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O book da noiva safada
Eu nunca imaginei que um simples ensaio fotográfico pudesse mudar tanta coisa entre a gente.
Estávamos noivos há sete meses. O casamento marcado para o final do ano. Tudo corria bem, na verdade, melhor do que bem. A química entre nós sempre foi forte, e o sexo, frequente e intenso. Mas nos últimos tempos ela andava diferente. Mais quieta em alguns momentos, mais provocante em outros. Às vezes eu pegava ela olhando para mim de um jeito estranho, como se estivesse guardando um segredo.
Foi numa sexta-feira à noite que ela resolveu revelar.
Eu tinha chegado do trabalho mais cedo. Tomei banho, vesti uma calça confortável e me joguei no sofá da sala com uma cerveja na mão, só esperando ela chegar. O apartamento estava em silêncio, só o barulho baixo da televisão ligada num canal qualquer.
Quando a porta abriu, eu nem levantei a cabeça de imediato. Ouvi o barulho das chaves, o fecho da porta, os passos dela no corredor. O perfume que ela usava chegou antes dela, aquele perfume doce e quente que sempre me deixava com vontade.
“Oi, amor”, ela disse, a voz suave.
Eu virei o rosto e a vi parada na entrada da sala. Estava diferente. O cabelo solto, a maquiagem leve, uma saia preta justa e uma blusa que deixava um pedaço da barriga à mostra. Nas mãos, segurava um livro de capa preta, sem nenhum título, apenas um laço de cetim vermelho amarrado de lado.
Ela não veio direto para o sofá. Ficou ali por alguns segundos, me observando, um sorriso pequeno e misterioso nos lábios.
“Trouxe uma coisa pra você”, falou por fim.
Só então ela caminhou até mim, devagar, e se sentou ao meu lado. O livro ainda estava fechado no colo dela. Eu senti o calor da coxa dela colada na minha.
“O que é isso?”, perguntei, já desconfiado.
Ela passou os dedos pela capa preta, demorando de propósito.
“Um presente de noivado”, respondeu baixinho. “Eu fiz um ensaio. Boudoir. Só para você.”
Meu coração deu um salto. Eu olhei para o livro, depois para o rosto dela. Os olhos dela brilhavam de um jeito que eu conhecia bem: mistura de nervosismo e excitação.
“Posso ver?”, perguntei, a voz já um pouco rouca.
Ela sorriu de lado e, sem responder, abriu o volume na primeira página.
Foi aí que tudo começou.
A primeira página era quase inocente.
Ela de costas, de pé ao lado da cama, usando apenas uma calcinha preta de renda e um sutiã que ainda não tinha sido aberto. A luz entrava pela janela de forma suave, desenhando o contorno da cintura e a curva da bunda. O cabelo solto caía sobre um ombro.
“Foi estranho no começo”, ela contou, voz baixa, quase confessional. “Ficar assim na frente de um fotografo que eu mal conheço. Eu estava nervosa. Ele percebeu. Veio até mim e disse: ‘Respira. É só uma foto. Seu noivo vai gostar de ver você assim.'”
Ela passou o dedo levemente sobre a imagem.
Virei a página.
Agora ela estava sentada na beira da cama, as pernas cruzadas, ainda de lingerie. O sutiã tinha sido aberto na frente, mas ela segurava as duas metades com as mãos, cobrindo os seios. O olhar era direto para a câmera, e, portanto, para mim.
“Ele falou que eu precisava parecer mais… disponível. Que o desejo tinha que aparecer nos olhos. Me pediu para respirar fundo e pensar em você. Em como você me olha quando está com vontade. Eu fiz. E ele tirou essa.”
Minha mão descansava na coxa dela. Senti o calor da pele através do tecido fino da saia.
Ela virou a página devagar.
A terceira foto a mostrava deitada de lado, o sutiã já fora do corpo, jogado ao lado no lençol. Um braço cobria os seios de forma incompleta; o mamilo esquerdo aparecia entre os dedos. A calcinha ainda estava no lugar, mas o elástico tinha sido puxado um pouco para baixo, revelando o começo da curva da bunda.
“Aqui ele já estava mais perto”, ela disse. “Veio até a cama e ajoelhou ao lado. Segurou meu pulso e afastou o braço só um centímetro. ‘Assim fica melhor’, falou. ‘O contraste da pele com o lençol… o marido precisa ver o que é dele.'”
Eu engoli em seco. O pau já começava a reagir com a tensão crescente a cada virada de página.
Ela notou. O sorriso dela ficou um pouco mais safado.
“Na próxima ele pediu para eu tirar a calcinha.”
Virou a página.
Agora ela estava deitada de costas, completamente nua. Uma mão descansava entre os seios; a outra cobria o sexo de forma leve, os dedos fechados. As pernas estavam semi-abertas. A luz batia de lado, destacando a maciez da barriga e o começo da curva interna das coxas.
“Eu fiquei vermelha”, confessou. “Pela primeira vez na vida eu estava completamente pelada na frente de um homem que não era você. Ele não tocou em mim. Só olhou. E disse: ‘Perfeita. Agora abre um pouco mais as pernas. Só o suficiente para a luz entrar.’ Eu abri. E senti o ar frio na buceta. Já estava úmida. Só de estar ali, nua, sendo observada e de saber que você veria essas fotos.”
Minha respiração ficou mais pesada. A mão dela desceu e pousou sobre o volume que crescia na minha calça, sem apertar, apenas sentindo.
“Ele me perguntou se você tinha algum gosto especial”, continuou ela, voz ainda mais baixa. “Se havia algo que te deixava particularmente excitado. Eu hesitei… e depois falei. Falei que você gosta de ver fluidos. Gozo. Buceta molhada. Tudo melado e brilhando. Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Depois sorriu de leve e disse: ‘Interessante. Talvez a gente possa trabalhar com isso.'”
Ela virou a página.
A foto seguinte ainda era só dela. De quatro na cama, de costas para a câmera, a cabeça virada para olhar por cima do ombro. A bunda alta, as coxas um pouco abertas. Nada além da própria pele. Mas a posição já era claramente mais provocante.
“Ele me orientou a ficar assim”, ela narrou. “Veio por trás e colocou as mãos na minha cintura. Ajustou o ângulo. ‘Mais curva aqui. Isso. Seu noivo vai querer morder.’ Eu ri, nervosa. Mas a risada saiu meio falha. Porque eu já estava molhada de verdade. Sentia o ar esfriando a umidade entre as pernas.”
Eu estava completamente duro agora. Ela sentia. Seus dedos traçaram o contorno do pau por cima da calça, devagar, como se estivesse apenas explorando.
“Não tinha acontecido nada demais”, ela sussurrou perto do meu ouvido. “Só poses. Só a voz dele me guiando. Só as mãos ajustando meu corpo. Mas cada toque… cada instrução… ia me deixando mais quente. E eu ficava pensando em você. Em como você ia reagir quando visse tudo isso.”
Ela fechou o livro por um instante, apenas para olhar nos meus olhos.
“Quer continuar?”, perguntou, a voz rouca de antecipação. “Porque a partir daqui… as coisas começam a ficar diferentes.”
Eu apenas balancei a cabeça, incapaz de falar direito.
Ela sorriu, reabriu o volume e virou a próxima página.
A foto seguinte a mostrava ainda de quatro, mas agora de frente para a câmera. Os seios pendiam pesados, os mamilos duros. Uma das mãos dela estava apoiada no colchão; a outra segurava o próprio joelho, abrindo um pouco mais as coxas. A buceta aparecia entre as pernas, já visivelmente úmida, os lábios um pouco entreabertos.
“Ele me pediu para ficar assim”, ela contou, a voz baixa e rouca perto do meu ouvido. “Disse que a luz precisava bater de um ângulo diferente. Veio pela frente, ajoelhou na minha frente e… ajustou. Colocou as mãos por baixo dos meus seios e ergueu um pouco, como se estivesse ajeitando o enquadramento. Os polegares roçaram os mamilos. Foi rápido. Quase inocente. Mas eu senti o choque direto na buceta.”
Minha mão apertou a coxa dela com mais força. Ela sorriu de lado e continuou.
“Eu já estava molhada demais para fingir que não. Ele notou. Olhou para baixo, entre as minhas pernas, e comentou baixinho: ‘Interessante… você está brilhando. Isso vai ficar lindo na foto. Só observou. E tirou a foto.”
Virei a página.
Agora ela estava deitada de costas, as pernas dobradas e abertas. As mãos seguravam a parte de trás das coxas, expondo tudo. A buceta estava claramente úmida; um fio fino de fluidos descia pela dobra da virilha. Nada além disso. Só ela, nua, oferecida.
“Aqui ele finalmente tocou de verdade”, ela confessou. “Veio até a beira da cama, ajoelhou e colocou as duas mãos por dentro das minhas coxas. Afastou devagar. ‘Mais. Assim. Seu noivo precisa ver o quanto você está molhada só de ser fotografada para ele.’ Os polegares dele roçaram os lábios externos. Só um toque. Leve. Mas suficiente para eu tremer.”
Eu estava duro demais. A respiração já saía mais pesada. A mão dela desceu de novo e apertou o volume na minha calça, dessa vez com mais intenção, massageando devagar por cima do tecido.
“Ele perguntou de novo sobre o seu fetiche”, continuou. “Falou: ‘Você disse que ele gosta de fluidos… de ver tudo molhado. Então vamos trabalhar nisso. Sem pressa.’ Eu apenas balancei a cabeça. Não conseguia falar direito. Estava com vergonha e excitada ao mesmo tempo.”
Página seguinte.
Ela ajoelhada na cama, de perfil, o corpo arqueado. Uma mão entre as pernas, os dedos apenas encostados na buceta, sem entrar. O olhar era para a câmera, meio perdido, meio safado.
“Ele me orientou a me tocar”, ela disse. “Não para gozar. Só para espalhar o que já estava saindo. ‘Deixa brilhar. O marido vai querer lamber cada gota.’ Eu desci a mão. Passei os dedos pelos lábios. Estava escorregadia. Ele fotografava enquanto eu fazia isso. De vez em quando se aproximava e corrigia o ângulo do meu pulso, a posição dos dedos. A mão dele guiava a minha. Quente. Firmemente paciente.”
Eu gemi baixo. Ela apertou um pouco mais o meu pau por cima da calça.
“Na foto seguinte…”, ela virou a página, “ele decidiu que eu precisava de ajuda para ficar ainda mais molhada.”
A imagem mostrava ela deitada de novo, pernas bem abertas. Dessa vez as mãos dela estavam acima da cabeça, segurando o travesseiro. A buceta estava visivelmente mais úmida, os lábios inchados, um brilho claro se espalhando pela entrada e pela dobra das coxas.
“Ele ajoelhou entre as minhas pernas”, ela narrou, a voz agora mais rouca. “Colocou as mãos por baixo da minha bunda e ergueu um pouco o quadril. Depois… usou os polegares. Abriu os lábios com cuidado. ‘Só para a luz entrar melhor’, disse. Mas os polegares ficaram ali. Apertando de leve. Afastando. Eu estava pingando. Dava para sentir o ar frio em cada centímetro exposto.”
Minha mão subiu pela saia dela. Encontrei a calcinha já úmida. Ela arfou baixinho quando meus dedos pressionaram por cima do tecido.
“Ele não meteu os dedos”, ela continuou, quase sussurrando. Só ficou ali, segurando, abrindo, observando. E fotografando. De vez em quando passava o polegar de cima a baixo, bem devagar, espalhando o que escorria. ‘Perfeito’, murmurou. ‘Está exatamente como o seu noivo gosta. Toda molhada. Toda disponível.'”
Eu não aguentava mais só ouvir. Puxei a calcinha dela de lado e deslizei dois dedos pela fenda quente. Ela estava encharcada. Gemeu contra meu pescoço.
“Continua”, pedi, a voz rouca.
Ela virou mais uma página, enquanto eu a masturbava devagar.
A foto agora a mostrava de lado, uma perna levantada, a mão dela puxando o próprio assento para trás, expondo a buceta e o cu ao mesmo tempo. Tudo brilhando.
“Ele me virou”, ela contou. “Pediu essa posição. Veio por trás, ajoelhou e… ajustou. As mãos grandes segurando minhas nádegas, abrindo. Os polegares roçando a entrada. Um deles chegou a pressionar de leve o cu, só para ver a reação. Eu tremi inteira. Ele riu baixinho e disse: ‘Calma. Ainda não. Só estamos preparando as fotos. Seu marido vai enlouquecer quando vir o quanto a noiva dele está se entregando nessa sessão.'”
Eu meti os dedos mais fundo nela. Ela arqueou as costas e mordeu o lábio.
“A tensão estava insuportável”, confessou. “Eu queria mais. Queria que ele fizesse alguma coisa de verdade. Mas ele só tocava o suficiente para me deixar louca. E fotografava. Sempre fotografava. Ele podia ser um pouco menos profissional.”
Ela fechou os olhos por um segundo, sentindo meus dedos, e depois olhou para mim de novo.
“Na próxima página… as coisas começam a ficar ainda mais íntimas.”
Virou o papel com dedos trêmulos.
A foto mostrava ela ajoelhada na beira da cama, nua, o corpo levemente inclinado para frente. Pela primeira vez o fotógrafo aparecia parcialmente no enquadramento: só a parte de baixo do tronco, a calça aberta, o pau semi-duro saindo pela abertura. A mão dela estava levantada, os dedos a poucos centímetros dele, como se ainda hesitasse.
“Ele perguntou se eu topava”, ela contou, a voz baixa e rouca. “Falou: ‘Só para a foto. Você segura. Seu noivo gosta de fluidos… imagina a cara dele vendo a mão da noiva dele em outro pau.’ Eu fiquei parada. O coração batendo forte. Depois… estendi a mão.”
Na imagem seguinte ela já estava segurando.
Os dedos dela envolviam o pau dele, ainda não completamente duro, mas engrossando sob o toque. Ela olhava para a câmera com uma expressão misturada de vergonha e excitação.
“Estava quente”, sussurrou ela. “Mais grosso do que eu esperava. Eu só segurei no começo. Ele tirou várias fotos assim. Depois pediu para eu apertar um pouco. ‘Sobe e desce devagar. Só para deixar ele pronto.’ Eu fiz. Sentia ele pulsando na minha mão. Ficando duro de verdade enquanto eu masturbava.”
Eu gemi. Meus dedos dentro dela aceleraram o ritmo. Ela estava encharcada, contraindo ao redor deles.
“Ele ficou completamente duro na minha mão”, continuou. “Aí sugeriu a próxima pose.”
Página seguinte.
Ela ainda ajoelhada, agora mais perto. A língua saía da boca e apenas encostava na cabeça do pau dele. Um toque leve, quase experimental. Os olhos dela estavam semi-cerrados.
“Ele falou: ‘Só a língua. Só para a foto. Não precisa chupar de verdade.’ Eu cheguei perto. Passei a língua de leve na glande. Só um toque para molhada-la com minha saliva. Ele tremeu. Eu também. A buceta latejou tão forte que eu precisei apertar as coxas.”
Minha outra mão subiu e apertou o seio dela por cima da blusa. Ela arquejou.
“Na foto depois…”, ela virou a página, “eu já estava com a língua mais largada. Lambendo de cima a baixo, bem devagar. Ele segurava a câmera com uma mão e com a outra segurava meu cabelo, só para manter o ângulo. Não empurrava. Só segurava. Mas eu sentia duro e quente contra minha lingua.”
Eu estava prestes a gozar só de ouvir. Tive que tirar os dedos dela e apertar a base do meu próprio pau para me segurar.
Ela notou e sorriu, safada.
“Aí ele teve a ideia”, disse. “Falou que a gente podia fazer uma sequência… sem trair de verdade. Porque se não entrar… não conta.”
A próxima foto a mostrava deitada de costas, as pernas bem abertas. O fotógrafo ajoelhado entre elas. O pau duro dele estava apoiado em cima da buceta dela, a cabeça pressionando os lábios externos, esfregando de leve para cima e para baixo. Tudo brilhando com a umidade dela.
“Ele colocou o pau em cima da minha buceta”, ela narrou, a voz quase um gemido. “Só esfregando. A cabeça deslizando entre os lábios. Toda vez que ele empurrava um pouco, a glande abria caminho e eu sentia o calor. Mas não entrava. Só deslizava. Eu não queria cruzar essa linha. ‘Viu?’, ele murmurou. ‘Não está dentro. É só para a foto. Seu noivo vai ficar louco vendo a noiva dele sendo esfregada assim.'”
Eu soltei um gemido baixo e fundo. Ela pegou minha mão e colocou de volta entre as pernas dela.
“Continua me tocando enquanto eu conto”, pediu.
Eu obedeci. Dois dedos de novo, entrando fácil naquela buceta escorregadia.
“Ele esfregava devagar”, ela continuou. “Subia até o clitóris, descia até a entrada, e parava bem ali. A cabeça do pau dele ficava pressionando o buraco, quase entrando… mas nunca entrava de verdade. Eu estava louca. Queria empurrar o quadril para cima e engolir ele. Mas me segurava.
Página seguinte.
A foto era mais próxima. O pau dele totalmente molhado com os fluidos dela, brilhando, a cabeça encaixada entre os lábios inchados, a virilha quase colada na dela. A mão dela aparecia no canto da imagem, segurando a própria coxa para manter as pernas bem abertas.
“Nessa ele chegou mais perto”, ela sussurrou. “O pau inteiro esfregando de cima a baixo. Eu sentia as veias, o calor, o peso. Cada vez que a cabeça passava pela entrada, meu corpo tentava sugar. Mas ele controlava. Não deixava entrar. Só esfregava. E fotografava. ‘Olha como está molhada’, ele falava. ‘Seu noivo vai gozar só de ver isso.'”
Eu estava tremendo. Os dedos dentro dela faziam um barulho molhado e obsceno.
“Na última foto dessa sequência…”, ela virou a página com a mão trêmula, “ele me virou de lado. Levantou uma perna. E esfregou o pau de cima a baixo na minha buceta enquanto eu olhava para a câmera. A cabeça dele entrava dois centímetros… e saía. Entrava dois centímetros… e saía. Só isso. Mas era suficiente para me deixar à beira do orgasmo.”
Ela olhou para mim, os olhos escuros de desejo.
“Eu quase gozei só com aquilo”, confessou. “Quase. Mas ele parou. Guardou o pau de volta na calça. E disse que a gente ainda tinha mais poses para fazer.”
Ela fechou o livro por um segundo, ofegante, enquanto eu a masturbava com força.
“A cada foto eu pensava só em você… vendo tudo isso. Vendo sua noiva safada se expondo daquele jeito…”
Ela reabriu o livro.
“Quer ver a próxima parte?”
Ela virou a página com os dedos já um pouco trêmulos.
A foto seguinte a mostrava ajoelhada de novo, mas dessa vez bem mais perto. O pau do fotógrafo estava totalmente duro, brilhando com a saliva dela e com o que tinha esfregado na buceta. A boca dela estava aberta, a língua largada por baixo da glande, os lábios quase fechando ao redor da cabeça. Os olhos olhavam direto para a câmera.
“Ele pediu para eu chupar de verdade”, ela contou, a voz rouca. “Falou: ‘Só a cabeça. Só para a foto. Seu noivo vai adorar ver a boca da noiva dele ocupada.’ Eu abri a boca e engoli a glande. Quente. Grossa. Senti o gosto misturado da minha própria buceta nele. Chupei devagar, só a ponta, enquanto ele fotografava.”
Eu gemi fundo. Meus dedos dentro dela aceleraram, o barulho molhado preenchendo o silêncio da sala. Ela arqueou as costas e apertou a minha coxa com força.
“Ele segurava meu cabelo com uma mão”, continuou. “Não empurrava. Só mantinha o ângulo. Mas eu sentia ele latejar na minha língua. De vez em quando eu descia um pouco mais, engolia mais um pedaço, e ele puxava de leve para eu não sair do ângulo.
Página seguinte.
Agora a imagem era mais próxima: a boca dela completamente fechada em volta da cabeça do pau, bochechas levemente afundadas, um fio de saliva escorrendo pelo queixo. A mão dela aparecia segurando a base.
“Eu chupava com vontade”, ela confessou. “Não conseguia mais fingir que era só pose. Cada vez que a língua rodava na glande, a buceta latejava. Eu estava pingando na cama. Ele percebeu. Parou de fotografar por um segundo, olhou para baixo e murmurou: ‘Você está encharcada de novo…'”
Eu retirei os dedos dela só para lamber, e ela gemeu alto quando sentiu minha língua.
“Continua contando”, pedi, a voz rouca.
Ela obedeceu, ofegante.
“Aí ele me deitou de novo.”
A próxima foto a mostrava de costas, de quatro na cama. O fotógrafo ajoelhado atrás. O pau dele estava apoiado em cima da bunda dela, a cabeça descendo devagar pela fenda, passando pelo cu e parando bem na entrada da buceta. Tudo brilhando.
“Ele esfregou de novo”, ela narrou. “Mas dessa vez com mais pressão. A cabeça do pau abria os lábios e ficava ali, pulsando. Eu empurrava o quadril para trás sem querer. Quase encaixava. Quase. Mas ele controlava. ‘Ainda não está dentro’, ele lembrava. ‘Então ainda não é traição. Só está esfregando. Seu noivo vai ver o quanto a noiva dele aguentava sem pedir para meter.'”
Eu estava prestes a explodir. Tive que parar de a tocar por um momento só para não gozar.
Ela notou e sorriu, safada, antes de virar a página.
A foto seguinte era ainda mais íntima. O pau dele estava encaixado entre os lábios dela, a glande quase sumindo, mas ainda do lado de fora. A mão dele aparecia segurando a própria base, controlando a profundidade. A buceta dela estava aberta, inchada, escorrendo.
“Nessa ele chegou o mais perto possível sem entrar”, ela sussurrou. “A cabeça ficou ali, pressionando a entrada. Eu sentia o calor, a pressão, o formato. Cada vez que ele movia um milímetro, meu corpo tentava sugar. Eu tremia inteira. ‘Se você empurrar mais um pouco…’, eu pensei. Mas não falei. Só gemia baixinho enquanto ele fotografava.”
Minha mão voltou para entre as pernas dela. Dessa vez três dedos. Ela estava tão molhada que entraram sem resistência.
“Ele ficou assim por vários minutos”, continuou. “Esfregando, pressionando, quase entrando… e saindo. Eu estava à beira de um orgasmo só com aquilo. As coxas tremendo. A buceta contraindo no nada. Ele percebeu e falou, bem baixo: ‘Você está prestes a gozar só de ser esfregada… imagina a cara do seu noivo quando vir isso.'”
Ela virou mais uma página, a respiração já irregular.
A imagem agora a mostrava deitada de lado, uma perna levantada alto. O fotógrafo estava colado nas costas dela. O pau duro deslizava de cima a baixo na buceta, a cabeça sumindo parcialmente entre os lábios a cada movimento, mas nunca atravessando de verdade. A mão dela aparecia por trás, segurando a nádega para manter tudo exposto para a câmera.
“Ele me abraçou por trás”, ela contou. “Uma mão no meu seio, apertando o mamilo. A outra guiando o pau. Esfregava devagar, com força. Eu sentia o corpo inteiro dele colado no meu. O calor. A respiração no meu pescoço. ‘Ainda não está dentro’, ele repetia. ‘Ainda é só para a foto…'”
Eu não aguentava mais. Puxei a saia dela para cima, abaixei a calcinha e enfiei o pau de uma vez só, fundo. Ela gritou baixinho e cravou as unhas no meu ombro.
“Continua”, ordenei, fodendo ela com força, devagar e fundo.
Ela obedeceu, a voz quebrada de prazer:
“Eu estava destruída… a buceta latejando… pedindo para ser preenchida… mas ele não metia. Só esfregava. Só provocava. E fotografava cada segundo. Eu gozei. Gozei só com o pau dele esfregando do lado de fora. Tremendo, contraindo, molhando a cama inteira… enquanto ele tirava foto atrás de foto.”
Ela enterrou o rosto no meu pescoço enquanto eu a fodia sem piedade.
“Ele ainda não tinha gozado.”, sussurrou. “Não tinha metido de verdade. Mas eu já estava completamente entregue.”
Ela reabriu o livro com a mão trêmula, ainda sendo fodida.
“A próxima parte… é onde as coisas finalmente atravessam a linha.”
Ela virou a página enquanto eu ainda estava dentro dela, fodendo devagar e fundo. O livro tremia levemente nas mãos dela.
A foto seguinte quebrava a regra que até então tinha sido mantida.
Ela estava de quatro na cama, a bunda alta, as costas arqueadas. O fotógrafo ajoelhado atrás. O pau dele não estava mais só esfregando. A cabeça tinha atravessado a entrada. Só a glande. Enfiada. Os lábios da buceta dela fechados ao redor daquele pedaço grosso, brilhando de tanto fluido.
“Ele perguntou se eu topava”, ela contou, a voz já falhada por causa do meu pau entrando e saindo. “Falou bem baixo, quase no meu ouvido: ‘Só a cabecinha. Só para a foto. Seu noivo tem fetiche em fluidos… imagina ele vendo a buceta da noiva dele sendo aberta assim. Se for só a cabeça… ainda quase não conta.’ Eu hesitei. O coração batendo na garganta. Depois… empurrei o quadril para trás.”
Eu soltei um gemido gutural e enterrei até o fundo nela. Ela gritou baixinho e cravou as unhas nas minhas costas.
“A cabeça dele entrou”, ela continuou, ofegante. “Grossa. Quente. Eu senti os lábios se abrirem e se fecharem em volta. Ele não meteu mais que isso. Ficou parado. Pulsando lá dentro. E fotografou. Várias vezes. ‘Não se mexe’, ele mandou. ‘Deixa eu registrar exatamente assim. A noiva do cara com outro pau só a cabecinha dentro…'”
Eu acelerava as estocadas. Ela gemia entre as frases.
“Ele ficou assim por um tempo”, narrou. “Só a cabeça dentro. De vez em quando puxava até quase sair e enfiava de novo, só aquele pedacinho. Eu tremia inteira. A buceta tentava sugar o resto. Eu queria o pau todo. Mas ele controlava. ‘Ainda é só a cabeça’, repetia. ‘Ainda é para a foto.'”
Página seguinte.
Agora a imagem era de perto: a buceta dela bem aberta, a glande dele sumida entre os lábios inchados, um fio grosso de fluidos escorrendo pela base do pau e pingando no lençol. A mão dele aparecia segurando o próprio pau, garantindo que não fosse mais fundo.
“Nessa ele começou a se mexer de verdade”, ela disse. “Só com a cabeça. Para dentro e para fora. Curtinho. Molhado. O barulho era obsceno. Eu gemia sem conseguir segurar. Ele fotografava e falava ao mesmo tempo: ‘Olha como ela está engolindo só a ponta… seu noivo vai gozar só de ver isso.'”
Eu a fodia com força agora, sem piedade. Ela retribuía, empurrando o quadril contra o meu.
“Aí ele me virou de novo.”
A foto seguinte a mostrava deitada de costas, as pernas abertas e dobradas contra o peito. O fotógrafo ajoelhado entre elas. O pau dele outra vez só com a cabeça dentro, mas dessa vez ele segurava as coxas dela bem abertas, expondo tudo para a câmera. A expressão no rosto dela era de puro delírio.
“Ele me segurou assim”, ela contou. “E começou a dar umas enfiadas curtas. Só a glande. Entrando e saindo. Eu estava tão molhada que fazia barulho. Ele tirava foto a cada movimento. ‘Fala o nome do seu noivo’, ele mandou. Eu falei. Gemi o seu nome enquanto outro pau estava só a cabecinha dentro de mim.”
Eu grani os dentes e acelerei ainda mais.
“Eu gozei de novo”, ela confessou, a voz quebrada. “Gozei com só a cabeça dele dentro. A buceta contraindo louca em volta daquela glande. Ele sentiu. Riu baixinho e disse: ‘Isso… goza para a câmera. Seu noivo precisa ver a cara da noiva dele gozando em outro pau.'”
Ela estava gozando de novo agora, em volta do meu pau, o corpo inteiro tremendo enquanto eu a fodia sem parar.
“Depois…”, ela virou a página com dificuldade, “ele tirou a cabeça de dentro e me mandou ajoelhar de novo.”
A foto mostrava ela ajoelhada, a boca aberta, a língua para fora. O pau dele, todo brilhando com os fluidos dela, estava a poucos centímetros dos lábios. Ainda duro. Ainda latejando.
“Ele falou que a gente ainda não tinha terminado”, ela sussurrou. “Que faltava a parte que você mais ia gostar. A parte dos fluidos de verdade. Mas que a gente ia deixar para o final… para eu não estragar as outras poses.”
Ela olhou para mim, os olhos marejados de prazer, enquanto eu continuava metendo fundo.
“Ele ainda não tinha gozado”, disse. “Nem na minha boca, nem em lugar nenhum. Estava segurando. Falou que ia gozar só quando as fotos estivessem perfeitas. E que eu ia receber tudo… bem devagar… para a câmera registrar cada gota.”
Ela fechou o livro por um instante, ofegante, sendo fodida com força.
“A próxima parte…”, sussurrou contra minha boca, “é onde ele finalmente descarrega.”
Ela virou a última sequência de páginas com as mãos já trêmulas, enquanto eu ainda a fodia fundo e sem pressa, sentindo cada contração dela ao redor do meu pau.
A foto seguinte a mostrava ajoelhada no chão, na frente da cama. O fotógrafo estava em pé na sua frente. O pau dele, ainda duro e brilhando com tudo o que tinha esfregado nela, apontava direto para a boca aberta dela. A língua estava para fora, esperando.
“Ele finalmente falou que era a hora”, ela contou, a voz rouca e quebrada de tanto gemer. “Olhou para mim e disse: ‘Agora a gente faz a parte que o seu noivo mais vai gostar. Fluidos de verdade. Você vai receber tudo. E eu vou fotografar cada segundo.'”
Eu enterrei até o fundo e segurei ali, latejando dentro dela. Ela arquejou alto.
“Ele segurou meu cabelo com uma mão e a câmera com a outra”, continuou. “Enfiou só a cabeça de novo na minha boca. Chupei. Lambi. Deixei saliva escorrer. Ele fotografava enquanto eu chupava. Depois tirou da boca e começou a bater uma bem na minha frente, a glande quase tocando minha língua.”
Página seguinte.
A imagem a capturava exatamente no momento em que o primeiro jato saía. Espesso. Branco. Atingindo o meio da língua dela e escorrendo pelos lábios. Os olhos dela estavam semi-cerrados, aceitando.
“Ele gozou na minha boca”, ela sussurrou contra meu pescoço. “O primeiro jato foi direto na língua. Quente. Grosso. Eu senti o gosto imediatamente. Ele mandou eu segurar. Não engolir ainda. ‘Mostra para a câmera’, ele falou. Eu abri a boca e deixei a porra dele juntar na língua enquanto ele tirava foto atrás de foto.”
Eu gemia baixo, fodendo ela com mais força agora, imaginando cada detalhe.
“O segundo jato acertou o canto da boca e escorreu pelo queixo”, ela continuou. “O terceiro pegou o lábio de cima e desceu até o peito. Ele continuava gozando, jato atrás de jato, enquanto eu ficava parada, boca aberta, recebendo tudo. A câmera disparava sem parar.”
Página seguinte.
Agora ela estava com o rosto completamente melado. Porra escorrendo da boca, pingando nos seios, um fio grosso descendo pelo pescoço. A língua ainda para fora, suja. O olhar dela era direto para a câmera, para mim.
“Ele me mandou passar os dedos no queixo e espalhar”, ela narrou. “Eu fiz. Peguei a porra dele e passei nos lábios, nos seios, até chegar na buceta. Ele fotografava enquanto eu me sujava de propósito. ‘Isso… deixa sua pele toda melada para o marido ver.'”
Eu estava no limite. As estocadas ficaram mais profundas, mais urgentes.
“Aí ele me deitou de novo.”
A foto seguinte a mostrava de costas, de quatro. O fotógrafo ajoelhado atrás. Dessa vez o pau dele estava só a cabeça dentro outra vez… e ele estava gozando novamente. Os jatos saindo ao redor da glande, escorrendo pela buceta dela, pingando no lençol. A mão dele segurava a base, garantindo que só a ponta ficasse dentro enquanto descarregava.
“Ele enfiou só a cabecinha de novo e gozou lá dentro da entrada”, ela confessou, a voz falhando. “Eu senti os jatos quentes batendo direto na entrada. Escorrendo para fora ao redor do pau dele. Ele tirou foto de cada segundo. A porra saindo, misturando com o que eu já estava produzindo, deixando tudo branco e brilhante.”
Eu grani os dentes e acelerei.
“Depois ele tirou o pau e mandou eu me virar.”
A última foto a mostrava deitada de costas, pernas bem abertas. A buceta completamente aberta, melada, um fio grosso de porra escorrendo da entrada e descendo pelo cu. Os seios também sujos. O rosto ainda com vestígios. Ela segurava os próprios lábios abertos com os dedos, mostrando tudo para a câmera.
“Ele falou a última coisa”, ela sussurrou. “Olhou para mim, ainda ofegante, e disse: ‘Agora sim. Seu noivo tem o book completo. A noiva dele nua… sendo tocada… chupando… recebendo porra… e tudo registrado. Ele vai ficar viciado nisso.'”
Ela fechou o livro devagar.
Eu não aguentei mais.
Virei ela de quatro no sofá, agarrei o cabelo e fodi com tudo o que tinha. Ela gritava meu nome misturado com gemidos altos enquanto eu descarregava fundo, jato atrás de jato, enchendo ela enquanto a imagem daquelas fotos ainda queimava atrás das minhas pálpebras.
Quando finalmente parei, ofegante, ainda dentro dela, ela olhou por cima do ombro, o sorriso safado e satisfeito.
“Então…”, perguntou, a voz rouca. “Gostou do presente de noivado, amor?”
Eu apenas a puxei para trás, ainda duro, e respondi metendo de novo.


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