Junho 10, 2026

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Como virei a putinha oficial dos Bicos de Licha

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No começo de um dia nublado, você estava andando com seu skate para poder passear normalmente no parque, apreciando a bela vista, respirando o doce aroma das flores e sentindo o vento soprar o seu longo cabelo perolado. No meio do caminho, você passou por uma padaria, comprou algumas rosquinhas como sempre, que eram ótimas para fortalecer seu corpo após se exercitar até chegar ao parque. O vendedor já era acostumado a você ir nesse horário, sempre preparando antecipadamente seu pedido, pois já sabia que iria pegar.

Chegando lá, tudo estava normal como sempre, ele te entregou a comida e, quando você já estava de saída, o vendedor chamou por seu nome e contou algo curioso. Aparentemente, enquanto ele passeava pela cidade, ele havia avistado uma pista de skate, na qual ele pensava que estava abandonada, já que ela estava escondida em um caminho para a floresta, e não tinha ninguém por perto. Assim, ele perguntou se aquela pista era a mesma que você ia. Confusa, você responde que apenas usava a do parque da cidade e nunca havia falado daquela. Pelo jeito que ele havia falado, você estava a fim de conhecê-la. Com isso, ele te passou o caminho para chegar até ela, e você o agradeceu com uma gorjeta extra.

Com as rosquinhas em mãos, você desviou seu caminho da estrada para o parque e foi em direção à floresta, para ver se era mesmo verdade aquela história. Algum tempo andando com seu skate por uma estrada coberta por árvores e casas velhas, que ocasionalmente um carro ou outro passava, você avistou entre a vegetação um bloco grande de pedra, só podia significar que ali estava. Com cuidado, você parou seu skate e carregou no ombro até chegar no bloco. Chegando mais perto, você percebe que o bloco era na verdade um muro, coberto de pichações, que do outro lado escondia a pista. Entre os diversos desenhos, havia um gigantesco, sendo um coração azul com asas, um pouco peculiar.

Surpresa de que realmente havia algo ali, você olhou ao redor para ver se havia mais alguém por perto. Sem resposta, você pensou em tornar aquele lugar em sua pista particular, pena que não havia trazido nenhum spray para marcar aquilo. Colocando suas rosquinhas em cima do muro, você foi logo praticando algumas manobras, tomando um pouco de cuidado com certas partes, sendo um lugar supostamente abandonado, algo podia cair a qualquer momento.

Algumas horas depois, seu corpo já estava começando a suar. Mesmo bebendo bastante água que você havia trazido, ainda continuava quente. Vendo que não havia ninguém ao redor, e provavelmente ninguém iria onde você estava. Você tirou seu shorts, se sentindo mais aliviada e livre, deixando a brisa fria bater em seu corpo. Ainda um pouco quente, e querendo se sentir mais livre, você tirou sua calcinha e a colocou em cima do muro junto ao seu shorts. Para a parte de cima, você também removeu seu sutiã, colocou com as outras roupas e puxou a sua camisa sobre seus peitos, os deixando balançar livremente.

Satisfeita, você voltou a andar com seu skate, agora nua, o vento ventilava seu corpo, deixando-o frio na medida certa. Sorte a sua por poder fazer isso aqui, caso estivesse no parque, teria que ficar suando igual a uma porca, molhando totalmente sua roupa. Após algumas manobras e alguns tombos. Barulhos estranhos ecoaram da floresta, provavelmente de algum animal, pelo menos era isso que você queria que fosse.

Para seu azar, além de passos, era possível ouvir vozes, certamente alguém estava vindo. Você correu então para pegar as suas roupas que estavam em cima do muro, mas não foi rápida o suficiente. As vozes do outro lado haviam percebido algo pendurado em cima dele, assim, seja quem estivesse do outro lado a havia pegado.

Desesperada, você decide correr para a floresta, para se esconder desse vexame. Jogando o seu skate no chão, você pula para subir em cima dele e fugir o mais rápido possível. Ao pular em um dos corrimões, ele simplesmente cede e te faz tombar no chão. Dolorida, você fica sem forças para se levantar. Olhando para trás, você nota algo terrível.

Atrás de você haviam seis homens, eles eram altos e fortes, alguns seguravam skates, bonés para trás, calças largas. Pela aparência, eles provavelmente eram skatistas igual a você, logo, talvez sabiam desse lugar antes mesmo de você. Envergonhado, você tenta cobrir seus peitos com seu boné rosa e sua buceta exposta com seu skate, de uma forma totalmente humilhante. Os caras riram de você, e um até mesmo tirou uma foto sua sem seu consentimento, deixando você completamente vulnerável. Um deles, possivelmente sendo o líder, pela jaqueta de couro e um óculos de sol cafona. Levantou a mão, assim todos à sua volta calaram a boca e se viraram para ele. Em silêncio, ele se aproximou de você, agachando e colocando uma mão em sua bochecha e a apertando:

— O que uma belezinha dessas faz em um lugar como esse? Não sabia que essa pista é nossa? — os olhos dele penetraram sua alma. — E por que está pelada?!

Você tentou explicar para ele que havia ouvido falar sobre a pista que pensava que estava abandonada, com isso não teria problemas em usá-la um pouco, e que iria embora e nunca mais voltaria se eles quisessem. Além de explicar que havia tirado suas roupas por causa do calor, e não esperava que alguém fosse vê-la desse jeito. Ouvindo tudo o que você disse, ele se simpatizou um pouco com você:

— Não se preocupe, eu nunca machucaria uma dama. — se virando, ele gritou para os outros caras. — Devolvam as roupas dela! — sem hesitar, eles a jogaram para você. — Pronto, agora dê o fora e não conte nada do que aconteceu aqui para ninguém. — sussurando no seu ouvido. — Até posso não te machucar, mas alguém faria isso por mim.

Assustada com aquilo, você pensa em sair correndo o máximo possível até voltar para sua casa. Mas, você havia acabado de descobrir aquela pista, ela era perfeita para você. Talvez não fosse uma boa ideia, porém, você pelo menos tentou um acordo com ele. Propondo que nunca contaria que achou esse lugar, e que você faria qualquer coisa para que eles a deixassem usar a pista enquanto eles não estavam presentes. Era a única coisa que você queria, não queira causar nenhum tipo de confusão ou brigar por território. O líder abriu um sorriso ao ouvir aquilo:

— Acho que podemos fazer um acordo, mas fica ligada que tu vai ter que fazer sua parte. E prometa que isso fica apenas entre nois. — você afirmou com sua cabeça. — Analisando bem você… Com esse corpinho ágil, monumental e gostoso. Sendo uma skatista igual a nós, mas sendo uma mulher… Sabe o que eu quero dizer? — isso só poderia significar uma coisa. — Que tal você ser nossa entregadora oficial! Devido a algumas “coisas”, não podemos simplesmente sair passeando livremente à luz do dia. Ai, tu pega alguns cupons (adquiridos legalmente) e compra alguns lanches para nós e traz aqui. — Bem, não era exatamente isso que você esperava… — E essas rosquinhas que você trouxe são deliciosas, você mesmo que faz? Ah, que falta de educação a minha — vendo que você ainda estava jogada no chão, ele segura sua mão e te levanta. — Por favor, me chame apenas de Albatroz, apenas isso.

Você se introduziu e segurou suas roupas, se cobrindo, impressionada com o quão gentil e educado ele estava sendo com você, imaginando que, no mínimo, ele te espancaria por invadir o território dele. Por sorte, você não havia trazido um spray de tinta. Agora, sem medo dele, você o observa mais atentamente, notando um certo volume nas calças dele, e olhando para trás dele, não era apenas ele, os outros 5 caras também estavam completamente duros, babando por você. Um pouco apreensiva por ser a única mulher sendo desejada por diversos homens, sua mente foi à loucura, ansiando por ser fodida por cada um daqueles homens, mesmo você apenas os conhecendo há alguns minutos atrás.

Um dos caras, percebendo bem onde o seu campo de visão estava focado, se aproximou de Albatroz e sussurrou alguma coisa para ele. Você não conseguiu ouvir direito o que era, mas pelo jeito que ele dava algumas olhadas de relance para o seu corpo nu e depois voltava a falar, provavelmente era algo pervertido. E pelo jeito que o líder reagiu, era algo parecido com isso:

— O que? Mal acabamos de conhecê-la, não podemos pedir algo tão invasivo assim! — ele quase socou a cara de quem estava sussurrando. Curiosa, você pergunta do que os dois estavam falando. — Nada não, ele apenas estava perguntando se você pretende continuar pelada ou não.

— Se vocês quiserem… — você disse sem pensar, tapando sua boca e fazendo seu rosto ficar vermelho de vergonha. — Quero dizer! De certa forma, é uma maneira de eu me desculpar pela invasão e tals! — nervosa, você derruba suas roupas no chão. Revelando seus enormes peitos novamente, se desesperando para cobri-los.

— Escuta bem, mina, esses caras aqui são um bando de virgens que nunca viram uma mulher pelada na vida. — “Eu já vi minha prima”, o que havia tirado uma foto sua gritou. — Calado! — voltando para você, ele disse com uma voz doce. — E você não precisa fazer isso se não quiser, apenas quero que você pegue alguns lanches e nada mais.

Ouvindo bem o que disse, você apenas precisava dar o fora daqui e ir para uma lanchonete, e se esquecer daqueles caras suados e sarados que praticavam esportes. E pelos que você podia ver, eles carregavam grandes pacotes em suas calças. Se ao menos um pudesse tirar e botar fora um cacete quente, pegar você pelos cabelos e puxá-la, fazendo-a engolir aquilo de uma vez só. Agarrando sua cabeça, movendo-a para frente e para trás, e expelindo uma gala enorme direto na sua garganta. O calor daquele dia realmente estava afetando seu cérebro, fazendo-a ter pensamentos impróprios cercada por machos suados e gostosos… Ou talvez não fosse apenas o calor:

— E-Eu poderia ver, ver o que esconde aí? — você apontou para as calças de um deles, sem nem pensar no que disse, você apenas queria ser usada.

— Que legal, tu também é uma virgem sedenta… — Albatroz empurrou o cara que você havia apontado, indicando para ele fazer o que você queria. — Você estava pelada quando te vimos pela primeira vez, eu deveria ter esperado isso…

O homem abaixou suas calças junto com sua cueca, mostrando um pinto duro, era a primeira vez que você havia visto um tão de perto. Logo você se ajoelhou para ver de perto, com isso os outros caras te cercaram, curiosos com o que você iria fazer. Era até que fofo ver aquele pau se contorcendo ao ar livre. Você o segurou, viu que ele cabia em apenas uma mão sua, o apertando levemente, ele liberou um mini jato de porra que acertou sua bochecha. Lambendo onde ele tinha acabado de expelir em você, um gosto amargo não era bem o que você esperava que era o sabor de esperma. Ao sentir aquele líquido quente escorrer em sua pele, sua mente explodiu de emoção:

— Olhe aqui, garotos, eu invadi sua pista, seria uma pena se vocês me punissem me cobrindo de porra. — você se levantou, colocando seu rosto contra o muro e empinando sua bunda para eles, te deixando em uma posição totalmente vulnerável. — E está tão quente! Poderiam me refrescar?

Todos eles foram à loucura, babando completamente por você, não perdendo tempo e tirando as roupas também para começar a se masturbar. Ao ver tantos paus em sua volta, você não se aguentou e começou a se masturbar ali mesmo, enfiando dois dedos na sua vagina. Alguém agarrou seus peitos, os apertando e te fazendo gemer alto, beliscando seus mamilos, esperando que algum leite saísse de lá (não vai sair nada de lá, mas é bom que ele continue pensando que vai). Outro esfregou o caralho nas suas coxas, te fazendo sentir o quão grande e grosso era, ansiosa para ter um desses dentro de você, talvez fosse o maior de todos, pelo menos era o que estava mais quente, quando gozasse, a porra sairia igual lava cobrindo e queimando seu corpo meio pálido. Um apertou suas bochechas enquanto manuseava o próprio pau, esfregando a glande que saía esperma, em seus lábios, mantendo sua cabeça reta e forçando-a a olhar para ele, passando seu membro sujo em seus lábios perfeitos. Havia também um que lambia seu cu enquanto tocava uma, você apenas podia imaginar o gosto horrível que ele estava sentindo com o suor misturado com seus fluidos, ele realmente estava sedento por você que nem se importou em lamber sua vagina primeiro, foi logo no primeiro buraco livre que viu. O que tirava fotos contornava a cena, tirando algumas fotográficas de vários ângulos, dando um close na sua vagina molhada e nos diversos pintos que esfregavam em você. Eventualmente, ele se masturbava uma hora ou outra, gravando ele mesmo fazendo isso.

Sua tesão era imensurável, estava sendo usada como uma puta por desconhecidos em um lugar público. Sem pausa, apenas sendo visto como algo para satisfazê-los E com esse papinho de precisar ser punidas e deles serem virgens, até que estavam sendo um pouco brutos com você, nem parecem que sequer tocariam em você caso o líder não os deixasse… Ah, é, onde estava o Albatroz? Olhando ao seu redor, ele estava parado de braços cruzados, com uma cara de decepção:

— Que animais… Imagina se alguém ouvir vocês e vem aqui para se deparar com isso, sei que somos procurados por coisa pior que atentado ao pudor. Mas isso é ridículo! — entediada com essa balela dele, você tirou os dedos de sua vagina e apontou para ele, depois para ela. Indicando para ele tirar a sua virgindade. — Foi mal aí, mas só vou fazer isso quando achar a pessoa certa, e você deveria fazer o mesmo. Entenderem?! Ninguém vai enfiar nada em você por enquanto! — ele continua vendo você ser manuseada como um objeto pela gangue dele. Sendo atiçado, ele também não conseguiu se segurar. — Beleza, mas só vou fazer isso para aliviar meu estresse e porque você quer.

Ele tirou o cacete para fora, tendo que usar duas mãos para poder se masturbar. Esquece o que você havia pensado antes, ele que tinha o maior de todos. Quem dera você fosse a pessoa especial dele, para ser empalada por aquele monstro. As coisas continuaram com você sendo usada sem cuidado nenhum. Com eles esfregando seus paus sujos e suados pelo seu corpo inteiro, exceto na sua vagina, pela ordem do líder. Revezando para quem passaria em sua cara, às vezes dois por vez batiam com seus cacetes em sua bochecha, por pouco não expirando porra em seus belos olhos rosas, que em alguns momentos eram cobertos por um terceiro pau que ocupava todo seu campo de visão. O único que não te tocava era o Albatroz, eu apenas se masturbava quieto vendo você ser tratada como um pedaço de carne pelos subordinados dele.

Minutos depois, que pareciam horas, todos começaram a ir mais rápido e pulsar mais forte. Com isso, só poderia significar uma coisa, você estava prestes a tomar um banho quente e gosmento. Sem hesitar, um por um, expirou sua própria gala quente, mirando em seu corpo, fazendo questão de acertar o máximo que podia. Desde suas coxas até seu rosto estavam cobertos de porra de desconhecidos. Lentamente eles perderam a tesão e amoleceram, surpresos por terem gozado em uma mulher pela primeira vez. O líder ainda não havia liberado sua gala quente de seu enorme cajado, talvez por ter sido o último? Como um cavaleiro, ele disse:

— Onde estão seus modos!? Ela nem atingiu o orgasmo ainda e vocês se acharam dignos de gozar primeiro?! — com força, ele enfiou dois dedos profundamente dentro de você, fazendo-a berrar alto, a dedilhando. Não aguento estar coberta de esperma e sendo estimulada fortemente, você atingiu seu orgasmo em segundos. Gozando nos dedos líder, que tirou a mão de você e esfregou na camisa de um dos caras, com nojo. — Vocês ainda têm muito a aprender de como se trata uma dama…

Ele então ejaculou, cobrindo seu corpo novamente, mas a dele era mais quente que a dos outros, ou talvez seu corpo havia esfriado com as deles? Cansados, alguns vestiram suas roupas e se sentaram, alguns continuaram pelados e tomavam refrigerantes, quem tirava fotos estava tirando algumas selfies mostrando que havia acabado de fazer sexo com uma mulher de verdade, mesmo não perdendo a virgindade de verdade. Você, por sua vez, estava exausta após tudo isso, quase desmaiando no concreto, sendo segurada pelo Albatroz:

— Eu conheço um lago aqui perto para te lavar… Quer que eu te carregue até lá? — vendo seu rosto com tesão, babando com a língua para fora e os olhos virados para o céu. — Acho que sim. E não se preocupe, tudo que fazemos fica apenas entre nós. Aquelas fotos não serão enviadas para ninguém, na verdade ele sequer compartilha qualquer foto com nós… Só porque a câmera dele é 8k, ele acha que apenas ele deve apreciar o que fotografa… — tirando do bolso um adesivo de um coração azul partido com asas, para ser colocado embaixo do seu skate. Assim, ele decretou. — Ninguém vai ficar sabendo que agora você é a putinha oficial dos Bicos de Licha. Bem-vinda ao clube.

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