Quero um Dono Virtual Publicado por anônimo em 10/06/2018 em Sexo duro Sadomaso

"Tudo comecou quando Mell, estando na sala de espera do dentista, ao folear as páginas de uma revista que estava a disposicao dos clientes, uma reportagem sobre a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, despertou o seu interesse e curiosidade sobre o sadomasoquismo algo ate entao desconhecido para ela."

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

A reportagem dizia que se uns se excitam ao bater e humilhar, outros preferem a dor e a submissão. Tudo é consensual, como dita a principal das regras seguidas pelos praticantes. No livro Cinquenta Tons de Cinzas, a relação sadomasô entre Anastasia e Christian foi construída de forma palatável para não chocar os leitores, mas, na vida real, o BDSM explora variações que vão das brincadeiras simples às práticas que machucam. Como implorar pelo fim da tortura faz parte do jogo, é recomendável ter uma palavra de segurança combinada entre os parceiros. Dita pela pessoa em condições de submissão, a senha serve como um aviso de que é hora de parar. Veja 50 atividades comuns desse meio. Muitas delas arriscadas para quem não tem experiência. Algumas só podem ser feitas após um treinamento específico. 


Mell, não pode ver as 50 atividades proposta pelo artigo pois foi chamada pela recepcionista a entrar na sala do dentista, mas ao chegar em casa entrou na internet e começou a pesquisar sobre o assunto. Leu artigos, viu fotos, vídeos, e ficou impressionada com os detalhes dos relatos de mulheres submissas e quando terminou percebeu que estava muito, mais muito excitada. Nunca tinha ficado daquele jeito. Na hora abaixou a calcinha e se masturbou se imaginando nua, amarrada, vendada, sendo chupada por um homem bem mais velho, xigando-a de vadia, puta, dando-lhes palmadas no rosto e chicotadas nas nadegas a cada gemido e foi uma delícia o orgasmo que teve. 

O resto do dia foi uma tortura, sentia-se incomodada, excitada e como morava sozinha, após o jantar e banho tomado, estando bastante relaxada, somente de calcinha e top, sintonizou o Netflix e se pôs a assistir ao filme Cinquenta Tons de Cinzas, o qual a deixou muito excitada com a mão dentro da calcinha, durante todo filme. A parte que mais gostou foi a cena em que Christian, com voz ofegante, pergunta a Anastácia se ela confiava nele.

Com os olhos arregalados, o coração saltando, o sangue latejando nas veias, ela faz que sim com a cabeça. Então ele põe a mão no bolso da calça e tira uma gravata de seda cinza-prateada e com grande agilidade, monta nela, já prendendo os seus pulsos, e, amarra a outra ponta da gravata numa das colunas da cabeceira da cama e puxa o laço, verificando se está firme. Ela não pode sair do lugar. Estava presa, literalmente, à cama, e muito, muito excitada.

– Se você se debater, amarro seus pés também – ele disse e - se fizer algum barulho, eu a amordaço. Fique quieta – ele completou e torna a montar nela, puxa a camiseta, deixando-a pensar que vai tirá-la, mas a enrola até o seu pescoço e puxa um pouco mais para cima, deixando-a com a boca e o nariz descobertos, mas os olhos tapados. E, como a camiseta está dobrada, ela não consegue enxergar nada através dela.

– Está com sede, Anastasia? – ele pergunta, num tom provocante.

– Estou – ela sussurra, porque de repente fico com a boca seca.

Nesse estado ela ouve o gelo tilintando no copo, e ele se inclina e a beija, enchendo sua boca com um líquido delicioso e geladinho. Era vinho branco. Aquilo foi inesperado e muito quente, apesar de estar gelado e os lábios de Christian estarem frios. (…)

Ela estava tensa. Ele tornou a balançar o copo, e a beijou, passando para a boca dela uma pedrinha de gelo com um pouco de vinho. Sem pressa, foi dando beijos gelados até chegar ao centro do corpo dela, começando no pescoço, descendo por entre os seios, passando pelo torso até a barriga. De repente soltou um pedacinho de gelo em seu umbigo, numa poça gelada de vinho. Isso fez com que ela se sentisse queimando por dentro, por todo o caminho, até lá embaixo. 

Com um dedo, ele abaixa os bojos do seu sutiã um de cada vez, levantando os seios, expostos e vulneráveis. Inclinando-se, beija e puxa os mamilos, um de cada vez, com os lábios gelados. E mais uma vez ela ouve o gelo tilintar de novo, e aí o sente em volta do mamilo direito enquanto ele puxa o esquerdo com os lábios. Ela geme, tentando não se mexer. Era uma tortura doce e aflitiva.

– Se derramar o vinho, não deixo você gozar – ele dizia. 

– Ah… por favor… Christian… Senhor… Por favor - ela suplicava, pois estava louca de tesão e o ouve sorrir.

O gelo no seu umbigo estava derretendo. Ela está para lá de quente, quente e gelada e querendo ele dentro dela. Agora. Seus dedos frios passeavam devagar pela sua barriga. Sua pele está supersensível, seus quadris arqueiam automaticamente, e o líquido no seu umbigo, agora mais quente, escorre pela barriga. Christian mais que depressa o lambe, beijando, mordendo-a de leve, chupando-a.

– Anastasia, você se mexeu. O que vou fazer com você? – ele disse enquanto ela sentia seus dedos deslizarem-se para dentro da sua calcinha, e ela é recompensada com o gemido ruidoso que ele deixa escapar. 

– Ah, Ana – ele murmura, e enfia dois dedos dentro dela – ela suspira arqueando o quadril.

– Já está pronta para mim tão cedo – diz ele e fica enfiando e tirando os dedos com uma lentidão tentadora, e ela mais uma vez levanta os quadris, se apertando contra ele.

– Você é uma garota voraz – adverte ele baixinho, passando o polegar em volta do clitóris dela e depois pressiona-o, se abaixa e a beija, ainda mexendo os dedos ritmadamente dentro dela, rodando e pressionando o polegar. 

Ele a agarra pelo cabelo, impedindo que ela mexa a cabeça. Sua língua imita o que seus dedos fazem. E ela começa a tensionar as pernas fazendo pressão contra a mão dele. Ele relaxa a mão, obrigando-a a recuar quando ela já está quase lá. Ele faz isso repetidas vezes e isso é muito frustrante para ela. 

-Ah, por favor, Christian -ela grita mentalmente.

– Esse é o seu castigo, tão perto e, no entanto, tão longe. É legal? – sussurra ele no seu ouvido. Ela geme, exausta, esticando a amarra. Está impotente, perdida num tormento erótico.

– Por favor – implora, e ele finalmente tem pena dela. Seu corpo começa a estremecer, mas ele para de novo.

– O que você quer, Anastasia? - sadicamente ele pergunta.

– Quero você, quero seu pau… agora – ela implora se retorcendo toda. 

Ele retira a mão e ajoelha-se entre as pernas dela, e, bem devagar, tira a calcinha, olhando para ela com os olhos brilhando. Ela estava explodindo de tensão sexual e ele a olha por um instante, avaliando o seu desejo, aí a agarra de repente, a vira e a pega de surpresa, e, por estar com as mãos atadas, ela tem que se apoiar nos cotovelos. Ele empurra seus dois joelhos cama acima, deixando-a de quatro, e lhe dá uma palmada forte nas nadegas. Antes que ela possa reagir, ele a penetra firme. 

Ela grita – por causa da palmada e da súbita investida dele, e goza na mesma hora e torna a gozar de novo e de novo, desmontando embaixo dele enquanto ele continua a lhe penetrar deliciosamente. Ele não para. Ela está exausta. Não aguenta mais… e ele não para de meter e fungar em seu pescoço.

– Goza para mim, Anastasia, goza de novo – grunhe ele entre os dentes, e, incrivelmente, seu corpo responde, estremecendo enquanto tem outro orgasmo, gritando o nome dele. Ela torna a se estilhaçar em mil pedaços, e Christian para, finalmente, gozando calado e desaba em cima dela, ofegando.

E Helena também desaba em mais um orgasmo solitário, e assim exausta adorme esperando o dia chegar para encontrar-se com o seu namorado e transar com ele que tinha um pau muito grande e grosso e que era uma delícia senti-lo penetrando-a até o fundo. 


Toda vez que transava com ele sentia um pouco de dor quando ele metia tudo de uma vez só, mas sempre pedia por mais. Era uma dor gostosa, mas nem por isso imaginava que tinha tendências masoquistas. Até o dia que ele estava tentando lhe penetrar por trás e ao separar-lhe as nádegas com a mão pesada na bunda, ela se excitou demais. Então pediu para lhe dar uns tapas e a xingasse de puta, vadia, biscate, assustando-o, e nesse dia ela teve o melhor orgasmo desde o início da sua vida sexual.


A partir daquele dia, todas as vezes que transavam, não podia faltar tapas e xingos. Cada vez mais ele a surpreendia xingando-a de nomes que ela nunca havia imaginado. O orgasmo dessa vez foi melhor que o do outro dia. Ele a xingava de puta, cadela, vadia, safada, vagabunda, cabritinha (o que ela mais gostava). 


Em outra vez, estava em êxtase, e quando abriu os olhos, viu aquele homem com jeito bruto lhe penetrando e ficou louca de prazer e teve a sensação de que estava sendo estuprada por um selvagem e suas fantasias masoquistas voltaram a aflorar mais ainda. Quando ele gozava a segurava com uma força descomunal. Até então ela não havia falado nada para ele das suas fantasias, até que um dia acendeu uma vela para criar um clima mais erótico. Não estavam transando e insinuou que gostaria que ele pingasse cera derretida nela. Ele se assustou e ela demonstrou que não iria doer pingando algumas gotas na parte interna do braço, que é mais sensível, mas não conseguiu convencê-lo. 


Com o tempo a relação foi se esfriando e o namoro terminou, mas como ela era LOUCA por sexo e com um fogo desgraçado a ponto de ter orgasmo, e mais, orgasmos múltiplos em quase todas as relações e até se masturbando e na seca que estava após o termino do namoro e com aquelas ideias massoquistas na cabeça, estava deixando-a louca. Até que um dia, não sabe como nem porquê entrou, pela primeira vez, em uma sala de bate papo sadomasoquismo. 


Foi conversando com vários caras, até que achou um bastante interessante. Logo ela aceitou ser dele e ele logo falou: 


- A partir de agora me chame de Senhor. 


Ela teve a confirmação de que realmente achou o que procurava. Ele a mandou que pegasse prendedores de roupas e os colocassem nos seus peitos e na bucetinha e onde mais doesse. Ela colocou três em cada peito, dois em cada lábio vaginal, um no clitóris e outros quatro na barriga (onde ela sente muito prazer e dor quando alguém morde). Em seguida ele perguntou se ela tinha alguma coisa para penetrar. Ela pegou uma vela de sete dias que é do tamanho do fundo de uma garrafa. Então ele pediu para ela meter na buceta, e ao fazê-lo, não queria entrar e acabou desistindo e ele começou a xingá-la e mandou ela forçar, caso contrário seria punida, aí ela tentou novamente forçando a vela e aos poucos foi sentindo-a entrar paulatinamente buceta a dentro.


Ele pediu seu número e ela lhe passou o WhatsApp. Ao ouvir aquela voz grossa, sensual a deixou com mais tesão. Então ele a mandou foder a buceta com a vela e ela obediente foi socando a vela dentro da xana, deixando os prendedores no peito e na barriga. Depois ele pediu para ela mexer bastante nos prendedores, o que lhe deu uma dor misturada com prazer, algo que ela nunca sentiu antes na vida. Ele pediu, ainda, para enfiar um dedo no cuzinho e ela disse que nunca tinha feito aquilo, então ele a xingou e ordenou que continuasse, que fizesse o que ele tinha mandado e ela adorou, aí ele ordenou que colocasse dois e por fim três, dedos e sentiu muita dor, já que continuava com a vela socada na buceta. Durante todo esse tempo ele a xingou muito, e ela teve orgasmo múltiplo chamando-o de seu macho, seu homem, seu Senhor e prometendo ser sua escrava, sua puta safada e fazer tudo o ele lhe pedisse, até mesmo lamber seus pés. 

Ele lhe dizia estar também excitado e que estava se masturbando e a mandou que tirasse a vela, que a acendesse e pingasse cera na buceta. Até aí, cada hora que passava seus peitos doíam mais. Fez o que ele disse e pingou cera na buceta, berrando de dor e prazer, pois achou aquilo incrivelmente maravilhoso. Em seguida ele pediu para tirar os prendedores de um dos peitos e pingar vela nos mamilos. Quando ela tirou o primeiro, em vez de aliviar a dor como imaginava, sentiu uma dor muito pior, insuportável, mas muito excitante, e ao tentar pingar cera nos peitos, com a dor que sentia, não tinha força nem para segurar a vela.

Falou que havia feito, mas não fez. Aí ele pediu para pingar na barriga e ela achou aquilo muito bom, e sem mais nem menos ele falou que chegava e que ligaria no dia seguinte a mesma hora. A vontade dela foi pedir que ele ficasse mais um pouco, mas só falou:


- Tá bom - ele em um ímpeto de fúria falou: 

- Não é assim que se fala, sua puta vadia. É, tá bom, meu senhor - ela adorou e falou:

- Sim, meu senhor - ele desligou. 

Ela estava entorpecida, não acreditava no que havia acontecido. Tirou os prendedores que restavam e foi para o banheiro. Quando se olhou no espelho deu uma risada deliciosa de felicidade. É só o começo, pensou.

No dia seguinte no mesmo horário, ele ligou dizendo que tinha gozado gostoso e esperava um dia poder realizar tudo aquilo ao vivo e a cores, desde que ela concordasse se encontrar com ele mas deixou essa decisão para depois pois naquele dia, um sábado por sinal, iria tirar o cabaço do seu cuzinho e mandou que ela pegasse alguma coisa para usar enquanto conversavam para pode enfiar no rabinho. 

Helena procurou algo no seu quarto e pegou um tubo de desodorante daqueles que parecem feitos justamente para dar prazer as mulheres. Depois de algum tempo excitando-se mutuamente e até trocando algumas fotos de seus corpos e genitália, chegando a hora certa, ele mandou que ela pegasse o tubo de desodorante e enfiasse tudo de uma vez só, o que ela não tinha coragem de fazer e ele percebendo a demora para gritar de dor a xingava mandando-a enfiar com tudo. Obediente ela enfiou e deu um grito de prazer sentindo uma sensação maravilhosa. E com o tubo socado no cu, o ouvia do outro lado do fone xingando-a e dizendo que aquele cu, ela só daria para ele, que ele era o dono dele e quando eles se encontrariam, iria arrobá-la com o seu cacete de 25 cm e ela gemendo do outro lado da linha confirmava que sim, que iria ser a puta dele e iria deixá-lo penetrar selvagemente como um urso. Ele falou para ela passar gelo nos peitos para melhorar e que comprasse xelocaína para passar no cuse estivesse doendo muito. Aí ele mudou de ideia e falou: 


- Não, não compra nada, quero que você fique com dor nesse cuzinho que eu arrombei -ela só falou: 


-Sim, meu Senhor - e ele falou que mais tarde entraria em contato de novo para continuarem a brincadeira e saiu- ela foi para o banheiro e a felicidade estava estampada em sua cara de puta safada. 


Apesar da dor desgraçada que estava sentindo, ela está louca para fazer tudo de novo e até estava propicia a aceitar o convite para se encontrar com ele e realizar toda a sua fantasia com aquele estranho a quem prometeu ser sua escrava e o chamava de seu Senhor. Era só questão de tempo. 

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 0

Sobre este conto

Autor anônimo
Visualizações 375
Avaliação 0 ( votos )
Comentários0
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 3012
Tempo estimado de leitura: 15 minutos

Afiliados