Transformando a amiga crente Publicado por anônimo em 13/06/2018 em Lésbica

"Mariana era minha amiga crente, daquelas super reservadas que iam pra igreja todo final de semana, dona de um corpo gostoso, seu quadril era grande, quase rasgava as saias jeans que ela usava, seios durinhos e medios, era baixinha e branca, branca quase palida, e sempre ia de cabelo preso pra escola"

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Nós estudávamos em salas diferentes, mas isso não impedia nossa amizade, no intervalo sempre ficávamos de bobeira, conversando sobre diversas coisas, e eu sempre jogava um charminho pra ela, pois eu era louca pra converter aquela crente numa puta safada, chupar ela até ela gritar e gozar na minha boca, mas a realidade era outra, ela sempre mudava de assunto quando eu começava a falar de sexo.

Num certo dia, combinamos dela dormir em casa, já que ela morava no sítio e seus pais haviam concedido a permissão para tal. Na minha cabeça, aquela era a chance perfeita pra pegar aquela crente de jeito na cama, usar e abusar dela até ela se transformar numa vadia.

Chegamos na minha casa e comecei a trocar de roupa na frente dela, tirei a blusa e o uniforme da escola, e meus peitos saltaram pra fora, ela tentou esquivar o olhar, mas dava algumas observadas nos meus seios.

- Toma vergonha na cara Bia, vai pro quarto se trocar.

- Qual o problema de eu me trocar na sua frente? - Respondi rindo olhando seu rosto branquinho ficar todo vermelho.

Comecei a tirar a calça também, até ficar só de calcinha na frente dela, mas eu estava de costas, e fui me vestir, coloquei uma camiseta fina e tirei a calcinha, logo coloquei uma saia bem soltinha que mal cobria minha bunda, só pra provocar a crente que não tirava os olhos do meu corpo.

Me sentei ao lado dela e começamos a conversar, ela namorava um menino da igreja também e eu sempre tentava tirar algumas informações sobre o relacionamento dela, se eles faziam sexo ou se ainda eram virgens, com muito esforço, descobri que eles faziam sexo oral um no outro, e era o máximo de sexo que eles faziam, mas ele era um desastre.

- Eu chupo ele da melhor forma possível, mas na hora dele me retribuir, é um desastre, e só sinto dor - Disse ela triste e cabisbaixa.

- Isso porque ele não sabe como chupar uma buceta, amadores são assim mesmo.

Com o desenvolver da conversa, fui ficando excitada, minha buceta ficou toda molhada, a ponto de melar um pouco o sofá, já não estava mais aguentando, queria a crentinha toda pra mim. Passei a mão em seu rosto tímido e quente, observando sua boca.

- Sabe que sou louca pra te dar uns beijos, né Mariana?

Ela se levantou, envergonhada.

- Acho melhor eu ir embora Bia, até amanhã.

Na tentativa dela de escapar de mim, a puxei pelo seu braço e seu corpo colou no meu.

- Você não vai a lugar algum.

Ela ficou toda rígida, dura em meus braços, tentei beijá-la, mas ela virou o rosto.

- Eu tenho namorado Bia, para com isso, por favor.

Aquelas súplicas só me deixavam com mais tesão, aproximei minha boca em seu ouvido e sussurrei.

- Calma Mari, ninguém vai saber disso, deixa tudo comigo que eu faço o que seu namorado não sabe fazer.

Senti um forte arrepio vindo do corpo dela, e tentei beijá-la novamente, e desta vez, ela não apresentou resistência alguma, relaxou o corpo em meus braços, ficou toda mole e correspondeu ardentemente meu beijo, fui tirando sua roupa, seu óculos e soltei seu cabelo, e ela se revelou uma mulher incrivelmente linda.

Fui tirando a roupa dela, revelando seu corpo sexy pra mim, beijando seu pescoço e cada vez mais descendo, tirando cada peça de roupa que ela ainda usava, até ela estar totalmente nua. Pra ela ficar mais a vontade, tirei toda minha roupa também.

Nossos corpos se colaram novamente e os beijos continuaram, minhas mãos passeavam por todo seu corpo, acariciava suas costas e descia para sua bunda, apertando com desejo, dando tapas, e ela ao mesmo tempo, soltava alguns gemidos. Como eu era alta e ela mais baixinha, ela ficava de cara com os meus seios, ela começou a chupar, leves mordidas e lambodas a acompanhava. Segurei seus seios firmes e comecei a chupar, os biquinhos rosados e durinhos.

Ela agarrou forte meu cabelo enquanto gemia, a joguei no sofá e fui pra cima dela, beijando novamente, e fui descendo diretamente pro meio de suas pernas, lentamente, e beijando toda sua barriga, e cada vez que eu descia, era um gemido mais intenso, e quando passei a língua em toda a sua buceta, de cima a baixo, ela deu um extenso gemido, que me excitou só de ouvir.

Assim, botei em prática as minhas melhores habilidades de fazer uma mulher sentir a mais prazerosa sensação da vida, lambuzei toda minha boca em sua xoxota, provando todo o melzinho que saia dali, ela gemia alto e forte, e logo gozou, se contorcendo toda.

Ela estava quase rouca de tanto gemer, fui subindo beijando seu corpo até chegar em sua boca, e a fiz sentir seu próprio gosto, compartilhando o melzinho num beijo quente, molhado e apaixonante. Ela estava fora de si, falando coisas bem safadas, falando que aquela era a melhor sensação que ela havia sentido.

A peguei com força e fiz ela ficar de quatro, com seu rabo empinado, com uma bela visão de seus dois buracos, fui direto em seu cuzinho, comecei a chupar, abri sua bunda com as duas mãos e minha língua tentava invadir o rabinho dela, ela gemia e rebolava o cu na minha boca, então comecei a enfiar o dedo.

Era apertado, seu cuzinho piscava muito, apertando meu dedo, consegui enfiar só a metade do dedo, era aonde ela aguentava. Comecei a foder seu cuzinho lentamente com o dedo, e a safada rebolava e pedia pra enfiar mais, pra ir mais forte, não demorou muito pra eu enfiar dois dedos em seu rabo, até ela ter um orgasmo anal.

Ela suspirava fundo, ofegante, ela ficou ali, jogada no sofá, então me sentei na poltrona e abri as pernas.

- Mari, hora de você retribuir.

Ela me olhou e deu um sorriso malicioso, foi engatinhando até mim e colou sua boca na minha xoxota. Que delícia de boca, não sabia como ela chupava um pau, mas chupava uma buceta deliciosamente bem. Meu corpo dava alguns espasmos, sua língua era mágica, nunca havia sentido algo como isso, eu gemia e apertava sua boca contra minha buceta, até gozar, soltando gemidos estridentes e me contorcendo em sua boca.

Fiquei totalmente sem forças, mal aguentava levantar.

- Você nasceu pra chupar buceta, crente safada.

Ela me respondeu com um sorriso safado enquanto limpava sua boca.

- Acha que acabou, piranha? 

Ela disse e me pegou pelo cabelo, ela se deitou e meteu minha cara em sua buceta, ela havia se transformado, a crente tímida desapareceu, virou uma puta safada.

- Me faz gozar.

Ela gemia e rebolava no meu rosto, eu estava completamente dominada, hora ou outra, descia a língua em seu cuzinho. Não demorou muito e ela gozou forte, senti seu corpo estremecer e contrair.

Me levantei e me apoiei na parede, abri minha bunda e a chamei pra chupar meu cuzinho. Ela partiu pra cima de mim quase que imediatamente, se ajoelhou e enfiou a cara no meio da minha bunda e chupou feito uma cadela, empinei a bunda e fiquei inclinada, gemendo e rebolando.

Senti seu dedo invadindo meu cu, e enfiava com força, tirava devagar, e metia novamente com força, tudo isso chupando minha buceta, não consegui me conter e gozei gostoso, minhas pernas ficaram bambas e cai no chão, nos braços dela, ofegante e cansada.

Rimos de toda a situação, e a convidei pra tomar banho comigo. Durante o banho, rolou ainda muita safadeza, foi um dia cheio de sexo, e a casa inteira ficou cheirando buceta.

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Autor anônimo
Categoria Lésbica
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