Agosto 29, 2025

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Era só uma carona mas acabou sendo muito mais

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Ela me empurrou de leve pra trás e me fez deitar no sofá. Subiu por cima de mim, ainda sem tirar toda a roupa, e começou a me beijar no pescoço, mordendo de leve, descendo até minha blusa. Sua respiração quente contra minha pele me deixou com arrepios percorrendo toda a espinha. Sentia as mãos dela firmes, sem hesitar, abrindo meu top de treino e chupando meus seios com uma vontade que me fez arfar alto. Sua boca era insaciável, sugando meus mamilos até ficarem doloridos e sensíveis, enquanto sua mão livre descia para apertar minha coxa, puxando minha perna para envolver sua cintura.

“Você tá tão molhada quanto eu, né?”, ela sussurrou rindo, enquanto descia, puxando minha legging devagar. Eu só consegui morder os líbios e gemer quando senti a língua dela passando por cima da minha calcinha encharcada. Ela não tirou logo de uma vez—fez questão de passar a boca por cima do tecido, deixando a umidade se espalhar, enquanto eu me contorcia de desejo. “Quero ver até onde você aguenta”, ela murmurou, antes de finalmente puxar a calcinha para o lado.

Quando ela tirou de vez e me abriu com os dedos, não teve aviso: a boca dela me engoliu inteira, a língua trabalhando rápido no meu clitóris, alternando entre círculos suaves e sucções fortes que faziam meu corpo inteiro arrepiar. Cada movimento era preciso, como se ela soubesse exatamente como me levar ao êxtase. Eu gemia sem controle, segurando a cabeça dela, mas ela me olhou de baixo naquele momento — aquele olhar intenso, seguro, quase desafiador — e isso me fez perder qualquer vergonha. “Vem, me dá tudo”, eu supliquei, puxando ela mais perto.

“Isso, goza pra mim”, ela disse entre uma chupada e outra, e eu simplesmente desabei. Meu orgasmo veio forte, em ondas, minhas pernas fechando ao redor da cabeça dela, e ela não parou até eu praticamente implorar. Quando finalmente soltou, meu corpo ainda tremia, sensível ao menor toque.

Ela subiu de volta, me beijou com meu próprio gosto na boca dela, e ficamos ali, grudadas, suadas, rindo baixinho. Sua mão ainda deslizava pela minha barriga, como se não conseguisse parar de me tocar. “Acho que eu devia pedir carona mais vezes”, ela disse, e eu só consegui rir, sem fôlego, puxando ela para mais um beijo molhado e demorado.

Foi a primeira vez que fiquei com ela… e não foi a última.

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