Dando o cuzinho no carro Publicado por anônimo em 28/12/2019 em Transexuais

"Talvez vocês me julguem pela minha escolha, não faz mal, fui julgada minha vida inteira. Muito prazer, me chamo Malena, esse é o nome que adotei, mas nasci Marcos... Acho que já sacaram, né? "

Conto adicionado a favoritos
Autor adicionado a favoritos
Conto já adicionado a favoritos
Autor já adicionado a favoritos
Conto salvo para leitura posterior
O conto já estava em sua lista para leitura posterior

Por toda minha infância e adolescência eu me sentia diferente dos outros meninos, sempre fui mais baixinha, magrinha, por muitas vezes fui confundida como uma menina, e acabei me identificando... Cada vez mais parei de pensar em garotas, e cada vez mais comecei a pensar nos garotos. E vale ressaltar que meu pinto não é lá grande coisa, tem mais ou menos o tamanho do meu dedo indicador.

Quando eu tinha meus 14 aninhos, ainda me considerava um menino, mas foi nessa idade que comecei a brincar com meu buraquinho, era muito mais prazeroso pra mim enfiar algo no meu cu do que ficar me masturbando, fui pegando gosto pela coisa, até prova um pau de verdade quando fiz 18 anos, conheci um homem num site de relacionamento gay, papo vai e papo vem, acabamos marcando um encontro na casa dele. Inventei uma desculpinha qualquer para os meus pais e fui para o endereço que ele me passou. Nossa noite de sexo foi uma delícia, ele arrombou tanto meu cuzinho quanto minha boca, sua pica era grande e grossa, me alargou por inteira, mas me mantive firme, fora que ele devorou minha bunda de tanto chupar, eu acabei gozando sentando no seu pau sem ao menos estar tocando uma punheta.
Acho que já dei um pequeno vislumbre da minha história pessoal, hoje tenho 28 anos, moro sozinha, e finalmente estou livre, me assumi transsexual e vivo minha vida do jeito que eu quero, atualmente tenho cabelos loiros, sou magrinha, peitinhos pequenos, 1, 62 de altura, fiquei com um rostinho mais afeminado ainda depois do tratamento de hormônios. Muitos homens agora chegam em mim me cantando, achando que vão foder uma buceta, mas na cama eu os surpreendo com meu pequeno pau, alguns deles saem correndo e me largam com tesão, mas a maioria se interessavam em ter uma primeira vez com uma trans, eu apenas os guiava e acabava gozando gostoso e com o cuzinho entupido de porra.
...
Em uma certa noite, estava sedenta por um pau, estava subindo pelas paredes com meu cuzinho piscando de tesão, não consegui ninguém pra foder, então resolvi andar pelas ruas para encontrar algo ou alguém interessado. Acabei indo num barzinho no centro, onde apenas pedi uma água e fiquei sentada a mesa. Fiquei olhando aos arredores até finalmente achar alguém que não parava de me olhar, um moço alto de jaqueta, não era tão bonito, mas meu cu piscou só daquelas olhadas que ele dava. Finalmente ele se aproximou, se sentou na mesa e começamos a conversar, ficamos alguns minutos ali e eu já pousei minha mão em sua coxa, ele deu um sorriso safado e deu a ideia de irmos para um lugar mais "reservado", todos sabemos o que isso quer dizer...
Fomos para o seu carro, ele dirigiu até um lugar escuro e pouco movimentado.
Começamos os amassos ali mesmo, os beijamos, ele desceu beijando meu seios pequenos, tirando toda minha roupa, até chegar entre minhas pernas.
- Preciso te contar algo - Falei erguendo a cabeça dele até ficar olho no olho.
- O que foi, gatinha?
- Vou ser bem direta e entendo se você tiver uma reação negativa.
- Que você é trans?
- Isso... Como sabia?
- Reconheço uma boneca quando vejo uma.
Ele então calou minha boca com um outro beijo e levou sua mão até meu piruzinho que estava meia bomba e seguiu a ordem de ficar de quatro. Obedeci como uma boa putinha, ele arrancou o meu short, abriu minha bunda e socou a língua lá dentro, meu cuzinho já estava pronto pra receber seu pau de tanto tesão que eu estava, mas ele preferiu ficar ali, degustando o meu buraquinho por um longo tempo, me fazendo gemer na sua língua. Até que ele voltou a sentar e tirou seu pau pra fora da calça, tinha por volta de uns 17cm, não era tão grosso, mas parecia muito apetitoso, virei e cai de boca em seu caralho, engolindo todo a sua extensão, enquanto o safado penetrava seus dedos no meu cuzinho, e aproveitei para abrir as pernas e me masturbar um pouco com o meu pintinho duro. Depois de deixar melado seu pau, depois de engasgar inúmeras vezes, depois dele foder minha boca, ele mandou eu ir para o banco de trás, mandou eu deitar e levantar as pernas, deixá-las bem abertas, meu cuzinho já estava amaciado, pronto para receber seu membro, ele se posicionou na minha frente, colocou a cabecinha na entrada e começou a forçar, eu abri a bunda para ele ter uma melhor visão, ele foi enfiando aos poucos, seu cacete deslizava para dentro do meu cuzinho, que piscava feito louco de tanto tesão.
Um calor subiu por todo o corpo, estava tão sedenta por aquele pau que acabei gozando quando ele entrou inteiro, gozei sem nem mesmo tocar no meu piruzinho, minha barriga ficou toda melada.
- Já gozou? - Perguntou ele com seu cacete todo atolado dentro de mim.
- Sim... Seu pau é muito bom.
Ele deu um sorriso safado e dei o sinal para ele começar a me foder, o seu pau roçando nas paredes do meu cu era a melhor coisa que já havia sentido, eu gemia a cada estocada, ele começou suave, gentilmente, alternando entre metidas agressivas, fortes e rápidas, me fazendo ir as nuvens.
Depois de me alargar inteira, mandou eu cavalgar em seu caralho, ele se sentou no banco e pediu para eu ficar de costas para ele, fui descendo minha bundinha até encaixar em seu pau novamente, e lá estava meu cu alojando todo o seu pau novamente. A putinha aqui ainda não estava satisfeita, e comecei a sentar feito louca, meu pauzinho duro batia na minha barriga de tão frenética que era minha sentada, ele gemia alto e não resistiu, senti todo seu leite quente entupindo meu cu, sentia o calor lá dentro, e essa explosão de prazeres me proporcionou um segundo orgasmo, me fazendo melar todo o carro, mas foda-se, estava muito bom para eu me preocupar com isso. Me encostei nele e ficamos por um tempo descansando.
- Sujei todo seu carro, desculpa.
- Tudo bem, o importante é que foi bom pra você.
Nos beijamos e nos arrumamos, ele me deixou na porta de casa. O chamei para dormir comigo esta noite, ele aceitou de primeira, fomos juntos tomar um banho, e antes de dormir, fiz um boquete nele, minha garganta profunda nunca falha, o fiz gozar em minutos, combinando uma punheta maravilhosa com a minha boquinha de veludo. E pela manhã, seu pau já estava pronto para mais, meu cuzinho ainda estava dolorido, mas eu queria aproveitar ao máximo, aprendi a nunca recusar um pau duro.

Avaliações

Só usuários podem votar 0 de Avaliações

Comentários 1

Sobre este conto

Autor anônimo
Categoria Transexuais
Visualizações 478
Avaliação 0 ( votos )
Comentários1
Favorito de0 Membros
Contador de palavras: 1244
Tempo estimado de leitura: 6 minutos

Afiliados