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Tiazinha do ponto de ônibus
Domingo de manhã, estava andando de bicicleta pelo bairro. Estava um dia lindo e as ruas estavam bem vazias. Nessa época eu estava em uma seca tão grande, que ficava vidrado em qualquer mulher que visse na rua. Já não transava fazia uns 6 meses.
Ao chegar perto de um ponto de ônibus, algumas pessoas desembarcavam e eu decidi descer da bicicleta para não atropelar ninguém, e logo à frente eu iria atravessar a rua. Foi quando vi uma mulher descendo do ônibus. Não vi o rosto, mas ela era baixinha, tinha cabelos longos e escuros, e uma bunda redondinha e deliciosa em uma calça legging apertadíssima. Admirei enquanto andava, e cheguei ao ponto de ônibus, onde ela também estava parada. Quando consegui ver seu rosto, era uma tiazinha de uns 50 anos, bem comum, que eu jamais prestaria atenção, se não fosse o rabo. Nossos olhares se cruzaram e ela falou, de forma simpática, com seu sotaque baiano:
– Dia lindo desse e eu indo trabalhar… Ô tristeza. – rindo.
– Poxa, que pena. Trabalha por aqui?
– Ali no shopping. Mas amanhã eu descanso.
– Amanhã eu trabalho. – e sorri. Ela andou para um lado, e eu fui pedalando para o outro. Quando decidi olhar para trás. Que rabo! Puta que pariu… Pensei por alguns segundos, dei meia volta, e pedalei em direção a ela.
– Moça! Moça!
Ela olhou para trás, surpresa.
– Que foi?
Parei ao lado dela e perguntei:
– Como você se chama?
– Oi?
– Seu nome.
– É… Neide. Por que?
– É que… Te achei bonita, você não quer me passar seu telefone?
Ela olhou espantada.
– Eu? Mas eu sou tão simples…
– Te achei uma gata. – Entreguei meu celular para ela, e ela anotou o telefone. Salvei, dei um beijo em seu rosto e ela falou:
– Me manda um zap. – Com um sorriso enorme no rosto.
Fui pedalando até a minha casa, e no caminho pensei: Será que faço isso mesmo? Ela tem um rabão, mas… Não sei.
Cheguei em casa e mandei:
– Oi.
– Oi, meu lindo
– Trabalhando muito?
– Demais! Mal posso esperar para chegar em casa e descansar um pouquinho.
– Que horas acaba seu expediente?
– Às 19h. Por que?
– Se quiser posso te dar uma carona, a gente pode comer alguma coisa.
– Bora, meu amor.
Quando deu o horário, eu estava na porta do shopping com minha moto. Acenei quando a avistei, e ela chegou me dando um beijo no rosto.
– Onde vamos? – Perguntou.
– Conheço um lugar legal aqui perto. – Vesti o capacete nela, ela subiu na moto me abraçando por trás e fomos. Durante o caminho, ela estava me abraçando pela cintura e fui ficando de pau duro com a ideia de transar nesse dia. Peguei uma de suas mãos e desci para a altura do meu pau. Sem hesitar, ela apertou e começou movimentos de vai e vem. Não tive dúvidas, fui em direção ao motel mais próximo. Ao embicar a moto na entrada do motel ela só falou:
– Safado.
Entramos no quarto e eu já fui tirando a roupa. Deitei na cama e ela, sem falar nada, deitou ao lado e começou a me chupar. Após algum tempo, levantei e tirei a roupa dela. Ela não questionava nada, apenas obedecia. Coloquei ela de quatro e aquele rabo, que mais cedo eu estava vendo de longe, agora estava ali, para eu usar. Me posicionei atrás dela e meti. Ela gemia e inclinava para trás, fazendo meu pau entrar mais fundo. Quando senti que ia gozar, pedi para ela se ajoelhar na minha frente. Ela obedeceu e eu jorrei leite na cara dela inteira. Tomamos banho e comi ela mais uma vez. Em seguida agendei um alarme para tocar em cinco minutos no meu celular, sem que ela percebesse, e fingi que era uma ligação de um amigo me chamando com urgência. Ela pediu um uber e foi embora, e eu fui para casa. Desde então, sempre que estou com tesão, simplesmente ligo para ela e ela atende, sem questionar.


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