Setembro 8, 2025

758 Visões

Setembro 8, 2025

758 Visões

Pagando minha madrastra com a mesma moeda

0
(0)

Desde que comecei a transar com a Viviane (minha madrastra), vê-la com meu pai tem sido uma tortura. Principalmente à noite, quando os dois trancam a porta do quarto e ela começa com esse show exagerado de gemidos. A puta sabe que eu estou do lado, ouvindo cada gritinho falso, cada “Ai, papai, que gostoso!” que ela solta só pra ele se sentir o garanhão do ano e continuar comprando suas bolsas caras e joias. Toda vez que ouço, meu peito aperta e o sangue ferve. Não aguento mais essa farsa.

Hoje não deu pra segurar. De manhã cedo, ouvi ela rindo com meu pai na cozinha, contando como queria que ele pagasse outra viagem pra Cancún. Aquele tom doce e falso que ela usa só com ele me fez ferver o sangue. Então, pura raiva, peguei o celular e liguei pra Valéria, uma mina do bairro que sempre deu em cima de mim. Perguntei se ela queria passar um tempinho em casa, que eu tava afim de vê-la. Ela, toda animada, aceitou na hora.

Quando chegou, a Viviane estava na sala vendo TV com meu pai. A Valéria é bonita, magrinha, cabelo longo, mas nesse momento tava pouco me importando. Só queria que a Viviane visse que eu também podia trazer alguém pra casa. Que não era só ele que podia foder. Levei ela direto pro meu quarto e fechei a porta com um tranco. Valéria riu, pensando que era só tesão, e não demorou pra começar a me beijar. Suas mãos abriram o zíper da minha calça e puxaram meu pau, que já estava duro de pura raiva e ciúmes. Ela se ajoelhou e enfiou tudo na boca. Pra falar a verdade, a mina chupava bem, com vontade, se engasgando um pouco mas sem parar. Eu me apoiei na porta, de olhos fechados, mas em vez de pensar nela, só imaginava a Viviane ouvindo de fora.

Virei a Valéria e coloquei ela de quatro na minha cama. Sem muita enrolação, enfiei por trás. Ela gemía alto, pedindo mais, mas eu só pensava em punir a outra. Cada metida era pra ecoar pela casa toda. Pra Viviane saber que eu também estava comendo alguém. Que não tava nem aí. Valéria gozou tremendo, e eu terminei pouco depois, enchendo a bunda dela de leite. Ela foi embora feliz, achando que tinha sido uma foda romântica, e eu deixei ela ir com um beijo falso na bochecha.

Assim que fechei a porta, virei e lá estava a Viviane, parada no corredor de braços cruzados. Os olhos dela estavam cuspindo fogo. “O que você pensa que é, seu moleque de merda?” ela cuspiu, e antes que eu pudesse responder, me deu um tapa que deixou minha bochecha ardendo. A raiva fervia por dentro, mas quando vi o olhar dela, não era só raiva… tinha algo mais. Algo escuro e quente que me paralisou. Ela agarrou minha camisa e puxou minha cara pra perto dela. Nossos lábios se encontraram com uma fúria animal, nos mordendo, lutando pra dominar. Sabia a raiva e desejo puro.

Arrastei ela pro quarto dela, o mesmo onde ontem à noite meu pai tinha dado o show pra satisfazer ela. Joguei ela na cama, que ainda cheirava ao perfume dela e ao dele. Arranquei o short e a calcinha dela de uma vez. Ela arranhava minhas costas, rosnando: “É assim que você trata as mulheres que você gosta, seu cabação?”. Não respondi. Abri as pernas dela e cuspi no seu cu, lubrificando rápido antes de enfiar meu pau de uma vez. Era tão apertado que nós dois gritamos. Ela enterrou as unhas nos meus braços, desenhando linhas vermelhas que depois sangraram, mas não soltou. “É só isso que você tem?” ela provocou, e isso me enlouqueceu.

Comecei a comer ela com uma força que nem sabia que tinha. Cada metida era uma resposta aos gemidos falsos dela da noite passada, aos olhares de superioridade, ao jogo de puta calculista. Ela respondia mordendo meu ombro, cavando as unhas mais fundo, se contorcendo debaixo de mim como uma fera. “Isso, seu cabação, assim… me bate mais forte…”, ela ofegava, e eu obedecia, batendo na bunda dela até marcar meus dedos em vermelho. O som dos nossos corpos suados batendo era brutal, primitivo.

Mudei de posição, colocando ela de joelhos com a cara enterrada no travesseiro que meu pai usava. Agarrei seu cabelo e enfiei meu pau ainda mais fundo, sentindo o cu dela se ajustando ao meu ritmo. Ela gemeu abafada, mas não era um gemido falso dessa vez. Era gutural, real, como se a alma tivesse escapando. “Acaba comigo, seu malcriado… enche esse cu que te obceca tanto”, ela gritou, e isso me levou à beira. Gozei com um rugido, me esvaziando dentro dela até me doerem as bolas.

Desabamos juntos, ofegantes, cobertos de suor, sangue e porra. Ela se virou e me encarou com aqueles olhos que não escondiam mais nada. “Da próxima vez que tiver ciúmes de mim”, falou com a voz rouca, “faz direto. Não fica de showzinho de merda”. Mordeu meu lábio antes de se levantar e ir pro banheiro, me deixando jogado na cama onde meu pai tinha dormido orgulhoso horas antes.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Marcelo & Sonia 01

anônimo

23/03/2020

Marcelo & Sonia 01

Capítulo II - Quatro Casais -

anônimo

02/08/2017

Capítulo II - Quatro Casais -

lá kari você perdeu

relatoseroticos.es

24/07/2011

lá kari você perdeu
Scroll to Top