Maio 7, 2026

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A minha primeira vez com o meu namorado rebelde

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Hoje quero contar-vos a história de quando me ensinaram a mamar e depois a foder…

Tinha um namorado que era dois anos mais velho do que eu. Andávamos na mesma escola, no mesmo ano, porque ele já tinha chumbado (não gostava da escola). Eu gostava dele porque ele era muito extrovertido e atrevido, era tudo o contrário de mim naquela altura, porque eu era muito tímida, apesar de falar com muitos rapazes porque vários gostavam de mim.

Ninguém acreditava que eu fosse olhar para ele, porque, apesar de ser popular por ser rebelde e chamar a atenção, não era nada bonito. Era mais ou menos alto, não era magro nem musculado, tinha barriguinha, moreno, de cara não era horrível, mas também não era um Deus grego. O que ele tinha, sim, era um grande trombilha que se marcava nas calças. No início, ele chateava-me imenso (sentava-se atrás de mim), assustava-me, dava-me picadas nas costelas, dizia coisas ao pé do meu ouvido. Até que foi escalando cada vez mais. Encolava-se muito à minha cadeira e com o joelho massageava-me o rabo. Depois passou a fazer isso diretamente com a mão, apalpava-me as pernas, levantava-me a saia e, como nos sentávamos encostados à parede direita e lá ao fundo, ninguém via nada. Depois subiu de nível e começou a apalpar-me as mamas. Eu fazia de conta que me incomodava, mas por dentro sentia tão bom que, se visse que ninguém estava a olhar, deixava-o continuar e ainda empinava o rabo para trás e parava para ele ver como eu estava disponível.

À tarde, começou a escrever-me pelo Facebook e, embora em pessoa fosse bruto ou me fizesse partidas de mau gosto à frente dos outros rapazes, no Facebook dizia-me coisas muito bonitas, que gostava muito de mim. Nem sequer mencionava os apalpões. Era só romantismo. E eu, como a iludida com tesão que sou, comecei a apaixonar-me hahaha (desde aí fiquei com o gosto de ser tratada mal e bem, às vezes).

Eu dizia-lhe que queria beijá-lo e que adorava tudo aquilo, mas que queria que ele me pedisse em namoro. No dia seguinte ele pediu-me em namoro e disse para eu pôr a relação no Facebook para toda a gente saber.

Como já éramos namorados, não era estranho que nos vissem a beijar ou ele a agarrar-me no rabo. Mas à frente dos outros não éramos tão explícitos. Trancávamo-nos numa sala de aula vazia e ele apalpava-me toda, metia-me os dedos de uma maneira tão boa e tocava-me nas mamas por baixo do sutiã. Depois, cheirava os dedos e exibia o cheiro aos amigos. Eu fingia que me irritava, mas a verdade é que aquilo encantava-me porque já começava a sentir-me como uma puta que deixava o namorado fazer o que ele quisesse.

Com ele, as coisas andavam sempre depressa, por isso ficámos assim apenas algumas semanas.

Um dia, trancámo-nos outra vez e ele estava a apalpar-me toda e a beijar-me tão bem quando me pegou na mão e a pôs na pila dele. Eu nunca tinha feito aquilo, porque, como já disse, era muito tímida e inexperiente, e só fazia as coisas quando ele me empurrava para isso. Comecei a massageá-la sem saber muito bem o que fazer, até que ele baixou o fecho das calças e tirou-a para fora.

Foi a primeira pila que eu via na vida e fiquei ainda mais molhada. Ele ensinou-me a masturbá-lo, pondo a minha mão ali e dizendo-me quanta pressão e velocidade ele gostava. Dizia-me: «Assim, chiquita, continua, não pares.» Eu pensei que a lição do dia fosse ficar por ali, mas depois ele levantou-se e pôs a pila na minha cara. Eu não sabia o que fazer, só olhei para ele com a minha carinha de inocente (e era mesmo) e ele meteu-me os dedos na boca para ma abrir, ordenou-me que colocasse a língua para fora e pôs a pila ali. Depois empurrou-a mais e disse-me para não encostar os dentes de maneira nenhuma, apenas para apertar suavemente, como se fizesse uma leve sucção. Eu seguia as instruções enquanto saboreava o delicioso gosto dele.

Depois de eu fazer sozinha, ele disse: «Muito bem, mamã, estás a aprender rápido. Agora tens de aprender a aguentá-la e a gostar do meu leite.» Agarrou-me na cabeça com firmeza e começou a empurrar a pila dele pela minha garganta abaixo. Os meus olhos ficaram ligeiramente lacrimejantes com as ânsias de sentir o pénis na minha garganta, mas eu gostava tanto e era tão obediente com ele (como com todos os meus namorados) que nunca me atrevia a interromper o prazer dele. Depois tirava-a toda da minha boca, masturbava-a um pouco e voltava a meter-a rapidamente. Assim várias vezes até que ele disse: «Aí vem o leite, quero que o bebas todo.» Eu não sabia o que esperar, mas obedeci. Estava tão molhada e o clítoris pulsava sem ninguém lhe tocar, que senti que ia ter um orgasmo de tão bom que aquilo era.

Nessa altura, ele enfia-a e encosta a minha cabeça à pila dele, sem me deixar respirar, enquanto eu sentia os colhões no meu queixo. Senti que a pila pulsou mais forte que antes e, de repente, senti o líquido por toda a boca, escorrendo sozinho para a minha garganta. O sabor era delicioso e cremoso. Ele tirou-me a pila da boca, deixando-me engolir todo o leite. Depois disse-me para lha limpar, chupando-a mais um bocado e sem deixar uma única gota de esperma. Foi tão bom que passei o dia inteiro com o sabor dele na garganta.

Depois disso, sempre que nos trancávamos, ele beijava-me um pouco e apalpava-me rápido para imediatamente meter a pila na minha boca. Dizia-me: «Temos de continuar a praticar, meu amor, para te tornares especialista em tirar-me o leite.» Eu, obediente e convencida de tudo o que ele dizia, assim que nos trancávamos já queria tirar-lhe a pila para fora, porque a simples recordação do leite dele já me deixava sempre pronta e molhada para ele.

Ficámos assim umas duas semanas, até que um dia ele disse que já queria meter-mo. Eu disse que sim, mas que comprasse preservativos. Ele riu-se e respondeu que os preservativos eram para as que não estavam realmente apaixonadas. E, fazendo chantagem emocional, disse que se eu não o amasse o suficiente para ele me foder sem preservativo. Eu disse que sim, que o amava, e que obviamente morria por ele, mas que ainda não queria ter um bebé. Ele começou a brincar com a ideia de que adorava engravidar-me e que, por mim e pelo bebé, já se esforçaria mais na escola e arranjaria trabalho. Depois disse que era brincadeira e que obviamente também não queria. Eu, na minha ingenuidade, até imaginei ter o bebé dele e a história toda, mas como ele disse que era brincadeira, deixei de imaginar, embora o desejo ficasse ali.

Como ele tinha mais experiência (tinha tido duas ex-namoradas mais velhas que lhe ensinaram muitas coisas), disse-me que se fodêssemos dez dias antes do meu período era impossível engravidar. Eu não sabia se aquilo era 100% verdade, mas uma apaixonada e enrabada acredita em tudo e nunca lhe conseguiria dizer que não.

Fizemos as contas e faltavam 6 dias para me descer. No dia seguinte, quando nos trancámos, seguimos o ritual do costume: uns beijos quentes, umas apalpadelas rápidas e ele metia-me a pila na boca. Mas desta vez deixou-me fazê-lo sozinha, sem ele me agarrar na cabeça e empurrar pela garganta abaixo. Depois de lha deixar bem lubrificada e babada, ele sentou-se e disse-me para tirar as cuecas.

Com muita vergonha, tirei-as à frente dele. Ele pegou nelas, cheirou-as e guardou-as.

«Senta-te em cima de mim e vai sentindo a minha pila na tua vagina.» Montei-me nele. Ele agarrou-me no rabo e, com a mão na pila, massageou-me toda a vulva com ela, de cima para baixo. Depois pôs a cabeça na entrada da minha vagina. «Agora vai sentando, meu amor.» Eu fui sentando e sentindo a minha vagina a abrir-se cada vez mais. Confesso que estava a sentir muita dor.

«Está-me a doer muito, bebé.»

«Ainda só vai a pontinha. Tens de aguentar, chiquita, ou queres que procure outra que aguente?» Eu respondi logo que não, que aguentava.

«Então aqui vai, meu amor.» Pegou-me nas ancas e sentou-me na pila dele por completo. Eu gemi de dor e ele tapou-me a boca imediatamente.

«Cala-te, parva, vão ouvir-nos.» Obedeci e tentei que não se ouvisse, abafando os gemidos o mais baixo possível.

«Já está, chiquita, já a tens lá dentro. Agora aprende a saltar para me tirares o leite.» Agarrou-me nas ancas com tanta força que me deixou nódoas negras. Empurrava-me para cima e para baixo, uma e outra vez. Eu, com muita dor, esforçava-me por fazer o movimento sozinha.

«Isso, chiquita, salta em cima da pila», dizia ele para me motivar. Isso fez-me lubrificar de novo e deixar a dor um pouco para trás. Saltei com cada vez mais força.

«É aí a vantagem das novinhas — são bem apertadinhas.» Senti a pila dele a estremecer dentro de mim, cada vez maior. Depois ele segurou-me firme para eu parar de me mexer e, levantando a bacia com a mão apoiada no encosto da cadeira, começou a bater-me com força, movendo a bacia para a meter e tirar rapidamente. Eu queria gritar, mas só tapei a boca com muita força para me conter. De repente, senti todo o leite quente dele a encher-me a vagina. Ele ficou parado à espera que saísse tudo, enquanto eu gemia baixinho.

Quando tirou a pila, senti a minha vagina a pulsar muito. Começou a pingar-me todo o esperma. Ele tirou as cuecas que tinha guardado e limpou o que lhe estava a sair. «Agora sei que me amas a sério, meu amor.» Beijei-o muito e disse-lhe que o amava imenso. Depois pediu-me para lha limpar como sempre. Quando desci, vi que a pila estava com sangue e que o esperma que me saía também tinha sangue. Senti-me tão feliz por ele ter sido a minha primeira vez que, em agradecimento, lha deixei bem limpinha.

Depois ele vestiu-me as cuecas, que estavam cheias dos seus mecos. Eu, muito orgulhosa por ter recebido pila pela primeira vez, fui-me embora a caminhar, a saborear todo o líquido que tinha nas cuecas e a escorrer-me pela vagina.

Depois disso, nada nos travou. Fodíamos em todo o lado. Mais tarde, ele ensinou-me a pôr-me de quatro, a empinar o rabo e todas as posições, mas aquelas eram as que ele mais gostava. Começámos a ir a hotéis porque as nossas sessões de sexo eram cada vez mais longas e já não nos chegava o pouco tempo que tínhamos nas salas fechadas. Deixámos de fazer apenas em certos dias do calendário. Já nada me importava, deixava-o fazer sempre que ele queria — e ele queria quase todos os dias. Mas, infelizmente, nunca engravidei.

Depois ele traiu-me com uma ex-namorada. Na verdade, traía-me sempre, mas eu dizia sempre que o perdoava. Só que dessa vez engravidou-a. A mãe dele obrigou-o a assumir as responsabilidades e a casar-se, por isso ele deixou-me. Andou sempre a pedir para ser meu amante, mas eu sentia-me mal por causa do bebé, e, embora morresse de vontade porque o amava imenso, disse que não.

Depois disso tornei-me muito puta. Mas sempre a apaixonar-me pelos homens que me usavam. Como até agora 🙈

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