Abril 15, 2026

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Meu primeiro cu

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É minha primeira vez escrevendo uma experiência em forma de conto, mas tenho algumas transinhas legais que me deixaram com vontade de compartilhar, então pq não começar do começo, né? hahah

Espero que gostem! 😉

Mas então, indo direto ao ponto, os pais dele não estavam em casa naquele dia. Não me lembro exatamente o motivo, acho que iriam visitar os avós dele em outra cidade ou algo do tipo. Com toda a volúpia adolescente, era óbvio que ele me convidaria para ir para lá.

Era a oportunidade perfeita.

Ao anoitecer, ele me buscou em casa e dirigiu em direção à sua casa. Ao chegarmos, fomos direto para o quarto.

Eu usava uma sainha preta, allstar branquinho de cano médio e uma blusa branca soltinha. Por baixo, um conjunto de lingerie azul-escuro, sem bojo, que desenhava meus peitos ao mesmo tempo que marcava os mamilos com uma rendinha azul e uma calcinha fio-dental cavada deixava meu bumbum bem redondinho.

Ele me guiou quarto adentro e me deitou delicadamente. Lembro do lençol azul que estava na cama dele naquele dia. Ele deitou ao meu lado, me encaixou em seu corpo e começou a me beijar.

O clima esquentou muito rápido.

Ele beijava meu pescoço enquanto apertava meu peito, depois subia passando a língua até chegar à minha boca. O beijo dele era agressivo e me deixava sem fôlego, ele devorava minha boca em um ritmo quase impossível de acompanhar.

A outra mão dele subia da base da minha coluna até a cintura, às vezes descendo mais para apertar minha bunda. Sentia o pau dele, já duro, encostando na minha barriga.

Pedi para que ele tirasse o short e sentasse na cama.

Fui engatinhando até a beirada e desci, sentando entre as pernas dele. Puxei a cueca devagarzinho, aproveitando a sensação gostosa do pau batendo no meu rosto.

Toquei pela primeira vez enquanto olhava em seus olhos, ele estava com as sobrancelhas franzidas e a boca levemente aberta.

Desci a mão algumas vezes antes de levá-lo à boca. Seu pau já babava bastante, passei a língua saboreando o gostinho.

Continuei mamando com um pouco mais de força, descendo a boca devagar e subindo com bastante pressão.

Minha coisa favorita sempre foi mamar, o pau dele era grossinho e absolutamente gostoso de se ter na boca.

Ele me auxiliava com a mão no meu cabelo e guiava a velocidade: ora rápido, fazendo bater no fundo da minha garganta, ora lento, focando na cabecinha.

Um tempo depois, ele puxou meu cabelo e me fez subir para beijá-lo. Montei em seu colo, com uma perna de cada lado, sentindo o pau roçar por cima da calcinha.

Avisei que estava no último dia da menstruação e que, por isso, tinha medo de que vazasse algo. Ele disse que não haveria problema, que poderíamos fazer outra coisa ou que me foderia debaixo do chuveiro.

Então, ele puxou minha blusa pela cabeça e eu desabotoei o fecho do sutiã. Com os peitos de fora, ele abocanhou um dos meus mamilos enquanto apertava e beliscava o outro.

Ficou assim por um tempinho, alternando entre os dois e mordiscando o meio dos meus peitos.

Eu rebolava com vontade no colo dele, aumentando a velocidade. Era absurdamente gostoso sentir o pau roçando desse jeito.

Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou novamente.

Pediu que eu tirasse a saia, que já havia subido até a cintura. Levantei e desci o zíper de costas para ele, empinando bem a bunda em sua direção. Tirei o tênis e as meias.

Ainda de calcinha, ele me sentou de costas no seu colo, apoiou a mão entre meu pescoço e meu ombro, me forçando contra ele, e mandou que eu começasse a rebolar. Apoiei as mãos em suas pernas e comecei a roçar o bumbum.

Encostei as costas no peito dele enquanto rebolava.

Conseguia ouvir e sentir sua respiração ofegante, o que me deu gás para rebolar mais forte.

Até que ele segurou minha cintura, me manteve no lugar e pediu para eu parar, pois não queria gozar ainda.

Me virou de frente, novamente sentada com as pernas abertas em seu colo.

E então veio o pedido: ‘’me deixa comer seu cu um pouquinho, meu bem?’’

Lembro de rir meio sem graça, surpresa com o pedido inesperado.

Sempre foi algo que me deixava curiosa, soava “quente” para uma adolescente com pouca experiência fazer algo tão ousado naquela época.

Mas o medo ainda falava mais alto.

Disse que não sabia se aguentaria.

Ele disse que poderíamos fazer devagar, brincar um pouquinho antes e que, qualquer coisa, parávamos.

Continuei dizendo que não sabia se queria.

Ele insistia, pedia para eu não o deixar na mão, dizia que queria muito gozar no meu rabo.

E, depois de tanta insistência, acabei cedendo.

Ele me virou de bruços, levantou meu quadril um pouquinho e me deixou completamente exposta.

Ajoelhou atrás de mim, passou os dedos na minha buceta, pegou um pouco da minha lubrificação e espalhou no meu cu.

Começou a explorar, enfiando a pontinha do indicador. Eu sentia o corpo resetando com a inserção em um lugar onde nunca havia sentido nada do tipo. Era uma sensação muito diferente.

Ele continuava brincando com minha excitação, enfiando o dedo no meu cu um pouco mais a cada momento, até que conseguiu colocá-lo todo.

Julgando que eu estava pronta, encaixou o corpo atrás do meu.

Apoiou um braço ao lado do meu rostinho enquanto a outra mão guiava o pau na entrada. Ele desceu o corpo, me deu um beijinho no pescoço e pediu que eu avisasse se a dor fosse insuportável.

E então eu senti.

O pau me abriu por inteira.

Ele colocou primeiro só a pontinha, e apenas isso foi suficiente para fazer meu corpo enrijecer.

Senti meu cu se contraindo em volta dele. Era uma dor excruciante.

Meus olhos se encheram de lágrimas conforme ele ia mais e mais fundo. Todo meu corpo arrepiava.

Por outro lado, era delicioso ouvir a respiração entrecortada e o gemido rasgado que ele dava.

Lembro de ouvi-lo reclamar que estava muito apertado, que não aguentaria muito tempo assim.

Quando conseguiu colocar tudo, deitou o corpo sobre o meu e ficamos naquela posição por um tempinho.

Era tudo muito doloroso! Sentia o pau pulsar dentro de mim e cada mínimo movimento dele me machucava.

Ele perguntou se estava tudo bem e se eu conseguiria aguentar só mais um pouco. Respondi, meio chorosa, que doía demais.

Mas não foi suficiente para fazê-lo parar, não naquele momento.

Ele se movia devagarinho, tirando pouco e voltando, sem ir com força.

Distribuía beijinhos pela lateral do meu rosto, atrás do pescoço e na orelha. Lembro de sentir sua mão por cima da minha, que apertava o lençol tentando dissipar a dor.

Eu tentava respirar devagar, soltando o ar pela boca e focando apenas no fato de que estava gostoso para ele.

Ele foi aumentando a velocidade, tirando quase tudo antes de voltar a meter. Os gemidos ficaram mais ásperos, a respiração mais intensa e os movimentos mais brutos.

Até que não aguentei.

A força tornou tudo muito insuportável.

Empurrei o corpo para cima na tentativa de tirá-lo de dentro e implorei para que parasse, falando que doía demais.

Ele saiu de dentro de mim com um gemido rouco.

Jogou o corpo ao meu lado enquanto eu continuava deitadinha de bruços, tentando regular a respiração.

Virei o rostinho para ele, que me deu um beijinho e pediu desculpas por ter ido com muita força.

Juntei meu corpo ao dele e levei minha mão em direção ao seu pau.

Ele segurou meu rosto com mais força por trás do pescoço e o beijo, antes doce, ficou áspero e desesperado.

Continuei o movimento até que ele empurrou minha cabeça em direção ao pau, pedindo para que eu mamasse mais um pouco.

Pedi que ele se sentasse novamente e desci em direção aos seus pés.

Já sentado, ele segurou meu rosto com uma mão e o pau com a outra. Me forçava a olhar para ele enquanto se tocava cada vez mais rápido.

Me avisou que iria gozar e pediu que eu abrisse a boca.

Apoiou o pau na minha língua e deixou que os primeiros jatos escorressem para dentro.

Deixei que ele gozasse tudo ali.

Quando já não havia mais nada, fechei a boca, engoli e voltei a lamber o que havia sobrado.

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