Minha Esposa Pagou o Uber Com o Cu
Tem aqueles dias em que a gente se atrapalha em tudo, ou simplesmente esquece o essencial ao sair de casa. Foi exatamente o que rolou comigo e a Júlia lá pelo início de janeiro, na primeira semana do ano. Não levamos praticamente nada: só a chave de casa e um celular reserva — aquele que a gente chama de “celular do bandido”, sem nenhum app bancário ou dado importante. Era só pra uma caminhada rápida, não precisávamos de mais nada.
Fomos um pouco longe, uns 6 km de casa, só conversando. Por volta das 23h, comecei a reparar naquela raba deliciosa da Júlia balançando de um lado pro outro dentro da mini-saia.
Estar casado com uma mulher tão gostosa é comer ela com os olhos o tempo todo, mas naquele dia meu tesão estava insuportável. Peguei ela de surpresa, subi a saia e dei de cara com a bunda perfeita, sem calcinha, os lábios carnudos da buceta brilhando de suor e tesão. As pernas torneadas e bronzeadas que eu nunca me canso de olhar completavam a cena.
“É amor, eu sei que tu é um tarado, então vim sem calcinha pra isso mesmo. Tô num cio danado também.”
“E eu vim preparado”, respondi tirando a nossa última Jontex do bolso.
“Se é isso que tu quer, então me come. Me arromba toda, igual puta na rua. Vem, mete essa rola em mim logo”
Mesmo querendo fazer em público fomos, pra um canto um pouco mais discreto: atrás de uma moita perto de um parquinho abandonado. Ela me deu um dos melhores boquetes em muito tempo, depois abriu as pernas e me deu a buceta. A gente conseguiu foder de pé e depois no banco. Fiquei torando a Júlia por uns 10 minutos até ela gozar tremendo. Percebemos que já estava tarde, nos ajeitamos e saímos dali.
Decidimos pedir um Uber pra voltar pra casa, mas, como eu havia dito, o celular reserva não tinha nada vinculado para pagamento; só a um cartão que nem usávamos mais. Mesmo assim, o carro veio. Só quando o motorista avisou que deu erro no pagamento é que a ficha caiu de verdade.
Ele nos deixou na porta de casa e já estava quase nos permitindo sair sem cobrar, comigo pedindo desculpas. Mas a Júlia, perniciosa, vira pra mim abrindo as pernas, expondo aquela buceta e aquele clitóris desnudo, e diz baixinho:
“Ei, tu acha que esse tesão de puta já passou? Eu não dou o cu faz tempo, vai, me deixa fazer isso…” disse ela sussurando, com aquele olhar de sedenta.
Eu ri, surpreso, meio sem acreditar na safadeza da minha esposa. Protestei:
“Eu não sei, acabou a camisinha, a gente tá cansado…”
Não era ciúme — era mais preguiça de ficar ali. Mas ela reaqueceu tudo num segundo:
“É só o cu, amor. Eu dou o cu pra ele, queria um macho forte desse me comendo há um tempo”.
O motorista (um cara parrudo, uns 1,90 m, moreno, barba fechada, cabelinho arrumado estilo cantor sertanejo, bem tipo hétero top) ouviu e fez cara de confuso, mas perguntou como quem não quer nada:
“Tá tudo bem aí?”
Olhou pra Júlia pelo retrovisor e claramente viu a gostosa que ela é.
“Se o gostosão me permitir, pode fazer esse cu virar bucetinha” disse ela toda atrevida, sem pudor nem decoro nenhum “um buraco só pra você. O furico é todinho seu, mas só pode comer ele, não a bucetinha mesmo. Eu pago a corrida assim.”
“Moça não precisa…” ele respondeu, rindo meio reticente, olhando pra mim pra ver se eu ia surtar.
Assenti com a cabeça. Daí em diante, só dependia deles.
“Tá, o corninho vem pra frente, a gostosa é minha agora”.
Júlia ri, me dá um beijo intenso antes de eu passar pro banco da frente. Ele já chegou no ataque, em modo predador. Se pegaram por uns 4 minutos de forma bem selvagem. A acústica de absorção aveludada do carro reverbera o barulho insano de beijos molhados, linguadas, risadas, gemidos da Júlia, gemidos do motorista… eles até lambem o rosto um do outro.
A coisa pegou fogo rápido. Júlia já mandou:
“Põe o pau pra fora, quero meu corno batendo uma gostoso”
O cara no entanto já foi advertindo: “só não vai sujar meu assento de porra hein”.
Nesse momento a doida da Júlia dá um tapa leve na parte da bochecha da barba áspera dele e rebate: “você já vai ter meu cu e um boquete cheio de cuspe, pelo menos deixa meu corninho gozar”. Ouvindo aquilo tudo nem estava crendo, eu não pude me conter e soltei uma risada, ele também, e entre risadas ele chama a Júlia de puta e volta pro abate.
Eles se despiram no banco de trás: ela tirou primeiro a saia. Ele tira a camisa. Depois ela saca a tromba dele pra fora que devia ter uns 19 cm, e começa a mamar insaciavelmente, como se estivesse há meses sem pau. Nesse momento eu já tô batendo com o meu pau melado de cuspe. Ela chupava fazendo barulhos altos, dando engasgadas molhadas, gluck gluck saindo enquanto tentava engolir tudo, masturbando o clitóris com força.
Ela fica ali mamando ele por um bom tempo, deixando aquela rola entrar fundo e sair da garganta dela por um bom tempinho. Ele até empurra o pau pra dentro da garganta e a fode pela boca, ela consegue engolir tudo, enquanto ela capricha na sucção. Júlia sempre foi uma boqueteira de primeira.
Aquele boquete parecia estar insano porque ele já interrompe como se fosse gozar e foi chupar a buceta dela.
Eu só vou vendo ou pelo retrovisor ou viro de vez em quando.
Eles já parecem que nem percebem mais minha existência. O comedor vai enfiando dois, três dedos na buceta melada dela enquanto lambia a vulva com maestria. Os gemidos femininos e sensacionais de Júlia enchem todo o carro. Eu tenho que diminuir a velocidade pra evitar gozar.
“Eu quero comer essa xota, me dá essa buceta, sua puta desleal”, diz ele enquanto tá quase fazendo ela gozar
“Não vai não, eu não tenho mais camisinha, mas pode encher meu rabo de porra, enche ele de leite de cavalo” diz Júlia totalmente louca de tesão. “Você já vai rasgar esse cu com essa rola de cavalo, o que tu quer mais? Pidão”. A brincadeira deles dois soava como de amigos de longa data.
Ela volta a mamar ele mais um pouco. Toda vez que ele insistia pra comer a xota dela ela nega fazendo um “hnn hnn” safado, a boca cheia de rola, balançando a cabeça. Ele insiste mais uma vez e de novo ela faz o mesmo som de negação, com um sorriso safado de boqueteira.
Ele enfiou um dedo no cu dela, depois mais fundo. Ela gemeu alto, abafado pela piroca.
“Me come logo, vai! Tora essa puta, me enche de piroca e me faz delirar pelo cu!”
Ela tirou a blusa e o sutiã. Agora os três pelados no carro.
“Meu corninho vai gostar de ver o túnel que você vai abrir em mim.”
Ele começa devagar, pincela, faz todo aquele ritual, mas depois de umas estocadas lentas e gentis ele começa a socar sem dó. Júlia não geme de dor — muito pelo contrário — ela enche o carro com gemidos de puta em transe. Mexia no clitóris, foderam de quatro, depois ele sentou e ela deu ré de cócoras, levantando as pernocas.
Eles fodem com umas posições improváveis que eu nem sabia que dava pra tentar no carro, mas a Júlia chega ao clímax de primeira vez em cima dele com a cabeça batendo no teto do carro.
O som agudo do gemido dela é sinfônico mas também muito intenso para um ambiente tão fechado. Dá pra sentir que ele está balançando com aquela foda toda.
As estocadas fortes, as nádegas dela batendo nas coxas dele, o som molhado e primal enchiam tudo. Sorte que estava friozinho — senão virava sauna. — o que Júlia por sua vez amava para o sexo.
Eles ficaram nessa meteção por cinco minutos até o cara anunciar o gozo (depois de fazê-la gozar duas vezes) e enterra a rola fundo no rabo dela enquanto ela convulsiona uma segunda vez. Júlia estava num clímax tão profundo que ela nem conseguia falar nada, ela só agarra os pelos do peito dele enquanto goza junto. Nesse momento eu explodi também, mas fiz dentro de um copo de plástico que achei ali pra não sujar a poltrona.
Ela dá um beijo de cinema nele e o chama de safado. Ela olha pra mim e pergunta: “já gozou gostoso, meu chuchu?”. Eu dou uma risada e a gente já começa a se arrumar pra sair.
Nós dois então entramos em casa, ela ainda com porra vinda do cu escorrendo ao longo da pernas, e um sorriso impagável.
Parece que ela pegou o número daquele cara pra alguma futura aventura a três.


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