Junho 18, 2026

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Exibida, molhada e comida no escuro

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Esta é uma história sobre as primeiras semanas em que eu e o meu marido decidimos dar o primeiro passo prático no mundo liberal, logo depois que ele entendeu o meu transtorno e a gente resolveu que não haveria mais mentiras entre nós.

Eu ainda tinha muita vergonha e medo do julgamento, mas a minha bucetinha continuava me cobrando aqueles picos de testosterona e fogo que o corpo pedia. Meu marido, tentando me ajudar a aliviar a pressão sem que eu me sentisse culpada, propôs um desafio: a gente ia para um barzinho mais movimentado no centro da cidade vizinha, onde ninguém nos conhecia, e eu teria a liberdade de apenas flertar, de me exibir de longe para algum desconhecido, enquanto ele assistiria a tudo de camarote.

Fomos numa sexta-feira à noite. Eu me arrumei com um vestido preto bem justo, curto, e não usei calcinha de propósito — eu sabia que a falta da peça ia me deixar ainda mais sensível e molhada ao longo da noite. Sentamos em uma mesa alta perto do balcão. O bar estava lotado, e não demorou muito para eu notar um cara de barba, com camisa social meio aberta, sentado com uns amigos, me encarando fixamente.

Toda vez que meu marido ia ao banheiro ou fingia olhar o celular, eu sustentava o olhar desse cara. A queimação da crise começou a dar os primeiros sinais; eu sentia meu clitóris inchando e latejando, e a minha ppk começou a escorrer tanto que eu conseguia sentir o calor descendo pela parte interna da minha coxa. Olhei para o meu marido e sussurrei: “Amor, eu tô ensopada… aquele cara da camisa escura não para de me comer com os olhos”. O pau do meu marido ficou duro na mesma hora embaixo da mesa, e ele me deu o sinal verde: “Vai lá no balcão pedir outra cerveja. Deixa ele chegar junto”.

Me levantei devagar, rebolando, sentindo o vento frio da noite direto na minha ppk sem calcinha. Parei no balcão e, em menos de um minuto o cara se posicionou bem do meu lado para pedir uma bebida. Ele puxou assunto, elogiando o meu perfume. Eu estava com o coração na boca, uma mistura de vergonha com o tesão mais puro do mundo. Eu não dei corda para uma conversa longa; em vez disso, dei um passo para trás, encostei de leve no balcão e, enquanto olhava bem nos olhos dele, passei a mão pela lateral da minha perna, subindo o vestido só o suficiente para ele ver que eu estava completamente nua por baixo.

O cara travou na hora, a respiração dele ficou pesada e os olhos dele desceram direto para a minha ppk, que brilhava de tão lubrificada sob a luz fraca do bar. Ele engoliu em seco e tentou aproximar a mão, mas eu dei um sorriso de lado, peguei a minha bebida e voltei para a mesa com o meu marido.

Quando sentei, eu estava tremendo de tanto tesão. Meu marido tinha visto a cena de longe e estava quase rasgando a calça. Nós não aguentamos ficar ali. Pagamos a conta correndo e fomos direto para o carro no estacionamento escuro. Nem chegamos a ir para casa: eu deitei no banco do passageiro com as pernas para cima, e ele me comeu ali mesmo, com uma força absurda, enquanto eu gemia dizendo que o cara do bar estava me imaginando exatamente daquele jeito. Foi a primeira vez que entendi que o meu problema não precisava me destruir, desde que eu tivesse o homem certo do meu lado.

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