Café Com Rosquinha Publicado por anônimo em 28/12/2021 em Sexo anal

"Breno desliza os dedos descendo as minhas costas, e me deixa todo arrepiado ao roçar seu queixo em meu pescoço e minha nuca."

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Ele afaga minha bunda e me comprime contra o balcão da pia da cozinha. Ah! Esse macho sabe mesmo como atiçar o meu tesão. Eu quero muito dar prazer pra ele!

Seus braços passam suavemente pela minha cintura e após um abraço apertado, ele desabotoa minha calça e vai puxando para baixo, deixando-me apenas de camisa. Sinto em minhas mãos o gelado do balcão da pia, no qual me apoio, ao passo que ele desliza as mãos subindo minhas pernas, até voltar ao meu traseiro.

Nossas xícaras vazias sobre a pia são as únicas testemunhas do que resultou do convite que fiz a ele para tomar um café comigo. Eu havia acabado de levar minha xícara até a pia, quando ele trouxe a dele, e a colocou sobre o balcão, ao meu lado. Ao pegar, toquei e segurei por um instante a sua mão. Era quente, maior que a minha e com alguns pelinhos. Nossos olhares se cruzaram, e com um sorriso maroto ele colocou sua mão sobre a minha, então aproximou-se por trás de mim, e encostou-se no meu corpo. Ele entendeu direitinho o que eu queria.

Agora ele agarra e aperta minhas nádegas nuas e sussurra: – Que firme… carnuda! Uma delícia! – Sinto que ele está procurando minha entradinha com um dedo. Empino a bunda e abro mais as pernas pra facilitar. Logo, com carinho e de modo cuidadoso, gentil mas firme, ele arranca do meu íntimo um longo gemido. Parece um menino metendo o dedo em uma guloseima que quer saborear.

Eu me entrego aos devaneios. Gemendo e respirando ofegante, começo a remexer os quadris e a rebolar em sua mão. Nesse meio tempo mal posso perceber que ele abriu a torneira e molhou a outra mão. Mas isso fica evidente quanto ele passa a mão em minha nuca. Sinto as gotas de água fria fluindo por baixo da camisa, escorrendo pela espinha e chegando até meu rego. Minha pele fica toda arrepiada. – Ah! Penso eu… vou dar pra ele aqui mesmo.

Levo as mãos para trás, e confirmo a dimensão e dureza do seu pênis. Com certa dificuldade, porque não quero que ele pare de brincar comigo, começo a abrir a sua calça. Ele apenas ri. Sei que não está caçoando de mim. Esse foi um riso de satisfação por perceber que está me dominando completamente. E sabe o que é melhor? Eu gosto muito quando o macho me domina.

Ao abrir a braguilha, afago o pênis sobre a sunga. Ele remove aquele dedinho maravilhoso, se afasta um pouco e de modo firme, ordena: – Abaixa e me chupa! – De joelhos à sua frente, vejo o pau duro dele saltar pra fora quando ele deixa cair suas roupas até os tornozelos, e as lança para o lado com os pés.

Segurando-me em suas pernas fortes e com pelinhos, aproximo devagar os lábios dos testículos e depois de beijar suavemente, começo a bolinar e lamber. – Ah! Que boca quente, Nicky! – O pênis dele parece querer chamar minha atenção. Com espasmos o pau dele se agita animadamente e fica balançando, batendo no meu rosto. Olhando com paixão para aquele belo mastro, a minha total disposição, percebo suas veias saltadas e a enorme e lustrosa cabeça melada que aponta para mim. Pensei na hora: Ah! Que Pitéu! Atiçou a minha gula….

Deslizo a boca pelo corpo do pênis indo até a ponta, e abrindo os lábios vou aos poucos envolvendo-a completamente. Quando está na minha boca, começo a girar a língua ao redor. Ao olhar pra ele percebo que está apreciando muito, mas isso aumenta mais quando começo a bater punheta pra ele ao mesmo tempo.

Agora, é ele que abre as pernas e se apoia no balcão da pia, enquanto chafurdo pelos bagos, chupando e esfregando os lábios. – Que delícia, Nicky! Tô quase gozando… – Já? – Perguntei dando uma risadinha. Ao ouvir isso, seguro o pênis e aperto com força e depois bato em minha face diversas vezes. Ao perceber que a agitação dele diminuiu, volto a colocar a boca no pênis dele enquanto faço carinhos com a mão no saco.

Ele mantém o pau na minha boca, mas agora é ele mesmo que bate punheta impaciente. Parando em alguns momentos, ele larga o pênis e se entrega a luxúria. Mas logo agarra novamente e volta a masturbação com redobrada ansiedade. Ao passo que ele geme de prazer, eu percebo o pênis latejando. Com a mão debaixo do escroto posso sentir as contrações no canal da uretra, que aceleram e ficam mais fortes. Ele não vai se segurar dessa vez.

– Goza! Goza meu macho… enche minha boquinha de porra… Hmmmm! – Mal consigo terminar a frase e ele me presenteia com diversos jatos de esperma viscoso e quentinho. São golfadas abundantes, que enchem minha boca completamente, a ponto de transbordar.

O pênis vai aos pouco ficando flácido, mas não muda muito do tamanho. Nessa hora, gosto de brincar com ele na boca e lamber até deixá-lo bem limpinho. Tento recolher tudo, até a última gota, ao passo que ele ainda se masturba, mas agora devagar.

Para minha mais completa alegria, reparei que o pau dele começa a ficar duro outra vez enquanto ainda está entre meus lábios. – Opa! Acho que acordei você! – Digo sorrindo, de modo meio cínico. Ele continua a se masturbar, e levantando o pênis, oferece-me outra vez os bagos, ainda meio lambuzados, dizendo: – Faz esse serviço direito, Nicky! – Sim senhor! – Respondi. Ainda enquanto rimos, Volto a chafurdar pelos seus bagos. Então ele manda-me ficar de pé.

– Eu vi uma foto sua brincando de empinar o rabo enquanto se apoiava na cadeira… mostra pra mim como foi! – Eu puxo uma cadeira, e fico na posição. – Assim? – perguntei. Ele não responde nada, mas aproxima-se e segura-me pelo quadril enquanto com a outra mão afaga minha bunda e novamente enfia o dedo polegar, no meu ânus. Era o que ele queria, e vou dar pra ele.

Ao sentir o enorme pênis dele roçando minhas nádegas, pensei: Ah! Chegou a hora que eu tanto esperava. Só então me dei conta que precisaria de um lubrificante. Foi quando notei o pote de margarina sobre a mesa. – Espera um pouquinho… – disse eu. Passei o dedo e recolhi uma quantidade generosa de margarina e lubrifiquei bem minha rosquinha. Assistindo minha manobra ele exclamou: – Que beleza! Agora sim a guloseima está no ponto! Amo rosquinha com creme!

Sem demora ele encaixa o seu pênis e empurra até entrar tudo, de uma vez só. Confesso que a entrada da cabeça doeu, mas depois deslizou com facilidade. Ele passou os braços por baixo dos meus e agarrou-me pelos ombros, puxando-me para baixo, enquanto com o movimento dos quadris, esbarrava com força contra minhas nádegas arrebitadas e me empurrava para cima.

Apesar de parecer sensual, era um pouco desconfortável. Acho que ele também pensou assim, pois depois de algum tempo ele me pediu: – Onde é teu quarto? Quero te comer na cama! – Ao chegar nós deitamos juntos, e ele me ajeitou como queria. Colocou um travesseiro debaixo de mim, deixando minha bunda bem erguida, e mandou-me abrir as pernas.

Ele se aproxima, levanta minha camisa e carinhosamente resvala a face em minhas costas para baixo, até o meu bumbum. Seguem-se muitos beijos e pequenas mordidinhas. Enquanto desfruto da sua língua fazendo volteios no meu rego, perdido de tesão, faço rebolados esfregando a bunda em sua cara. Mais uma vez sinto o dedo afundando no meu ânus, e gemendo eu aviso: – Hmmmm! Que gostoso… desse jeito vou gozar logo, logo! – Que nada! – disse ele – Você só vai gozar com meu pau dentro do cuzinho! – Agitado com a afirmação eu suplico: – Então vem! Eu te quero agora!

Ele monta sobre mim e depois de bater na minha bunda com o pênis duro como pedra, ele encaixa entre as lombas do meu rabo. Sinto a pressão crescendo sobre o ânus, e faço leves movimentos sinuosos, até perceber minha carne cedendo espaço ao invasor, deixando penetrar com suavidade e desta vez sem qualquer dor, até o fundo.

De quatro sobre mim, ele comanda meus movimentos dizendo o que devo fazer: – Empina o rabo e rebola devagar! – Sigo a risca suas ordens, e de modo manhoso pergunto: – Assim? É desse jeito que você gosta? – Isso! Agora faz também um sobe e desce… vem mais ligeiro! – Posso sentir as minhas nádegas raspando nos seus pelos, e as estocadas que ele dá, encontrando-se comigo no meio do caminho e chocando-se com força em meu traseiro.

Então, inesperadamente, ele puxa meus braços para trás, unindo-os nas minhas costas. Ele me imobiliza segurando firme com uma das mãos, e com a outra dá alguns tapas no meu bumbum. Mas isso não o impede de continuar a se chocar contra minha bunda, com repetidos e incessantes golpes. O ventre, a virilha e as coxas raspam no meu corpo. Movimentos de vaivém acelerados e firmes, cadenciados, causando um baque surdo, empurrando o pau duro que afunda em minha carne.

Não há como resistir. Ofegante e entre múltiplos gemidos eu gaguejo, sussurro e balbucio anunciando o gozo. – Ah! Que macho gostoso! Vem! Vem! Não para… eu tô gozando! – Sei muito bem como sou nessa hora. Faço muito barulho e não consigo ficar parado. Mesmo imobilizado eu empino ao máximo a bunda e rebolo sem parar no pau dele.

Toda essa agitação mexe com ele também. Ele mete com força, e em frenesi, sinto seu corpo tremer e contrair-se, então ouço ele dizer: – Eu … também vou gozar! – Então goza dentro de mim, por favor goza dentro…. – Não consigo terminar a frase, pois ele já está gozando dentro de mim.

Ouço ele arfando e gemendo alto e sinto as contrações do pênis lançando muitos jatos de esperma, inundando meu cuzinho agradecido até transbordar e escorrer. Ele vai bombando até terminar de gozar, fazendo muito barulho. Parece alguém andando na lama. Meu ânus fica encharcado.

Ele se abaixa, aproxima-se de minha orelha e diz: – Muito obrigado pelo cappuccino! Estava muito saboroso! – Em tom de ironia, e com malícia, eu pergunto: – E da rosquinha? Não gostou? – Com uma risada ele afirma: – Claro que sim! Mas tenho certeza que você concorda que com creme ficou melhor ainda! – É claro que tive de concordar...

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Autor anônimo
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