Uma metida com Orozimbo Publicado por anônimo em 05/05/2019 em Sexo anal

"Eu Uriel (nome fictício) apelidado de Uris, meio afeminado, 35 anos, conheci Orozimbo há 19 anos na empresa que eu trabalhava, eu auxiliar de mecânico na época, ele ajudante de fundição, viúvo, com filhos, netos, naquele tempo ele tinha seus quarenta, está bem vivo ainda deve estar com quase 60 anos"

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Ele tinha por apelido Zimbo, conhecido na cidade, eu tinha meus 16 anos, um garoto que fala com vóz delicada como se fosse uma menina, as pessoas não ligavam muito pra isso, não se preocupavam, mas o Zimbo tinha fama de comedor, quando estávamos a sós sempre me dava alguma cantada, eu me fazia de duro, mas sentia algo por ele. Durante o dia, trabalhava como operário como os outros uma vez por semana, aos sábados ele fazia a folga do guarda na firma, ele morava nas dependências da empresa, era uma pequena vila, ali moravam alguns funcionários mais antigos.
De vez em quando ele dizia pra mim:


---Sábado eu vou ficar de guarda de noite, vem aqui, você mora perto da fábrica, ocê vem aqui nóis bate papo, cê me dá seu cuzinho, ninguém vem aqui de noite. Eu sentia alguma coisa por ele, desde um dia que ele foi ao banheiro quando voltou, chacoalhava seu pintão pra mim, daquele dia em diante eu ficava com aquela sena na cabeça, meu cu ficava ansioso, mas tinha um pouco de receio, com 16 anos tive relação anal com um amigo e não gostei. Quando o Zimbo me fez essa proposta eu disse a ele que era perigoso alguém chegar.
---Zimbo, sábado se correr tudo bem, eu venho aqui as 10 horas, não prometo vou sair com alguns amigos, conforme a hora eu chego aí, mas fica só entre nós, tá certo? Ele fez sinal de positivo.


Trabalhamos aquela semana, o Zimbo dizia pra mim:
---Uris, não vejo a hora que chega sábado, não vejo a hora de comer esse cu gostoso, dá uma pincelada no seu rego. Eu respondi pra ele, ai bem tenho medo, você tem pinto grande, pode me machucar, meu cu é meio apertado. Chegou o sábado, eu disse para meus pais que ia sair com os amigos, eles concordaram sempre me alertando para evitar algum perigo, então eu sai fui direto pra firma, o Zimbo estava lá de plantão, eu o cumprimentei, ele abriu o portão, não tinha ninguém aquela hora, era 9 horas, eu entrei, já correndo a mão no meu bundão, eu disse ai bem, eu te quero, te amo, ele sorriu, me abraçou, me beijou me pescoço, aquele cavanhaque, cheirando cigarro de palha, tinha tomado umas cachaças antes da janta, eu senti aquele bafo de álcool e cigarro, eu disse tá gostoso esse bafo de cigarro, ele piscou pra mim e disse:


---Vamo lá no quartinho onde tem os fardos de pano de cortinas que as muié costura, fomos lá, já arrancou seu pistolão gostoso, mandou pegar, eu peguei, o bicho estava em ponto de bala, fiz uma punheta pra ele, me mandou ficar de quatro:
---Ui bem, fica de quatro pé, meu pau tá tesudo, eu fiquei, ele se posicionou atrás de mim em cima do fardo de pano, começou a pincelar, meu cuzinho até piscava querendo sua rola, daí meteu, deu dois solavancos, eu gemi, ai bem tira, tá doendo, pera mais um pouquinho bem que vai que nem quiabo, mandou o nabo, foi metendo, ele dizia tá lá dentro, ele fungava, ui bem tá tinindo eu gemendo, aos poucos meu cuzinho foi cedendo espaço pro meu Zimbo, disse, ui bem mais um pouquinho, eu dei uma rebolada, uma mexida, isso bem, mexe mais, eu disse mete tudo amor, tem mais, seu pintão gozou, esporreou tudo, soltando uma grande quantidade de porra. Saí dali com meu toba arregaçado, esporreado, mais feliz da vida, foi o coito anal mais feliz que já fiz na minha vida. Daí em diante tornamos amantes, toda vez que estamos a sós ele me avisa que vai estar sozinho em casa, eu saio e vou meter com ele, o Zimbo é o meu preferido.

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Autor anônimo
Categoria Sexo anal
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