Maio 30, 2026

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A noite que minha prima tocou nos peitos da minha namorada

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Minha namorada se chama Carla, 23 anos, um tremendo par de peitos. Não que ela fique se exibindo, mas quando veste uma regata justa, dá pra ver tudo. Essa noite a gente tinha combinado de ir na casa da minha prima Laura com meu primo Matías e meu amigo Lucas. Um encontro qualquer, nada especial, pizza e cerveja.

Carla chegou tarde, como sempre. Vestiu aquela regata branca de algodão que quase deixa transparecer tudo e um jeans curto. O primeiro olhar foi do meu primo. Ele cravou nos peitos dela assim que ela entrou. Depois disfarçou.

Eu vi, mas não falei nada. Afinal, é minha namorada.

A gente sentou no sofá. Carla se encostou em mim e colocou minha mão na coxa dela. Lucas estava calado, mas eu percebia ele inquieto. Minha prima Laura ria de tudo. A noite foi passando e começaram os jogos. Não sei como, alguém sugeriu verdade ou desafio. Sempre termina mal.

Matías pegou um desafio. “Segura num peito da Carla”. Meu sangue gelou por um segundo. Mas Matías riu, disse “valeu” e esticou a mão. Carla não se mexeu. Ficou parada, olhando pra ele. Ele tocou de leve no peito esquerdo dela por cima da regata. Alguns segundos. Todos riram.

Carla sorriu. Não disse nada.

O jogo continuou. Laura teve que perguntar pra Carla alguma coisa que ela não quis falar em voz alta. Carla falou no ouvido dela e as duas se olharam e riram depois. Eu fiquei olhando. Meu amigo Lucas já estava mais nervoso do que eu.

Aí veio o momento.

Chegou a vez da Carla. Ela escolheu desafio. Laura pensou um segundo e disse: “Mostra um peito”. O riso parou. Ninguém se mexeu.

Eu esperava que Carla dissesse não. Mas ela ficou olhando pra Laura. Depois olhou pra mim. Deu de ombros, levantou e tirou a regata. Assim, de uma vez. Ficou só de sutiã. Um sutiã preto de renda que mal cobria os mamilos.

Ninguém respirou.

—O desafio era um peito — disse Laura com a voz meio falhando.

Carla riu. Enfiou a mão nas costas, abriu o sutiã e deixou ele cair no chão.

Ali estavam. Os dois peitos. Redondos, firmes, com os mamilos clarinhos. Ficaram duros na hora por causa do ar frio do cômodo. A voz dela não tremeu nem nada. Carla ficou parada no meio da sala com os peitos à mostra como se não fosse nada.

Meu primo Matías abriu a boca e não disse nada. Lucas passou a mão no rosto. Laura ria que nem louca.

Eu não soube o que fazer. Fiquei olhando pra eles. Se mexiam um pouquinho a cada respiração da Carla.

Laura foi a primeira a se aproximar. To cou num peito com a ponta dos dedos. Depois segurou ele inteiro. Carla fechou os olhos por um momento.

—Eles são muito lindos — disse Laura em voz baixa.

Matías levantou do sofá. Se aproximou também. Carla não se mexeu nem afastou eles. Matías tocou o peito direito. Apertou um pouco, como quem quer sentir o peso. Carla soltou um suspiro e mordeu o lábio de baixo.

—Você gosta? — perguntou Matías.

Carla assentiu.

Lucas continuava no sofá olhando. Ele tinha as mãos apertadas nos joelhos.

—Vem — disse Carla.

Lucas se aproximou devagar. Ficou parado, sem saber o que fazer. Carla pegou a mão dele e colocou sobre o peito esquerdo dela. Lucas apertou como se fosse a primeira vez que tocava numa mulher. E talvez fosse verdade.

—Tira a outra mão — disse Matías.

Carla levantou os braços. Ficou com os peitos oferecidos. Laura pegou um, Matías o outro, Lucas ficou só olhando. Aí Carla olhou pra mim.

—Você não vem?

Eu não me mexia. Meu sangue queimava. Não de raiva. De outra coisa.

Eu me levantei e fiquei atrás dela. Segurei os quadris dela enquanto os outros três apalpavam os peitos dela. Laura chupou eles um pouco. Matías apertava com as duas mãos. Lucas continuava tocando igual um bobalhão, mas com vontade.

Carla gemia baixinho. Não disfarçava nada.

—Abaixa a calça — Laura disse pra mim.

Eu já estava com o pau duro como pedra. Tirei ele por cima da calça. Carla se inclinou um pouco pra frente e eu meti por trás, assim mesmo, sem cuidado nenhum. Ela apoiou as mãos na mesa e eu comecei a comer ela enquanto minha prima segurava um peito e meu primo o outro e Lucas passava os dedos na boca dela.

A casa se encheu de barulhos. Os gemidos da Carla, o barulho da minha rola entrando, as respirações dos outros.

Eu gozei rápido. Não consegui aguentar. Saí dentro dela e escorreu um pouco pelas coxas dela.

Carla ficou ali, inclinada, respirando fundo. Os mamilos ainda duros. Laura limpou a coxa dela com um lenço.

Depois Carla vestiu o sutiã, colocou a regata de volta e sentou no meu colo como se não tivesse acontecido nada.

—Alguém quer mais cerveja? — perguntou Matías.

Naquela noite, minha prima, meu primo e meu amigo conheceram os peitos da minha namorada. E eu conheci outra versão de mim mesmo que eu não sabia que existia.

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