A viagem da hotwife com o macho Publicado por anônimo em 18/06/2021 em Sexo duro Sadomaso

"Já alerto a quem não gosta dos fetiches cuckold extremo Humilhação pesada e money slave, que nem continue a leitura, pois o texto se trata de tudo isso junto e misturado. "

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

Minha namorada/domme partiu semana passada para mais uma viagem com o amante fixo dela, tudo bancado por mim, com uma diferença da outra viagem que já foi narrada aqui em outro conto: Dessa vez eu não fui junto.

Ela me ordenou, há cerca de 3 meses que eu deveria bancar mais uma viagem para eles, perguntei para onde ela desejava ir dessa vez, ela me deu algumas opções, com as seguintes exigências:

1) Deveria ser para o Nordeste (se não fosse a pandemia, eles iriam exigir outro país, mas devido as restrições teria que ser para o Brasil mesmo);

2) Deveriam ficar em algum resort 5 estrelas all-inclusive;

3) Eu não iria junto dessa vez, deveria continuar aqui trabalhando para bancá-los;

4) Receberia diversas ordens de tarefas a fazer ordenadas por eles, tarefas bem trabalhosas e humilhantes, para me manter ocupado enquanto eles se divertiam às minhas custas.

Enfim, de posse dessas 4 exigências, comecei a mostrar as opções para ela, que acabou escolhendo o Vila Galé Resorts, com all inclusive, escolheu a suíte mais luxuosa.

Fechei o pacote para eles, com passagem aérea + transfer + hospedagem.

A todo instante, durante cada processo de escolha, compra, etc, ela foi sempre me humilhando, dizendo coisas do tipo: "está vendo quanto você está gastando para a sua domme ter prazer com outro homem? Você é muito trouxa, nasceu para ser um corno submisso, usado, abusado, dominado, explorado por uma rainha que nem eu, enquanto está preso nesse cinto de castidade sem poder nem se aliviar, corno".

Eu tenho tanto, mas tanto tesão nesse tipo de humilhações que muitas vezes gozo mesmo com o pau preso no cinto de castidade (para quem não acompanhou meus outros textos, vivo em castidade permanente consensual, há mais de 1 ano que só saio do cinto de castidade com autorização e supervisão da minha domme, e única e exclusivamente para fazer o asseio do meu pau, assim que finalizo, sou trancado novamente. Meu pau inclusive já encolheu devido a tanto tempo sem uso e eu me acostumei a gozar mesmo ali dentro).

Retornando aos preparativos, no FDS anterior à viagem, ela disse que eu iria com eles ao shopping (foi antes do novo fechamento do comércio) para bancar todas as roupas, sapatos, etc novos que eles iriam usar na viagem, incluindo novas lingeries mais sexys para ela usar nas preliminares com o macho dela.

Ela sabe o quanto isso me deixa louco, geralmente, e dessa vez não foi diferente, eu gozo por dentro das calças ali na própria loja quando ela me faz escolher, ver como ela ficou extremamente sexy em cada uma das lingeries experimentadas e que tudo aquilo será usado com outro homem.

Até ele comprou itens para ele bancados por mim, afinal, hoje em dia sou escravo e submisso do casal e não mais apenas dela. Eu servi durante todas as compras de auxiliar e carregador de sacolas do casal.

Voltamos para casa, eu de motorista capacho, eles no banco de trás se beijando, se tocando, ela mandando eu cheirar os pés dela, que ela esticava ali pelo console central do carro para deixar próximos de mim.

Trouxe eles para a minha casa, depois de descarregar tudo, entrei na casa sempre de joelhos e me movendo sempre de 4 como os cachorros, conforme sou obrigado a ficar 100% do tempo dentro de casa, e fui ordenado preparar alguns aperitivos leves para eles, e abrir algum bom vinho da minha adega, mas que não era para servi-los até ser chamado, que primeiro eles iriam se divertir sem minha presença.

Preparei algumas margueritas como aperitivos, as aprontei com calma, pois sabia que eles iriam demorar. Depois de cerca de uma hora de muitos gemidos, barulhos de cama, tapas, e por aí vai, a rainha me chamou, através de mensagem de WhatsApp, ordenou que levasse em uma bandeja duas taças de vinho, os aperitivos.

Fui até lá como ordenado, chegando lá, a minha rainha tinha muito, mas muito gozo mesmo espalhado pela sua buceta, subindo até o umbigo. Havia também um pouco de gozo no rosto dela, provavelmente do primeiro round, que deve ter sido um oral. Ela ordenou que apoiasse a bandeja na nossa cômoda, e antes de servir a eles o vinho, me ordenou cair de boca em sua bucetinha, ordenou que limpasse todo aquele gozo, sempre me humilhando de forma avassaladora, coisas como: "Vai corno, bebe toda a porra do meu macho, prova como é a porra de um homem de verdade", perguntou para mim: "Como é só gozar preso do seu cinto de castidade há mais de um ano? Seu inútil, seu bosta?" Eu ouvindo tudo aquilo, despido de qualquer dignidade, limpava toda aquela porra.

Ao terminar toda a porra que estava na buceta, virilha e barriga, ela mandou beija-la, mais uma vez me humilhou após o beijo: " Já tem exatamente um ano e meio corno, que você só é autorizado a me beijar ou a chegar perto da minha buceta depois de eu estar gozada por outro homem. Vc sabe que viverá assim o resto da sua vida, não é corno? Vc nunca mais vai ser autorizado a fazer sexo na sua vida, gosta disso? Tem tesão nisso?". Eu respondi sem precisar falar nada, apenas com essa humilhação toda, eu gozei e muito, mesmo preso no cinto de castidade. Mais uma vez ela me humilhou, dizendo: "Viu corno? Isso é o que você gosta, a sua vida é essa agora, agora lambe essa sua porra de macho beta e depois venha nos servir nosso vinho, nossos aperitivos".

Após servi-los, a rainha me ordenou que ficasse de 4, apoiou seus pés em minhas costas e mandou seu amante colocar os pés dele na minha cara, me ordenando a beija-los, cheira-los e lambê-los, me ordenando a agradecer por ele satisfazer a minha rainha, por ser um homem de verdade, e que sou escravo e submisso a ele também.

Depois disso tudo, ambos tomaram um banho, e na sequência deitaram em minha cama de conchinha, assistiram filme na Netflix. A rainha me ordenou que passasse a noite no chão, sem colchão, sem nada, no chão duro, me forneceu como travesseiro apenas os tênis de seu amante, onde deveria apoiar a cabeça para passar a noite e me cobriu com um lençol sujo de porra dele, enquanto eles dormiriam confortavelmente e agarradinhos em minha cama.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 1

Sobre este conto

Autor anônimo
Visualizações 304
Avaliação 0 ( votos )
Comentários1
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 1180
Tempo estimado de leitura: 6 minutos

Afiliados