Abril 16, 2026

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O que me aconteceu hoje no ônibus

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Fui resolver uns negócios e quando tava voltando, lá pras uma da tarde, o ônibus para numa praça e sobem umas novinhas que tinham saído da escola, falando bem alto e rachando o bico de rir.

Eu tava sentado naqueles bancos de dois, do lado do corredor, e o banco da frente tava vazio. Eram três minas: uma sentou ali, o namorado ficou em pé do lado, e as outras duas ficaram do meu lado.

Lotou pra caralho, então a gente ficou tudo muito apertado. A mina que tava mais perto de mim encostou a coxa direita inteira no meu braço, pq também se apoiou no meu banco pra ficar mais confortável.

Era uma novinha linda, baixinha, com a voz bem fininha. Dessas adolescentes que dão um tesão do cacete. Meio moreninha, tava de legging preta bem justa, dessas fininhas tipo lycra. Aposto que tiveram educação física, pensei.

Tentei me sentar direito e olhar pra outro lado. Mas sentia a perna quente dela roçando em mim. Era óbvio que o ônibus balançava e, com a gente tão apertado, talvez ela nem tivesse sacado o que tava rolando, fiquei pensando. Já tinha passado umas paradas e ela vinha se jogando cada vez mais pra cima de mim. Eu cruzei os braços e senti meu cotovelo começando a esbarrar perto do púbis dela. Ela continuava falando com as amigas como se nada tivesse acontecendo. Olhei bem pra mina e a legging marcava certinho as partes íntimas dela.

Aí elas começaram a falar que tinham uma amiga que era mó puta. Contaram tudo com detalhes, a safada que a mina era e todas as putarias que fazia, ali no meio do ônibus, sem se importar se alguém tava ouvindo. Eu olhava na maciota, pq as três olhavam pro meu lado, mas tavam entretidas na conversa.

Pra tudo isso, imagina o meu estado. Eu tava com o pau duraço, tive que me cobrir com uns papéis que eu tinha.

Aí comecei a olhar disfarçado pra novinha. Ela era linda, uma carinha de anjo, e a legging marcava direitinho a bucetinha. Dava pra ver os lábios bem desenhados, tudo certinho. Como eu tava de braços cruzados, com a mão que ficava por baixo, comecei a fazer carinho na parte interna da coxa dela. Bem devagar, com um dedo só.

Meu coração quase saltou pela boca. A mina deu uma recuada. Pensei: “Porra, o que eu tô fazendo? Vai dar merda.” Será que ela percebeu? Aparentemente não, pq logo depois ela tava encostada em mim de novo e eu deixei minha mão apoiada de leve no mesmo lugar.

Sentir aquela coxinha macia e quente é uma sensação única. Comecei a fazer carinho de novo e notei que ela não tava incomodada. Fui subindo devagar em busca da bucetinha e raspei de leve com os dedos. Senti ela se mexer um pouco, aí parei.

Voltei a tocar beeem devagar, mas dessa vez fazendo mais pressão no meio da sua fenda. Depois de fazer isso várias vezes, senti que ela suspirou fundo e chegou mais perto de mim. Aí eu pensei: “Caralho, essa novinha vai me deixar maluco.”

Eu com a mão na buceta dela e ela cada vez mais se apertando contra mim. Comecei a tocar com mais vontade. Com dois dedos, sentia os lábios da bucetinha dela bem quentinhos, cobertos por aquela telinha que fazia minhas pontas dos dedos deslizarem suave. Aí comecei a apertar e fazer mais pressão na buceta dela.

Que sensação gostosa tocar numa buceta tão pequena e talvez até virgem.

Nessa altura, já tava na cara que tinha consentimento e que ela tava curtindo. O calor que saía dali entre as pernas dela era impressionante, e eu já sentia a calcinha dela ficando molhada. Aquela umidade! De vez em quando ela apertava as pernas e se mexia, parecia que tava quase gozando.

Aí olhei pra ela, ela me olhou de volta, ficou vermelha e desviou o olhar. Reparei que ela tava tapando com a bolsa pras amigas não verem o que a gente tava fazendo.

Eu continuei masturbando ela com tudo e notei que ela já quase nem falava mais. Eu tava a mil. Sentia que ia desmaiar. Tava com um dedo praticamente enfiado na bucetinha dela. Comecei a punhetar mais forte, e ela apertava as pernas, se mexia tremendo, fechava os olhos e se contorcia. Tava masturbando ela de um jeito monstruoso.

Ela começou a ofegar devagarinho, respirando fundo. Até que senti que ela gozou. Meus dedos já tavam bem molhados, em parte também por causa do suor das minhas mãos. Continuei fazendo carinho, mas mais devagar.

Aí as amigas disseram: “Nossa, tua cara tá toda vermelha!”. E ela respondeu: “É que tô com calor, e além disso eu sou vermelha mesmo.” Elas riram: “É verdade!”

Dava pra ver que a novinha tava fervendo. Nem percebeu que já tinha chegado a parada delas, tava tão distraída. Aí se despediu da amiga e desceram todas, menos uma. O ônibus já tava mais vazio.

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