Agosto 18, 2026

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Minha esposa deu pro cara da mudança

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Me contou que deu pro cara da mudança

Essa história é real e minha esposa me contou alguns meses depois.
Sou Carlo, 47 anos e minha esposa é muito linda, tem 28 anos, morena, corpo normal, mas tudo bem farto, peitos grandes e firmes e bunda muito linda redonda.
Bom, vamos a história. Minha esposa se dispôs com a família dela de programar a mudança de seus parentes do interior para SP capital, combinou direitinho com Ralf o carda da mudança, rapaz alto, negro, cerca de 35 anos, mais ou menos 1,85 m e corpo atlético.
Fomos um dia antes para ajudar e esperamos até o caminhão chegar, o que aconteceu na manhã seguinte.
Ao chegar uma grande surpresa, o tamanho do caminhão era incompatível com as coisas que tinham que ir, precisaria de duas viagens
Conversa foi, conversa veio e nada de resolver. Até que decidimos ir com o que dava e depois via o que iria se fazer.
Quando chegamos em SP, todos com muita fome a família dela preparou uns lanches. Estou na cozinha comendo, conversando com o pessoal da família e tudo mais, até que dei falta da minha esposa. Fui até a parte de fora da casa e vejo ela conversando com Ralf. Ela na calçada e ele no meio fio, sendo um degrau acima dela, como ele já bem mais alto do que ela, ou seja, ela estava com a vista na altura da cintura dele. Estavam conversando sobre como resolver o problema e tals, tendo entrar na conversa e fica resolvido que ele irá ver se consegue algum desconto.
A partir daqui relatos especificamente de minha esposa
Certo dia Ralf ligou e disse que sabe como resolver o imbróglio e pede para eu encontrar com ele em um certo lugar próximo de casa. Fui de sai curta e camisa colada, mas sem maldade (disse minha mulher). Ralf chegou com o caminhão e pediu para minha esposa entrar. Já foi dizendo que não seria possível reduzir valor, dar desconto, pois era muito longe e bla bla e então ele solta. Até consigo fazer sem custo, minha esposa diz que disparou o coração e disse.
– Como assim, como conseguiria fazer isso?
– Ralf: Podemos resolver isso no motel. (disse de forma direta)
– Minha esposa: Vc é louco sou casada e muito bem casada.
– Ralf: Mas é só negócio, não vai ter problemas, só vai resolver essa questão e não te cobro mais nada, ou então tá bom, são os 5 mil e sem conversa
– Minha esposa: Hum, ééé, tá bom vai, mas é bem rápido né?
– Ralf: Sim, vamos num motel aqui perto e já resolvemos
Chegando lá, Ralf já foi me agarrando, me beijando, pegando nos meus seios e na minha bunda com aquela mão grande. Logo pegou e me conduziu para descer e ficar com o rosto de frente pro seu pau. Tirou pra fora aquele benga de cerca de 22 cm e grosso. Tentei evitar dizendo que não, mas ele logo enfiou na minha boca devagar. Comecei apenas pela cabeça daquela rola e foi forçando um pouco mais profundo. Tirei um pouco e quis parar, mas ele dizia, tem que pagar o que deve e ele é quem diz o quanto. Com isso, enfiou na minha boca novamente só que agora com mais vontade e forçando mais fundo até eu engasgar, tirava tudo e voltava. Começou a enfiar com vontade e metendo na minha boquinha como se fosse uma buceta, um vai e vem até que descarrega todo aquele leite grosso e quente, me dando um banho de porra. Neste momento, eu estava com medo e vergonha, mas também ficando excitada.
Assim que acabou, pegou uma toalha de rosto me limpou a cara, o pau dele que ainda estava duro feito pedra e falou pra eu subir na cama e ficar de quatro, pois estava prestes a cobrar a segunda parcela. Nisso, já veio por trás, chupa minha xana e meu cuzinho pra eu relaxar e abre minha buceta, que agora já estava molhadinha e sem muito esforço meteu na minha nela contudo. Senti aquela rola, que é maior e mais grossa que a sua, entrar toda, até as bolas bater na minha bunda. Então começou a meter com força fazendo barulho quando enfiava e também batia na minha bunda e dizia – Ai que delícia de buceta vc tem, bem apertadinha e já tá toda molhadinha pro seu cara da mudança, tá gostando né minha putinha safada? Eu não dizia nada, mas balançava a cabeça positivamente e só murmurava “hum, hum” e não aguentando comecei a gemer baixinho. Até que ele me ouviu dizendo baixinho que ia gozar e começou a meter cada vez mais forte e rápido e não aguentou, tirou o pau de dentro de mim e gozou, aquele líquido quente nas minhas costas, e disse pra eu virar e lamber o restante. Eu, muito obediente, virei e mamei mais um pouco aquela vara enorme e preta.
Os dois deitaram eu de costas pra ele e ele me abraçando com a rola, agora quase toda mole, encostando na minha bunda, até cochilamos um pouco. Mas poucos minutos, comecei a sentir aquele pau crescendo novamente. Ele coloca um braço por baixo da minha cabeça, alisando meus seios e com a outra mão começa a colocar o dedo no meu cuzinho e diz – Agora é a terceira e última parcela minha delícia, vou meter no seu rabinho lindo. E eu digo – Não, nem meu marido meteu aí, ainda é virgem. – Ah, vai ter que dar sim, mas pode deixar vou ser bem carinhoso (disse Ralf).
Aí então eu com medo e já até querendo sentir isso pela primeira vez, sindo ele a abrir minha bunda com uma mão e direcionar seu pau, lambuzado de cuspe, com a outra na portinha do meu cuzinho. Fica ali forçando devagar, até que consegue entrar a cabeça e dou uma gemidinha de dor. Continua, com um pouco mais de força e vai conseguindo entrar cada vez mais. Sinto me rasgando, uma ardência e uma dor, mas que se mistura com muito tesão e ficou gemendo cada vez mais alto e ele tbm. Depois de uns dez minutos desse jeito ele me vira de bruços, deitada de barriga pra baixo e sobe em cima de mim e se eu poder me mexer estoca de uma só vez toda rola dentro do meu cuzinho sem dó. Dou um grito bem alto e ele fica com mais tesão ainda, metendo agora com muito vigor. Sinto ele todo dentro de mim, me deixando desaparecida por baixo daquele homem negro gigante. Ele continua metendo e gemendo alto e mais alto, me chamando de putinha, de safada gostosa e dizendo que está quase tudo pago, até que ele começa a gozar, jorrar porra pra dentro do meu cuzinho, agora todo arregaçado. Ele para de meter, espera amolecer um pouco e tira de dentro de mim aquela rola enorme, pingando porra, me limpa e eu vou tomar banho e volto pra casa.
Depois de alguns meses que tudo aconteceu, estou aqui te contando tudo e pedindo pra me perdoar.

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