Maio 27, 2026

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Truck stop tease

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Trabalho num sacolão, tipo uma “feira indoor” e, mesmo casada, com aliança e alguns até conhecendo meu marido, é normal e parte do cotidiano tomar umas cantadas, algumas inocentes (pedir telefone, insta, etc) e outras bem mais assanhadas… Como acontece comigo por parte de um colega de trabalho.

Aqui em São Paulo há um local chamado CEAGESP, que é uma mega central de abastecimento e 2 vezes por semana, de madrugada, um caminhão da minha empresa vai até lá para recarregar o estoque. Eu sempre quis ir, mas, como tem que sair de madrugada, é complicado. Meu marido nunca deixou, disse que lá não é lugar pra mim… Mas eu insisti tanto que ele cedeu, só uma vez…

Enfim, fui eu e meu colega, que vou chamar de Marcelo. Marcelo é 2 anos mais velho que eu (tenho 28 e ele 30). Obviamente nunca contei que Marcelo vive me xavecando, tentando me conquistar, não pra namorar sério ou casar, só pra “brincar” – ele vive elogiando meu corpo, minhas roupas… Ele já tentou me beijar, já apalpou minha bunda quando não tinha ninguém vendo… E sinceramente, como meu marido não me dá atenção assim, eu até gosto, mas o limite é só a provocação.

Enfim, fomos juntos pro CEAGESP. No caminho, obviamente, Marcelo ficava me provocando, me seduzindo e eu sempre impondo limites. Chegamos e ficamos na fila para a baia de carga. Ia demorar, mas fazia parte.

Na espera, ele disse que era tedioso e não tinha jeito de ir mais rápido. Ai eu comentei que era uma chatice ficar esperando. Eis que ele tirou o pau pra fora, já duro, e disse que a gente podia se divertir um pouco. Foi a primeira vez que ele fez isso. Olhei pra ele com uma cara sarcástica:

-Para com isso, menino! Sou casada! E só pra você saber, o pau do meu marido é bem maior que o seu!

Ele riu alto:

-Melhor ainda, ele nem vai perceber nada! Vem cá, faz um carinho, vamos passar o tempo…

E era verdade: o meu marido tem um pau de 20cm bem grosso. Já Marcelo tinha no máximo uns 16cm de grossura mediana, uma rola bem “normal”.

Achei muito cara de pau… Mas ele tinha certa razão. Fazia umas duas semanas que eu nao transava e tava na seca. Acho que movida pelo tesão, peguei no pau dele e comecei a bater uma punheta pra ele, bem devagar. Vira e mexe ele avançava com o caminhão, mas minha mão continuava lá satisfazendo ele.

-Escuta aqui. Isso vai ficar aqui e só entre nós! Nada de contar pra ninguém e nada de liberdades a mais no trabalho! Segredo é segredo!

-O que acontece no caminhão, fica no caminhão…

Ele disse isso enquanto levantava minha camiseta e baixava meu sutiã, revelando meus seios e apertando os mamilos de leve. Eu tirei o sutiã e ele mamou gostosinho. Meus mamilos ficaram saltados e ele se deliciou ainda mais. Minha mão começou a melar pelas gotinhas de gozo que saiam do pau dele.

Marcelo abriu o zíper da minha calça e colocou a mão dentro da minha calcinha.

-Nossa, depiladinha… Que delícia! Sabia que era assim… Tira a calça…

Eu ia negar, mas ele disse que ninguém ia ver, e olhando em volta, nem tinha como alguém ver. Tirei minha calça e ele aproveitou pra tirar a dele também.

-Vem sentar no meu colo…

-Cadê a camisinha? Sem camisinha, sem brincadeira!

Ele riu e tirou uma camisinha da carteira.

-Nunca ando sem… Sabia que um dia você ia ceder…

Eu coloquei a camisinha nele e caí de boca. Tava doidinha pra pagar um boquete. Fiquei de quatro no banco do caminhão e ele aproveitou pra apalpar minha bunda.

Parei de mamar depois de um tempo e tirei a calcinha. Ai sentei no colo dele. Sem frescura, sem romance, o pau dele entrou todinho de uma vez. Ai comecei a cavalgar, não muito forte pra não perceberem de fora. Ele mamava meus peitos e eu só fechei os olhos e comecei a viajar no prazer.

Estava friozinho, escuro, as vozes lá fora pareciam acobertar nossa safadeza. As vezes eu tinha que parar pra ele avançar o caminhão. Ficamos uns 15 minutos nessa brincadeirinha até ele gozar, gemendo e me apertando forte.

-Isso safado, goza pra mim, me enche de porra! Gostoso! Delícia!

-Ah gostosa! Sabia que você ia acabar sentando na minha vara! Que safada! Que gozada gostosa!

A gente riu um bocado ainda agarrados. Ai nos arrumamos, nos vestimos e ficamos num love, trocando carícias e beijos, até que chegou nossa vez de carregar o caminhão. Obviamente eu não fiz nada, fiquei só olhando e pegando brindes pra levar pra casa. Várias frutas lindas. Mas o brinde mesmo foi levar pra casa aquele segredinho.

Na volta a gente se pegou mais um pouco no trânsito. Mas só beijo e passada de mão. No trabalho ele agiu até com mais cuidado.

Meu marido não desconfiou de nada porque eu agi normalmente. Voltei pra casa, fiz a janta como sempre, esperei ele como sempre, agi como sempre agia. Não teve alarde, não teve briga e pra variar não teve sexo. Ele só me perguntou o que eu achei, eu disse que era chato, demorado, sujo e barulhento. Enfim, não posso ir de novo pra ele não desconfiar.

Marcelo tá me chamando pra ir num motelzinho qualquer dia, “fugir do trabalho” e ir curtir mais. Mas não sei se eu devo ir… Será que eu vou? Queria muito sentir ele de novo… E talvez até sentir o gostinho do gozo dele na minha garganta…

Será que eu vou pro Motel com Marcelo ou deixo isso pra lá?

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