das minhas amigas me deixou ainda mais excitada e com vontade de aprontar também.
Não queria trair meu Edu outra vez. Fiquei pensando comigo mesma que não deveria fazer isso.
Mas, depois de mais duas avançadas do Matheus pra cima de mim, não resisti e o acompanhei até um local nos fundos da festa. Era a parte de trás de casa, um local com pouca luz e algumas árvores. Havia mais pessoas se pegando e com certeza, transando ali, apesar de eu não conseguir ver o ato em si.
Dei uns beijos nele e não fiquei ali nem por 3 minutos. Quando senti que o tesão estava incontrolável, me deu um flash de juízo e me afastei repentinamente. Sai andando em passos apreçados do local e deixei o Matheus falando sozinho e me perguntando:
– O que foi? Pra onde você vai?!
Voltei rapidamente para onde havia visto meu namorado pela última vez e no caminho, sentia minha calcinha molhada, só por beijar alguns minutos. O tesão e meu instinto de putinha ferviam por todo meu corpo.
Não saía da minha cabeça a vontade de dar para o Matheus e até a vontade de agir como uma putinha pela festa, dançando e provocando geral, já que eu podia ver todos aqueles caras me desejando.
Ao chegar até meu namorado, tivemos uma leve discussão, pois eu demorei um pouco mais pra voltar até ele do que nas últimas vezes.
Ele me perguntou onde eu estava, e eu disse que estava conversando com as meninas, de boa. Ele me disse pra não ficar muito tempo longe, e quis que eu ficasse um pouco ali com ele. E assim eu fiz, tentando me controlar e não aprontar mais do que eu já havia feito.
Edu estava todo tarado e embriagado. Ele começou a falar safadezas em minha orelha me excitando ainda mais. Dizia que eu estava uma delicia na festa, que notava como os caras queriam me devorar. Ele lambia minha orelha e me abraçava roçando meus seios contra seu corpo.
Eu estava toda excitada e comecei a dançar me esfregando em meu namorado.
Enquanto roçava nele, senti meu tomara que caia, caindo mais do que devia. Estava quase aparecendo os biquinhos rosados dos meus seios. Meu shortinho também subia, socando no meio da minha bunda tesuda, fazendo aparecer a poupa de meu bumbum, e eu toda hora tinha que arrumar o shortinho.
Meu namorado ficava tarado me vendo nessa situação, e percebendo os homens olhando. Ele começou a me pedir pra não erguer meu tomara que caia, fazendo com que um pedacinho da aréola dos meus seios chegasse a aparecer.
Meus seios são muito durinhos e empinados, então, era impossível de não ficar babando neles, ainda mais daquele jeito.
Uma mistura de tesão e vergonha tomava conta de mim, em exibir quase todo seio daquela forma, no meio de tanta gente. Mas, toda vez que eu tentava arrumar minhas roupa, meu namorado levava sua boca até minha orelha, me lambia e dizia:
– Fica assim minha delicia, você tá irresistível! Aposto que tá cheio de homem com o pau duro por você aqui!
– Será amor?
– Não tenho dúvida! Você tá um tesão!
Aquilo me deixava queimando de prazer! Eu pude perceber que entre muitos homens, e até mulheres que me olhavam, lá estava o Matheus, me encarando com olhar depravado.
Em um certo movimento, meus mamilos chegaram a aparecer e era óbvio que isso iria acontecer. Meus biquinhos estavam muito enrijecidos!
Rapidamente cobri os seios, e o tecido da minha roupa ficava marcado pelos biquinhos durinhos.
Varias pessoas ali em volta viram meus seios por alguns segundos e eu era o centro das atenções.
Meu namorado não escondia sua cara de tesão e me disse:
-Cuidado delicinha! Não deixa seu seio aparecer assim.
Ele me pediu, mas estava pirando com tudo aquilo!
-Foi sem querer amor! Você fica pedindo pra deixar meu seio pulando pra fora da roupa, quase aparecendo todo!
Edu sempre foi tarado em mim e em me exibir, estava adorando e ao mesmo tempo, estava surpresa com a sua ousadia naquele dia.
– Nossa gatinha! Tá todo mundo babando em você! Imagina quanta pica não está dura querendo você!
Ele me dizia com a boca encostada em minha orelha.
Ouvir aquilo me deixava doida e eu beijava loucamente sua boca.
– Hum! Que delicia amor! Imaginar um monte de pica dura pra mim assim!
– Pode ter certeza que tem um monte Mi! Você é um tesão menina!
– Ai amor! E você gosta de me ver toda delicia e putinha assim no meio dos outros né? Saber que todos estão querendo sua delicinha aqui!
– Você me deixa louco!! Você deixa todo mundo louco sua safadinha!
E nos beijávamos como tarados.
– Amor, vou dar mais uma voltinha, posso?
– Você tá com carinha de quem tá louca pra aprontar menina!
Sorrindo como uma biscate eu respondi:
-Que isso amor! Vou só dar uma volta, ver se encontro as meninas.
-Rapidinho e juízo heim!
E lá fui eu, com a calcinha meladinha, pois minha bocetinha babava de tanto tesão.
Sem perder tempo, assim que me afastei do Edu, o Matheus veio até mim, dizendo que queriam me beijar mais um pouco. Tentei resistir, mas quando vi, estava caminhando com ele para aquele local nos fundos da festa novamente e começamos a nos beijar.
Podia sentir o pau dele, muito duro encostando em mim enquanto ele chupava minha língua e apertava meus seios.
Claro, eles pularam para fora da roupa e ficaram totalmente de fora. Matheus enchia a mão neles e apertava com vontade, me fazendo morder os lábios e gemer.
– Para, para Matheus, vamos voltar! Eu não posso! Tenho namorado!
– Que isso Michele! Meu pau está estourando aqui de tesão por você sua delícia! Agora já foi! Você está aqui, vamos curtir!
-Não Matheus, se eu ficar aqui, eu não vou me controlar, não quero dar mancada pior com meu namorado. Me deixa ir por favor! Ele vai notar que estou demorando.
– Me deixa chupar seus seios, deixa?
– Não! Preciso voltar.
Tentei sair, mas ele apertou com vontade meu bumbum, socando as mão em meu rabo duro e redondinho, me fazendo tirar os calcanhares do chão.
Meus seios nus, a mostra, durinhos, empinados, com os biquinhos enrijecidos de tesão, faziam Matheus pirar em mim! Notei que um casal que estava se pegando a alguns metros da gente, começou a nos olhar. O local tinha pouca luz, mas eles podiam ver que eu estava com os seios de fora, pois eu também podia ver que o pau do cara estava de fora, e a garota o segurava com uma das mãos. Aquilo me excitava muito!!
– Vem aqui, deixa eu chupar um pouco seus seios! Eles são perfeitos!
-Ai seu tarado. Ok, só um pouquinho tá?
Matheus mamou gostoso em meus seios, apertando eles com tesão!
Aquilo era prazer demais, mas eu realmente precisava voltar. Não queria aprontar demais e não queria brigar com Edu por demorar muito em voltar pra perto dele. Acreditem ou não, eu gosto muito do meu namorado. O problema é que sinto um tesão forte e incontrolável, e sinto também uma vontade de ser safada, desejada, de ser putinha.
Queria muito me controlar, mas é difícil!
Então, dei um basta naquilo e mais uma vez deixei o Matheus implorando pra que eu ficasse, e com passos largos e ainda com os seios de fora, molhados com a saliva dele, fui voltando para a festa.
Teria que passar do lado de casal que estava próximo da gente para voltar a festa, então propositalmente, andei com meus peitos de fora até chegar bem próximo deles, os biquinhos sempre beeeem durinhos de tesão e a pele do seio molhadinha com a saliva das chupadas do Matheus.
Tanto o rapaz quanto a garota, olharam para mim com cara de tesão. Eu dei uma boa secada no pau do rapaz e via a menina punhetando lentamente sua pica. Comecei a cobrir meus seios lentamente enquanto sorria maliciosamente para os dois, que retribuíram sorrindo de volta.
Continuei andando e ajeitando minha roupa e meus cabelos. Fiquei com uma vontade enorme de punhetar aquele rapaz também. Se eles me oferecessem a chance, eu acho que não teria resistido e iria ceder em segurar a aquela pica!
Chegando próximo do movimento da festa, notei que meu namorado Edu também voltava de um lugar discreto.
Me escondi atrás de um pilar, e pude ter certeza que era ele. Me enchi de raiva e ciúme!
Esperei com que o Edu voltasse em meio a galera enquanto decidia se tomava satisfação ou não. Fui entrando no meio do povo, e a raiva foi virando “deprê”. Meu namorado era lindo e já havia me traído. Nada iria tirar da minha cabeça que, assim como eu, ele também foi aproveitar a festa dando uns amassos com alguém.
Mais um tempinho passou. E eu fiquei segurando a onda. Controlando a fêmea safada que gritava dentro de mim e a vontade de falar com o Edu sobre o que eu vi.
Fiquei mais tempo ao lado do Edu, que continuava me excitando, dançando comigo e dizendo safadezas o tempo todo.
Aqueles olhares gulosos das pessoas em volta de mim, também não paravam. Pois uma ninfetinha gostosa como eu, com aquela roupinha de perigueti, com os biquinhos duros dos seios marcando o tecido da roupa, era uma cena de parar o trânsito mesmo.
Bia e Julia sempre passavam por mim, até que pararam pra gente bater um papo. Ficamos ao lado do meu namorado enquanto ele conversava com amigos.
Bia contou que já havia mamado mais um rapaz, era o segundo da noite. Disse que ele jorrou muito leitinho na sua boca e que até melou sua blusinha de porra. Ela nos mostrou a mancha no tecido.
Que delícia! A safada da Bia já tinha chupado dois rapazes, e eu ali, morrendo de desejo, passando vontade.
Julia também não ficou pra trás. Ela nos disse que o rapaz com que ela deu uns amassos, arrumou camisinha pra comê-la. E ela foi transar, óbvio. Percebi pelo seu relato, que ela foi ao mesmo local em que eu dei uns pegas no Matheus. Era lá que os safadinhos da festa se divertiam.
Julia disse que gozou gostoso e que outras pessoas que estavam se pegando por lá, ouviram ela gemer enquanto dava pro rapaz.
– E ele gozou onde amiga?
Perguntou Bia.
– Ele encheu a camisinha de porra gozando dentro de mim Bia!
– Que delícia! Duro que nesses lugares, a gente não pode se lambuzar com o leite dos boys né Julinha?
– Infelizmente Bia. A gente gosta de ficar melecada né?
Nós riamos de toda aquela conversa picante, e eu toda fogosa ouvindo aquilo.
Contei a elas minhas escapadinha com o Matheus. Minhas amigas quiseram saber todos os detalhes (safadas). Contei inclusive, que fiquei com vontade de pegar no pau do cara, ao passar perto e ver a garota com que ele estava batendo uma pra ele. E disse que aquela cena não saía da minha cabeça.
Mais do que excitada com o assunto, fiz a seguinte pergunta pra Bia:
-Amiga, tá com o gostinho de porra na boca ainda?
Bia lambeu os lábios e mexeu sua boca, degustando a própria saliva.
– Não Mi. Espera… Acho que bem leve.
– Hum, que delicia Bia!
– Gosta né Mi! Vem aqui experimentar um pouquinho amiga!
Bia segurou meu rosto levemente, me deixando sem reação. Em seguida, como uma cachorrinha, ela lambeu meus lábios. Eu só conseguia olhar para os lados e perceber que muita gente estava olhando.
Praticamente sem pausa, ela me deu uma segunda lambida na boca. Nos duas estávamos sorrindo e ouvindo a Julia gritar:
– Noooooossa! Que isso suas safaaaadas!
Abri minha boca para rir, e Bia enfiou sua língua dentro dela, lambendo minha língua. Discretamente, lambi a dela de volta.
Não consegui sentir o gostinho em sua saliva e nem o cheiro de porra em seu hálito. Mas, me encheu de tesão aquela lambida com todos olhando e vendo nossa safadeza. Imaginei que aquela boquinha gostosa que me lambia, estava a pouco tempo atrás chupando dois paus, e se deliciando com gozo de macho.
Os amigos do meu namorado começaram a comentar a cena, sabendo que era a namorada dele. Edu se virou rapidamente para olhar e viu a Bia me soltando.
Meu namorado gostou da cena, viu que todos estavam pirando em ver sua gatinha sendo lambia por outra.
-Ei, o que deu em você sua doida?
Perguntou Edu para Bia, num tom amistoso.
– Desculpa Edu, e só pra causar mesmo! Mas ela tem uma boca deliciosa viu?
Nesse momento, um cara maravilhoso, aparentemente da idade do meu namorado, chegou ao meu lado sem saber que estava acompanhada.
– Que cena linda que eu vi agora mocinha!
Edu ficou de lado, fingindo não prestar atenção, enquanto o rapaz começou a me xavecar.
Pensei em cortar logo de cara, mostrando meu namorado ali do meu lado, mas Edu estava todo safado e abusado naquela noite, e muito provavelmente já havia me traído (assim como eu fiz com ele).
Fui dando bola para o rapaz, que perguntou meu nome, de onde eu era e disse que queria me lamber também.
Ele era muito gato, um tesão. Mas, eu disse a ele que não podia, porque tinha namorado.
Sem se importar se meu namorado estava perto ou não, ele disse:
– Mas e se não tivesse? Gostaria?
Eu apenas sorri, me entregando que iria adorar. E nesse sorriso safado, me peguei fazendo um movimento de juntar os meus seios contraindo os braços. O rapaz olhou babando para eles, pois por muito pouco os biquinhos não apareceram.
Ele perguntou mais umas duas ou três vezes se não iria rolar nada mesmo, e eu disse que não.
Tempo depois, após o rapaz já ter sumido de nossas vistas, meu namorado comentou comigo:
– To te falando que minha safadinha tá deixando um monte de pau duro aqui na festa.
Safado! Como ele adora ver a namoradinha delicia dele sendo desejada!
Julia e Bia comentaram que iriam dar mais uma andada pela festa, e pegar mais bebidas.
Pedi ao meu namorado pra ir junto e ele me respondeu:
– Bem rapidinho! E juízo que eu te conheço viu mocinha!
– Ué, me conhece é?
– Sei a safada que você é.
Me disse ele de forma sedutora.
Lá fui eu com minhas amiguinhas putinhas.
No local onde pegávamos bebida, mais um cara chegou em mim. Ali, o som estava bem alto e ele se abaixava pra falar com a boca praticamente me meu ouvido.
Eu estava transbordando tesão e não resisti a mais um macho gostoso me querendo.
Beijei rapidamente a boca do rapaz ali mesmo, no meio da galera e ao lado das minhas amigas.
Ele quis me levar para aquele lugar mais discreto, mas eu neguei.
Minhas amigas eufóricas, comentaram a cena e saímos dali andando juntas até que fui abordada pelo Matheus. Ele ficou conversando comigo e com minhas amigas por um tempinho.
Enquanto ele falava com uma, eu contava pra outra que era com ele que dei minhas escapadinhas para “brincar” um pouquinho. E assim, as duas souberam que era o rapaz que ali estava me abordando.
Como boas amigas que são, as duas saíram de fininho, me deixando no meio da conversa com Matheus.
Percebendo que elas estavam se afastando, perguntei a elas, onde iriam.
– Divirtam-se, viu!
Gritou Julia sorrindo maliciosa.
Sem perder tempo, Matheus começou a me pedir pra dar outra escapadinha.
Eu tentei resistir ali, sabia que devido a todas aquelas horas naquela festa, com todo aquele clima sexual que passei até ali, com todo o tesão que estava derramando de dentro de mim, seria muito difícil não aprontar algo mais picante.
Mas, lá estava eu novamente, naquele local onde os caras levavam as meninas para o “abate”, encostada na parede, sendo amassada e beijada pelo Matheus. Sendo derrotada pela biscatinha no cio que mora em mim.
E que pega gostoso que ele tinha! Como me deixava molhada em me beijar.
Matheus beijou meu pescoço e logo colocou meus seios de fora novamente. Dessa vez, eu olhei e não vi ninguém tão perto da gente.
Enquanto Matheus se deliciava chupando e apertando meus seios, pude notar que no chão, havia duas camisinhas cheias de esperma. Uma delas, eu estava praticamente pisando em cima. Até aquilo me excitava!
Comecei a passar a mão no pau dele, por cima da roupa e pude sentir um volume apetitoso!
– Isso minha delicia, coloca ele pra fora vai!
– Não Matheus, não posso…
Respondi gemendo de tesão e me fazendo de santinha.
– Para com isso, pode sim. Ele está até doendo de tesão. Pega nele, só um pouquinho vai!
– Só um pouquinho, ta?
Coloquei sua rola grossa pra fora e segurei com uma das mãos. Estava quente e pulsando. A cabeça estava explodindo de inchada e toda babada de gozo. Descobri a pele de toda a cabeça da pica e deslizei meus dedos espalhando e lambuzando toda a cabeça com a própria baba de porra que seu pau soltava.
Matheus esfregava minha bocetinha por cima do shortinho e tentava enfiar sua mão por dentro, mas meu shorts era super justo e apertado. Eu também não facilitava tentando evitar que ele tocasse em minha bocetinha inchada e molhada, porque sabia que não iria aguentar e iria querer dar gostoso pra ele.
Estava “sofrendo” de tesão a noite toda e a Michele putinha que há em mim, estava maluca pra sair.
Tirei a mão de seu pau e levei até meu nariz. Meus dedos estavam melados de porra quando toquei com eles na pele de meu rosto. Senti o aroma de sua pica e tive a sensação que minha boceta pulsava em meio as minhas coxas. Eu amo um aroma de pica. Me deu água na boca!
Lambi meus dedos e senti o néctar “salgadinho” da babinha que o pau dele soltava.
Matheus olhava para minha cara de putinha, assistindo tudo aquilo.
Voltei a beijá-lo e punhetá-lo com vontade. Ele gemia e apertava meus seios que permaneciam nus.
A vontade de colocar o pau dele em minha boca era grande demais. Não saía da minha cabeça. Meu juízo descontrolado falava para minha consciência:
“Chupe o pau dele! Faça ele gozar gostoso na sua boquinha. Você tá com muita vontade de tomar leite de pica. Não se preocupe com o Edu, ele já te traiu e você nem vai transar agora, apenas mamar!”
Conflitando comigo mesma, acabei cedendo. Estava no cio! Querendo porra, querendo mamar a noite toda!
– Quero chupar você!
Matheus até gemeu ouvindo isso.
– Vem! Chupa minha pica minha delicia!
Fiquei agachadinha, com os seios de fora. Segurei sua pica próximo a minha boca. Para provocá-lo, eu cobri a cabeça de seu pau com a pele, e comecei a lamber.
Nessa hora, notei que um casal estava se pegando bem próximos de mim. Não sei se não reparei direito antes, ou se chegaram sem eu perceber, mas eles estavam excitados e vendo tudo o que eu fazia.
Notei que até se aproximaram ainda mais, para olhar de perto.
Matheus não pareceu se importar e eu, até fiquei mais excitada em exibir minha performance de puta para eles.
Depois de lamber um pouco seu pau, eu descobri toda a cabeça, cheirei a mesma com meu nariz encostado na pica e fiquei por alguns segundos, cheirando e dando selinho na rola dele.
Nesse momento, senti minha xotinha tão melada, tão babada, que o tecido do meu shortinho já estava mais escuro por estar molhado de baba de boceta.
Comecei a mamar, gemendo gostoso e apertando meus próprios seios. Minha xota queimava de tesão e o sabor de seu pau era uma delicia.
Matheus gemia e dizia alto suficiente para o casal escutar:
– Que boquete gostoso! Haa! Como você mama gostoso menina safada!
Batendo a rola dele toda molhada de saliva em meu rosto, eu respondi:
Mamo é? Ta gostoso minha chupeta, tá?
Matheus gemia e dizia:
– Tá uma delicia sua safada!
– Hum, o que eu sou?
– Safada! Uma putinha você é!
– Sou putinha? Só porque vim com meu namorado na festa, mas estou aqui mamando no seu pau?
– Sim! Você é uma putinha que adora mamar! Tenho certeza!
– Adoro mamar sim! Mas, você abusou de mim até eu não me aguentar! Agora quero mamar bem gostoso e tomar seu leitinho!
-Ahh, que safada! Quer meu leitinho quer sua putinha?
– Huhum!
Respondi chupando e gemendo loucamente seu pau.
Matheus enrolou meus cabelos segurando e puxando minha cabeça pra trás, enquanto fodia minha boquinha com uma certa força, fazendo com que sua pica entrasse em minha garganta. Meus olhos se enchiam de lagrimas.
Eu olhava para o casal e gemia alto de tesão. Estava amando ser aquela putinha que eles viam.
Tirei o pau dele da minha boca. Estava completamente lambuzado com minha densa saliva. Aproveitando isso, coloquei seu pau entre meus seios e pedi:
-Fode meus seios, vai!
Matheus não perdeu tempo e começou um frenético vai e vem com seu pau esfregando no meio dos meus seios duros. Fazia um barulho excitante por estar tudo bem melado.
Acho que aquilo foi tesão demais pra ele. Percebi que seus movimentos começaram a ficar mais “travados”, e de imediato ele anunciou:
-Vou gozar, vou gozar Michele!
– Isso, me dá leite, dá!
Pedi a ele e quase gozei junto só de ouvi-lo falar isso. O casal estava praticamente do nosso lado, pronto para ver a cena. Era um casal lindo. A menina estava com um seio de fora e segurava a rola do rapaz.
Até lembrei que iria ficar toda lambuzada de porra se ele gozasse naquela situação, mas o clima estava tão quente, que não tive juízo. Continuei fazendo uma espanhola nele. Com minhas mãos, apertei ainda mais meus seios contra seu pau e senti o primeiro jato quente e grosso de porra acertar meu queixo e escorrer pelo pescoço, voltando em meio aos meus seios, me deixando toda melecada.
Abaixei minha cabeça e recebi mais dois jatinhos de porra no rosto. O gozo escorreu sobre meus lábios e eu abri a boca para provar seu leite. Nesse momento, levei minha boquinha em direção a cabeça de seu pau, que já foi soltando mais jatinhos de porra. Dessa vez com uma consistência mais “rala”, enquanto eu abocanhei e provei gota por gota do leitinho daquela rola!
Quando ele parou de gozar, eu mamei mais um pouco, deixando o pau todo limpinho.
Meu rosto estava melado de porra. Meu pescoço, meus seios e minha blusinha tomara que caia, também ficaram todo melecado.
Alguns pingos de gozo caíram no chão e sobre minha coxa e shortinho.
Enfim, fiquei toda lambuzada de leite de pica.
Me levantei, olhei sorrindo para o Matheus, toda melada.
– Nossa, o que fiz com você!
– Não se preocupe, tá tudo certo! Eu quis isso amore. Relaxa.
A garota que estava bem próxima da gente com o outro rapaz comentou:
– Nossa que delicia heim!
Eu apenas sorri e dei uma piscadinha.
Matheus disse que tentaria trazer algo pra que pudesse me limpar, pra eu esperar ali.
Eu disse que tudo bem, pra ele não se preocupar.
Sendo assim, ele saiu e disse que já voltava.
Eu me afastei um pouco do casal, recuperando parte do meu juízo, mas ainda estava morrendo de tesão. Não tinha gozado, e estar melada e cheirando a porra daquela forma como uma puta, me deixava louca!
Subi em direção ao movimento da festa arrumando a roupa em meu corpo, mas estava toda lambuzada de gozo. Não podia entrar no meio dos outros assim.
Fiquei andando de um lado para o outro, onde ainda não havia muita luz e as pessoas não pudessem ver facilmente a minha situação.
Peguei meu celular e liguei para a Julia e para a Bia, mas ambas não atenderam. Talvez, devido ao som alto.
Os minutos passaram e eu podia sentir o cheiro de porra exalando do meu corpo. Acreditem que mesmo naquela situação, eu só pensava o quanto estava putinha melada daquele jeito e aquilo me deixava toda excitada. Pensei até em levar um pouco de porra que estava em mim até minha xotinha, e esfregar porra nela com meus dedinhos.
Estava quase fazendo isso quando vejo o Edu vindo em minha direção.
Gelei!
Minha primeira reação foi sair andando em outra direção, fingindo não reconhecê-lo. Mas, ele gritou meu nome.
Não tinha mais o que fazer. Eu já havia traído ele antes, mas ele me ver naquele estado, seria humilhante demais. A gente já havia fantasiado varias e varias vezes em nossas transas, eu em situação parecida. Eu dando pra outro, eu traindo ele, eu chupando vários rapazes… Ele adorava fantasiar essas coisas comigo. Mas, ali era de verdade! Eu estava melada com a porra de outra pessoa.
Era impossível eu não escutar o Edu chamando meu nome, mas mesmo assim, fingi não escutar e fui caminhando rapidamente para os fundos da festa, onde havia acabado de traí-lo.
Eu já estava quase correndo quando virei atrás da parede da casa. Teria poucos segundos pra correr de verdade e assim eu fiz. Corri o quanto pude para baixo de algumas árvores próximo do muro dos fundos da chácara.
Estava bem escuro e eu não conseguia ver ninguém por perto.
Toda apressada, ergui meu tomara que caia e esfreguei o tecido em meu rosto e pescoço, tirando o excesso de porra. Também esfreguei meus seios, pois eles estavam bem lambuzados.
Ajeitei a roupa em meu corpo, pois já via o Edu vindo em direção as árvores que eu me encontrava. Bateu um desespero!
Não tinha mais pra onde fugir. Era improvisar algo e torcer pro meu namorado estar totalmente alcoolizado pra ter alguma chance de tentar enrolar toda aquela situação.
– Correu de mim Michele?!
Perguntou Edu a poucos metros de chegar até mim.
Quando ele chegou, me perguntou novamente.
Eu estava desesperada, mas tentava conter a aflição, falando devagar e com firmeza. Minha boca abria e as palavras saíam totalmente no improviso. Enquanto eu falava, tentava perceber o quão bêbado Edu estava pra tirar alguma vantagem.
A história que eu contei foi toda embolada. Pra ele realmente não entender direito mesmo, e me dar mais tempo de ir pensando.
Disse a ele que alguém havia derrubado bebida em mim, que estava procurando ele, que pensei em tê-lo visto indo nos fundos da chácara, que um cara muito parecido com ele desceu pra esses lados com uma menina e eu quis conferir se realmente era ele…
Até aí, podia ver seu olhar de julgamento pela penumbra do local. Não parecia estar bravo, por incrível que pareça. Mas ele me ouvia com seu corpo quase que colado ao meu, de tão perto.
Segui dizendo, que achei que ele iria pensar besteira se me encontrasse ali, onde ele me chamou pela primeira vez, entre a festa e os fundos. Ainda mais comigo toda melada de algo que derrubaram em mim (porra rsrsrs). Por isso fugi dele. Mas, não tinha feito nada de errado, tanto que viu que estava sozinha e que estava mais próxima da galera do que do local da putaria…
Edu já estava encostando seu corpo em mim, ainda não parecia nervoso, mas achei que iria começar com mil perguntas e a coisa iria descambar dali pra frente.
Meu coração batia acelerado de nervosismo até que senti algo que me fez dar um nó em meus pensamentos.
O pau dele estava extremamente duro encostado em mim.
Edu colocou sua mão sobre meus ombros e encostou seu pau duro como pedra em mim, pressionando contra meu corpo. Em seguida ele disse calmamente, inclinando seu corpo fazendo seu rosto ficar um palmo do meu:
– Você sumiu menina
Havia aroma de bebida alcoólica em seu hálito.
– Que sumi amor? Faz uns 15 minutinhos ou 20 no máximo que eu estava junto com você e disse que…
– E agora a safadinha vem cheia de historinhas né?
Interrompeu-me Edu, apertando seu pau ainda mais contra meu corpo. Me excitei novamente! E vi ali, algo que pudesse mudar o foco de tudo que eu falei, e de eu estar suja com a porra de outro.
Levei discretamente a mão sobre seu pau duro e disse:
– Não é historinha não. Ei, seu safado… Seu amigo aqui tá bem duro heim?
– Ele tá cheio de tesão Mi.
Edu abaixou meu tomara que caia até minha barriguinha, e me fez ficar com os seios de fora.
– Hum, cachorro. To vendo mesmo…
Respondi surpresa por ele estar com todo aquele tesão numa situação dessa.
Edu começou apertar meus seios com vontade, me tirando gemidinhos e me fazendo sentir a minha xotinha esquentar outra vez. O tesão me dominou toda rapidamente.
– Você que é uma cachorrinha! Me dando esses sumiços num lugar cheio de gente safada, com um monte de homem querendo te devorar e depois você vem cheia de conversa nada a ver.
Não respondi nada, e fui colocando seu pau pra fora, iniciando uma punheta.
– Hum… O que será que essa mãozinha tava fazendo heim Michele?
– Nada amorzinho.
– Que punheta gostosa amor. Mas, essa mão não estava fazendo nada mesmo?
– Não seu safado! Você que está todo taradinho aí, imaginando coisas!
Edu amassava deliciosamente meus seios enquanto eu o punhetava com vontade.
– Olha como essa pica tá dura amor!
Disse a ele.
– Tá toda dura, imaginando o que minha menina tava fazendo pra esse lado e fugindo de mim.
Respondeu meu namorado, respirando um pouco acelerado pelo tesão.
Ainda estava espantada com toda aquela situação, mas imaginar o quanto eu estava sendo putinha naquela noite, traindo meu namorado, e agora minutos depois, estar ficando com ele toda meladinha de porra de outro, me excitava de uma forma inexplicável!
Meu abaixei e repousei meus dois joelhos sobre a grama. Segurei o pau do meu namorado com uma das mãos, coloquei a cabeça da sua pica dentro de minha boca, ainda podia sentir o gostinho de leite do Matheus. Comecei a bater uma punheta para o meu namorado, enquanto a cabeça de seu pau estava dentro da minha boca, sendo lambida e chupada.
Edu gemia e dizia:
– Você estava toda safada nessa festa, né minha putinha? Estava louquinha pra mamar, não é?
– Estava!
Edu fazia carinho em meus cabelos enquanto com a outra mão, pegou seu celular, ativou a luz (lanterninha) e virou a mesma para baixou, clareando a cena de meu boquete nele.
– Então era isso que você estava fazendo escondida de mim é? Chupando uma pica?
Dei um sorrisinho muito safada olhando em seu olho com o pau na minha boquinha.
– Olha essa carinha de putinha! Fala pra mim que você estava chupando um pau, fala.
– Hum…(esfreguei a cabeça da pica em meus lábios), pode ser…
– Safada! Acha que eu não notei você melada?
Edu me segurou pelos cabelos, puxando com certa força, me fazendo levantar.
Ele clareou meu corpo com a lanterna do celular, mostrando vestígios de porra por todo o meu corpo. Dava pra ver em meus seios, em meu shortinho, em minha coxa…
– Fala a verdade pra mim! Fala agora!
Exigiu Edu, falando firmemente dessa vez.
– Edu… Eu…
Ele continuava a clarear e examinar de perto cada pedacinho do meu corpo.
– Ta suja de porra, né sua vadia?
Confusa e até um pouco assustada agora, eu não sabia como reagir.
Edu deu foco em minha coxa, onde havia caído e escorrido um bom tanto de porra, em seguida ele disse:
– Vai negar que está gozada putinha? Isso aqui é bebida? Vai mentir pra mim?
Eu estava cada vez mais preocupada e sem reação, mas inexplicavelmente excitada ao mesmo tempo.
Edu focou meu shortinho, que estava todo cavado em minha virilha, ele colou a luz do celular bem em cima da minha boceta. Havia uma manchinha escura no tecido do shortinho, indicando que minha boceta estava tão molhada, que ela havia babado o suficiente para molhar minha calcinha e também o shortinho.
– Michele, você é uma vadiazinha sem jeito. Olha como está molhada!
Ele esfregou forte seus dedos sobre meu “pacotinho” molhado. Aquilo me fez gemer alto de tesão. Soltei até um gritinho:
– Ai…
– Ta com tesão safada? Tá encharcada essa boceta… Ou… Gozaram aqui também?
– Não Edu!
Respondi rapidamente sem pensar.
Ele então, levou uma de suas mãos em meu rosto, pressionando firme minhas bochechas me fazendo abrir a boca, como se faz em uma criança quando vai tomar vacina de gotinha.
– E essa boca?! Gozaram nessa boca!?
Fiquei em silêncio.
Ele me deu um tapa na cara que me fez gritar, mais pelo susto do que pela dor. Logo em seguida, voltou a apertar minhas bochechas como antes, enquanto com sua outra mão, Edu deslizava suavemente seu polegar sobre meus lábios.
– Fala pra mim Michele! O que você fez longe de mim? Colocou um pau nessa boca? Gozaram nessa boca?
Eu só fechei os lábios e comecei a lamber o dedo dele, molhando com muita saliva.
– Isso você não responde né Michele? Estou falando sério agora…
Senti sua pica quente encostar em meu abdômen, seu olhar estava profundo e libidinoso.
Ele fixou o olhar em minha boca e foi levando a sua de encontro, quase encostando seus lábios nos meus. Segurei sua pica grossa, quente e cabeçuda e comecei a punhetar, esfregando a cabeça melada na pele nua de minha barriguinha.
– Eu sei que você tá achando tudo isso um fetiche, ou estranho, ou… Sei lá o que tá achando. Mas tô falando numa boa. Me conta o que realmente você andou fazendo, conta.
– Contar o que pra você Edu?
Calmamente, quase me beijando ele disse:
– Michele, eu tô vendo você lambuzada. Seu corpo está sujo de porra Michele. Sobre isso que eu quero que você conte. Pode falar pra mim, não vou ser estúpido. Eu quero que você diga.
Podia sentir o pau dele melando minha barriguinha enquanto eu punhetava e esfregava a cabeça em mim. Os biquinhos dos meus seios estavam demasiadamente durinhos e também roçavam levemente em seu corpo.
Edu soltou mais algumas palavras, me tentando deixar calma e confiante e lhe contar que eu o traí. Eu já havia admitido outras vezes, mas em tom de briga, deboche (por estarmos discutindo), por mensagem no celular…
Ali, naquela situação, era despudorado demais admitir. Eu estava lambuzada de porra. Ele provavelmente poderia sentir o cheiro do gozo que meu hálito expelia, já que estava com sua boca quase encostada na minha e há minutos atrás, o Matheus despejava em mim seu viscoso leite que eu tanto adoro. Se bem que não tinha certeza se havia aroma em meu hálito.
E, como eu iria admitir? Que termo ou palavra usar? Não saía nenhuma conclusão de minha boca.
Em meio as suas ofertas em me deixar confiante em admitir, Edu perguntou mais uma vez:
– Como é que você vai me dizer que isso nesse seu corpo perfeito não é porra menina? Então me diz de uma vez… Gozaram nessa boquinha?
-Sim…
Sussurrei.
Senti seu pau pulsar em minha mão, estava latejante aquela rola grossa.
– Sim? Você bebeu leitinho?
– Sim…
– Safada… Como foi? Estava chupando?
– Não…
Edu fazia movimento de “vai e vem” com seu quadril, fodendo minha mãozinha enquanto eu punhetava sua pica.
– Estava dando?
– Não… Eu não dei.
– Quis dar?
– Sim…
Deixei escapar um sorrisinho levado.
– Mas que safadinha! Então como foi?
– Com meus seios…
– Nossa Mi! Estava com o pau no meio dos seios?
– Sim…
– Estava fazendo uma espanhola bem gostosa pra ele é amor? Ele avisou que iria gozar?
– Avisou amor…
Respondi com aquele jeitinho e voz de putinha, já sentindo um tesão ardente e inexplicável por estar sendo tratada assim por ele.
– E você não parou amor? Não tirou o pau dele dos seios putinha?
– Não amor… Eu pedi pra ele me dar leitinho.
– Haa… Que safada! Queria mesmo que ele derramasse porra em você né menina?
– Huhum…
– E quando ele começou a jorrar leitinho… Para de me punhetar Mi, se não eu vou gozar!
Disse Edu, interrompendo a frase que dizia, e mostrando o quanto enlouquecido de tesão estava.
Abri minha mãosinha e soltei seu pau.
Ele ficou esfregando a cabeçorra melada daquela tora, na pele da minha barriga. Conseguia sentir o quanto estava babando aquele pau, lambuzando inclusive o meu umbiguinho.
Edu continuou:
E quando ele começou a jorrar leitinho em você… Você não se aguentou e caiu de boca no pau, foi?
-Sim amor, desculpa, eu não aguentei.
– Não aguentou porquê é uma piranhasinha, safada! Tem fama de puta, mas mesmo assim eu quis namorar.
– Não amorzinho, eu tentei me segurar, por três ou quatro vezes ele tentou algo, e eu corria e voltava onde você estava.
– Você é uma menininha que tem muito tesão né delícia? É foda de segurar né sua piranha?
– Tenho muito tesão mozinho…
– Foi só um cara? Conheceu ele hoje? Aqui?
– Sim…
Edu foi forçando meu ombro para baixo, me indicando para me abaixar.
Fui descendo e esfregando meus seios nus em seu corpo, passando eles em seu pau melado até que me ajoelhei no chão com sua rola dura esfregando e melando meu rosto.
Que cheiro de rola delicioso!
– E foi só com ele? Só ele conseguiu te melar tanto assim?
– Sim mor…
– Nossa, deve ter deixado ele com muito tesão mesmo. Você gostou também não é? De ficar toda suja com a porra de outro, não é putinha?
– Huhum!
– Fala que gostou, fala…
Lambi a cabeça de seu pau, estava salgadinha com o gozo que saía. Depois respondi:
– Gostei mozinho…
– Putinha! Andando toda melada de porra de outro! Na festa que eu te trouxe! O que suas amigas iriam pensar de ter uma biscate como você andando com elas heim Michele?
– Elas aprontam também amozinho…
Ele sorriu, fazendo carinho em meus cabelos.
Comecei a mamar em sua rola.
– Então a safadinha não se aguentou, e tirou leite de outro?
– Desculpa Edu…
– Quer mais leitinho quer?
– Quero mor! Me dá mais leitinho, dá?
– Queria te comer, mas já estou quase gozando safada! Pela segunda vez, também não me aguentei e recebi uma chupeta bem gostosa hoje de outra garota.
Não sabia se era verdade, provavelmente sim. Mas me deu uma mistura de ciúme e tesão ouvir aquilo.
Ele continuou relatando:
– Ela estava com essa pica na boca, bebendo cada gotinha de porra.
– Seu cachorro! Outra menina estava com essa pica na boca é?
– Sim minha safada, mas sobrou porra pra você, chupa vai… Mama gostoso.
Mamei esfomeada no pau do meu namorado, gemendo alto e apertando meus seios. Ele logo começou a gozar.
– É isso que você gosta sua puta? De leite de pica? Toma então sua safada! Aaah! Isso, mama! Aaah! Toma porra toma!
– É isso que eu quero mozinho, me da leitinho dá!
Edu jorrava leite em minha boca enquanto eu lambia aquela cabeça dura e enorme!
A porra enchia minha boquinha e caía misturada com minha saliva sobre meus seios.
Sua porra estava rala, bem aguadinha, quente e deliciosa. Imaginei que pra sair daquele jeito, ele realmente já deveria ter gozado a pouco, como me contou.
Edu clareou a minha boca com a lanterna do celular após acabar de gozar.
– Abre a boquinha, me deixa ver ela com leitinho vai.
Abri minha boquinha e mostrei a dosagem de leitinho que segurei, sem engolir e nem derramar.
Essa era minha duvida. Eu já estava melada com a porra do Matheus e agora, havia caído em mim a porra do meu macho, do meu corninho. Mas, ainda restava uma quantia em minha boquinha. Eu queria engolir aquele leite de pica quentinho em minha boca. Uma boa menininha precisa beber bastante leite, não é?
Mas, que tal ficar o mais melada possível com esse néctar delicioso do qual sou tarada?
Clareando meu rosto com a luz do seu celular, Edu colocou seu pau ainda duro na frente do meu rosto.
Levei minha língua em direção a cabeça para lamber e assim, deixei o leitinho escorrer todo de dentro da minha boquinha, passando pelo meu queixo e derramando sobre meus seios nus de biquinhos duríssimos pelo tesão.
Enquanto lambia o pau do meu macho, eu gemia como uma vadia e esfregava minhas mãos em meus seios, me banhando com o leite do meu corninho.
Aí sim, engolia sem parar, saboreado os vestígios de sêmen que tinha em minha saliva. Lambendo os lábios como uma gatinha após tomar leite. Chupando os dedos e mostrando para meu namorado, o quão safada sua garota era.
Sentia o cheiro do sexo, o cheirinho de porra. Meu corpo exalava esse cheiro, e me deixa louca querendo gozar!!
Me levantei com o Edu sempre me iluminando com a lanterninha de seu celular.
Minhas coxas estavam lambuzadas. Meu shortinho também.
Meus joelhos estavam vermelhos e completamente sujos de terra.
Me sentindo uma verdadeira putinha, por tudo o que eu fiz, pela situação em que estava, toda lambuzada e expelindo cheiro de sêmen com os seios de fora na frente do meu namorado…
Não me aguentei e abaixei meu shortinho e minha calcinha até a altura da coxa.
Minha calcinha estava encharcada de baba de boceta!
Comecei e esfregar o meu grelinho loucamente, levando com uma das minhas mãos, a porra que estava em meu corpo para minha xotinha depilada e agonizando de tesão!
Enfiei um, dois, três dedos dentro de mim… Fodendo gostoso minha boceta. Eu não aguentava mais!
Gozei fácil, rápido e forte… Muito forte. Minha boceta chegou derramar minha goza densa, encorpada e transparente sobre o shortinho e minha calcinha que estava na altura das coxas. Coxas que também viram escorrer minha babinha na hora do meu orgasmo.
Me segurei pra não gemer alto demais, mas acho que não consegui.
Meu namorado dizia:
– Que delicia, goza safada goza!!
Ele levou uma de suas mãos até minha boceta e enfiou dois dedos dentro dela, fodendo rápido e forte!
Fazendo-me encerrar meu orgasmo em sua mão.
Enquanto ele me fodia forte com os dedos, eu escutava o barulho melado que minha bocetinha fazia por estar gozando toda ensopada.
Ao final de tudo aquilo. Me vesti e ajeitei minha roupinha em meu corpo melado e indecente.
Meu namorado me clareava com a lanterna, com um sorriso safado e satisfeito no rosto.
– Vem, vamos até o carro.
Caminhei com meu namorado até o carro dele. No caminho, não encontramos muitas pessoas e quando passávamos por algumas, nos afastávamos para cruzar o mais longe possível.
Edu, ainda me tratando como a vadia que eu fui, dizia:
– Olha como essa menina está saindo da festa, toda melada, cheirando a porra.
Mesmo acabando de gozar, aquela situação já me excitava. Adoro me sentir putinha.
Peguei meu celular e mandei mensagem para Julinha, dizendo pra ela me ligar assim que possível.
Ao chegar ao carro, meu namorado me fez sentar no banco de trás, me deixou com a chave e disse que não me queria mais. Disse que iria voltar para festa e que não me levaria embora. Que a Julia não precisava se preocupar pois ele não iria deixá-la na mão.
Ele me falou que iria voltar pra festa, que era para eu pedir ajuda para minhas amigas e arrumar uma carona pra ir embora, e assim que fizesse isso, pra que eu deixasse a chave do seu carro com o Fabrício, um cara que estava servindo batidas no bar da festa.
Para resumir o fim de tudo isso.
Naquela noite, Julia e eu fomos dormir na casa da Bia. Meu namorado realmente não falou mais comigo e ficamos separados por 2 meses. Depois acabamos voltando rsrsrs.
Expliquei para Bia, sua irmã Ana Paula (outra safada rsrs) e para a Julia naquela noite, que eu havia transado gostoso com meu namorado, mas depois brigamos e ele me deixou naquela situação.
Uma resposta
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