Fodas universitárias - parte 1 Publicado por anônimo em 23/04/2021 em Sexo em grupo

"Era fim de tarde e Teresa guia uma longa visita a um casarão antigo do Bairro Velho. "

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Com o sobe e desce de escadas, entrando em todos os cômodos sob olhares atentos do exigente cliente, a visita se estendeu até a noite. Por sorte, o casarão era próximo a universidade, o que lhe permitiu chegar a tempo. Apenas não guardou a chave na imobiliária levando-a consigo. Estava mais casual naquele dia vestindo uma calça jeans e uma blusa azul, fechada. Naquela noite, as aulas terminariam mais cedo. Haveria uma grande festa com todos os alunos em uma casa de shows ao lado da universidade. Teresa aproveitaria a oportunidade para ir dormir mais cedo, mas Cristina e Bianca insistiram que ela fosse junto. Teresa aceitou.

As três saíram juntas. Caminharam de braços dados poucos metros até chegar na casa de festas. O local tinha uma área extensa na pista de dança com muitos estudantes dançando. As três meninas foram para o bar e lá ficaram bebendo e conversando. A música alta e animada começaram a contagiar as mulheres no bar. Ver todos aqueles corpos dançando animaram tanto Cristina quando Bianca que chamaram Teresa para a pista. Desta vez, não convenceram a morena que ficou no bar olhando. Sem ânimo para dançar, ela olhava suas duas amigas dançando com seus corpos colados. Bianca rebolava com seu corpo colado atrás de Cristina, que dançava lançando olhares a Teresa. Os movimentos sensuais sincronizados produziam um sorriso malicioso na morena que as observava. Cristina quis dançar agarrada atrás de Bianca. Mais afoita, ela passeava suas mãos pelo corpo da namorada apertando-a como se as duas estivessem ali sozinhas, apenas se exibindo para Teresa. O assédio de Cristina era um exibicionismo para quem estava sozinha no bar olhando com um sorriso cada vez mais malicioso. A morena permanecia sozinha no bar, até perceber uma presença conhecida.

Próximo a ela, um homem forte vestia uma calça jeans e uma camisa justas ao corpo. Ezequiel estava distraído até perceber a mulher que o olhava. Fazia muito tempo que não se viam (Crônicas do Bairro Velho 10 - Anal escondido na escada) desde quando Teresa o visitara em sua casa. Os dois estavam distantes, permitindo se comunicarem apelas pelos olhares e sorrisos que foram ficando insinuantes a ponto de Ezequiel fazer um sinal para ela o seguir. Teresa acompanha Ezequiel a distância até ele entrar por uma porta aos fundos da casa. Os seguem por um longo corredor com uma iluminação precária com várias portas dos dois lados. Ela acompanha o homem entrar na última porta no final. Os dois entram em uma sala pequena, com algumas cabines cheias de furos.

— É aqui que você traz suas namoradas? — Perguntou Teresa, irônica

— Descobri esse lugar a pouco te pouco tempo. Você não faz ideia das festas que fazem aqui. — respondeu Ezequiel se aproximando de Teresa dando-lhe um beijo na boca.

— Você quer fazer uma festa comigo aqui? — perguntou Teresa com seus sorrisos mais maliciosos. Ezequiel assentiu com a cabeça.

Os dois se abraçaram com desejo e beijos intensos. Uma das mãos fortes de Ezequiel desliza dentro da calça jeans de Teresa apertando a sua bunda. Ela escorre sua mão por entre as calças de Ezequiel, sentindo a sua ereção querendo romper a calça. Teresa a desabotoa tentando tirar o pau dele fora desesperadamente. Se ajoelha e o chupa lentamente. Ezequiel geme na boca de Teresa e logo a levanta de volta para lhe beijar mais uma vez e tirar a calça dela, deixando a de calcinha e blusa. Ela volta a pegar em seu pau, mas os dois ouvem vozes que não deveriam estar ali. Vozes conhecidas.

— Você tem certeza de que ela veio para cá?

— Tenho sim. Eu vi.

Os dois com as calças arriadas se olham procurando o que fazer. As vozes ficam cada vez mais próximas e Ezequiel chama Teresa para entrar em uma das cabines. Bianca e Cristina entram na sala com a certeza de que encontrariam Teresa por lá, mas não veem ninguém e ficam confusas.

— Você não disse que ela estava aqui? — Perguntou Cristina.

— Eu tenho certeza de que vi ela vindo para cá. — diz Bianca

— Mas nesta sala? Tem tantas nesse corredor.

— As outras portas pareciam trancadas.

As duas discutiam enquanto Ezequiel e Teresa se escondiam dentro da cabine. Os dois sem calças tentavam fazer nenhum som para não denunciarem onde estavam. A pouca luz que entrava na cabine permitia Ezequiel ver como a calcinha de Teresa entrava na sua bunda. Suas mãos passam a apalpar aquelas carnes. Teresa sente a mão de Ezequiel não se corpo e se vira para ele e voltar a pegar no seu pau. Ela se ajoelha na sua frente e chupa aquela rola. Ezequiel se segura para não gemer, fechando os olhos. Teresa chupa aquela rola até ficar bem dura e guia o pau de Ezequiel até um dos buracos da cabine enquanto exibia o sorriso, mas malicioso que aqueles lábios podiam produzir.

— Meu Deus, olha isso! — diz Bianca assustada.

— O que que é isso gente. — diz Cristina, animada com a surpresa.

— Sai de perto disso Cristina. — diz Bianca.

— Porque, esse pau parece gostoso.

Bianca não acreditava no que via. Cristina se abaixou próxima àquele pau desconhecido, segurou o membro e o masturbou lentamente. A loira deslizou a língua ao longo daquela rola, indo e voltando. Bianca viu sua namorada engolir aquela rola pressionando-a com seus lábios. Bianca buscou outro ângulo para olhar melhor, viu como Cristina chupava aquele pau com desejo. A forma dedicada com que ela deslizava aquela piroca dentro dela a fez salivar.

Ezequiel mordia os lábios segurando os gemidos enquanto sentia um toque gostoso deslizando pelo seu pau. Olhando para o lado, via Teresa segurando o riso tentando ver o que acontecia com a bunda virada para ele, com uma calcinha branca enfiada. Sua mão procurou aquelas carnes mais uma vez. Teresa via, impressionada, como Bianca cedeu ao desejo se ajoelhando ao lado de Cristina. Ela sente o toque de Ezequiel explorar a sua bunda, puxar a sua calcinha para o lado e abrir espaço dentro da sua boceta. O toque safado a arrepia fazendo-a empinar mais a bunda, se oferecendo para Ezequiel enquanto olha suas amigas o chuparem.

Cristina oferece a rola dura para Bianca, ajoelhada ao seu lado. Ela encosta a boca com relutância lentamente engolindo a cabeça e em seguida o restante. Vai e volta, seguidas vezes. As duas esfregam os lábios naquela piroca em toda a sua extensão até voltarem e encostarem seus lábios misturando o beijo entre as duas com a cabeça daquele pau no meio.

—Agora você está gostando né, sua puta! — Provocou Cristina. Bianca assentiu com a cabeça sem tirar o pau da boca.

Cristina tirou seu short e sua calcinha. Bianca arregalou os olhos cobrindo a boca com a mão. Teresa olhou surpresa para Ezequiel, que a fodia com os dedos e não sabia que as duas faziam lá fora. Ele apenas sentiu seu pau ser direcionado e de uma hora para outra a sensação de uma bocetinha molhada abraçando a sua rola.

Cristina empinara sua bunda contra o buraco tentando engolir o máximo daquele pau. Ela fazia movimentos empurrando o quadril para trás buscando sentir o máximo daquele pau. Ezequiel movia seu quadril de dentro da cabine fodendo Cristina, que esfregava seu clitóris quanto empurrava sua bunda para trás. Bianca olhava sua namorada se esforçar em empurrar sua bunda para trás e o efeito disso nas expressões do seu rosto. Cristina desliza a língua em volta da boca enquanto começa a rebolar procurando esfregar aquela piroca ao máximo em sua boceta. Ela fode um pouco e dá lugar a Bianca que tira a sua calça jeans, mas tinha dificuldades em se encaixar. Cristina ajudou a enfiar o pau na sua boceta. Bianca morde os lábios gemendo enquanto empurra a bunda para trás. Cristina a beija na boca enquanto é fodida apalpando os seus seios.

— Vai, sua puta! Rebola nesse caralho! — Gritou Cristina dando tapas na sua bunda.

Na cabine, Ezequiel não para de mexer os quadris enquanto fode a boceta de Teresa com os dedos, enquanto ela brinca com o clitóris. Depois de foderem com a rola desconhecida, as duas passam a se beijar esfregando a boceta uma da outra até não aguentarem mais e gozarem. Enquanto se abraçam e beijam, a rola misteriosa desaparece e as duas se vestem e voltam para a festa para ver se Teresa está por lá.

Dentro da cabine, Teresa já está com a bunda empinada levando rola de Ezequiel na boceta. Os dois se permitem gemer, mesmo que seja baixo. Depois de ter a boceta tão socada pelos dedos, Teresa está muito perto do ápice, assim com o Ezequiel que havia fodido duas bocetas antes desta. Os dois, agora mais soltos, mexem seus corpos com um pouco mais de liberdade com Ezequiel segurando Teresa firme pela cintura enquanto ela se apoia na parede da cabine. A cabine balança com as estocadas de Ezequiel. Teresa pede para ele se deitar e monta em cima dele. Ela subia e descia em cima daquela piroca dura com cada vez mais intensidade. Depois rebolava se esfregando naquele homem. O gozo de Teresa veio forte, com ela arranhando o Peito de Ezequiel. Os dois se olham, Teresa se debruça sobre Ezequiel e o beija demoradamente. Ela olha ele e reconhece no olhar e no sorriso safado o que ele quer.

Teresa se põe no chão, de quatro, olhando para trás ansiosa para receber o pau de Ezequiel mais uma vez. Ela olha a expressão de felicidade dele enquanto sente a cabeça do seu pau abrir espaço nas pregas do seu cu. Teresa geme mordendo os lábios ainda olhando para Ezequiel que comia o seu cu lentamente. Aos poucos ele se sentia mais à vontade para meter no cu de Teresa com um pouco mais de força. A mão firme só soltava a sua cintura para distribuir tapas em sua bunda. Ezequiel gemia, fazia tempo que ele comia a deliciosa Teresa e nem acreditava que estaria comendo seu cu mais uma vez. Teresa era comida no cu sem deixar de olhar para trás com expressões maliciosas deixando Ezequiel ainda mais tesudo. O gozo chega e Ezequiel tira o pau do seu cu, e jorra porra em suas costas e sua bunda. Teresa sorri, maliciosa.

Depois de se recomporem, Ezequiel tenta secar a porra nas costas de Teresa com um lenço. Ao se vestir e arrumar suas coisas, Teresa percebe que não vê sua agenda em sua bolsa. Não vai voltar para casa tão cedo.

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Autor anônimo
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