Abril 8, 2026

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Amigas se descobrindo

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Quando Carina nos convidou no grupo do WhatsApp para uma noite das mulheres, senti a nostalgia vindo. Havíamos feito muito aquilo na nossa adolescência. Claro que, com a vida adulta, tínhamos nos afastado um pouco, mas eu sentia sentia falta, principalmente quando podíamos apenas passar um tempo juntas. Eu, ela e Raquel, todas passando os 30, mal nos víamos, com o trabalho e outras obrigações. No sábado seguinte, cheguei na casa da Carina já de noite. Ela abriu a porta sorrindo, vestida com um shortinho bem curtinho de algodão e uma regata fina, sem sutiã, os bicos dos seios marcando levemente o tecido. — “Finalmente, Raíssa! Entra, a Raquel já tá aqui”, disse ela, me puxando pra dentro. O ar da sala estava quentinho, com cheiro de pipoca. Raquel estava no sofá, pernas cruzadas, usando um baby-doll soltinho que mal cobria as coxas. Quando me viu, ela sorriu preguiçosa e deu um tapinha no lugar ao lado dela. — “Vem cá, saudade de você, hein…”

Tirei o casaco e fiquei só com minha camiseta larga e shortinho jeans. Sentei entre as duas, sentindo o calor dos corpos delas tão perto. Carina serviu mais vinho pra gente e colocou uma playlist antiga no som, daquelas que a gente ouvia no quarto dela. Depois de uns minutos rindo e lembrando histórias, Carina pegou o controle e ligou a TV. — ”Vocês querem assistir Uma noite única? A gente deve ter visto esse filme mil vezes”, ela perguntou rindo. Nós respondemos que sim. A tela acendeu com a cena inicial que a gente conhecia de cor. Nós três nos ajeitamos no sofá grande, pernas encostadas, taças na mão. O vinho já estava subindo, deixando tudo mais quentinho. Quando o ator principal apareceu na tela, todo musculoso e sem camisa, Carina deu uma risadinha baixa e falou bem safada — “Ai, meu Deus… olha esse homem. Eu juro que se ele entrasse aqui agora eu sentava na cara dele sem nem pensar duas vezes…” Raquel quase engasgou com o vinho, rindo, e eu senti o rosto esquentar na hora.

Quando o ator principal tirou a camisa de novo, mostrando o peito definido e os braços fortes, Raquel soltou um suspiro longo, mexendo a taça na mão. — “Aff… eu queria tanto que o meu marido fosse assim”, murmurou ela, sem tirar os olhos da TV. — “Olha esse corpo… esse tanquinho, esses braços que parecem que conseguem me levantar fácil. O meu mal consegue me abraçar direito sem ficar ofegante depois de dois minutos.“ Carina deu uma risadinha safada, virando o rosto pra ela. — “Coitada… então você tá sofrendo, né? Imagina ele te pegando assim, forte, te jogando na cama…“ Raquel mordeu o lábio, rindo baixinho, e eu senti um calor estranho subir pela barriga. Fiquei quieta, só apertando as coxas uma contra a outra enquanto olhava pro ator na tela e depois pras minhas amigas ali do lado, tão à vontade.

O filme foi avançando e, de repente, chegou naquela cena que a gente sempre assistia prendendo a respiração. A luz da TV ficou mais baixa, mais quente. O ator principal segurou a mocinha pela cintura, puxou ela contra o corpo e começou a beijar forte, tirando a roupa dela devagar. A câmera mostrou tudo: as mãos grandes descendo pelas costas, apertando a bunda, os beijos descendo pro pescoço enquanto ela gemia baixinho. A gente ficou em silêncio por uns segundos. Só o som dos gemidos e da respiração pesada saindo da TV. Raquel se mexeu no sofá, o baby-doll subindo um pouco mais nas pernas. Carina mordeu o lábio, inclinando o corpo pra frente, os bicos dos seios bem marcados na regata fina. — “Caralho…“, sussurrou, quase sem voz. — “Olha como ele tá comendo ela… devagar, fundo… olha a cara dela“. Raquel soltou um suspiro trêmulo, a mão descansando na própria coxa. — “Eu tô molhada só de ver isso… sério.“ Eu não consegui falar nada. Só senti um calor latejando enquanto sentia o corpo quente das duas bem do meu lado.

O filme rolava na tela, a cena quente entre o ator e a mocinha ainda fresca na nossa cabeça. A gente tinha bebido mais um pouco de vinho. Carina, com as pernas dobradas em cima do sofá, virou o rosto pra gente com um sorrisinho malicioso. O cabelo cacheado dela escapava do coque, caindo no ombro. — “Sabe o que eu descobri outro dia?”, disse ela, baixando a voz como se fosse segredo. — “Esse ator principal… depois daquele filme ele não conseguiu mais nada grande. A carreira dele afundou. Aí, uns anos atrás, eu tava fuçando na internet e… encontrei ele fazendo pornô”. Raquel arregalou os olhos. — “Sério?!“, ela riu, cobrindo a boca. — “Tipo, pornô de verdade?” Carina fez que sim, mordendo o lábio inferior. — “É, e não é qualquer coisa não. Ele faz uns vídeos bem… intensos. Com aquelas mãos grandes que a gente tá vendo agora, mas sem roteiro, sem censura. Vi um pedacinho. Ele come as atrizes de um jeito que parece que vai quebrar elas ao meio. Bem bruto, bem fundo, e o pau dele é bem maior do que a gente imagina aqui no filme”. Eu senti um calor subir rápido pelo corpo imaginando a cena. Carina continuou, rindo baixinho: — “Imagina só ele aqui com a gente agora. Em vez de atuar, ele ia fazer de verdade”. Raquel mordeu o lábio, os olhos brilhando. Eu fiquei quieta.

Raquel ficou olhando pra Carina por uns segundos, o vinho deixando as bochechas dela rosadas. Ela mexeu as pernas no sofá, o baby-doll subindo um pouco mais nas coxas finas, e falou com a voz meio rouca: — “Coloca… coloca pra gente ver”. Carina piscou, surpresa, depois deu um sorrisinho lento e safado. — “Sério? Quer mesmo?“ Raquel fez que sim, mordendo o canto do lábio. — “Quero. Só um pedacinho… pra ver se é verdade o que você tá falando.“ Carina pegou o celular e conectou na TV. A tela grande ficou escura por um segundo, depois abriu direto no vídeo que ela tinha salvo. O ator principal apareceu logo, sem camisa, o corpo ainda bonito mas mais bruto, mais adulto. Ele estava com uma loira de quatro na cama, segurando o cabelo dela com uma mão enquanto metia forte por trás. O som dos gemidos dela encheu a sala, alto, molhado, sem filtro nenhum. Carina deixou o volume um pouco baixo, mas dava pra ouvir tudo: o tapa da pele, o barulho da xota dela sendo comida fundo, os grunhidos dele. — “Olha… — sussurrou Carina, apontando pra tela. — “Viu como ele enfia tudo? Sem dó.” Raquel não tirava os olhos da TV.

A gente ficou em silêncio assistindo. O ator segurava a loira pela cintura e metia fundo, o pau grosso entrando e saindo brilhando de tesão. Raquel não tirava os olhos da tela. Ela apertou as coxas, o baby-doll subindo ainda mais, e soltou um suspiro longo. — “Meu Deus… o pau dele é bem maior que o do meu marido”, murmurou ela, quase sem voz. — “Olha o tamanho disso… deve ter uns 22, fácil. O do meu mal passa de 13 e ainda é fininho. E olha como ele fode… forte, ritmado, sem parar. Meu marido goza em menos de cinco minutos e já quer dormir. Esse aí parece que vai comer ela a noite inteira…“ Carina deu uma risadinha safada, inclinando o corpo pra frente. — “Tá vendo? Eu te falei. Ele não finge. Olha como ela tá tremendo.“ Raquel mordeu o lábio inferior com força, a mão descansando na própria coxa, subindo devagar. Nenhuma de nós conseguia desviar o olhar da tela, onde o ator virava a loira de frente e enfiava tudo de uma vez, fazendo ela gemer alto.

Eu não aguentei mais. Enquanto o ator arrombava a loira na tela, desci a mão devagar e comecei a me tocar por cima da roupa, só apertando de leve com os dedos, bem devagar. O tecido já estava quente e úmido. — “Ai… eu queria tanto que alguém me comesse assim. Forte, fundo, sem parar, até eu não aguentar mais e tremer inteira“. Raquel virou o rosto pra mim. Carina deu um sorrisinho safado, mordendo o lábio. — “Tá molhada já, Raíssa?“, perguntou. Eu só fiz que sim com a cabeça, apertando mais um pouco os dedos por cima da roupa, sentindo o grelo latejar. O gemido da loira na tela misturava com a minha respiração pesada. Nenhuma de nós conseguia parar de olhar. Com a mão tremendo um pouco, abri o zíper do shortinho jeans devagar, o barulho baixo quase perdido no gemido alto da loira na TV. Desci a mão por dentro da calcinha e comecei a dedilhar minha buceta, os dedos deslizando fácil porque eu já estava bem molhada. Circulei o clitóris devagar, depois desci e enfiei a pontinha de um dedo, sentindo o calor. Raquel olhou pra mim, os olhos escuros de tesão. Sem dizer nada, ela abriu as pernas um pouco mais no sofá, puxou a barra do baby-doll pra cima e enfiou a mão por baixo da calcinha preta. Os dedos dela começaram a se mexer também, devagar no começo, depois mais firme, fazendo um barulhinho molhado bem baixinho que dava pra ouvir entre os gemidos do vídeo. Carina ficou olhando pras duas, mordendo o lábio com força, a respiração pesada. — “Porra… vocês duas…“, ela falou, apertando as coxas. Eu gemia baixinho, os dedos entrando e saindo devagar da minha buceta encharcada, os olhos indo do vídeo pra Raquel do meu lado, que agora tinha dois dedos dentro dela e mexia o quadril devagar contra a própria mão.

Carina de repente se levantou do sofá. — “Já volto”, disse, e desapareceu pelo corredor. Eu e Raquel ficamos sozinhas. Meu dedo entrava e saía devagar da buceta molhada, fazendo barulhinho. Raquel também mexia os dedos dentro dela, os olhos grudados na TV onde o ator comia a loira sem parar. — “Ai… tá tão bom… Olha como ele enfia tudo… eu queria um pau assim agora…“, Raquel gemeu. — “Meu marido nunca me fode assim.“ A gente continuou batendo juntas, os dedos molhados, a respiração pesada, gemendo baixinho enquanto o filme rolava. De repente Carina voltou. Totalmente nua. O corpo curvilíneo dela brilhando, os seios médios balançando de leve, a buceta lisinha e já molhada. Na mão ela trazia um vibrador rosa grosso. Ela sentou no sofá bem do nosso lado, abriu as pernas sem vergonha e ligou o aparelho. O barulho baixo encheu a sala quando ela encostou ele direto no grelo inchado, gemendo alto na hora. — “Ahhh, assim…“, suspirou, mexendo o vibrador em círculos lentos. Nós três agora siriricávamos juntas. Eu dedilhando minha buceta, Raquel com os dedos dentro dela, Carina vibrando o grelo bem forte. Os gemidos das três misturavam com os do vídeo, o ar cheirando a tesão.

Raquel soltou um gemido mais alto. — “Meu marido nunca me chupa”, ela murmurou. — “Ele acha nojento… Eu adoro tanto, adoro sentir a língua quente lambendo meu grelo, descendo, enfiando dentro.” Senti um calor ainda maior subir. Tirei os dedos da minha buceta devagar, olhei pra ela e falei baixinho, quase tremendo: — “Eu… eu posso te ajudar, Raquel. Se você quiser”. Carina desligou a TV. Não estávamos mais prestando atenção ao pornô. Raquel se virou no sofá na minha direção. Abriu as pernas bem devagar, puxando o baby-doll pra cima, mostrando a bucetinha lisinha e molhada, os lábios inchados. — “Vem…” Não pensei duas vezes. Fiquei de quatro no sofá, o shortinho ainda aberto, e baixei o rosto entre as coxas dela. Comecei a chupar devagar, lambendo o grelo inchado com a língua quente, depois descendo e enfiando a pontinha dentro dela. O gosto encheu minha boca. Raquel gemeu, segurando meu cabelo. — “Ai, assim, continua.” Carina, vendo tudo, deitou de costas bem embaixo de mim, abriu minhas pernas e puxou meu shortinho e calcinha pra baixo. Sem dizer nada, encostou a boca na minha buceta e começou a me chupar também, lambendo meu grelo ao passo que ainda usava seu vibrador em si mesma.

Raquel falou, quase sem fôlego: — “Porra, por que a gente nunca fez isso antes? Somos melhores amigas, a gente se conhece mais que ninguém, sabe exatamente o que dá prazer uma na outra”. Eu não parei de chupar o grelo dela. Enfiei dois dedos devagar na bucetinha quente e molhada, curvei eles pra cima e comecei a esfregar o ponto G devagarinho, firme, enquanto minha língua continuava lambendo em círculos. Raquel tremeu inteira, apertando meu cabelo. Carina, lá embaixo, lambeu mais fundo na minha buceta e disse, com a voz abafada e safada: — “Hmm, a xota da Raíssa é deliciosa. Tão molhada, tô viciada”. Raquel arqueou as costas de repente, a respiração virando um soluço: — “Ai, tô perto, amiga, tô muito perto. Vamos todas juntas?”.

Comecei a rebolar devagar na língua da Carina, esfregando minha buceta molhada contra a boca dela enquanto eu continuava chupando o grelo da Raquel. Meus dedos entravam e saíam mais rápido. Raquel tremeu inteira, apertou meu cabelo com força e gozou forte, a bucetinha pulsando nos meus dedos, um jato quente molhando minha boca e meu queixo. — “Aaaahhh, tô gozando, Raíssa, caralho…”, com o corpo convulsionando no sofá. O gemido dela me fez rebolar mais forte na boca da Carina. Carina lambeu mais fundo e tremeu também, o vibrador zumbindo forte no grelo dela enquanto gozava. Eu não aguentei. Rebolei mais uma vez, sentindo a língua dela me levando ao limite, e gozei forte, a buceta pulsando, molhando o rosto da Carina enquanto eu gemia contra a buceta da Raquel. Nós três ficamos tremendo juntas, ofegantes, os corpos molhados de suor e tesão.

A gente ficou um tempinho em silêncio, só respirando pesado. Meu corpo ainda tremia levemente. Tirei os dedos devagar da Raquel e dei um beijinho bem suave na bucetinha dela, limpando com a língua. Carina saiu de baixo de mim, o rosto todo molhado do meu gozo, e limpou a boca com o dorso da mão, sorrindo tímida. Raquel puxou meu rosto pra cima e me deu um beijo lento na boca, gostoso, sem pressa. — “Obrigada, amiga. Foi tão bom… Você me fez gozar de um jeito que meu marido nunca conseguiu.” Carina se aproximou também, abraçando nós duas por trás, os seios quentes encostando nas nossas costas. — “Vocês são lindas, eu amo tanto vocês”, disse, dando beijinhos no ombro da Raquel e depois no meu. — “Nunca pensei que ia ser tão gostoso assim com as minhas melhores amigas.”

Limpamo-nos um pouco com lenços, rindo baixinho de nervoso e carinho. Depois trocamos beijos suaves, abraços apertados, dizendo coisas bobas tipo “você é tão cheirosa” e “eu te amo tanto”. O clima ficou leve, quentinho, cheio de carinho. Mais tarde, Carina pegou nossas mãos. — “Vamos dormir juntas hoje? Na minha cama king size cabe nós três fácil.” A gente concordou, sorrindo. Tiramos o resto da roupa. Carina deitou no meio, eu de um lado, Raquel do outro. Nos abraçamos bem juntinhas, pernas entrelaçadas, seios encostando, peles quentes coladas. Carina deu um beijinho na minha testa, Raquel na bochecha da Carina. A gente ficou ali, conversando baixinho sobre nada, rindo suave, até o sono chegar devagar, todas entrelaçadas e felizes.

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