A Nerd Safada da Minha Sala
História muito grande vou separar por partes, essa para contextualizar talvez seja a mais chata, mas garanto que fica sensacional além de ser real!
Tudo começou na escola, eu estava em meados do segundo semestre no último ano do ensino fundamental 2, o máximo que a escola oferecia de ensino. Era um garoto ameno até aquele ano, comecei a ser popular, desejado por algumas garotas e do nada uma garota da minha sala, nerd, quieta começou a puxar mais assunto comigo mais do que o habitual mandando mensagem diretamente para mim, era comum conversas paralelas no grupo do Whatsapp, mas ela quis fazer diferente.
Acreditava que ela estava dando em cima de mim, então eu era muito seco porque estava me relacionando pela maior paixão da minha vida até os 14 anos, que não era ela, e mesmo sem isso não a achava atraente, baixa, cabelo que não decidia sua definição, sem corpo algum, dentição estranha, mal eu sabia o que o futuro me reservava. Mas respondia. Assim foi até que final daquele ano, ela sendo persistente, ela dizia que eu era misterioso e que isso instigava ela a me conhecer.
Até que aceitei sua amizade sendo bem presente sem ficar um dia sem nos falarmos e sem ficar desconfiado de segundas intenções da parte dela ainda mais por eu desabafar com ela sobre meu relacionamento e ela sempre respeitosa com tudo. Nossa amizade era quase 100% virtual porque os pais não a deixavam sair.
A primeira “pinceladinha” de tinta colocada na paleta de cor nessa amizade foi da seguinte maneira, devíamos ter uns 5 meses de amizade sincera e meu relacionamento havia acabado um mês antes. Ela me fez a seguinte pergunta:
– Espanhola é gostoso?
– Sim, demais
Ela havia me perguntado sobre o movimento sexual e não da bebida de leite condensado e vinho, como havia respondido. Apesar de ser uma nerd das mais esforçada, ela era muito curiosa sexualmente, digamos assim. Ela ficou surpresa com a resposta por acreditar que eu era mais experiente sexualmente, mas eu só tinha perdido meu BV diferente dela. A conversa fluiu assim:
– Nãaaoo, nunca fiz isso!
– Então um dia vou fazer em você….
Imaginei com que peito que ela não tinha ia fazer isso, mas não importa, era uma garota pelada comigo pensei. Começamos uma troca louca de mensagens pornográficas, nunca havia feito aquilo…
– Depois podemos fazer 69?
– Só se você deixar eu engolir tudo….
Ela escrevia sempre com esses três pontos normalmente, desde aquele dia reticencias para mim nunca mais foi a mesma, lia como se ela estivesse pedindo o meu leite na garganta dela. Ficamos quase 1 hora nessa, eu estava louco, meu celular carregando, com pau na testa, me tremendo tanto parecia que estava – 40 graus e doido que estava suando.
E do nada ela parou. puff, e começou a rir. Fiquei excitado e confuso sobre o que tinha acontecido ali, mas da mesma forma que segui a brincadeira, segui também o fim dela, apesar de querer mais. Achei que era sério e fui dormir sem nem bater.
Foi passando um tempo, cerca de 2 semanas, vivendo nossas vidas normalmente sem tocar no assunto, eu bati uma relendo todas aquelas mensagens. No dia seguinte a minha homenagem, nossa conversa foi assim:
– Você me chama de poste por inveja! (meu apelido por ser alto e magro)
– Na verdade te chamo por outro motivo…
É pelo tamanho do seu pau…
Comecei a me tremer na hora.
– Como você diz isso se nunca viu?
– Mostra então para eu ter certeza.
E ali se foi, mais uma hora de mensagens quentes, não mostrei a ela, mas estava me tremendo, excitado e dessa vez tinha aprendido algo na primeira que poderia simplesmente acabar, já comecei a bater uma. E nossa, ela tinha razão, meu pau é realmente grande, imaginava batendo naquela cara pequena dela, entrando na boca só a cabeça que seria o máximo que aquela nerd safada ia aguentar colocar.
– Acha que aguenta ele todo, se tem certeza que é grande?
– Se eu não aguento na boca, coloco em um lugar que vai estar mais molhado…
você não vai ficar sem gozar…
Eu gozei de um jeito que jamais havia gozado, saiu porra que parecia uma piscina. MAS não falei nada, para mim estava sendo pervertido ao fazer isso, por se tratar apenas de uma brincadeira. Da mesma maneira da primeira acabou e rimos. Me senti meio errado, não a achava atraente, então, por que fiz aquilo???
Nada mais aconteceu naquele ano e nossa amizade acabava pela primeira vez, mas vinha muito mais pela frente segue para parte 2.


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