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Outubro 7, 2026

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Festa junina com dois colegas

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Eu estava na festa junina da empresa, aquela que todo mundo fingia odiar mas no fundo gostava. Barracas de milho, quentão, forró tocando alto, luzes coloridas e muita gente fantasiada de caipira. Eu fui de vestido xadrez curto, bem justo na bunda, alcinha fina, sem sutiã e com uma calcinha fina que já estava molhada só de imaginar o que eu queria fazer.
Os dois colegas que eu vinha olhando há semanas estavam lá: o André, do financeiro, 26 anos, alto, ombros largos, sorriso fácil; e o Thiago, do marketing, 24, mais magro, tatuado no braço, olhar safado. Os dois já tinham me dado em cima no escritório de forma disfarçada. Hoje eu não queria disfarce.
Depois da terceira dose de quentão, eu me aproximei deles perto da barraca de paçoca.
— Vocês dois estão me olhando desde que eu cheguei — falei baixo, sorrindo. — Quer acompanhar a colega até o banheiro do fundo?
Eles se entreolharam e seguiram.
O banheiro do fundo era o mais afastado, quase escondido atrás do barracão de comida. Eu entrei primeiro, eles atrás. Tranciei a porta.
Me virei pra eles e puxei o vestido xadrez pra cima de uma vez, mostrando que não tinha sutiã e que a calcinha já estava encharcada.
— Podem me usar. Aqui. Agora.
André chegou primeiro. Me beijou com força enquanto Thiago se ajoelhava e puxava a calcinha pra baixo com os dentes. A língua dele encontrou minha buceta molhada e eu soltei um gemido baixo. André abriu a calça, tirou o pau já duro e eu segurei com a mão, masturbando enquanto Thiago me chupava.
— Sobe na pia — mandou André.
Eu subi. Ele abriu minhas pernas e enfiou de uma vez. O pau grosso me esticou e eu mordi o ombro dele pra não gritar. Thiago ficou do lado, enfiou o pau na minha boca e eu chupei com vontade, babando, enquanto André me fodia em pé, as mãos apertando minha bunda.
— Isso, sua putinha de escritório… aperta essa buceta — André falou no meu ouvido, metendo fundo.
— Me fode mais… assim — pedi, a voz embargada.
Ele acelerou. O barulho molhado da minha buceta ecoava no banheiro pequeno. Eu gozei primeiro, apertando o pau dele, as pernas tremendo na pia. André gozou logo depois, bem fundo, enchendo minha buceta de porra quente.
Ainda escorrendo, eu desci da pia, virei de costas e empinhei a bunda pra Thiago.
— Agora você. No cu.
Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiou devagar. Eu gemia com a testa encostada na parede fria, sentindo ele me abrir centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, André se posicionou na minha frente e enfiou o pau de novo na minha boca, ainda meio duro e sujo da minha buceta.
Thiago metia com força, as mãos segurando minha cintura.
— Vai, cadela… toma no cu gostoso.
— Me fode… mais fundo — pedi entre uma chupada e outra.
Ele gozou no meu cu, gemendo baixo, o corpo tremendo contra o meu. A porra escorreu quando ele saiu, misturando com a do André que ainda pingava da buceta.
Eu estava destruída: vestido amassado na cintura, peitos à mostra, porra escorrendo dos dois buracos, batom borrado, cabelo bagunçado. Olhei no espelho pequeno do banheiro e sorri.
André e Thiago se arrumaram rápido. Eu puxei a calcinha de volta (ainda encharcada) e ajeitei o vestido o melhor que pude.
Antes de sair, me virei pra eles:
— Segunda-feira no escritório a gente finge que nada aconteceu… ou não.
Eles riram baixo.
Eu saí primeiro. Voltei pra festa andando devagar, a porra escorrendo pela coxa interna a cada passo, o vestido xadrez marcando a bunda molhada. Peguei mais um quentão, me misturei na roda de forró e dancei como se nada tivesse acontecido.
Mas eu ainda sentia os dois paus latejando dentro de mim.

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