Noitada surpresa Publicado por anônimo em 19/02/2022 em Lésbica

"Mais um dia de trabalho e faculdade. Teresa chega em casa, deixa a chave e a bolsa sobre a mesa e caminha pelo pequeno apartamento tirando sua roupa."

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

Os sapatos são abandonados na entrada, a blusa é retirada ainda na sala e logo depois o sutiã, liberando seus seios. Ao caminhar para o quarto, Teresa abre o zí­per da saia e a deixa cair. A calcinha é puxada para o chão enquanto ela se senta em sua cama. Teresa separa suas peças de roupa para lavar e segue nua para o banheiro.

A água quente é relaxante. Teresa se permite ficar um bom tempo sendo massageada pela queda d'água antes de ensaboar o seu corpo, o que faz bem devagar. Enquanto se ensaboar, Teresa ouve os gemidos de Afonso e Ludmila, pela janela. Fazia tempo que ela não os ouvia transar e aquilo sempre a excitava. Teresa começou a se tocar.

A água quente caindo no seu corpo e os sons prazerosos de vizinhos que ela nem conhece eram uma combinação prazerosa e muito convidativa. Teresa tocou os seios se concentrando em ouvir os gemidos do casal vizinho, mas o prazer foi interrompido pelo interfone.

Ainda ensaboada e enrolada na toalha, Teresa atendeu e ouviu do porteiro que Berenice estava ali. Sem entender o porquê da visita surpresa, ela autorizou a subida da amiga e voltou ao chuveiro para tirar o sabão. Os vizinhos já haviam terminado e Teresa ficara na vontade.

Teresa atende a porta de toalha e surpreende mais uma vez ao ver Berenice acompanhada por Amanda. Berenice vestia um vestido tubinho preto, sem alças todo justo ao corpo cobrindo até o meio das coxas. Amanda usava um vestido godê azul com um generoso decote sustentado por alças bem finas. O tecido se ajustava ao seu corpo até a cintura e ficava mais solto cobrindo apenas até o final da bunda, exibindo suas coxas completamente. As duas estavam lindas, maquiadas e muito provocantes arrancando olhares admirados de Teresa, que ainda não entendia o que aquelas mulheres faziam ali tão arrumadas.

Amanda e Berenice olharam Teresa, molhada, vestindo apenas a toalha que exibia suas grossas coxas e sorriram uma para a outra.

- Chegamos na hora certa, querida. - diz Berenice já entendo na casa cumprimentando Teresa com dois beijinhos rápidos.

- Nós sairemos e querí­amos que você fosse conosco. - diz Amanda enquanto cumprimenta Teresa com um abraço apertado.

- Gente, eu estou cansada, acabei de chegar da faculdade.

Amanda quis argumentar e procurar convencer Teresa a se juntar a elas, mas Berenice a levou pelo braço até o quarto para escolherem qual roupa Teresa usaria. A dona da casa, que apesar do cansaço estava contente com a visita das amigas, desistiu de resistir.

Teresa foi ao quarto e tirou sua toalha para terminar de se enxugar. Amanda e Berenice olhavam os seus vestidos, alternando espiadelas ao corpo nu de Teresa enquanto a toalha deslizava sobre ele. As duas não faziam questão de esconder ou falar baixo suas impressões sobre como Teresa ficaria gostosa e em cada vestido daqueles, arrancando risos envaidecidos da morena. Teresa estava acostumada com Berenice, mas se surpreendia com a forma como Amanda, que parecia ser menos extrovertida, se comportava como a amiga. A verdade é que Amanda se sentia muito bem com Berenice e agora também com Teresa. Estar entre as duas a deixava mais à vontade.

Após muita análise, as duas escolheram um vestido preto com alcinhas finas e bem justo. Teresa sorriu, gostando da escolha das amigas, mas ficou intrigada pôr as duas ainda continuarem cochichando enquanto vasculham seu armário. Quando encontraram a gaveta de calcinhas as duas se animaram. Olhavam, escolhiam uma peça, olhavam para a morena nua e depois guardavam. Teresa se limitou a olhar curiosa, mas após começar a se masturbar ouvindo os vizinhos, não era difí­cil ficar molhada com aquelas duas mulheres maravilhosas escolhendo roupas provocantes para ela vestir. Depois de muita procura, elas lhe deram uma calcinha para vestir. Ela vestiu aquela calcinha que parecia minúscula em um quadril tão largo. Sob pedido das amigas, ela deu uma volta, mostrando como o pouco tecido da parte de trás se escondida na sua bunda grande.

Ao se virar, ficou estabelecido um excitante e implí­cito jogo entre as três em que Teresa obedecia a suas amigas. Ela se virava, empinava, ajeitava a calcinha obedecendo aos pedidos das amigas. Amanda pede a Teresa que finalmente usasse o vestido, mas encontrou pequenas caixas em um canto do armário. Quando os olhou mais de perto, viu que se tratava. Teresa ostentava uma pequena coleção de plugs anais, o que deixou Amanda admirada por descobrir esse delicioso segredo. Berenice riu, pois, foi ela que levou Teresa a uma sexshop comprar o plug pela primeira vez e agora se divertia com o fato dela ter gostado tanto a ponto de ter vários. Essas brincadeiras todas deixavam Teresa um pouco constrangida e, ao mesmo tempo, excitada em ser exposta, coisa que Berenice sabia fazer muito bem com ela.

No meio daquela brincadeira gostosa entre as três, Teresa ouviu de Amanda a ordem para colocar o plug. Observando o sorriso malicioso no rosto das duas, ela não titubeou e subiu na cama. Pegou um lubrificante no criado mudo e arriou a calcinha. Ficou de quadro, deixando a bunda bem levantada e passou um pouco do lubrificante no plug e mais um pouco no dedo. Levando a mão para trás, deslizou o dedo com lubrificante pelas pregas do cu. Teresa não resistiu em provocá-las mais e enterrou o próprio dedo ali para só então colocar o plug tão lentamente quanto o seu gemido. Com o plug enfiado, ela voltou a olhar para as amigas que não piscavam, admiradas.

Amanda, que parecia esfregar as coxas se aproximou de Teresa, que permanecia de quatro na cama, para olhar aquele objeto cuja parte exposta tinha um formato de joia. Curiosa, ela segurou aquela bunda e a abriu, admirada. Conhecia aquele brinquedo, mas nunca havia visto ninguém o usar. Abrindo aquela bunda para olhar o plug melhor, ela não percebeu o quanto que apertava aquelas carnes irresistí­veis. Só quando Berenice chamou sua atenção, que ela percebeu bolinar Teresa, que não parava de morder os lábios.

- Desculpa, Teresa. Exagerei.

- Tudo bem, só fiz o que você pediu. - respondeu Teresa mantinha o sorriso malicioso no rosto e continuava de quatro na cama, se exibindo para as amigas.

- Porque você não pede a Teresa para colocar um em você?

A sugestão de Berenice fez os olhos de Amanda brilharem.

- Você faz isso para mim? - Perguntou Amanda enquanto subia a calcinha minúscula de Teresa para depois alisar a bunda dela mais uma vez.

- Claro! Fica em posição que já volto. - respondeu Teresa com um largo sorriso no rosto.

Berenice estava ensopada assistindo tudo aquilo. Via Amanda ficar de quatro e subir o vestido exibindo sua bunda com a calcinha enfiada. Ela viu sua amiga se atrapalhar com a barra do vestido que era muito solta, apesar de ser um vestido bem curto, e a ajudou segurando parte do vestido e arriando sua calcinha. Ela se aproveitou para alisar e apertar a bunda da amiga que lhe retribuí­a olhares e sorrisos maliciosos. Quando Teresa voltou com o plug novo, Berenice observava Amanda tentar olhar para trás enquanto Teresa aplicava o lubrificante no plug. Da sua posição, pode ver como Amanda se arrepiou ao sentiu o contato do lubrificante no seu cu, arrancando risos de todas as mulheres ali. Na primeira tentativa de inserir o plug, mas Amanda reclamou de um pouco de dor. Teresa passou mais lubrificante no cuzinho de Amanda, inserido o dedo dessa vez, deixando Amanda ainda mais arrepiada, arrancando-lhe um gemido.

- O que é isso?

- Estou lubrificando mais para não te machucar. Está incomodando? Quer que eu pare?

- Não... está ótimo... não para não...

Berenice morria de tesão vendo aquela cena e extravasava o que podia apertando a bunda de Amanda enquanto via Teresa enfiar o plug mais uma vez. Vendo que ainda encontrava resistência, ela levou a mão a boceta de Amanda, que estava úmida. Com o carinho certo no clitóris as reclamações de dor foram se transformando em um longo e manhoso gemido de prazer.

Amanda pediu para Teresa pegar algum espelho para ela poder olhar o resultado. Desse jeito ela podia se ver de quatro, com o plug enfiado no cu, a mão de Teresa apertando a sua bunda e a de Berenice alisando a sua boceta.

- Que gostoso...estou me sentindo toda preenchida. - diz Amanda sem sair da posição onde era acariciada por suas amigas - Berenice, você também não quer?

- Eu não preciso, já sou toda alargada.

Todas riram. Amanda vestia a sua calcinha ficando de joelhos na cama e olhando para Teresa, que ainda apenas vestia a calcinha e o plug. As duas entraram em algum entendimento mesmo sem palavras.

Berenice é surpresa por Teresa, que segura seus braços nas costas e jogando a sua cabeça contra a cama.

- Ai, sua puta! O que você está fazendo?

- Você usará as mesmas joias que nós.

- Porra Teresa, não faz isso.

- Fica quieta Berenice, nós sabemos que você gosta.

Amanda subiu o vestido de Berenice deixando sua bunda exposta.

- Para com isso, Amanda!

Amanda arreia a calcinha de Berenice.

- Não faz isso, Amanda!

Teresa pega na bunda de Berenice e olhou para Amanda.

- Quer ver ela ficar calma?

Teresa abriu a bunda de Berenice com uma das mãos, expondo seu cuzinho. Com a ponta da sua lí­ngua ela passeou lentamente por cada uma de suas pregas.

- Ai, caralho, de quem é essa lí­ngua... delí­cia.

Berenice, apensar das aparentes reclamações, já não se esforçava para se soltar. Sentir o toque macio a úmido daquela lí­ngua no cu a amoleceu de vez. Não saber de quem era aquela lí­ngua a deixou ainda mais com tesão.

Amanda olhava Teresa lamber o cu de Berenice ouvindo os gemidos manhosos daquela mulher. Sua boceta pingava vendo aquela cena, até que Teresa ofereceu o cu de Berenice para ela também lamber. Ela se aproximou, segurou a bunda com as duas mãos a abrindo e deu um beijo naquela cuzinho. Depois esfregou a lí­ngua inteira lentamente ouvindo Berenice gemer descontrolada e em seguida beijou Teresa na boca. Teresa pôs o dedo na boca de Amanda, que o chupou. Fez um vai e vem e o retirou, bem úmido e o enfiou no cuzinho de Berenice.

- Sua vagabunda. Está comendo o meu cuzinho.

- Quer que paremos, Berenice? - perguntou Amanda enquanto colocava o dedo na boca de Teresa

- Não! Continua me comendo.

Berenice estava com os joelhos e a cara na cama, a bunda empinada e as mãos seguras por apenas uma mão de Teresa nas suas costas. Ela sentia dedos entrarem e foderem o seu cu enquanto outra mão, que ela não sabe de quem é, estimula o seu clitóris. Ela gemia descontrolada, dominada e fodida por suas amigas.

Amanda sentia o dedo entrar e sair cada vez mais fácil. Teresa lhe ofereceu mais um plug, um pouco maior do que os outros. Ela inseriu o plug com cuidado, abrindo espaços naquele cuzinho enquanto Teresa brincava com o seu clitóris. Berenice gozou com o plug entrando no cu.

- Suas piranhas gostosas! - diz Berenice enquanto se recompunha procurando as duas amigas para beijá-las.

Durante o beijo longo entre as três, Teresa é interrompida por Amanda e a apressa para se vestir para saí­rem. Só aí­ que Teresa descobre que essa noitada também envolve os maridos de suas amigas.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 0

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Lésbica
Visualizações 269
Avaliação 0 ( votos )
Comentários0
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 2193
Tempo estimado de leitura: 11 minutos

Afiliados