Uma Mãe Conservadora Publicado por anônimo em 07/08/2021 em Lésbica

"Uma mãe com 4 filhos - que já estão na fase adulta - de família abastada, conservadora, católica nascida na Bahia, uma loira patricinha bissexual que sente atração por mulheres mais velhas."

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

A luz vermelha do pecado e o sentimento de culpa arrebata a mãe conservadora que foi assediada muitas vezes seguidas, molestada e finalmente dominada pela diaba loira.


Rita Lima é uma mulher de 45 anos de idade, morena, baixinha com seus 1. 64 de altura, peitos salientes, corpo levemente com gordurinhas, trabalha como empregada doméstica ou como alguns preferem chamar, diarista. É muito vaidosa, seus cabelos negros e longos eram bem tratados, ia semanalmente ao salão de beleza, cuidava dos pés e das mãos e adorava as unhas vermelhas, gostava de chamar atenção. Há muito que não tinha satisfação no sexo, seu marido um pedreiro já na fase dos 60 e poucos anos, era impotente.

Magali Araújo, paulista, loira, 1. 69 de altura, classe média alta, típica loira patricinha da Vl. Madalena, arrancava suspiros por onde passava e ela tinha plena consciência da sua beleza e do poder que a mesma exercia sobre os outros. Peitos médios, nada de silicone, bunda redondinha malhada no ponto não parecer nada masculina como muitas mulheres que vivem em academia. Seu cheiro era de pêssego vindo dos cremes que usava na pele e seu perfume também carregava o mesmo cheiro doce, o que enlouquece qualquer um que esteja próximo a ela. Cintura fina, olhos castanhos – cor de mel - e pés maravilhosos.

Magali é amiga de Cláudia Lima - única filha dos 4 filhos de Rita – conhece-a há um bom tempo, se conheceram no salão de beleza que Cláudia trabalha chamado Musa que fica no centro da cidade de São Paulo, foi visitá-la em Itapevi interior do estado de São Paulo, Cláudia sempre cobrava visitas dela e Magali então resolveu visita-la.

Cláudia já estava com visitas em casa - sua prima Eliene, suas amigas Remialda e Jéssica – falavam coisas de mulheres todas elas na sala com qualquer programa imbecil de auditório passando na TV. Os irmãos de Cláudia e seu pai não estavam em casa e a casa foi dominada pelas fêmeas, e vocês pensam que elas não falam sacanagem? Eram palavrões, comentários sobre machos que elas já transaram, carro deles, loucuras que já fizeram e etc.

Todas estavam bem relaxadas, Cláudia de calcinha e blusinha, Jéssica de blusinha e com seu micro shorts aparecendo as polpas da grande bunda morena, Remialda com saia comportada mas evidenciando suas lindas pernocas brancas e Eliene também com micro shorts mostrando as pernocas e as polpas da raba, bem vulgar para uma mãe solteira de 28 anos e Rita que era pra ser a ordem da casa, o exemplo moral, estava com um roupão e peladinha por debaixo dele. Tomavam cerveja, gargalhavam com as fofocas até que escutam alguém chamar no portão. É a voz de uma mulher, Cláudia foi atender do jeito que estava mesmo, era Magali.

Se cumprimentaram no portão, convidou a amiga para entrar e lá dentro Magali conhecia cada uma das beldades na casa. Se juntou a conversa delas como se fosse amigas de muito tempo, se enturmando bem rápido. Conversa vem conversa vai, Rita foi fazer alguma expressão com os braços num movimento repentino, contando a história que estava contando e seu roupão abre revelando a milf em sua nudez frontal dos fartos seios grandes, a barriguinha levemente saliente e sua buceta peluda (nada parecido com a Cláudia Ohana que fique claro). Todas deram risada e brincaram com a empolgação de Rita exceto Magali que ficou de boca aberta vendo a cena e ficou realmente impressionada o quanto a velha era gostosa. Rita ficou mais um pouco, Magali não parava de olhar pra ela, de morder os lábios e mostrar a língua para a velha que ficou sem graça, o rubor subiu-lhe pelas faces e ela foi fazer algum serviço caseiro qualquer.

Passa algumas horas e não era bem a noite, Magali resolve dormir na casa da amiga e ir amanhã – domingo - mais a para a tarde para sua casa.

A cidadezinha aonde Cláudia mora não é um lugar dos mais amistosos para loiras patricinhas perambularem durante a noite devido a todo tipo de escoria que andava durante a noite pelas ruas de seus bairros desde assaltantes, nóias, assassinos, estupradores e etc. O transporte público é só no centro e cabe aos táxis e aos motoristas de Uber fazer a locomoção da população local e mesmo assim não era nada fácil acha-los.

Jéssica e Eliene foram para suas casas e ambas moram próximo de Cláudia, Remialda resolveu ficar e dormir também na casa da amiga. Cláudia e Remialda preparam suas camas e coube a Magali dormir no sofá cama na sala, antes Cláudia disse para Magali ir pedir a mãe Rita roupas de cama e travesseiro

Cláudia, Remialda e Magali ficam à vontade, as 3 estão só de calcinhas prontas para dormirem.

E então que a decisão de Magali dormir na casa da amiga não era bem por quê estava tarde e era perigoso o local, não, era o tesão da cena vislumbrada mais cedo de Rita peladinha na frente dela, que resolve então, não mais conseguindo se conter, atacar!

Bate na porta do quarto de Rita e Rita sai de lá com o mesmo roupão de não muito tempo atrás.

-A Cláudia disse que a senhora tem roupas de cama e travesseiro...

O coração saltava do peito de Magali

-Ah sim! Deixa eu pegar aqui, um instante

Magali viu rapidamente o quarto vazio de Rita, a luz acessa e uma cama do tamanho queen size, não havia ninguém ali além da velha gostosa.

-Aqui es... . Tá . Rita levou um tropeço ficando com um decote generoso na frente de Magali

O tesão explodia em Magali, ficou sem reação e esqueceu de perguntar até se Rita se machucou

Rita toda sem graça entregou lençol e travesseiro e como estava calor, uma coberta leve também e Magali não parava de comê-la com os olhos

-Obrigada senhora Rita!

-Nnão preecisa me chamar de ssenhora, sou jovem ainda, prefiro que me chame de vvocê -falava trêmula, meio com gagueira pressentindo alguma coisa.

Magali com o sorrisinho diabólico e Rita tão assustada que fechou a porta atrás de si sem pensar

-Você está bem gostosa nesse roupão, esses peitos quase pulando pra fora, estão me dando água na boca!

-Qu...

Não deu tempo de Rita ficar surpresa direito com que ouviu e Magali apalpa com mãos cheias os dois peitos da velha, pegava-os com gosto, apertava-os e acariciava-os e Magali já sentia no breve tempo as reações do corpo da velha, os bicos estavam duros e o jeito que ela pegava Rita deixava a velha apenas nas pontas dos pés, com olhos esbugalhados e respiração ofegante, beijava-a no pescoço e trazia a velha cada vez mais próximo e os olhos fumegantes de tesão, Rita não sabia o que fazer e sem se dar conta, gemia consideravelmente.

-O qque hmm voccê eestá hmm faz.. Fazendo? Hmmm sai de cima de mim! Hmmm Eu sou mulher hmmm casada e não gosto disso! Hmm

Falava isso tentando afastar Magali de si, tentando tirar as mãos dela de seus peitos.

-O que parece? Estava na sala toda exibida peladinha por debaixo desse roupão me provocando, você acha que eu ia deixar quieto? – e continua: - Fala que você não tava querendo sua velha safada, seus bicos já estão durinhos só de eu tocar neles!

-Não... Hmmm não... Hmm NÃO!

Ela empurra Magali com certa violência e o roupão cai inteiro no chão revelando a nudez frontal completa da velha. Magali não perderia tempo e logo parte para cima da velha novamente.

Rita tenta dar um passo para trás para entrar no quarto, mas a porta está fechada!

Magali então pega na cinturinha de Rita e cai de boca nos peitões da velha, chupando, sugando, lambendo fazendo um barulhão com as sugadas e Rita batia levemente em Magali e tentava afastar a loira de si.

Rita sentia o cheiro de pêssego vindo da loira e a loira só de calcinha a molestando e gritava pedindo ajuda, mas a filha e a amiga Remialda já estavam dormindo e bem distante do quarto dela. Empurrou novamente Magali com certa violência e Magali foi novamente pra cima da velha e dessa vez socou o dedão no bucetão da velha e notou que Rita estava molhadinha, molhadinha

-Eeu sou uma mullh.. Casada! Me respei hmmmm não sou sapa.. Hmmm sapa.. Hmm sapatão (falou trêmula, com vozinha fraca e tentando afastar de leve Magali) – e continua: -Par.. Aa hmm eu hmm não conto hmm nada pra nin... Hmm ninguém! Hmmm

Rita gemia alto e Magali as dedadas na buceta da milf e aos chupões nos peitos da velha:

- Você está relutante slurrp mas seu corpo não, está molhadinha slurrp e seus olhos não enganam sua velha safada! Slurrrrp

E dedava vezes seguidas e rapidamente, tinha a velha na palma da mão, aliás na ponta de seus dedos. Rita não mais resistia ao assédio de Magali

Mas infelizmente acordou Cláudia, ela foi até a mãe pois pensou ter ouvido algo, Magali no frenesi consegue escutar, dá uma pausa e Rita dá um tapa no rosto de Magali deixando-o vermelho e quente, abre a porta do quarto e se tranca rapidamente, Magali então vai para a cozinha, Cláudia chega até a porta do quarto da mãe e vê o roupão no chão mas resolve não acordar a mãe. Pega o roupão e deixa-o dobrado numa estante próxima.

Magali com o rosto quente, bicos dos peitos duros, buceta molhada por baixo das calcinhas no escuro, não parava de pensar em Rita e agora decididamente iria pegar a velha ainda naquele dia custe o que custasse!

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 1

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Lésbica
Visualizações 534
Avaliação 0 ( votos )
Comentários1
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 1962
Tempo estimado de leitura: 10 minutos

Afiliados