Fevereiro 6, 2026

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A Babá na Loja e em Casa

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(Os nomes são em homenagem a um casal de seguidores que nos mandaram mensagem, espero que gozem bastante juntos).

Angélica é nossa babá há uns 6 meses. 18 anos, corpo jovem, pele clara, bunda redondinha que mexe naturalmente, peitinhos firmes que marcavam nas blusinhas justas. O clima entre nós três já estava estranho há semanas — olhares que duravam demais, ela usando roupas mais curtas em casa, roçando “sem querer” quando passava perto. Victoria e eu (Wesley) trocamos um olhar cúmplice: se ela desse abertura, a gente ia aproveitar.

Num sábado fomos ao shopping comprar umas roupas casuais pra ela. Ela chegou de saia plissada branca curtinha e blusinha de alcinha sem sutiã — inocente, mas com um ar safado no fundo.

A loja estava quase vazia. Angélica experimentava e saía do provador pra mostrar. Victoria ficava atrás dela no espelho, “ajustando” o caimento com as mãos na cintura, dedos deslizando devagar pelas laterais como se estivesse só arrumando o tecido. Às vezes a mão escorregava um pouco mais baixo, roçando de leve a curva da nádega — nada óbvio, só o suficiente pra Angélica prender a respiração e morder o lábio.

Eu ajudava segurando as peças na frente dela, “pra ver o comprimento”. Minha mão roçava a coxa interna de leve enquanto ajustava a saia, bem devagar, quase imperceptível. Encostava mais perto pra “ver melhor”, sentindo o calor dela contra mim. Angélica corava, dava um suspiro baixinho, mas não recuava — só olhava no espelho com os olhos vidrados, pernas tremendo de leve.

Victoria “arrumava” as alças da blusa, dedos passeando pelos ombros e descendo pelos braços, roçando de leve os peitinhos por cima do tecido. Eu ajustava atrás, mão na parte de trás da coxa, dedos subindo só um pouquinho por baixo da saia — tudo muito discreto, rápido, como se fosse só pra ajudar.

Angélica gemia baixinho, quase inaudível, mordendo o lábio até ficar vermelho, mas ficava quietinha, deixando acontecer.

Pagamos tudo em silêncio. No carro a tensão era palpável — ela mordendo o lábio o caminho todo, nós trocando olhares no retrovisor.

Em casa a coisa explodiu. Porta mal fechada, Victoria empurrou Angélica contra a parede do quarto e beijou com fome, línguas se enroscando. Rasgamos as roupas novas e antigas. Angélica nua, bucetinha brilhando de molhada, bunda empinada na cama.

Eu entrei nela de uma vez, pau latejando, metendo fundo enquanto ela gritava “Wesley… me arromba… tô molhada desde a loja…”. Victoria ajoelhou atrás de mim, separou minha bunda e enfiou a língua no meu cu, lambendo voraz, depois dois dedos massageando a próstata enquanto eu socava forte.

Angélica gozou apertando meu pau, jorrando tudo. Eu gozei dentro, enchendo ela de porra quente. Victoria mandou ela abrir as pernas: “Vou limpar tudo…”.

Chupou a bucetinha arrombada com vontade, sugando minha porra misturada com o mel dela, língua fundo até Angélica gozar de novo na boca dela, gritando “Victoria… engole tudo, sua puta…”.

Desabamos suados, ofegantes. Angélica abraçou a gente e sussurrou rouca: “Quero isso toda semana…”.

Casais que leem junto: já começaram algo assim com toques discretos em público e explodiram em casa?

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